Nietzsche's Chaos Sive Natura: Evening Gold and the Dancing Star

Revista Portuguesa de Filosofia 57 (2):225 - 245 (2001)
Abstract
Nietzsche's creative and fundamental account of chaos in both its cosmic, universal as well as its humane context, recalls the ancient Greek meaning of chaos rather than its modern, disordered, decadent significance. In this generatively primordial sense, chaos corresponds not to the watery nothingness of Semitic myth or modern, scientific entropy but creative, uncountenancedly abundant potency. And in such an archaic sense, Nietzsche's chaos is a word for both nature and art. Nietzsche's creative conception of chaos equates it with the will to power: as the foundational essence of the world "to all eternity." This same correspondence is also the stylistic prerequisite for creating oneself as a work of art. /// O artigo começa por demonstrar até que ponto a mais fundamental explicação criadora dada por Nietzsche a respeito do caos, em seu contexto tanto cósmico e universal como meramente humano, constitui uma evocação do antigo sentido que Ihe foi dado pelos Gregos, mais do que uma adesão à significação moderna do mesmo, desordenada e decadente. Para Nietzsche, com efeito, o caos em seu sentido generativo mais primordial, não corresponde nem à ambiguidade do nada inerente ao mito semítico nem ao sentido moderno, científico, da entropia, mas sim a uma potência criadora assinalada por uma abundãncia inesgotável Mostra-se, assim, até que ponto, em conformidade com o sentido arcaico do termo, o caos em Nietzsche constitui um nome que se dá tanto à natureza como à arte. Mais, o presente artigo mostra ainda até que ponto a concepqao nietzschiana do caos o transforma em algo equivalente à vontade depoder, ou seja, na essãncia fundadora do mundo "para toda a eternidade". Desta correspondência, aliás, resulta a condição estilistica para que cada um se crie a si mesmo como verdadeira obra de arte.
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