The Art of Renewal and Consideration: Marcelian Reflections

Revista Portuguesa de Filosofia 60 (1):167 - 175 (2004)
Abstract
This essay attempts to address ethical issues concerning interpretation and art practices. It explores an alternative to both modern institutional authority and postmodern nihilism by referring to the concept of 'creative fidelity' developed by the French 'existentialist' philosopher Gabriel Marcel. As it is well known, contemporary radical reactions against the excesses of modernity in the Western world have led to a profound mistrust in the idea of subject/object, and have as a result favoured attitudes which tend to dissolve such a dichotomy. These attitudes, by expressing the contingency, indeterminacy, or groundlessness of meaning, have triggered the disappearance of the Self, authorship, authenticity and in-sight. How is it therefore possible to interpret, make, or even teach art in a meaningful manner without imposing frameworks, closures, boundaries, or perspectives? This, it is argued, can be achieved by understanding the vital complementary relationship between innovation and faith, creativity and fidelity, renewal and consideration, offering thus a possible alternative to today's crisis of meaning in art. /// Este ensaio visa o tratamento de questões éticas relativas à interpretação e às práticas artísticas, explorando uma alternativa tanto à autoridade institucional moderna como ao niilismo pós-moderno a partir de uma reflexão sobre o conceito de "fidelidade criativa" desenvolvida pelo filósofo existencialista francês Gabriel Mareei É sabido que as reacções radicais contemporâneas contra os excessos da modernidade no mundo ocidental conduziram a uma profunda desconfiança da ideia de sujeito/objecto, resultando no favorecimento de atitudes que tendem a dissolver essa dicotomia. Estas atitudes, mediante a expressão da contingência, indeterminismo ou ausência de fundamento para o sentido, levaram a um desaparecimento do Si-mesmo, do princípio do autor, da autenticidade e da intelecção interior. Como é que será possível interpretar, fazer, ou até ensinar arte com sentido sem ao mesmo tempo impor esquemas, limites ou perspectivas? Isto, assim vai o argumento, pode ser alcançado mediante a compreensão do relacionamento vital complementar entre inovação e fé, criatividade e fidelidade, renovação e consideração, oferecendo dessa forma uma possível alternativa para a contemporânea crise de sentido na arte.
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