Cosmology as Contact between Science and Theology

Revista Portuguesa de Filosofia 63 (1/3):533 - 553 (2007)
Abstract
Scientific cosmology raises various issues of philosophical interest. Among these is the understanding of the beginning', as it arises in normal cosmology, which seems not intelligible as an ordinary beginning (' in time'), but rather as a beginning ' of time'. Recent cosmological research that seeks to unite theories of gravity and of quantum physics is speculative; various proposals with different philosophical perspectives on time and reality co-exist. This plurality of speculative cosmological proposals reflects also a diversity of views regarding the nature of explanations. ' Anthropic principles' are not fruitful as additional explanations. It is argued here, however, that any cosmological proposal will always have an open end, due to limit questions that arise in relation to the scientific research but are not answered by it. These limit questions allow for various religious interpretations, theistic, pantheistic and agnostic. /// O presente artigo parte da constatação de que a cosmologia científica contemporânea suscita questões de grande relevância e interesse filosófico. Entre estas está a compreensão do "começo", tal como ele se dá na cosmologia normal, o qual não se mostra inteligível nos termos de um começo ordinário ("no tempo"), mas sim se entendido como começo "do tempo". O artigo analisa alguns aspectos da investigação cosmológica mais recente, a qual procura sobretudo unir as teorias da gravidade e da física quântica, considerando-a como especulativa; mostra-se assim até que ponto diversas propostas científicas co-existem com diferentes perspectivas filosóficas acerca do tempo e da realidade. Por outro lado, mostra-se também até que ponto esta pluralidade de propostas cosmológicas especulativas reflecte também uma diversidade de pontos de vista acerca da natureza das explicações em si mesmas. Por exemplo, o artigo tenta demonstrar que os "Princípios antrópicos" não são fecundos enquanto que explicações adicionais. Nesse sentido, o autor do artigo defende que toda e qualquer proposta cosmoíógica terá de ser sempre aberta, e isso precisamente devido à presença de questões-íimite que brotam a partir da investigação científica, mas que não podem por esta ser respondidas. Finalmente, mostra-se ainda que estas questões-limite dão azo a uma diversidade de interpretações religiosas, entre estas se vislumbrando posições como a tetsta, a panteísta e a agnóstica.
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