La Estética al servicio de la Socialidad: Sobre la relación entre las concepciones de la Estética de Emmanuel Levinas e Emmanuel Kant

Revista Portuguesa de Filosofia 62 (2/4):651 - 674 (2006)
Abstract
O presente artigo tem por objectivo, em primeiro lugar, articular em três momentos distintos as reflexões de Levinas acerca do dizer poético e, desse modo, mostrar a significação estética de cada um deles. De facto, se é verdade que na obra de Levinas não se pode encontrar uma teoria estética integral, pode-se, isso sim, encontrar uma desconstrução da obra poética de certos autores, tais como Proust, Celan ou, sobretudo, Blanchot, nas quais se põe de manifesto aquilo que todo o poema, e toda a obra de arte em si mesma, diz para além da estrutura formal com que articula o seu conteúdo. Por outras palavras, o que mais importa para Levinas é dar ênfase ao facto de que aquilo que todo o poema, enquanto obra de arte, procura dizer a alguém não pode de forma alguma ser reduzido ao seu dito enquanto tal. Em segundo lugar, porém, o artigo procura também destacar aquilo que o seu autor considera ser a existência de três convergências fundamentais entre a "estética" de Levinas e a estética de Kant. A primeira dessas convergências reside na constatação de que no ponto de partida da estética está o Outro e a sua capacidade naturalmente inscrita de romper com a ordem ontológica. A segunda convergência refere-se desde logo ao trajecto específico da criação estética na medida em que ela se dirige, antes de mais, para o sentimento do outro enquanto tal A terceira, finalmente, diz respeito à significação universal de todo o juízo estético. /// Aim of the present article is, in the first place, to articulate Levinas's meditations on poetic saying in three moments and to show the aesthetic significance of each one of them. Indeed, if on the one hand it is true that in the work of Levinas we can not encounter a general theory of aesthetics, we can, on the other, find in his texts a deconstructive reading of the poetic work of certain authors, such as Proust, Celan or, above all, Blanchot, whereby an accent is put upon what the poem, or the work of art as such, says beyond the formal structure that articulates its content. In other words, the most important thing for Levinas is to emphasize the fact that the thing the poem, as work of art, attempts to say to somebody in no way can be reduced to the said of the poem, or of the work of art, as such. Second, the article also highlights three fundamental modes of convergence between the aesthetics of Levinas and the one of Kant. The first convergence between the two resides in the recognition of the Other and of the corresponding power to disrupt the ontological order as starting point for aesthetics. The second point of convergence is seen in the course proper to aesthetic creation insofar as it is turned towards the others feeling as such. Finally, the third moment of convergence between Levinas and Kant is seen in the universal significance of each authentic aesthetic judgment.
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