Imagination, Kenosis, and Repetition: Richard kearney's Theopoetics of the Possible God

Revista Portuguesa de Filosofia 60 (4):953 - 983 (2004)
Abstract
For over twenty years, Richard Kearney has insisted that theology must not follow traditional metaphysical itineraries along paths that offer perspectives on God as Being Itself, or as Pure Act, or as causa sui. Instead, it should chart avenues that lead through the poetics of imagination, past the synthesizing dynamics of narrative, and toward the destination of God as a God that privileges potentiality over actuality. In constant dialogue with deconstructive and postmodern theories, Kearney has developed an "onto-eschatological hermeneutics" of the "God Who May Be" that presents a post--metaphysical, perhaps even more biblical, interpretation of God as divine possibility. This paper investigates Kearney's "onto-eschatological" poetics of God as it relates to his imaginative theological method and to the Pauline notion of kenosis as the risk of divine love. It concludes by associating Kearney's theopoetics with Kierkegaard's idea of repetition as a cipher for understanding the kinetics of the God Who May be as an alternative to the traditional metaphysical structures of God as a static "I Am Who I Am." /// Desde há mais de vinte anos que Richard Kearney vem insistindo em que a teologia deveria deixar de seguir os itinerdrios metafísicos tradicionais, ou seja, deveria deixar para trás os caminhos metafísicos que oferecem perspectivas sobre Deus enquanto Ser-mesmo, Acto Puro, ou causa sui. Em vez disso, a teologia deveria antes seguir caminhos orientados por uma poética da imaginação, para além da dinâmica sintetizadora da narrativa e em direcção a uma noção de Deus que privilegia a potencialidade sobre a actualidade. Num diálogo constante com as teorias desconstructoras e pós-modernas, Richard Kearney desenvolveu uma "hermenêutica ôntico-escatológica" do "Deus que pode ser", hermenêutica essa que nos oferece uma interpretação pós-metafísica, talvez mesmo mais bíblica, de Deus como divina possibilidade. O presente artigo investiga a poética "ontico-escatológica" de Deus em Richard Kearney, ou seja, o modo como ela se relaciona quer com o seu imaginativo metodo teológico quer com a noção paulina de kenose enquanto risco do amor divino. O artigo conclui com o estabelecimento de uma relação de proximidade entre a teopoética de Richard Kearney e a ideia kierkegaardiana de repetição enquanto cifra, relação essa que nos permite compreender o movimento próprio do "Deus que Pode Ser" enquanto alternativa às estruturas metafísicas tradicionais e o modo como estas perspectivam Deus a partir do estático "Eu Sou Quern Sou".
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