Search results for 'Adi Da' (try it on Scholar)

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  1. The World-Friend & Adi Da (2009). Reality-Humanity (Self-Liberated From the Stave in the Wheels). World Futures 65 (4):304 – 325.score: 270.0
    Adi Da argues that no solutions currently proposed are sufficient to righten the present unsustainable trajectory of life on Earth, because there is no integrated approach to (...)
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  2. Ken Wilber, An Update on the Case of Adi da.score: 60.0
    Over the years I have made numerous very strong and sometimes contradictory statements about Adi Da, mostly because he is a very strong and sometimes contradictory personality. (...)
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  3. Ken Wilber, The Case of Adi da.score: 48.0
    The last positive statement I made about Da's work was in 1985, when I wrote a very strong endorsement for his major book, The Dawn Horse (...)Testament. This is one of the very greatest spiritual treatises, comparable in scope and depth to any of the truly classic religious texts. I still believe that, and I challenge anybody to argue that specific assessment. (shrink)
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  4. Carlos Alberto Medino da Rocha (2013). A construção da educação como cuidado de si em Kierkegaard. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):79-84.score: 21.0
    O presente trabalho procura refletir sobre o processo de construção da educação como umaeducação da interioridadeque parte de uma concepção do cuidado de si, a (...)
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  5. Bernardo Gonçalves Alonso (2013). A tese da veracidade na teoria da informação fortemente semântica de Floridi e o paradoxo de Bar-Hillel-Carnap. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (2).score: 21.0
    Neste artigo defendo que a Teoria da Informação Fortemente Semântica de Floridi (2004) – TIFSestá correta ao assumir a Tese da Veracidade, que por sua vez (...)orienta a definição de informação semântica comop é informação se e somente se p é constituído por dados bem-formados, com significado e verdadeiros”. Argumento que a teoria não é arbitrária, pois conta do desembaraço de conundrums filosóficos importantes, principalmente por evitar o paradoxo de Bar-Hillel e Carnap (1953), que é gerado a partir da teoria clássica da informação semântica. Primeiro é discutido um dos principais resultados da teoria clássica, o de produzirsentenças muito informativas para serem verdadeiras”. Depois são resumidas as motivações para a elaboração de umalógica de estar informadoe é mostrado como o sistema KTB-IL é montado e modelado mantendo-se entre os seus axiomas o da veracidadeK ou A4. Finalmente, a TIFS é examinada e defendida ao mostrar que ela restringe aleticamente a extensão do conceito clássico de informação para evitar problemas com tautologias e contradições. A TIFS oferece uma solução original ao capturar nossas intuições modais a respeito da informatividade como noção básica. (shrink)
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  6. Henry Burnett (2013). A metafísica da música de Arthur Schopenhauer. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (2).score: 21.0
    O mundo como vontade e representação, de A. Schopenhauer, constitui uma das principais fontes da primeira fase produtiva da obra de F. Nietzsche. O artigo ressalta os (...)
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  7. Konrad Christoph Utz (2010). A subjetividade naCiência da Lógica”. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 21.0
    O artigo tenciona explicar o conceito da subjetividade na Ciência da Lógica (CdL) a partir de sua forma inicial, diferentemente da maioria dos vários estudos sobre a (...)
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  8. Gustavo Caponi (2010). Introdução à Teoria da Ciência, de Luiz Henrique de A. Dutra. Principia 2 (2):291-295.score: 18.0
    Review of "Introdução à Teoria da ciência", de Luiz Henrique de A. Dutra.
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  9. Ana Carolina da Costa E. Fonseca (2012). Os dois sentidos da crítica nietzscheana: Sócrates como um caso exemplar. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 18.0
    Toma-se a crítica de Nietzsche a Sócrates como um caso exemplar que mostra os dois sentidos fundamentais da crítica nietzscheana: (i) a crítica nietzscheana consiste em (...)censura e em elogio de modo dual, ou seja, censura e elogio são aspectos da crítica; e (ii) ao criticar alguém, Nietzsche está, igualmente, se autocriticando. (shrink)
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  10. Silvio Seno Chibeni (2012). Hume e as bases científicas da tese de que não acaso no mundo. Principia 16 (2):229-254.score: 18.0
    http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2012v16n2p229 Tanto no Tratado da Natureza Humana como na Investigação sobre o Entendimento Humano , Hume mostra-se convencido de quenão (...) acaso no mundo”, e queaquilo que o vulgo chama de acaso não passa de uma causa secreta e escondida”. Essa tese desempenha papel crucial em sua análise do livre-arbítrio e, conseguintemente, da responsabilidade moral; é também um elemento importante em sua discussão sobre os milagres. No entanto, o próprio Hume ofereceu, no Tratado , um argumento convincente para mostrar que o princípio de causalidade, segundo o qual tudo o que começa a existir tem uma causa, não pode ser conhecido a priori , por intuição ou demonstração. Logo, essaopinião tem necessariamente de provir da observação e experiência”. O presente trabalho examina essa tese, mostrando, inicialmente, qual era a proposta de Hume para fundar na experiência o princípio de causalidade, e depois qual, de fato, teria sido o mais robusto fundamento para esse princípio: a mecânica newtoniana. Explica-se, por fim, como esse fundamento empírico indireto e o próprio argumento de Hume foram solapados pela física quântica, no século XX. (shrink)
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  11. Thomas Macaulay Ferguson (forthcoming). Extensions of Priest-da Costa Logic. Studia Logica:1-30.score: 18.0
    In this paper, we look at applying the techniques from analyzing superintuitionistic logics to extensions of the cointuitionistic Priest-da Costa logic daC (introduced by Graham Priest (...)asda Costa logic”). The relationship between the superintuitionistic axioms- definable in daC- and extensions of Priest-da Costa logic (sdc-logics) is analyzed and applied to exploring the gap between the maximal si-logic SmL and classical logic in the class of sdc-logics. A sequence of strengthenings of Priest-da Costa logic is examined and employed to pinpoint the maximal non-classical extension of both daC and Heyting-Brouwer logic HB . Finally, the relationship between daC and Logics of Formal Inconsistency is examined. (shrink)
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  12. Ana Carolina da Costa E. Fonseca (2011). Dworkin e Posner acerca da existência de respostas certas para as questões jurídicas: a reconstrução de um debate. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 18.0
    Dworkin respondeu afirmativamente à pergunta título do seu textoNão existe mesmo nenhuma resposta certa em casos controversos?”. Posner criticou Dworkin e respondeu a mesma pergunta negativamente. (...)
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  13. Marcel Guillaume (2011). On the Philosophical Import of Some Accomplishments of Newton da Costa. Principia 15 (1):7-14.score: 18.0
    Das obras de Newton da Costa, muitas pessoas na França conhecem apenas o renascimento da paraconsistência. Apresentamos algumas razões em defesa de investigações nessa parte da lógica. (...)
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  14. Marcio Renan Hamel & Gilvan Luiz Hansen (2011). Filosofia do direito e teoria jurídica em Habermas: implicações reconstrutivas para uma teoria da sociedade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 18.0
    This text examines the distinction and relation between legal philosophy and legal theory in the book Law and Democracy by Jürgen Habermas. To that end, I seek (...)
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  15. José Nicolao Julião (2010). Ensaio de Introdução à Filosofia da História. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 18.0
    The objective of this assay is to make one analyzes on the Philosophy of History covering an including period of its historical development. However, the focus of (...)
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  16. Décio Krause (2009). Newton da Costa e a Filosofia de Quase-verdade. Principia 13 (2):105-128.score: 18.0
    Este artigo pretende introduzir os três volumes de Principia que aparecerão em sequência homenageando os 80 anos do professor Newton da Costa. Ao invés de apresentar os (...)
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  17. André Leclerc (2012). Operações sociais da mente. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (2).score: 18.0
    Thomas Reid introduced the notion of social operation of mind in the theory of mind and language. Hhis friend James Gregory developed this notion and gave it (...)
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  18. Cassiano Terra Rodrigues (2007). Matemática como Ciência mais Geral: Forma da Experiência e Categorias. Cognitio-Estudos.score: 18.0
    Este artigo tem como objetivo geral apresentar alguns aspectos básicos da filosofia da matemática de Charles Sanders Peirce, com o intuito de suscitar discussão posterior. Especificamente, são (...)
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  19. Thadeu Weber & Martin P. Haeberlin (2013). Equidade na Doutrina do Direito de Kant: um direito que, não sendo um direito, enfraquece atese da independência”. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 18.0
    The present paper has the purpose of making a critical approach of the so calledindependence thesis” (Unabhängigkeitsthese) between Law and Ethics based on the Kantian text (...)
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  20. Roberto Saraiva Kahlmeyer-Mertens (2013). DILTHEY, Wilhelm. Introdução às ciências humanastentativa de uma fundamentação para o estudo da sociedade e da história. Trad. de Marco Antônio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010. ISBN: 978-85-218-0470-3. [REVIEW] Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 17.0
    O texto é uma resenha de uma obra do filósofo e psicólogo alemão Wilhelm Dilthey. A resenha aborda uma publicação para o português da obra Introdução às (...)
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  21. Luiz Antonio Calmon Nabuco Lastória, Bruno Perozzi da Silveira, Jéssica Raquel Rodeguero Stefanuto, Juliana Carla Fleiria Pimenta & Juliana Rossi Duci (2013). Teoria crítica da sociedade: um olhar sobre a educação em tempos de sociedade tecnológica // Critical theory of society: a look at education in times of technological society. Conjectura 18.score: 15.0
    O presente artigo pretende discutir e refletir sobre as contribuições da chamada Teoria Crítica da Sociedade para o campo da educação em tempos de crescente desenvolvimento tecnológico. (...)
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  22. Fábio Portela Lopes Almeida & Paulo César Coelho Abrantes (2012). A teoria da dupla herança e a evolução da moralidade. Principia 16 (1):1-32.score: 15.0
    A darwinian evolutionary approach can contribute to reassess philosophical problems in different fields, including ethics and moral theory. Sociobiology and evolutionary psychology address these issues by presupposing (...)
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  23. Martin N. Dreher (2006). Martinho Lutero (1483-1546) e Tomás Müntzer (1489-1525): A justificação teológica da autoridade secular e da revolução política. [REVIEW] Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 15.0
    A Reforma em território alemão possui duas figuras, por vezes próximas entre si, por vezes muito distantes: Lutero e Tomás Müntzer. À medida que foi se envolvendo (...)
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  24. Christian Hamm (2006). Sobre a sistematizabilidade da filosofia da história de Kant. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    São muitas e, até hoje, muito controvertidas as opiniões referentes à função e ao lugar sistemático da filosofia da história de Kant no todo do seu projeto (...)
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  25. Walter Jaeschke (2006). As Ciências Naturais e as Ciências do Espírito na era da globalização. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 15.0
    Neste artigo, o autor apresenta, primeiramente, reflexões de cunho histórico sobre a relação entre as Ciências Naturais e as Ciências do Espírito, seguidas de observações, de caráter (...)
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  26. Fausto Dos Santos (2007). A caminho da estética. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 15.0
    O presente estudo tenta compreender, ainda que de maneira sumária, quais os caminhos que a Estética tomou; desde Hegel e a dedução filosófica dos conceitos, até a (...)
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  27. Carlos Alberto Albertuni (2012). Sindérese, o intellectus principiorum da razão prática em Tomás de Aquino. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2).score: 15.0
    Trata-se de uma investigação sobre a teoria dos primeiros princípios da razão prática na obra de Tomás de Aquino. No centro dessa teoria está o termo (...)sindérese”, cujo conteúdo foi elaborado nas discussões da filosofia e da teologia medievais, a partir de sua menção na Glosa de Jerônimo a Ezequiel. Tal termo designa um conceito que apresenta um caráter inovador dentro da teoria da ação moral em comparação com a ética aristotélica. Afinal, Tomás de Aquino o entende como o hábito dos primeiros princípios da moral, equivalente ao hábito dos primeiros princípios teóricos de Aristóteles. Dessa forma, o interesse é compreender como o conceito de sindérese é recebido e desenvolvido na filosofia moral de Tomás de Aquino através da análise das três questões tradicionais: de sua natureza, de sua infalibilidade e de sua extinção. (shrink)
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  28. Érico Andrade (2010). A função do método de análise na constituição do argumento do cogito nas Meditações : uma leitura do cogito através da reductio ad absurdum. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (2).score: 15.0
    Considerando que o cogito possa ser tomado, nas Meditações, como uma conclusão de uma demonstração, pode-se avançar a tese de que essa demonstração está consoante ao (...)método analítico, que Descartes reconhece empreender nesse texto. Esse método teria entre as suas funções nas Meditações aquela de apresentarsob a forma de uma rede de implicações ontológicaso raciocínio que conduz à certeza da existência. Como cumpre no referido texto determinar a certeza da existência sem tomar como base nenhuma certeza preestabelecida, o método analítico financiaria, segundo a nossa interpretação, uma reconstrução do argumento do cogito sob uma base indireta, mais precisamente através de uma reductio ad absurdum, cujo objetivo consiste em mostrar a contradição inelutável que surge na tentativa de um indivíduo de provar a sua não existência. (shrink)
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  29. Marcelo de Araújo (2009). Contratualismo e disposições morais: uma crítica à tese da inseparabilidade do direito e da moral e à tese sobre a existência de leis naturais. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (1).score: 15.0
    Discuto aqui duas diferentes interpretações acerca do que seria uma teoria do direito natural (ou jusnaturalismo). A primeira interpretação se caracteriza pela tese dainseparabilidadedo direito (...)
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  30. Jair Barboza (2006). Os limites da expressão. Linguagem e realidade em Schopenhauer. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    Este texto procura mostrar como a concepção de linguagem de Schopenhauer implica uma delimitação para o poder da razão na teoria do conhecimento. Noutras palavras, a investigação (...)
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  31. Agemir Bavaresco, Danilo Vaz-Curado & Paulo Roberto Konzen (2010). As Leituras da Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel: Entre Hermenêutica e Recepção. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    O artigo procura apresenta os argumentos centrais das principais correntes interpretativas da Filosofia Política de Hegel na Alemanha, França e no Brasil de forma a avaliar e (...)
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  32. André Santos Campos (2011). A autonomia do direito como imanência interdisciplinar: reflexões a partir da querela entre Gustav Hugo e Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 15.0
    Na querela entre os membros da Escola Histórica do Direito (Hugo e Savigny) e Hegel acerca de quem tem o título legítimo para pensar o direito, para (...)
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  33. Luís Alexandre Dias Carmo (2011). A controvérsia entre Apel e Habermas acerca da fundamentação e relação entre moral e direito. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 15.0
    Neste trabalho, investiga-se a reconstrução apeliana da controvérsia, entre Habermas e o próprio Apel, acerca da fundamentação e relação entre a moral e o direito, enquanto (...)concepção procedimental discursiva da filosofia prática. Assim, objetiva-se mostrar a relaçãometodologicamente importantedo discurso filosófico no trato específico para a arquitetônica da ética do discurso. Defende-se a hipótese de que o debate e controvérsia entre ambos os programas da ética do discurso decorrem fundamentalmente do modo diferenciado de tematizar a relação metodológica entre enunciados filosóficos e enunciados das ciências sócio-reconstrutivas, empíricas, e que essa diferença de abordagem é relevante na forma distinta de tratarem a moral e conceberem o conceito de razão prática, que culmina na compreensão desta como razão prática moral ou não prescritiva, bem como, o problema da sua unidade e/ou quanto de sua especificação. Para Apel, é importante a determinação dessa relação metodológica, pois a partir dessa reflexão efetivar-se-á, na teoria discursiva, uma cisão entre dois modos fundamentais de pensar a fundamentação e relação entre a moral, o direito e a política. (shrink)
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  34. Flávia Carvalho Chagas (2010). Beck, Guido de Almeida e Loparic: sobre o fato da razão. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    O presente artigo objetiva estudar o conceito defato da razão”, tendo como norte a intervenção de Beck no cenário da filosofia transcendental, mais especificamente sua abordagem (...)
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  35. Marcos Roberto Nunes Costa (2006). A força coercitiva: Um instrumento a serviço da pax temporalis na civitas, segundo santo Agostinho. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 15.0
    Baseado no princípio ontológico da vera justitia, ou dadivina ordem”, segundo a qual é justo que sesubordinem as coisas somente às dignas, as corporais às (...)
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  36. Danilo Vaz-Curado R. M. Costa (2011). Silva, Geraldo Euclides da. Consequências da liberdade. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2011. 115 p. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 15.0
    A obra Consequências da liberdade, publicada no ano de 2011 pela Editora Universitária da UFPE, é primeira obra do escritor e filósofo Geraldo Euclides da Silva, e (...)
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  37. Leno Francisco Danner (2012). Habermas e a retomada da social-democracia. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 15.0
    Investiga-se, neste trabalho, a retomada, por Habermas, da posição teórico-política social-democrata, fundada na prossecução do Eestado de bem-estar social e na afirmação da centralidade (...)da política democrática no que diz respeito à condução da evolução social, como reação ao neoliberalismo. Oo argumento central, aqui defendido, consistirá em que tal retomada da social-democracia define a posição teórico-política de Habermas em sua defesa de um projeto emancipatório de esquerda e como forma de interromper-se a desestruturação do Eestado de bem-estar social. (shrink)
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  38. Renata Ramos da Silva (2013). Distinção E continuidade: Uma resposta ao problema leibniziano da consciência. Synesis 4 (2).score: 15.0
    O conceito de apercepção reflete o traço fundamental da teoria leibniziana da percepção, que desassocia o ato de perceber da consciência. Entretanto, a série de percepções das (...)
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  39. Luiz Sérgio Duarte da Silva (2007). Narrativa E Filosofia da História: o Debate Do Pós-Moderno II. In Elio Cantalício Serpa & Marcos Antonio de Menezes (eds.), Escritas da História: Narrativa, Arte E Nação. Edufu.score: 15.0
     
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  40. Elias Gomes da Silva (2012). O tema da liberdade em agostinho na obra O livre-arbítrio. Revista de Teologia (Reveleteo). Issn 2177-952x 6 (10):p. 25-32.score: 15.0
    O tema da liberdade é de capital importância não para filosofia, mas, sobretudo, também para tradição cristã. Como doutrina bíblica o conceito de liberdade tem sido (...)
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  41. Paulo Cesar Duque-Estrada (2006). A questão da alteridade na recepção levinasiana de Heidegger. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 15.0
    Pretende-se situar os momentos determinantes que dão sustentação à proposta de Levinas, elaborada ao longo de sua leitura de Heidegger, no sentido de romper com o (...)pensamento do ser e propor um pensamento do Outro. A leitura de Levinas, como se pretende demonstrar, é atravessada, desde o seu início, pelo fio condutor de uma problematização da pretendida abertura para fora de si mesmo, na qual o Dasein heideggeriano quer se afirmar para além de toda autoconfirmação inerente às filosofias da consciência. PALAVRAS-CHAVEAlteridade. Dasein. Heidegger. Levinas. ABSTRACT This article seeks to situate the decisive moments that support Levinass proposal, elaborated throughout his reading of Heidegger, insofar as it breaks away from the thought of Being and proposes a thought of the Other. Levinass reading, it is argued, is marked from the beginning by the leading motif of a problematization of the supposed openness out of itself, in which the Heideggerian Dasein claims to affirm itself beyond all self-confirmation inherent in philosophies of consciousness. KEY WORDSAlterity. Dasein. Heidegger. Levinas. (shrink)
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  42. Delamar José Volpato Dutra (2006). A teoria discursiva da aplicação do Direito: o modelo de Habermas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 15.0
    O texto apresenta a teoria discursiva da aplicação do direito, tal como concebida por Habermas. Essa teoria constituiu um cruzamento entre normas procedimentais coativas e argumentação, de (...)
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  43. Delamar José Volpato Dutra (2011). Direitos, deveres não: o teor cognitivo da moral moderna. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 15.0
    O conteúdo normativo da modernidade fundamenta a distinção entre moral e ética, bem como, no âmbito da teoria da justiça, a prioridade do justo sobre o bom. (...)
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  44. Delamar José Volpato Dutra (2007). Moralidade política e bioética: Os fundamentos liberais da legitimidade do controle de constitucionalidade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1).score: 15.0
    O maior problema do controle de constitucionalidadeum dos institutos básicos do Estado de direito –, com relação à sua justificação democrática, é a chamada dificuldade contra-majoritária (...) [countermajoritarian difficulty], apontada por Bickel. O texto apresenta o tratamento dessa questão em Habermas, Rawls e Dworkin, a partir da bioética, especialmente o caso do aborto, da eutanásia e da eugenia. Argumenta-se que a justificação moral de boa parte do controle de constitucionalidade encontra sua base em fundamentos morais impostos ao legislador, a partir de uma perspectiva liberal. Tais fundamentos são reconstruídos, tendo em vista a posição tolerante de Locke concernente à problemática religiosa. PALAVRAS-CHAVEBioética. Constitucionalidade. Liberalismo. Liberadade religiosa. ABSTRACT The major problem of the control over constitutionalityone of the basic institutes of the rule of law –, with regard to its democratic justification, is the so-called countermajoritarian difficulty, already highlighted by Bickel. The article shows how this issue is tackled by Habermas, Rawls, and Dworkin, from the standpoint of bioethics, especially in matters of abortion, euthanasia, and eugenics. It argues that the moral justification of a great deal of the control over constitutionality finds its basis on moral grounds imposed to the legislator from a liberal perspective. Such grounds are reconstructed with a view to recasting Lockes tolerant position concerning religious affairs. KEY WORDSBioethics. Constitutionality. Liberalism. Religious freedom. (shrink)
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  45. André Brayner de Farias (2008). A anarquia imemorial do mundoLevinas e a ética da substituição. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 53 (2).score: 15.0
    O tema da substituição é o coração da filosofia levinasiana. O desejo do infinito, a questão que move o pensamento, expressa-se na fórmula: tero-outro-em-sua-pele (...). Segundo Levinas é isso o que explica o fato de sermos tão numerosos no mundo. A substituição é a sustentação do mundo. Mas não significa isso uma idéia de fundamento. A metafísica levinasiana aborda o ser como questão que excede o princípio de uma fundamentação filosófica ou condição de possibilidade. O ser em questão é anterior ao princípio como o outro-em-sua-pele não é uma condição subjetiva, mas a incondição do pensamento, o desde sempre da responsabilidade: anarquia imemorial do tempo e do mundo. PALAVRAS-CHAVEÉtica. Substituição. Subjetividade. Anarquia imemorial. Desejo do infinito. (shrink)
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  46. André Brayner de Farias (2006). Infinito e tempo. A Filosofia da idéia de infinito e suas conseqüências para a concepção de temporalidade em Levinas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 15.0
    O trabalho pretende mostrar como a filosofia da idéia de infinito em Levinas se articula com a concepção da temporalidade diacrônica. A referência filosófica mais explícita e (...)
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  47. Sônia T. Felipe (2007). Racionalidade e vulnerabilidade: elementos para a redefinição da sujeição moral. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1).score: 15.0
    A filosofia moral tradicional estabelece o critério da posse da razão como exigência para a definição da pertinência ou não de um sujeito à comunidade moral humana, (...)
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  48. José Carlos Moreira da Silva Filho (2008). O anjo da história e a memória das vítimas: o caso da ditadura militar no Brasil. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 53 (2).score: 15.0
    This article uses Walter Benjamins philosophy of history in order to expose the barbarism that is located in the western society foundations, which promotes exclusion and (...)victims forgetfulness. The paper indicates the political role of memory in building democracy and rescuing the human dignity, which is recognized from sufferings alterity. The article will focus the experience of Latin American dictatorships and, more particularly, the military dictatorship in Brazil. KEY WORDSVictims justice. Political Memory. History and narration. Human person dignity. Military dictatorship. Walter Benjamin. (shrink)
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  49. Rodrigo Guerizoli (2006). Sobre a possibilitação noética da felicidadeUma aproximação sistemática entre Duns Scotus e Mestre Eckhart. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (3).score: 15.0
    Este estudo compara elementos do pensamento ético de Duns Scotus e de Mestre Eckhart. Na base desta relação, está a ética de Tomás de Aquino e a (...)
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  50. José Nicolau Heck (2006). Eugenia negativa/positiva: o suposto colapso da natureza em J. Habermas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 15.0
    muito tempo o progresso científico provoca nossas convicções e ameaça deixar o discurso moral para trás. Mais recentemente, a polêmica em torno da permissão ou proibição (...)
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  51. Otfried Höffe (2006). Clonagem em seres humanos? Um balanço provisório do debate em torno da ética jurídica. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 15.0
    No presente artigo, o autor apresenta um balanço do debate em torno da questão da clonagem de seres humanos, apontando os limites argumentativos na discussão sobre a (...)
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  52. Wanderley Jose Ferreira Jr (2013). Indigência e penúria na era da técnica. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 15.0
    Toma-se como referências básicas algumas reflexões do filósofo Martin Heidegger sobre o domínio planetário da técnica para mostrar a penúria de uma época marcada pelo fim (...)da filosofia mediante sua realização como metafísica nas ciências técnicas. Explicita-se ainda como esse fim da filosofia na era do domínio planetário da técnica pode se constituir o ponto de partida para um novo começo do pensar, que pensa para além dos limites impostos pelo pensamento calculador. Na parte conclusiva do artigo procura-se determinar o caráter e a tarefa que caberia a essa nova forma de pensar e conhecer que nos aproxima das coisas tais como são. (shrink)
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  53. Hans Christian Klotz (2010). O fundamento lógico da passagem do arbítrio para a liberdade ética em Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    O presente trabalho visa elucidar o fundamento lógico da passagem do arbítrio para a vontade livreem si e para sina Introdução à Filosofia do Direito (...)
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  54. Cláudio R. C. Leivas (2012). A ciência da conservação do Estado: Hobbes e a questão da dissolução e manutenção do Estado político moderno. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 15.0
    A questão da dissolução e manutenção do Estado é um aspecto da filosofia política de Hobbes que ainda não mereceu um exame na mesma extensão e importância (...)
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  55. Eduardo Luft (2010). Ontologia deflacionária e ética objetiva: Em busca dos pressupostos ontológicos da teoria do reconhecimento. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (1).score: 15.0
    O presente estudo tem por objetivo contribuir para o projeto de reatualização da Filosofia do Direito hegeliana inaugurado por Axel Honneth, mas de um modo indireto: meu (...)
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  56. Paulo Meneses, Agemir Bavaresco, Alfredo de Oliveira Moraes, Danilo Vaz-Curado R. M. Costa, Greice Ane Barbieri & Paulo Roberto Konzen (2010). Apresentação da Tradução Brasileira da Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    Dados da tradução brasileira de HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito ou Direito Natural e Ciência do Estado em Compêndio. Tradução, notas, glossário (...)
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  57. Jörn Müller (2006). Fraqueza da vontade no voluntarismo? Investigações sobre João Duns Scotus. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (3).score: 15.0
    Neste estudo, investiga-se a possibilidade de uma análise, por parte de Duns Scotus, do clássico problema de filosofia moral localizado na fraqueza da vontade. Argumentando de (...)modo crítico para a identificação do tema na ética scotista, o autor acaba por expor, com isso, as premissas centrais de toda a metafísica da vontade e a ética da liberdade de Duns Scotus. PALAVRAS-CHAVEFraqueza da vontade. Vontade. Liberdade. Voluntarismo. Teoria da ação scotista. ABSTRACT In this study the hypothesis of finding in Duns Scotuss works a real analysis of the classical problem of moral philosophy located in the weakness of the will is deeply investigated. Arguing critically for the identification of that theme in the ethics of Scotus, the author outlines at the same time the central premises for Duns Scotuss metaphysics of the will and ethics of freedom. KEY WORDSWeakness of will. Will. Freedom. Voluntarism. Scotuss theory of action. (shrink)
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  58. Marcelo Pelizzoli (2007). A moral e sua sombra: o choque da alteridade real. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 15.0
    Trata-se aqui de refletir sobre a Sombra da moral, o seu outro lado, no sentido daquilo que se oculta por trás de motivações morais e ideais (...)do sujeito, para então apontar elementos desafiadores da realidade da alteridade inspirada em Levinas. Busca-se um tipo de abordagem filosófica relativa ao amor e sofrimento na aceitação da própria consciência”, ou Sombra. Tecemos, por conseguinte, considerações sobre os limites do pensamento de Levinas para lidar com esse outro lado do humano, e apontamos brevemente possibilidades de lidar com isso a partir de pressupostos emocionais. PALAVRAS-CHAVEMoral. Sombra. Alteridade, Levinas. Emoção. (shrink)
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  59. Gregorio Piaia (2006). Il ruolo dell'imperatore Costantino in Marsilio da Padova. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 15.0
    A assim chamadaDoação de Constantino”, pela qual o papa ter-se-ia tornado senhor temporal, foi julgada, geralmente, de forma negativa pelos pensadores do século XIV (como (...) João Quidort e Ockham), ou como uma ação de duplo efeito (Dante). Marsílio de Pádua a encara sob outro aspecto: a doação mostra que o imperador era superior ao papa e aos demais hierarcas da Igreja. Daí ele deduz que, dentro da sociedade, também da sociedade cristã, o imperador é a autoridade coativa suprema, da qual promana o poder coativo eventualmente exercido pelo papa e os bispos. PALAVRAS-CHAVEDoação de Constantino. Poder coativo. Imperador. Papa. ABSTRACT The so calledConstantine Donation”, by which the pope would have become the temporal Lord, was usually regarded negatively by XIV century thinkers (such as John Quidort and William of Ockham), or as a double effect action (Dante). Marsilius of Padua faces such problem in a different approach: the donation shows that the emperor was superior to the pope and to the others in Church hierarchy. Hence he deduces that inside society, also Christian society, the emperor is the supreme coactive authority, from whom all coactive power eventually enforced by the pope and the bishops arise. KEY WORDSConstantine donation. Coactive power. Emperor. Pope. (shrink)
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  60. Roberto Hofmeister Pich (2006). Agostinho e adescobertada vontade: primeiro estudo. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (3).score: 15.0
    Este é um estudo sobre o conceito de vontade na história da filosofia. O centro de interesse está na obra De libero arbitrio, de Agostinho. Tanto se (...)
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  61. César Augusto Ramos (2007). Hegel, Rawls e o tema da reconciliação. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1).score: 15.0
    O propósito deste artigo é analisar as relações de Rawls com o pensamento político de Hegelconsiderado pelo primeiro como umliberalismo da liberdade” – no que (...)diz respeito ao tema da reconciliação. Primeiramente, vamos analisar o conceito hegeliano de reconciliação. Em segundo lugar, procederemos a uma leitura de alguns aspectos da teoria rawlsiana a partir deste conceito para, finalmente, destacar a valorização do mesmo na obra de Rawls. Tratase, portanto, de verificar de que forma a recepção crítica do tema hegeliano da reconciliação pode estimular um ajuste do liberalismo político às exigências da realidade histórica das sociedades liberais modernas, cobrindo, assim, um déficit do liberalismo político em relação às críticas comunitaristas, sobretudo, a questão do normativismo abstrato. PALAVRAS-CHAVEHegelianismo. Liberalismo. Liberdade. Reconciliação. ABSTRACT The purpose of this article is to analyze the relations between Rawls and Hegels political thoughtconsidered by the former as aliberalism of freedom” – regarding the theme of reconciliation. Firstly, we will analyze the Hegelian concept of reconciliation. Secondly, we will proceed to a reading of some aspects of the Rawlsian theory based in that concept, in order to eventually underscore its value in Rawlswork. Therefore, the article verifies in which way the critical reception of the Hegelian theme of reconciliation can stimulate an adjustment of the political liberalism to the demands of the historical reality of modern liberal societies, covering, in this manner, a deficit of political liberalism in relation to communitarian criticisms, especially, the question of abstract normativism. KEY WORDSHegelianism. Liberalism. Freedom. Reconciliation. (shrink)
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  62. Cesar Augusto Ramos (2006). Rawls, Hegel e o liberalismo da liberdade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    Este artigo procura examinar a avaliação de Rawls acerca de alguns aspectos da filosofia política de Hegel. Rawls interpreta Hegel como um liberal de mente moderadamente reformista, (...)
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  63. Raúl Enrique Rojo (2013). Ortega y Gasset nos revela o segredo: em torno da mudança em liberdade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 15.0
    Em 18 de setembro de 1789, referindo-se ao alcance do poder constituinte da Assembleia Nacional, Mirabeau afirmou que era preciso, nessas horas de mudança, “evitar a (...)subitaneidade do trânsito”. Em um luminoso ensaio de 1927, consagrado aoOrador do Povo”, José Ortega y Gasset ensina que, na ocasião, “a política de Mirabeau, como toda política autêntica, postula a unidade dos contrários. É pre-ciso, ao mesmo tempo, um impulso e um freio, uma força de acele-ração, de mudança social, e uma força de contenção que impeça a vertiginosidade”. Esta definição de Ortega, que equipara a construção de um novo regime com o método da política, não é singularmente útil para analisar as situações em que os processos de mudança não são descontínuos, onde a ruptura é de alguma maneira negociada, mas torna a nosso autor um autêntico teórico da reforma social e, por esta via, da moderação política (e da virtude, na tradição aristotélica). Não se esgota aqui, porém, o veio da moderação em Ortega. Em outra obra contemporânea da anterior, o filósofo espanhol evoca uma dimensão não menos importante dela: o tema da convivência e da conciliação. E se vale de um autor do século XIV, Ibn Khaldun, para lembrar-nos o ilusório da table rase, para que advirtamos que ainda em nossos dias toda mudança duradoura deve valer-se sempre de uma tradição longa contra uma tradição curta, que é através do retorno que se faz o novo. Parafraseando, pois, o título deste segundo ensaio, Ortega y Gasset nos revela o segredo: as chaves da mudança social em liberdade. (shrink)
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  64. John Sallis (2006). O fim da tradução. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    O presente artigo trata da questão da tradução, discutindo, em autores como Hegel, Nietzsche, Heidegger e Gadamer, a possibilidade e o sentido da tradução. PALAVRAS-CHAVETradução. (...)
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  65. João Luis da Silva Santos (2010). A abordagem da natureza da mente por Descartes e a crí­tica de Damásio. Princípios 15 (24):45-57.score: 15.0
    O estudo da natureza da mente ocupa um lugar de destaque na agenda das investigações da Filosofia da Mente, porque sua abordagem parece fornecer uma explicaçáo da (...)
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  66. Rogério Luis da Rocha Seixas (2012). A gestão da vida capital e a constituição do homo dispensatio. Revista Inquietude 3 (2):164-185.score: 15.0
    Our abstract begins with the question: what means the sentence - the life is a capital? Michel Foucault makes the question when he signalizes that the bio-power (...)
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  67. Denis Coitinho Silveira (2007). Complementaridade entre uma ética das virtudes e dos princípios na teoria da justiça de Aristóteles. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 15.0
    O objetivo deste artigo é analisar a teoria da justiça de Aristóteles elaborada na Ethica Nicomachea, Livro V, a partir de um certo deslocamento em relação à (...)
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  68. Íris Fátima da Silva (2010). Formação da obra de arte O formar comofazerque, enquanto faz, inventa omodo de fazê-lo”: uma perspectiva estética em Luigi Pareyson. Princípios 16 (26):135-148.score: 15.0
    Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size: (...)0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:EN-US;} O propósito do presente texto é trazer à luz breves considerações acerca do formar comofazerque, enquanto faz, inventa omodo de fazê-lo”: uma perspectiva estética em Luigi Pareyson, para quem, “produçáo é ao mesmo tempo e indivisivelmente, invençáo”. A interpretaçáo pessoal é o tornar evidente a própria obra, isto é, o dar-se, revelar-se, o descortinar-se da obra em si. O interpretar é de acordo com Pareyson, em si, sempre pessoal; entretanto é apenas uma forma dentre tantas outras possíveis. A pluralidade das interpretações náo deve ser considerada uma desvantagem, longe de ser umdefeitoé uma revelaçáo da inexorabilidade do pensamento humano. Ao conceber a interpretaçáo como singular, evidencia-se a historicidade do contexto e a personalidade do pensante. Iniciaremos com algumas considerações acerca da estética, em seguida, trataremos da forma como execuçáo e o formar como experimento. Palavras-chave : Estética; Formatividade; Interpretaçáo; Luigi Pareyson; Obra de arte. (shrink)
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  69. Marcos Rodrigues da Silva (2010). Inferência da melhor explicação: Peter Lipton e o debate realismo/anti-realismo. Princípios 17 (27):303-312.score: 15.0
    Apresentaçáo da traduçáo do artigo der Peter Lipton: "Is the Best Good Enough?" (publicado em 1993 no Proceedings of the Aristotelian Society , vol. XCIII, parte 2, pp (...). 89-104). (shrink)
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  70. Norbert Brieskorn Sj (2010). Pensar a substância em Francisco Suáreza respeito da Disputatio Metaphysica XXXIII. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (3).score: 15.0
    Francisco Suárez (1548-1617) publicou em 1597 sua obra-prima em metafísica, as Disputationes metaphysicae. Na trigésima terceira Disputao objeto deste artigoSuárez defende primeiramente a (...)
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  71. José Antônio de C. R. De Souza (2006). Álvaro Pais, Marsílio de Pádua e o Artigo 68 do Livro Primeiro do Estado e Pranto da Igreja. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 15.0
    Em boa parte do Artigo 68 do Livro Primeiro de seu Estado e Pranto da Igreja, Álvaro Pais, O. Min. (c. 1270-1349) refuta 5 proposições com (...)implicações políticas atribuídas a Marsílio de Pádua (1280-1342). Neste artigo, analisamos a refutação dessas proposições feitas pelo Menorita galego, comparando-as, de um lado, com os textos, efetivamente escritos pelo Médico paduano, que se encontram em sua obra Defensor da Paz (1324) e, de outro, cotejando-o com uma Epistula ad quosdam cardinales, de autoria do mencionado Frade, escrita pelo menos dois anos antes. Desse estudo resultaram as seguintes conclusões: 1Frei Álvaro, sem fazer nenhuma alusão, apoiou-se basicamente na mencionada Epistula. 2Sob o aspecto doutrinal, essencialmente, não diferença entre ambos os textos alvarinos. 3Nos dois textos, o Franciscano galego não compulsou o Defensor da Paz, tendo utilizado as teses que os censores dessa obra imputaram ao seu autor; em 1327, quando o Papa João XXII condenou-a como herética. PALAVRAS-CHAVEÁlvaro Pais. Marsílio de Pádua. Plenitude do poder. Filosofia política. ABSTRACT In a large part of the Article 68 of the Book one of his Status et Planctus Ecclesiae, Alvarus Pelagius O. Min. (c. 1270-1349) refutes five propositions, having political implications, attributed to Marsilius Patavinus (1280-1342). In this study, we analyze the refutation of these propositions made by Alvarus, comparing, on the one hand, with the texts, really, written by Marsilius, which are in his book entitled Defensor pacis (1324), and on the other hand, quoting Alvarustext with the Epistula ad quosdam cardinales, also written by the mentioned Franciscan friar two years before. From this study, resulted the following conclusions: 1Without to do any mention in the Article 68, the principal Alvarussource was the referred Epistula. 2Considering the two texts written by Fr. Alvarus, according the doctrinal aspect, they are essentially equal. 3In both texts we could see that Alvarus not had in his hands the Defensor Pacis, having used the thesis which the censors of this book imputed to Marsilius in 1327, when this book was condemned as heretic by the Pope John XXII. KEY WORDSAlvarus Pelagius. Marsilius of Padua. Plentitude of power. Political philosophy. (shrink)
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  72. Ricardo Timm de Souza (2006). Por uma estética antropológica desde a ética da Alteridade: doestado de exceçãoda violência sem memória aoestado de exceçãoda excepcionalidade do concreto. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 15.0
    O texto investiga a dimensãolabirínticasociedade contemporânea do ponto de vista de sua autocompreensão conceitual, e a dimensão doesquecimentodo real concreto, que caracteriza esta (...)
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  73. Ricardo Timm de Souza (2007). Ética e animaisreflexões desde o imperativo da alteridade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 15.0
    O artigo tem como objetivo propor a viabilidade de uma proposta de ética que contemple os animais não-humanos comointerlocutorespossíveis de um modelo ético mais (...)geral a partir da inspiração da ética da Alteridade de E. Levinas. PALAVRAS-CHAVEÉtica. Animais. Racionalidade. Alteridade. (shrink)
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  74. Marco Aurélio Werle (2010). A Elevação do Espírito Pensante a Deus' ou a Natureza Lógica do Conceito nas Preleções de Hegel Sobre as Provas da Existência de Deus. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    O artigo investiga a relação existente na filosofia de Hegel entre as provas sobre a existência de Deus e a elevação do espírito humano a Deus. Dois (...)
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  75. Roberto Wu (2011). A ontologia da Phronesis: a leitura heideggeriana da ética de Aristóteles. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (1).score: 15.0
    O artigo discute conceitos da filosofia prática de Aristóteles e sua apropriação por Heidegger no período dos anos 1920. Para isso, o autor explora a interpretação heideggeriana (...)
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  76. Denis Paulo Goldfarb, Domingos Gomes Rodrigues, Onofre Crossi Filho & Rita De Cássia Foelker (2012). A Filosofia da Ciência em Augusto Comte: desvencilhando o pensamento comteano de mal-entendidos históricos. Revista Inquietude 3 (2):32-55.score: 14.0
    A intenção do presente artigo é resgatar a importância do pensamento de Comte para a filosofia da ciência. Para tanto, procuramos desfazer certos preconceitos acerca do positivismo (...)
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  77. Márcia Tait Lima, Ednalva Felix das Neves & Renato Dagnino (2010). Popularização da Cie̐ncia No Brasil : Entrada Na Agenda Política, de Que Forma? In Renato Dagnino & Rafael de Brito Dias (eds.), Estudos Sociais da Ciência E Tecnologia & Política de Ciência E Tecnologia: Alternativas Para Uma Nova América Latina. Gapi Unicamp.score: 13.0
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  78. Don Ihde (2009). From da Vinci to Cad and Beyond. Synthese 168 (3):453 - 467.score: 12.0
    Here what I would like to accomplish is to set something of the stage from which the growing recognition of what I shall now term technosciences (...)visualisma term which can accommodate both sciences and engineering, and both imaging and design practicestakes its recognition. I shall very briefly look at thegodfathers and peerswho help set this stage, and then proceed to an examination of a few moments in the development of visualism from da Vinci to computer assisted design (CAD) and beyond. (shrink)
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  79. Luc Deitz (2007). Francesco Patrizi da Cherso's Criticism of Aristotle's Logic. Vivarium 45 (1):113-124.score: 12.0
    Francesco Patrizi da Cherso's Discussiones peripateticae (1581) are one of the most comprehensive analyses of the whole of Aristotelian philosophy to be published before Werner Jaeger's (...) Aristoteles. The main thrust of the argument in the Discussiones is that whatever Aristotle had said that was true was not new, and that whatever he had said that was new was not true. The article shows how Patrizi proves this with respect to the Organon, and deals with the implications for the history af ancient philosophy in general implied by his stance. (shrink)
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  80. Alice Mara Serra (2009). Do Sentido da Lembrança Em Edmund Husserl. Kriterion 50 (119):197-213.score: 12.0
    Este artigo enfoca o modo como a teoria husserliana da lembrança se insere, por um lado, na estrutura significativa formulada primeiramente nas Investigações lógicas e, por outro, (...)
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  81. Bart Dessein (2009). Contaminants and the Path to Salvation: A Study of the Sarv Stiv da H Daya Treatises. Asian Philosophy 19 (1):63 – 84.score: 12.0
    The Sa gītipary ya is the earliest Sarv stiv da philosophical text that enumerates a series of contaminants (anuśaya) , i.e. innate proclivities, inherited from former births, (...)
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  82. Ernan McMullin (2007). Discemindo Caminhos Em Filosofia da Ciência: O Contribute de Meio Século de Estudos (1950-2000). Revista Portuguesa de Filosofia 63 (1/3):67 - 91.score: 12.0
    O presente artigo começa por reconhecer que a crítica ao cerne dos pressupostos do Positivismo Lógico acerca da natureza da Ciência começou alguns anos antes do aparecimento (...)
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  83. David Bastow (1995). The First Argument for Sarv Stiv da. Asian Philosophy 5 (2):109 – 125.score: 12.0
    Abstract Philosophers belonging to the Buddhist school of Sarv?stiv?da believed in the real existence of past and future dharmas. This paper explores the implications, soteriological and (...) philosophical, of an argument for this belief presented at the beginning of an early abhidharma text. The argument is two?fold: that past states of mind can be directly perceived; and that the temporal and causal context of these states of mind, including their karmic future and the possibility of an alternative saving future, can also be directly perceived. The paper relates the Sarv?stiv?dins? theory of time to Buddhist concerns with self?knowledge and with conditional?ity; and suggests that the argument is an early example of their adherence to the epistemological position of Direct Realism. (shrink)
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  84. Rui Nunes (2006). A Plataforma Ética da Saúde. Revista Portuguesa de Filosofia 62 (1):185 - 205.score: 12.0
    O direito à proteçāo da saúde tende hoje a ser considerado como uma conquista civilizacional, o que faz com que a salvaguarda deste direito seja sobretudo uma (...)
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  85. Patrick Hutchings (2009). Antonello da Messina: L' Opera Completa. Sophia 48 (1).score: 12.0
    Antonello da Messinas Annunciation with the Blessèd Virgin sola breaks with iconic convention, so inviting new interpretations of the theme. The Rome exhibition of 2006 allowed (...)one to compare Antonello with van Eyck: Antonello seemed pre-modern. This review discusses three important essays on the Annunciation (see the last three keywords). All three perceptive essays raise theological and phenomenological issues directly related to the almost unique iconic representation which Antonello gives us. (shrink)
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  86. Maria Lúcia de Amorim Soares, Eliete Jussara Nogueira & Luiz Fernando Gomes (2013). No cenário da pós-modernidade: a reiterada exigência de qualidade e excelência na educação contemporânea // Post-modern setting: the repeated demand for quality in contemporary education. Conjectura 18.score: 12.0
    O texto discute a reiterada e repetida demanda pela qualidade e excelência exigida pela sociedade frente à educação contemporânea. Considerando alguns aspectos da modernidade/pós-modernidade em que (...) vivem tanto os herdeiros de Prometeu, como os de Dionísio, caracterizados pelo hedonismo, e os de Hermes, que valorizam a comunicação, a criação e a mediação, postula-se que a educação vive sua crise de finalidade, não encontrando referências ou modelos para atualizar-se. Seu impulso legitimador foi diluído quando o cânone moderno de padrões objetivos de conhecimento e organização em que se baseava o mundo, foram desacreditados frente a um cenário pós-moderno. Neste contexto, são discutidas as necessidades de escolhas, de suturar os opostos, de práticas de ruptura e de alternativas existenciais para impasses contemporâneos. (shrink)
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  87. Karl-Otto Apel & Jorge Neves (1989). Constituição Do Sentido E Justificação da Validade. Heidegger E o Problema da Filosofia Transcendental. Revista Portuguesa de Filosofia 45 (3):413 - 461.score: 12.0
    O artigo interpreta o pensamento de Heidegger como transformação da filosofia transcendental que conduz à sua radicalização e, ultimamente, destruição. A este projecto contrapõe Apel a sua (...)
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  88. Thaddeus Metz (2009). Poderá o Propósito de Deus Ser a Fonte Do Sentido da Vida? In Desidério Murcho (ed.), Viver para Que? Ensaios Sobre o Sentido da Vida. Dinalivro.score: 12.0
    See abstract for "Could God's Purpose Be the Source of Life's Meaning?" (2000).
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  89. Edson Querubini (2012). A propósito da "ordem" como atributo da "maneira" em Montaigne. Kriterion 53 (126):579-596.score: 12.0
    Montaigne, no "De l'art de conferer", discute critérios que permitem distinguir os homens segundo suas capacidades (suffisances). A "maneira" de discursar ocupa o centro desta questão (...)e entre suas qualidades se destaca a "ordem", que nos é apresentada, sobretudo, a partir dos desvios da "tolice" (sottise) e "obstinação" (opiniastreté), símbolos do dogmatismo e de uma errônea lide com os saberes que se apoiam na memória. Procura-se mostrar que a ordem se funda na assimilação e penetração do julgamento nas matérias que garantem o nexo necessário para o desenvolvimento adequado da conversação (conference). Montaigne, in "De l'art de conferer", discusses the criteria to distinguish men according to their capabilities (suffisances). The "manner" of discussing is central to this issue and among its qualities "order" distinguishes itself. The "order" is presented to us by the exposition of its deviations: foolishness ("sottise") and obstinacy ("opiniastreté"). These inadequacies represent both dogmatism and an erroneous way of using knowledge based on memory. We intend to show how order is founded on a kind of judgment which assimilates and penetrates matters and subjects - being it the only way to assure the necessary connection to adequately develop the conversation ("conference"). (shrink)
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  90. Eva Maria Raepple, "Experience Does Not Err" (Leonardo Da Vinci) - Artwork as a Mirror of Nature.score: 12.0
    The relation between seeing, knowledge, and language has concerned philosophers and artists throughout history. The current article examines the relation between word, image, and knowledge in some (...)
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  91. Cristina de Souza Agostini (forthcoming). O discurso de Aristófanes no Symposium e a literalização da metáfora. Archai.score: 12.0
    Nesse artigo, pretendo demonstrar de que modo podemos presenciar no discurso do Aristófanes do Symposium platônico, algumas piadas estanques próprias à comédia aristofânica e, principalmente, de que (...)
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  92. Luciana Maria Azevedo de Almeida (2012). Ceticismo e religião no início da modernidade. A ambivalência do ceticismo cristão. Kriterion 53 (126):601-608.score: 12.0
    Montaigne, no "De l'art de conferer", discute critérios que permitem distinguir os homens segundo suas capacidades (suffisances). A "maneira" de discursar ocupa o centro desta questão (...)e entre suas qualidades se destaca a "ordem", que nos é apresentada, sobretudo, a partir dos desvios da "tolice" (sottise) e "obstinação" (opiniastreté), símbolos do dogmatismo e de uma errônea lide com os saberes que se apoiam na memória. Procura-se mostrar que a ordem se funda na assimilação e penetração do julgamento nas matérias que garantem o nexo necessário para o desenvolvimento adequado da conversação (conference). Montaigne, in "De l'art de conferer", discusses the criteria to distinguish men according to their capabilities (suffisances). The "manner" of discussing is central to this issue and among its qualities "order" distinguishes itself. The "order" is presented to us by the exposition of its deviations: foolishness ("sottise") and obstinacy ("opiniastreté"). These inadequacies represent both dogmatism and an erroneous way of using knowledge based on memory. We intend to show how order is founded on a kind of judgment which assimilates and penetrates matters and subjects - being it the only way to assure the necessary connection to adequately develop the conversation ("conference"). (shrink)
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  93. Antônio José Lopes Alves (2013). Modos E Formas: Dimensões Filosóficas da Crítica Marxiana da Economia Política. Kriterion 54 (127):125-140.score: 12.0
    O presente artigo se refere a uma parte integrante do projeto de pesquisa intitulado "A Cientificidade na Obra Marxiana de Maturidade" e pretende explicitar o estatuto categorial, (...)
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  94. Julián Ferreyra (2013). Hegel Leitor de Deleuze: Uma Perspectiva Crítica da Ontologia Afirmativa a Partir Das Objeções a Spinoza Na Ciência da Lógica. Kriterion 54 (127):89-107.score: 12.0
    Este artículo se propone realizar un abordaje crítico de la ontología afirmativa de Gilles Deleuze a partir de las objeciones realizadas por Georg Hegel a Spinoza en (...)
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  95. Héctor Ferreiro (2013). O argumento ontológico e o fim da Metafísica. Duas visões complementares: Kant e Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 12.0
    The core of Kants criticism of the ontological argument is the thesis that existence is not a real predicate capable of being added to the concept (...)of an object. The concept of the most perfect or the most real being is a subjective content that is as such completely determined, that is to say, that already has all the determinations that define that concept as such. Therefore, to know if that object also exists in the real world is indispensable that the subject has an intuition of it. The absence of such intuition is, according to Kant, an insuperable obstacle for the different attempts to prove the existence of God. Although Hegel agrees in principle with Kant´s claim that existence must not be conceived as a real predicate, he considers, however, that to understand it as the position of the already exhaustively determined concept of the object does not imply a true overcoming of the particular notion of existence that is at the base of the ontological argument. In this article I defend the claim that Hegel´s counter-criticism of Kant´s criticism of the ontological argument is actually a radicalization of Kant´s general critique of metaphysics. (shrink)
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  96. Anastácio Borges de Araújo Júnior (forthcoming). Os sentidos da Eleuthería na República de Platão. Archai.score: 12.0
    O sentido do termo eleuthería, similarmente a muitos outros conceitos na obra de Platão, não é unívoco. Mesmo se nos restringirmos ao diálogo República, encontraremos nele uma (...)