Search results for 'Alfons O. Hamm' (try it on Scholar)

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  1. Alfons O. Hamm, Almut I. Weike, Harald T. Schupp, Thomas Treig, Alexander Dressel & Christof Kessler (2003). Affective Blindsight: Intact Fear Conditioning to a Visual Cue in a Cortically Blind Patient. Brain 126 (2):267-275.score: 290.0
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  2. Alfons Hamm (1995). Biologically Primed Acquisition of Aversions and Association of Expected Stimulus Pairs: Two Different Forms of Learning. Behavioral and Brain Sciences 18 (2):301.score: 120.0
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  3. Harald Schupp, Bruce Cuthbert, Margaret Bradley, Charles Hillman, Alfons Hamm & Peter Lang (2004). Brain Processes in Emotional Perception: Motivated Attention. Cognition and Emotion 18 (5):593-611.score: 120.0
  4. Christian Hamm (2005). Sobre a sistematizabilidade da filosofia da história de Kant. Veritas 50 (1).score: 60.0
    São muitas e, até hoje, muito controvertidas as opiniões referentes à função e ao lugar sistemático da filosofia da história de Kant no todo do seu projeto crítico-transcendental; nem há consenso quanto à importância ou relevância filosófica dos diversos escritos em que Kant aborda e defende os seus teoremas histórico- políticos. – No presente trabalho, pretende-se interpretar a “doutrina” histórico-filosófica kantiana – não obstante o seu caráter fragmentário e até aparentemente nem sempre coerente – na perspectiva da sua possível homogeneidade (...)
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  5. Christian Viktor Hamm (2014). Platão como artista. Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 12:57-64.score: 60.0
    Tendo em vista a postura crítica de Platão relativamente à arte “mimética”, pode causar surpresa que quase todos os diálogos dele se apresentem, não obstante a riqueza e a variedade do seu conteúdo doutrinal, também como criações literárias de caráter eminentemente artístico, ou seja, como produtos poeticamente bem organizados, e, enquanto tais, pertencentes exatamente àquela arte “mimética” que ele, Platão, considera tão nociva e perigosa que até recomenda proibir e bani-la da cidade. O que pode explicar essa aparente contradição é (...)
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