Este estudo, realizado por meio de pesquisa bibliográfica, tem como foco a Ética da Libertação de Dussel, com o objetivo de refletir sobre a relação entre o Eu e o Outro no campo social, debatendo a questão da exclusão social. A partir de sua ética analisa-se criticamente o discurso eurocêntrico moderno e a possibilidade de superação do irracionalismo moderno, por meio da razão crítico-libertadora. Está estruturado em duas partes: na primeira, apresentamos o olhar de Dussel sobre a modernidade, focando o (...) debate para o eu e o outro no pensamento moderno e, na segunda, tecemos reflexões a partir da Ética da Libertação de Dussel sobre a possibilidade de superação do irracionalismo moderno, por meio da razão libertadora. (shrink)
As teorias feministas de gênero passaram nas ultimas décadas de uma concepção pós-marxistas a partir dos novos estudos de cultura e identidade, baseando-se no movimento de redistribuição, para o de reconhecimento. Este artigo mostra esse processo de mudança de paradigma. Nele não se procura uma análise de gênero ampla o bastante para abrigar todas as variedades das preocupações feministas. Mostra a concepção de justiça de Nancy Fraser que abrange tanto a redistribuição quanto o reconhecimento, pois reparar a injustiça certamente requer (...) uma política de reconhecimento. Traz a ideia de Reconhecimento de Axel Honneth que estabelece os padrões de reconhecimento inter-sugestivo: o amor (que gera autoconfiança – amizade, relações no trabalho), o direito (auto-respeito) e a solidariedade (auto-estima - reconhecimento, interação social). Conclui-se com uma tentativa de conceitos de redistribuição e reconhecimento de Fraser e Honneth para contribuir na correção da má redistribuição ou o não reconhecimento de gênero. (shrink)
En 1670, el autor español Juan Caramuel publicó en Italia el segundo tomo de una magna obra, Mathesis biceps (publicada en latín), sobre el saber matemático de su época. En el mismo se incluía un capítulo (un "sintagma" según el propio Caramuel), titulado Kybeia ("juegos de dados" en griego), donde el autor introduce su idea del origen del juego y resuelve algunos problemas relacionados con los mismos, convirtiéndose en una de las obras tempranas sobre cálculo de probablidades. En este texto (...) se da un repaso a los antecedentes al trabajo de Caramuel relacionados con el cálculo de probabilidades, se analiza punto por punto la aportación de este autor al nuevo cálculo en su Kybeia, y se añade la traducción al castellano del mismo. (shrink)
Em 2011, celebra-se o centenário de morte de Wilhelm Dilthey (1833-1911). Para esta data, no Brasil e no exterior, editoras e universidades vêm se mobilizando, desde o ano passado, para organizar novas edições e eventos acadêmicos sobre o filósofo alemão. Associados à Fundação Fritz Thyssen em Colônia, Alemanha, tradutores de diversos idiomas vêm vertendo a obra para o inglês, o russo e o japonês. Também traduções para o português estão sendo preparadas no Brasil.
O texto é uma resenha de uma obra do filósofo e psicólogo alemão Wilhelm Dilthey. A resenha aborda uma publicação para o português da obra Introdução às ciências humanas (1883), na data em que se celebra o centenário de morte de Dilthey. A iniciativa dessa análise se justifica por ressaltar esta edição que: apresenta ao público brasileiro este autor relativamente pouco conhecido em nosso país; introduz os termos de sua filosofia. Dilthey é pensador crucial para o século XX por ter (...) contestado a influência que doutrina positivista possuiria sobre as ciências humanas (especialmente as sociais, as históricas e as do psiquismo) com seu método hermenêutico. A influência deste pensador se fez sensivelmente presente na obra de autores como Weber, Spengler, Ortega y Gasset e Gadamer. (shrink)
Em boa parte do Artigo 68 do Livro Primeiro de seu Estado e Pranto da Igreja, Álvaro Pais, O. Min. (c. 1270-1349) refuta 5 proposições com implicações políticas atribuídas a Marsílio de Pádua (1280-1342). Neste artigo, analisamos a refutação dessas proposições feitas pelo Menorita galego, comparando-as, de um lado, com os textos, efetivamente escritos pelo Médico paduano, que se encontram em sua obra Defensor da Paz (1324) e, de outro, cotejando-o com uma Epistula ad quosdam cardinales, de autoria do mencionado (...) Frade, escrita pelo menos dois anos antes. Desse estudo resultaram as seguintes conclusões: 1 – Frei Álvaro, sem fazer nenhuma alusão, apoiou-se basicamente na mencionada Epistula. 2 – Sob o aspecto doutrinal, essencialmente, não há diferença entre ambos os textos alvarinos. 3 – Nos dois textos, o Franciscano galego não compulsou o Defensor da Paz, tendo utilizado as teses que os censores dessa obra imputaram ao seu autor; em 1327, quando o Papa João XXII condenou-a como herética. PALAVRAS-CHAVE – Álvaro Pais. Marsílio de Pádua. Plenitude do poder. Filosofia política. ABSTRACT In a large part of the Article 68 of the Book one of his Status et Planctus Ecclesiae, Alvarus Pelagius O. Min. (c. 1270-1349) refutes five propositions, having political implications, attributed to Marsilius Patavinus (1280-1342). In this study, we analyze the refutation of these propositions made by Alvarus, comparing, on the one hand, with the texts, really, written by Marsilius, which are in his book entitled Defensor pacis (1324), and on the other hand, quoting Alvarus’ text with the Epistula ad quosdam cardinales, also written by the mentioned Franciscan friar two years before. From this study, resulted the following conclusions: 1 – Without to do any mention in the Article 68, the principal Alvarus’ source was the referred Epistula. 2 – Considering the two texts written by Fr. Alvarus, according the doctrinal aspect, they are essentially equal. 3 – In both texts we could see that Alvarus not had in his hands the Defensor Pacis, having used the thesis which the censors of this book imputed to Marsilius in 1327, when this book was condemned as heretic by the Pope John XXII. KEY WORDS – Alvarus Pelagius. Marsilius of Padua. Plentitude of power. Political philosophy. (shrink)
Há pelo menos dois registros diferentes sobre o significado de “direitos”. Segundo um deles, os direitos são relações entre dois termos: uma pessoa e um bem; para o outro, os direitos são relações entre três termos: um indivíduo, uma pessoa e uma ação ou algo. Os registros são diferentes, mas não são totalmente incompatíveis. De acordo com a interpretação de direitos como entitlements, trata-se de direitos morais ou legais, ou seja, as relações de ordem moral ou jurídica das pessoas com (...) bens (de benefícios concedidos a pessoas por uma lei humana, moral ou legal). Como uma espécie de direitos, os direitos humanos são vistos como direitos (entitlements) das pessoas ou dos indivíduos a bens essenciais, dos quais podem-se inferir reivindicações (claims) contra outras pessoas ou contra governos e representantes. Falamos sobre direitos humanos geralmente desta forma. Mas de acordo com o outro registro, os direitos em sentido próprio têm que ser interpretados como claims. Neste artigo, pretendo apresentar alguns argumentos em favor da vantagem de expor todos os enunciados significativos dos direitos como entitlements em termos explícitos de claims. (shrink)
Las democracias representativas parecen estar en la actualidad ante tendencias divergentes. Por un lado, se dan síntomas de declive tales como el descenso generalizado del número de votantes en los días de eleciones o el creciente distanciamiento entre los políticos y los ciudadanos. Por otra parte, existen ocasiones en los que el público parece adquirir un creciente papel político como resultado de un nuevo escenario mediático que ofrece oportunidades para la participación política. Estas tendencias heterogéneas han llevado a interpretar de (...) forma diferente la situación actual de la democracia: una que apunta a su declive y otra que señala los procesos de transformación democrática. Dos comprensiones opuestas de entender el presente que nos plantea el reto de preguntarnos por cual de los dos esta más cerca de esbozar un boceto arquitectónico certero de la democracia hoy. Este artículo trata de resolver esta cuestión prestando especial atención al papel que desempeña la nueva galaxia mediática en promocionar nuevas formas de participación ciudadana. (shrink)
Provisto de procedimientos que proceden de la filosofía y de la poesía, la filología y el psicoanálisis, la religión, el cine o la antropología, Antonio Lastra inscribe su "ecología de la cultura" en una vertiente político ...
o presente ensaio traz uma breve reflexao sobre a perspectiva habermasiana de sistematlzacao do "mundo vital", examinada no quadro histórico da questao da "pós-modernidade". Esta trata da relacao, apontada por HABERMAS (03:t II), entre as esferas do "sistema" e do "mundo vital", aplicada em termos de uma teoria da sociedade que se coloca frente a ideia de uma "nova ordem mundial".
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A ideia central deste texto é de discutir as condições de compreensáo da bioetica, a partir da hipotese de um quadro referendal que residiria no proprio entendimento do conceito. Assim, o texto inicia por uma analise da compreens áo do conceito, para depois apontar para um quadro referendal derivado do mesmo, e, finalmente, apresentar a ideia de uma metabioetica, enquanto uma perspectiva de compreens áo da bioetica que pode ser estruturada a partir do principio da complexidade, aplicado as Ciencias Humanas (...) (Morin), e fundamentado na concepç áo do pensamento transversal (Deleuze/Guattari). (shrink)
O presente artigo intenta perquirir o pensamento do abade e místico medieval Joaquim de Fiore (1132-1202), no que tange a concepção escatológica. O abade cisterciense e filósofo místico, defensor do milenarismo e do advento da idade do Espírito Santo deu origem a diversos movimentos filosóficos, com destaque para os joaquimitas. Seu pensamento foi combatido por Tomás de Aquino e condenado pelo Concílio de Laterão de 1215. Partindo de uma releitura dos escritos de Joaquim de Fiore (Liber Concordiae Novi ac Veteris (...) Testamenti, Expositio in Apocalipsim e Psalterium Decem Chordarum) buscar-se-á ponderar o contributo de seu pensamento, a teologia como história trinitário-escatológica. O abade calabrês sente-se autorizado a superar o absolutismo crístico, favorecendo uma concepção mais trinitária da história com acentos escatológicos e apocalípticos. Por fim, o artigo busca contribuir positivamente no retorno aos escritos joaquinistas que muito podem contribuir para a teologia como história humano-Trintária. (shrink)
Análisis de dos testimonios medievales del rito celta de la ‘triple muerte’ en Hispania, donde hasta ahora no se había señalado. La leyenda gallega de Santa Marina de Aguas Santas, en Orense, asocia este rito a una sauna iniciática galaico-lusitana, lo que parece indicar un origen prerromano, mientras que el relato del fijo del rey Alcarás en el Libro de Buen Amor constituye otro ejemplo de literatura celta hispana en el siglo XIV, probablemente llegado a través del círculo artúrico de (...) Merlín, originado en Gales y Bretaña, pero con algún posible influjo persa, que acabó integrado en el imaginario celta hispano. (shrink)
En 1931, Rudolf Carnap publicó un artículo titulado "Die Überwindung der Metaphysik durch logische Analyse der Sprache" donde calificaba algunas expresiones de la conferencia de Martin Heidegger, "Was ist Metaphysik?", como 'sinsentidos'. Distinguía así entre expresiones (enunciados) 'con' y 'sin' sentido. Denunció que las que violaran el criterio empirista de significado serían del segundo tipo: 'pseudo-expresiones'. Sin embargo, Carnap reconocía desconocer la fuente exacta de los sinsentidos al comentar que expresaban algo, pero 'como lo hace un artista'. En 1936, Heidegger (...) reaccionaba explorando el 'como lo hace un artista' de Carnap en una conferencia en Zürich, "Der Ursprung des Kunstwerkes", donde distinguía, basado en la 'diferencia ontológica' de Sein und Zeit (1927), entre expresiones (lenguaje) 'de comunicación' y 'del ser'. En 1955, Heidegger fundaría esa distinción en términos de áreas de investigación, 'filosofía' y 'poesía', en la conferencia de Normandia, "Was ist das-die Philosophie?". En ella, Heidegger, no obstante, concluía, al igual que Carnap, no saber cómo distinguirlas, dado que el lenguaje acoge a ambas. Esta disputa por la prioridad entre tipos de expresión continúa en nuestros días (Stove 1991; Smith 1992; Lacoue-Labarthe 2002; Gadenne 2008; y Nef 2009). En este escrito, quisiera contribuir a la controversia ensayando una reconciliación entre lo que llamaré 'la concepción formal del mundo', representada por el realismo lógico, el empirismo lógico y las fenomenologías realista y trascendental, y 'la concepción informal del mundo', representada por la filosofía del lenguaje ordinario, la hermenéutica, la deconstrucción, el contextualismo y la poesía. La conclusión será una eliminación de las prioridades mediante una defensa biológica de la libertad de expresión. Em 1931, Rudolf Carnap publicou um artigo intitulado "Die Überwindung der Metaphysik durch logische Analyse der Sprache" onde qualificava algumas expressões da conferência de Martin Heidegger, "Was ist Metaphysik?", como 'sem sentido'. Distinguia assim entre expressões (enunciados) 'com' e 'sem' sentido. Denunciou que aquelas expressões que violassem o critério empirista de significado seriam do segundo tipo: 'pseudo-expressões'. Todavia, Carnap reconhecia desconhecer a fonte exata dos sem-sentidos ao comentar que expressavam algo, mas 'como o faz um artista'. Em 1936, Heidegger reagia explorando o 'como o faz um artista' de Carnap em uma conferência em Zürich, "Der Ursprung des Kunstwerkes", onde distinguia, baseado na 'diferença ontológica' de Sein und Zeit (1927), entre expressões (linguagem) 'de comunicação' e 'de ser'. Em 1955, Heidegger estabeleceria essa distinção em termos de áreas de investigação, 'filosofia' e 'poesia', na conferência de Normandia, "Was ist das-die Philosophie?". Nela, Heidegger concluia, contudo, do mesmo modo que Carnap, não saber como distingui-las, dado que a linguagem acolhe a ambas. Esta disputa pela prioridade entre tipos de expressão continua en nossos dias (Stove 1991; Smith 1992; Lacoue-Labarthe 2002; Gadenne 2008; y Nef 2009). Neste artigo, gostaria de contribuir à controvérsia procurando uma reconciliação entre o que chamarei 'a concepção formal do mundo', representada pelo realismo lógico, o empirismo lógico e as fenomenologias realista e trascendental, e 'a concepção informal do mundo', representada pela filosofia da linguagem ordinária, a hermenéutica, a desconstrução, o contextualismo e a poesia. A conclusão será uma eliminação das prioridades mediante uma defesa biológica da liberdade de expressão. (shrink)
O texto pretende discutir a maneira como Foucault trabalha o problema da constituição do sujeito do cuidado de si – tema que tomou conta de seus últimos livros, cursos, entrevistas e conferências. A problematização deste sujeito e das “técnicas de si” que o constitui surgem na obra do autor a partir do momento em que Foucault reorienta as suas pesquisas sobre as relações de poder ao final dos anos 70, dando início às investigações sobre as formas de governar (governo dos (...) outros). Procura-se mostrar que o deslocamento operado pelo autor passa necessariamente por uma problematização das condições de possibilidade a partir das quais as relações de poder, em sua modalidade de “ações sobre ações”, tornam-se possíveis. A liberdade como condição de possibilidade das relações de poder surge na obra de Foucault ao mesmo tempo em que a investigação sobre as “técnicas de si” descortinam a formação de sujeitos éticos. (shrink)
This is a critical assessment of today presentations of Jesus of Nazareth’ Kingdom of God in so-called historical-exegetical books. Three of them are selected for a minute criticism. It follows a brief exegesis of all then important Gospel texts about the Kingdom of God as a «future event» or as «present» and «already come» in Jesus ministry. After a close scrutiny, only one Gospel passage (Luke 17:20-21) can be used with some doubts for sustaining that Jesus has proclaimed a Kingdom (...) of God already present. The article concludes with a brief exposition of the conceptions of the historical Jesus view about the Kingdom, and some consequences for the modern transpositions of his view. (shrink)
Asumiendo junto con Heidegger que la filosofía es ontología por su objeto y fenomenología por su método, la intención es presentar algunas directrices para la hermenéutica de la poesía mística; específicamente para el Cántico Espiritual. Para ello se realiza una descripción esencial de la poesía, destinada a esclarecer por qué ésta es lo hablado puro, seguida por la caracterización de la poesía mística. Posteriormente se muestra que la inefabilidad de la poesía mística es un rasgo que le pertenece por ser (...) ésta palabra originaria que funda un modo de ser en el mundo, cuyo sentido es la unión entre el hombre y Dios. Por último, atendiendo a las advertencias que San Juan de la Cruz (SJC) hace sobre la interpretación de los textos místicos, se piensa sobre el temple de la conversión como disposición emocional instalado en la cual el hombre comienza la búsqueda del Amado. (shrink)
C’est à partir de deux exemples concrets, celui des employés de banque et des chauffeurs de taxi collectif à Beyrouth que nous nous proposons d’interroger l’« absence » de la question du temps de travail dans les revendications sociales au Liban. Une absence qui serait l’indice de la prégnance d’un autre rapport au temps : on serait en présence de régimes de temporalités hétérogènes les uns aux autres, à la mesure de la fragmentation de la société entre des mondes sociaux (...) où le travail est soumis à des contraintes radicalement opposées. (shrink)
Con motivo del bicentenario del nacimiento de Darwin, esta obra realiza un recorrido por la Teoría de la Evolución a partir del patrimonio bibliográfico y científico de la Universidad de Sevilla. Sus autores muestran la vigencia actual de esta teoría y el papel de Antonio Machado y Núñez, destacado darwinista de la Sevilla de finales del XIX.
Trata-se de uma investigação sobre a teoria dos primeiros princípios da razão prática na obra de Tomás de Aquino. No centro dessa teoria está o termo “sindérese”, cujo conteúdo foi elaborado nas discussões da filosofia e da teologia medievais, a partir de sua menção na Glosa de Jerônimo a Ezequiel. Tal termo designa um conceito que apresenta um caráter inovador dentro da teoria da ação moral em comparação com a ética aristotélica. Afinal, Tomás de Aquino o entende como o hábito (...) dos primeiros princípios da moral, equivalente ao hábito dos primeiros princípios teóricos de Aristóteles. Dessa forma, o interesse é compreender como o conceito de sindérese é recebido e desenvolvido na filosofia moral de Tomás de Aquino através da análise das três questões tradicionais: de sua natureza, de sua infalibilidade e de sua extinção. (shrink)
Neste artigo defendo que a Teoria da Informação Fortemente Semântica de Floridi (2004) – TIFS – está correta ao assumir a Tese da Veracidade, que por sua vez orienta a definição de informação semântica como “p é informação se e somente se p é constituído por dados bem-formados, com significado e verdadeiros”. Argumento que a teoria não é arbitrária, pois dá conta do desembaraço de conundrums filosóficos importantes, principalmente por evitar o paradoxo de Bar-Hillel e Carnap (1953), que é gerado (...) a partir da teoria clássica da informação semântica. Primeiro é discutido um dos principais resultados da teoria clássica, o de produzir “sentenças muito informativas para serem verdadeiras”. Depois são resumidas as motivações para a elaboração de uma “lógica de estar informado” e é mostrado como o sistema KTB-IL é montado e modelado mantendo-se entre os seus axiomas o da veracidade – K ou A4. Finalmente, a TIFS é examinada e defendida ao mostrar que ela restringe aleticamente a extensão do conceito clássico de informação para evitar problemas com tautologias e contradições. A TIFS oferece uma solução original ao capturar nossas intuições modais a respeito da informatividade como noção básica. (shrink)
La influencia del modelo hobbesiano y en especial de la idea de la guerra en el desarrollo del pensamiento político moderno de los siglos XVII y XVIII, ha sido ampliamente documentada por diversos intérpretes. Sin embargo, esta influencia no ha sido suficientemente destacada a propósito de la continuidad que ha tenido en el pensamiento político contemporáneo. Con el presente texto, presentamos algunas líneas de interpretación a través de las cuales es posible observar la presencia de la idea hobbesiana de la (...) guerra en doctrinas políticas distintas e incluso antagónicas, a saber, el liberalismo jurídico de Ennmanuel Kant, el decisionismo de Carl Schmitt y el neomarxismo de Antonio Negri. (shrink)
À partir d’une étude qualitative comparée en France et au Québec, nous montrons dans cet article que la phase d’intégration des nouvelles recrues aides-soignantes dans les organisations gériatriques françaises et québécoises est une phase complexe d’expérimentation du métier, où elles intègrent des normes collectives de rythmes de travail. Le collectif de travail, par la voix d’une « ancienne », juge de la capacité des nouvelles recrues à respecter ces rythmes et transmet des stratégies de régulation créées localement et indispensables pour (...) répondre aux prescriptions contradictoires. La situation actuelle d’intensification du travail vécue dans les organisations gériatriques françaises et québécoises conduit néanmoins à une fragilisation dangereuse des collectifs, voire à une individualisation du rapport aux enjeux organisationnels. Une telle individualisation peut conduire les nouvelles recrues à subir une souffrance éthique consécutive au fait d’accomplir des actes moralement condamnables pour parvenir à respecter les normes temporelles. (shrink)
Cet article traite de la norme de disponibilité induite par une temporalité marchande et des résistances des employés à une flexibilité maximale. Il s’appuie sur une enquête dans des réseaux de boutiques en France et en Belgique. Nous étudions les principes d’organisation marchande au travers des pratiques managériales d’adaptation au flux marchand et de mise en subordination des salariés par les durées d’emploi. Les enseignes de mode (prêt-à-porter) façonnent un temps marchand dont la rentabilité provient de la concordance entre temps (...) de travail et temps de consommation. L’organisation productive de ces enseignes conduit à placer les managers responsables de ces boutiques dans une fonction de maximisation de la rentabilité des points de vente et à exiger du personnel une disponibilité temporelle flexible. Il en résulte de fortes pressions sur une temporalité personnelle de moins en moins autonome (désarticulations temporelles) mais aussi une opposition à une dépendance permanente au temps imprévisible de la boutique. Cette variabilité du temps de travail entraîne des conduites d’indisponibilité et de défense d’une autonomie temporelle contre le temps marchand. Les résistances ont lieu lors de changements arbitraires des jours de travail ou des horaires ; elles peuvent conduire au refus d’heures supplémentaires ou de passer à temps complet certains mois de l’année. (shrink)
Le conflit social autour de la réforme du régime d'assurance chômage des intermittents du spectacle a été marqué par son intensité et par sa durée. La thèse défendue ici est que la maîtrise du temps constitue l’un des enjeux majeurs de ce conflit. L'affrontement sur le terrain économique de la régulation de l'emploi et de l'industrie culturelle s'est doublé de l'affrontement sur le temps. La question du temps ne se limite pas à la régulation du temps de travail, elle concerne (...) la maîtrise du temps et les « formes de vie » auxquelles les individus aspirent. Les deux plans de l'emploi et du temps ne sont pas exclusifs l’un de l’autre, ils coexistent, mais le conflit autour de la maîtrise du temps est relativement imperceptible. L'objectif de cet article est de lui donner de la visibilité et d'en questionner le sens. (shrink)
G. E. Moore identified a peculiar form of epistemic irrationality. Wittgenstein called it “Moore’s Paradox”. Neither of them knew exactly what he was talking about. And yet, the vast literature on the problem leaves no room for doubt: the paradox is deep; its resolution, elusive. But, up until now, we haven’t been in a position to appreciate its importance for contemporary epistemology. This paper puts forward an epistemological solution to the paradox. It also seeks to show that the paradox yields (...) counter-examples to deductive closure claims for both epistemic rationality and knowledge that are immune to contextualist pro-closure maneuvers. (shrink)
In this paper I will show some contributions from Averroes around some issues related to psychology and medicine. My intention is to establish some relations between the commentaries on De anima and the medical treatises. The itinerary is the following: a) I will show that, like Aristotle, Averroes conceives the soul as a set of biological capacities; b) De anima is a biological treatise, so there we can find some considerations that must be understood from a medical point of view, (...) specially, from the Arabic contributions on Anatomy. It is necessary, then, to point out the importance of the nerves and the brain to understand the narrow relation between the De anima and the Book of Medicine. We will find that Averroes does not understand the soul as a 'spiritual principle' but like something generated that makes possible several biological functions, from the vegetative and the sensitive to the intellectual ones. So, Averroes denies the Neoplatonic conception of the soul as something separated from the body. Averroes explains that the soul is the concretion of the biological process denominated "life". KEY WORDS – Averroes. Aristotle. De anima. Neoplatonism. Biology. Life. (shrink)
Los estudios especializados sobre la obra de Hans Blumenberg [1920-1996] han prestado poca atención a su historia de la ciencia, en particular a su historia de la astronomía. A partir de 1955 Blumenberg empezó a ocuparse de la astronomía copernicana, y publicó diversos artículos relacionados con esta temática a finales de la década de los 50 y comienzos de los 60, luego recopilados en su Die kopernikanische Wende [1965]. Blumenberg preparó también estudios preliminares al Sidereus Nuncius de Galileo Galilei y (...) al De coniecturis, de Cusa. Todo este trabajo fue culminado en su monumental Die genesis der kopernikanischen Welt [1975], así como en el libro póstumo Die Vollzähligkeit der Sterne [1997]. El propósito de este artículo es tomar en consideración este ámbito específico de la obra de Blumenberg. Nos centraremos en la presencia de algunos motivos heideggerianos en la historia blumenberguiana de la astronomía. Defenderemos que en ella cabe identificar una metafísica de la existencia en sentido heideggeriano, en tanto paradigmas existenciales astronómicos. (shrink)
Este artigo discute a questão da responsabilidade moral em Aristóteles e, especialmente, em Harry Frankfurt e Alexandre de Afrodísia, buscando identificar se a mesma é compatível com o determinismo.
L’idée selon laquelle le temps, son organisation, sa discipline est un facteur discriminant permettant de séparer nettement la période industrielle de celle qui la précède a longtemps prévalu chez les historiens. Cet article s’inscrit en faux contre cette thèse : les conflits autour du temps de travail doivent être inscrits dans la longue durée des rapports sociaux de production. Nous dressons ici une esquisse large des conflits où le temps est un élément de la mobilisation des travailleurs, du XIVe au (...) premier XIXe siècle. Alors qu’au Moyen-Âge, certains conflits portent clairement sur la remise en cause de la définition du temps de travail, à partir du XVIIe siècle, le thème semble s’estomper. Mais apparaissent alors des conflits qui portent sur le contenu du travail effectué dans un temps donné. La première industrialisation ne change pas véritablement la nature des revendications. Elles proviennent encore majoritairement d’ouvriers engagés dans des activités traditionnelles. Les ouvriers d’usine, quant à eux, ne sortent globalement pas de leur mutisme avant les décennies 1860/1870. (shrink)
Aristotle’s major work on psychology was De anima. Nevertheless, Parva naturalia, also known as De sensu et sensato, played a prominent role among Arabs and Western thinkers. In the present essay, we aim to show how the Arabic translation of this last work was used by Avicenna, Ibn Bâjjia and, under his influence, by Averroes. In Averroes’s Epitome De Sensu one can notice, for example, that the theoretical principles are Aristotelian, but they are contaminated by the term “spiritual”, which is (...) not used by the Greek philosopher. In the Latin West, Averroes’s reading will have influence on Albertus Magnus and Thomas Aquinas. KEY WORDS – Parva naturalia. De anima. Arabic and Western philosophy of mind. Averroes. Spiritual perception. (shrink)
Today philosophical discussion on indicative conditionals is dominated by the so called Lewis Triviality Results, according to which, tehere is no binary connective '-->' (let alone truth-functional) such that the probability of p --> q equals the probability of q conditionally on p, so that P(p --> q)= P(q|p). This tenet, that suggests that conditonals lack truth-values, has been challenged in 1991 by Goodman et al. who show that using a suitable three-valued logic the above equation may be restored. In (...) this paper it is first analysed a long neglected paper by Bruno de Finetti, written in 1935, where the essentials of Goodman's theory was clearly outlined. It is also stressed that de Finetti anticipated Kleene's as well as Bochvar and Blamey ideas. In the second part of the paper it is argued that the de Finetti-Goodman's original theory is defective and leads to absurd results. However, a new semantics, called semantics of hypervaluations, is here defined, that avoids the defects of the original theory. This appears to be a powerful challenge to Lewis Triviality results and to the thesis by which conditionals lack truth-values as well. (shrink)
The platonic ideas attribution into God’s mind creates a problem, namely: how to speak about “divine attributes” without put multiplicity into the divine simple substance? From this problem, this paper aims to show how Luis de Léon is between Thomas Aquinas and John Duns Scotus.
La historia personal y profesional de Carlos París discurre al hilo de la convulsa historia de España del último medio siglo, y la narra con una honestidad de la que muy pocos pueden hacer gala. Así, sin ira y sin tapujos, describe, por ejemplo, cómo pasó de una adhesión inicial a presupuestos falangistas a ser candidato del PCE, valorando cada etapa y cada motivo de cambio con un gran sentido crítico. Por su pluma desfilan también personajes fundamentales en la vida (...) española de los últimos cincuenta años con quienes Carlos París ha tenido una sólida relación, como Manuel Fraga, Javier Solana, Manuel Castells, Rosa Regàs, Ricardo de la Cierva, José Antonio Maravall, José María Valverde, Nicolás Sartorius y un largo etcétera. De la lectura de estas memorias se desprende, en fin, el retrato de una gran figura intelectual y humana que jamás se ha limitado a ser convidado de piedra ni en su país ni en el tiempo que le ha tocado vivir.Carlos París (Bilbao, 1925) es Catedrático Emérito de la Universidad Autónoma de Madrid, en la que fundó su Departamento de filosofía y de cuya Facultad de Filosofía y Letras fue elegido decano en las primeras elecciones. Es Doctor Honoris Causa por la Universidad de Valencia y ha sido Presidente de la Sociedad Española de Filosofía y del Ateneo Científico, Literario y Artístico de Madrid. Su obra ha sido objeto de diversos estudios y congresos internacionales, y recientemente se ha creado un Foro dedicado al análisis y difusión de su pensamiento. Hay que destacar, sobre todo, sus ensayos: Física y filosofía, 1952; Crítica de la civilización nuclear, 1985 o Fantasía y razón moderna-Don Quijote, Odiseo y Fausto, 2001, entre muchos otros; y también sus obras de creación literaria: la novela Bajo constelaciones burlonas (1981) o el libro de relatos La machina speculatrix-Cuatro sarcasmos sobre el mundo actual (1989). (shrink)
Heleno Saña aborda los interrogantes y arcanos de la condición humana en sus más diversas manifestaciones. Ofrece una vasta síntesis de lo que ha sido el Hombre desde sus orígenes hasta nuestros días. Esta perspectiva integral le permite a la vez explicar el desarrollo de la Humanidad y de la historia universal en su conjunto. La nueva obra de este reputado filósofo constituye una excelente guía no sólo para descifrar las profundidades y misterios del alma humana, sus conflictos y sus (...) dramas internos, sino también para superarlos. Quien se asome a las páginas de este libro estará en condiciones de conocerse a sí mismo y de dar a su vida el mayor sentido posible, a partir del sólido apoyo de la reflexión filosófica y antropológica. (shrink)
En este trabajo se estudia la sugerente posición de algunos pensadores que constituyen una excepción en la historia de la filosofía respecto de la interpretación del intelecto agente, el gran hallazgo aristotélico: Francisco Canals, Leonardo Polo y sus discípulos, pues lo emplazan a nivel de “ac tus essendi hominis ”.
La vida entera de muchos ensayistas transcurre sin dar jamás con un tema. Este ensayo no sólo se topa con un tema, sino que incluso se da el lujo de aprovecharlo. El tema es la felicidad. Sin embargo, La herida de Spinoza es un libro de ?losofía, no de autoayuda. Parte de algunas conclusiones recientes de la neurología, en particular de las investigaciones de Antonio Damasio acerca de la impertinencia de la secular división entre mente y cuerpo. El propio (...) Damasio vincula sus investigaciones con las ideas que Spinoza expuso en su Ética. Para Damasio, la tranquila aceptación de la muerte, una de las señas de identidad de la ética de Spinoza –de hecho, la «herida» de Spinoza–, resulta «irritante». Ese comentario de Damasio parece inocuo, pero para Vicente Serrano no lo es, sino que apunta a una especie de «desajuste», a una extraña incomprensión de la diferencia última de la ética spinozista. A partir de ahí el autor no se propone criticar solamente esa y otras lecturas de Spinoza, sino que plantea además una amplia crítica a la modernidad, y también a la posmodernidad. La herida de Spinoza se convierte entonces en una revisión de la historia entera de la ?losofía en esa zona en que ética y metafísica (u ontología) se superponen. Aunque el proyecto parece apabullante, el autor se asegura de estar bien equipado. Por una parte suprime el aparato académico, lo que le permite ser más breve y directo, y por otra echa mano de una erudición notable y, sobre todo, de una capacidad absolutamente inusual de explicación. Si hubiera que buscar parangones a esa capacidad, no quedaría más remedio que acudir a Rüdiger Safranski. El autor, sin embargo, no hace biografías, ni siquiera historia de la ?losofía como tal, sino que intenta ?losofar de la mano de los más grandes pensadores de la historia. El ensayo se completa con la inclusión de una pieza maestra: los afectos. Los afectos serían la respuesta posible de la ?losofía al problema de la biopolítica. La progresión de la modernidad no sólo implica la desaparición de la naturaleza, sino la sustitución absoluta de los afectos por la voluntad (de voluntad). Si la vuelta a la naturaleza es imposible, e incluso indeseable –dado que la naturaleza no fue nunca más que una metáfora–, Serrano se inspira en Foucault para proponer una «vuelta» a los afectos como la pieza fundamental que cierra la reflexión sobre el poder. «Un ensayo en el sentido más ágil del término, obra a mitad de camino entre lo reflexivo y lo literario… Bien pensado y bien escrito, muchísimo más de lo que se ha vuelto habitual en nosotros» (Gabriel Albiac, Leer). «La cuestión de fondo teórica –a qué responde la religión y qué problemas de comprensión existencial atiende o atendía– es algo mucho más complejo y creo que más apasionante. Un buen tratamiento filosófico de la cuestión es el que ofrece Vicente Serrano en La herida de Spinoza, reciente ganador del Premio Anagrama de Ensayo… Serrano explora las consecuencias posmodernas del abandono de las religiones: un tema más sugestivo que la refutación de las iglesias...» (Fernando Savater, El País). «Iniciado como un arroyo para abrirse en un delta que abarca toda la modernidad filosófica, la obra de Serrano analiza, sin pedantería ni falsas oscuridades, las inflexiones que han tenido los conceptos de religión, deseo, naturaleza, esperanza, progreso, poder y felicidad» (Juan Malpartida, ABC). «Entre quienes lo lean sumará cientos de fascinados. Ojalá miles» (Félix Soria, La Voz de Galicia). «La vida entera de muchos ensayistas transcurre sin dar jamás con un tema. Este ensayo no sólo se topa con un tema, sino que incluso se da el lujo de aprovecharlo. El tema es la felicidad… Plantea una amplia crítica a la modernidad, y también a la posmodernidad. La herida de Spinoza se convierte entonces en una revisión de la historia entera de la filosofía en esa zona en que ética y metafísica (u ontología) se superponen» (Diario de León). (shrink)
Marsílio de Pádua foi um pensador da Idade Média que escreveu duas obras de filosofia política que influenciaram a modernidade. Este estudo analisa o capítulo 17 da primeira parte do Defensor Pacis, onde se trata da unidade do governo ou do principado. Se houver muitos em número ou espécie, tal como acontece nas grandes cidades e, em particular, em um reino, aí deve haver então um supremo governante, a quem os demais estejam subordinados e por quem sejam dirigidos. Trata-se de (...) uma unidade de ordem, não de uma unidade absoluta, ou seja, de muitos homens considerados ou de um conjunto de pessoas, que se afirma constituir algo único quantitativa- mente. (shrink)
This article intends to argue that Francisco de Vitoria’s conception of the Spanish Conquest of America is based upon notions that stem from various sources of the 14th and 15th Century. One of his most important source is the Opus septipertitum de contractibus, written by the German theologian Conradus Summenhart, whom Vitoria quotes frequently. By comparing both thinkers it can be shown that Vitoria’s basic terminology concerning rights and dominion is in greatly indebted to Summenhart’s account.
Uno de los fenómenos característicos de la sociedad española, a partir del año simbólico de 1492, es la progresiva adopción de los estatutos de pureza de sangre por parte de diversas administraciones. La Compañía de Jesús, sin embargo, se negó durante casi todo el siglo XVI a aplicar estos estatutos, alegando para ello la voluntad expresada en tal sentido por el mismo Ignacio de Loyola. Sin embargo, en 1593 la Quinta Congregación General decide implantar el examen de pureza para el (...) ingreso en los Colegios de la Compañía. Este artículo describe la tenaz oposición que contra esta decisión realizó el jesuita español Pedro de Ribadeneyra, de origen judío, en una serie de cartas dirigidas al entonces General, Claudio Aquaviva. Asimismo, contextualiza la polémica jesuita en torno a los estatutos de pureza de sangre dentro del giro que la Compañía realiza tras el ascenso al generalato de Everardo Mercuriano y, después, con Aquaviva, y cuya principal característica es el alejamiento de los conversos de los puestos de poder. (shrink)
Neste artigo, procuro extrair algumas conseqüências da lição de Lewis Carroll sobre a diferença entre premissas e regras de inferência no tocante aos raciocínios práticos. Meu questionamento dirige-se à clássica suposição formalista contida na famosa “Lei de Hume”, a saber, a regra formulada, dentre outros, por Richard Hare, de que é logicamente impossível derivar-se uma conclusão moral prática apenas de premissas fatuais. Na primeira parte deste artigo, proponho que o leitor imagine-se numa situação hipotética, na qual adota uma postura evasiva (...) mesmo diante de razões prima facie suficientes para tomar uma certa decisão. A situação apresentada é uma versão do “análogo prático”, engenhosamente construído por G. F. Schueler, ao clássico paradoxo de Lewis Carroll, contido em sua conhecida e genial estória da disputa entre Aquiles e a Tartaruga, publicada originalmente na revista Mind, em 1895. Na segunda parte, relembro e brevemente analiso a fábula carrolliniana, comparando-a com a versão prática de Schueler, discutindo suas analogias e dessemelhanças. Na terceira parte, mostro como as duas estórias são capazes de nos ajudar a desvendar alguns malentendidos sobre o raciocínio prático e sobre suas imbricações com a ética, em especial, com a conhecida tese de que de fatos não derivamos normas. Pretendo mostrar como essa famosa tese é vítima do mesmo vício formalista denunciado por Lewis Carroll, a saber, que é fruto de entendimentos equívocos acerca dos papéis que podem ser desempenhados por uma norma em um raciocínio prático, isto é, que, primariamente, normas, na condição de regras práticas, não figuram propriamente como premissas, e sim como regras especiais ou materiais de inferência. Se minha tese for verdadeira, então a alegação de que não podemos derivar “normas” de “fatos” resulta, na verdade, de um mal-entendido. Na última parte do artigo, destaco algumas outras confusões acerca do significado do termo ‘dever’ tal como esse termo é empregado usualmente em conclusões de raciocínios práticos. Numa referência a Stanley Cavell, sustentarei que o termo ‘dever’ serve-nos, nessa condição, de modo de apresentação do conteúdo das premissas que temos ou das razões que oferecemos para agir de uma certa maneira. Sendo assim, o termo ‘dever’, que usamos para apresentar a conclusão de um raciocínio prático, não pode ser interpretado, de maneira simplista (tal como fazem os defensores de visões kantianas sobre a ética), como tendo o mesmo sentido que o termo ‘obrigação’, cujo significado é mais estrito. PALAVRAS-CHAVE – Razões práticas. Racionalidade prática. Raciocínios morais. Raciocínios práticos. Lewis Carroll. David Hume. (shrink)
O texto discute o pensamento ambiental contemporâneo na perspectiva filosófica e política. Tal pensamento tornou-se um quadro hermenêutico de referência para a compreensão e a interpretação de vários campos de conhecimento, do ponto de vista do ser, do conhecer e da ação política do ser no mundo atual, o que justifica o realce à relação entre Filosofia e Política. O pressuposto geral que orienta a discussão é que a atual configuração epistêmica do pensamento ecológico é tributária de um ideário filosófico (...) e político gestado pelos movimentos que defendiam a transformação do pensamento social, da ordem cultural e do sistema político das sociedades avançadas do contexto político resultante do após II Guerra Mmundial. O foco específico da discussão são as ideias filosóficas de Mmax Weber e Jürgen Habermas, com ênfase para os conceitos de racionalização, ação estratégica/ação comunicativa, respectivamente. As ideias desses autores convergem para explicar o pensamento ambiental como portador de uma racionalidade cultural estrategicamente orientada para a ação política, mas comunicativamente vinculada ao mundo da vida. (shrink)
Ce texte propose une analyse des mécanismes argumentatifs mis en œuvre dans les lettres que Hernán Cortés, conquistador du Mexique, a adressées à Charles V (Cartas de Relación) pour légitimer sa conquête du territoire qui deviendra la Nouvelle Espagne et, par ce biais, le Nouveau Monde. Il s’agit en particulier de montrer l’emploi du concept rhétorique d’inventio dans le passage d’une appropriation conceptuelle du « Nouveau Monde » (par l’élaboration de ce concept) à sa domination territoriale (la fondation de Veracruz (...) et la création de la Nouvelle Espagne). (shrink)
Au XVIe siècle, le Saint Empire romain de nation allemande constitue un ensemble politique complexe, caractérisé par un système à plusieurs niveaux de représentation politique et par l’existence de multiples États placés sous l’autorité impériale. L’étude des cartes et des descriptions géographiques de l’espace germanique produites à cette période met au jour la compréhension qu’avaient les contemporains des formes de souveraineté existant dans l’Empire et ses territoires. Elle montre notamment que le pouvoir impérial, à la différence des pouvoirs territoriaux, n’était (...) pas conçu au premier chef comme une forme d’autorité s’exerçant sur un espace, mais comme une entité juridique et institutionnelle chargée d’assurer le fonctionnement politique et l’unité de l’Empire. (shrink)
The paper presents a dilemma for both epistemic and non-epistemic versions of conceivability-based accounts of modal knowledge. On the one horn, non-epistemic accounts do not elucidate the essentialist knowledge they would be committed to. On the other, epistemic accounts do not elucidate everyday life de re modal knowledge. In neither case, therefore, do conceivability accounts elucidate de re modal knowledge.
We investigate the validity of the field explanation of the wave function by analyzing the mass and charge density distributions of a quantum system. It is argued that a charged quantum system has effective mass and charge density distributing in space, proportional to the square of the absolute value of its wave function. This is also a consequence of protective measurement. If the wave function is a physical field, then the mass and charge density will be distributed in space simultaneously (...) for a charged quantum system, and thus there will exist a remarkable electrostatic self-interaction of its wave function, though the gravitational self-interaction is too weak to be detected presently. This not only violates the superposition principle of quantum mechanics but also contradicts experimental observations. Thus we conclude that the wave function cannot be a description of a physical field. In the second part of this paper, we further analyze the implications of these results for the main realistic interpretations of quantum mechanics, especially for de Broglie-Bohm theory. It has been argued that de Broglie-Bohm theory gives the same predictions as quantum mechanics by means of quantum equilibrium hypothesis. However, this equivalence is based on the premise that the wave function, regarded as a Ψ-field, has no mass and charge density distributions, which turns out to be wrong according to the above results. For a charged quantum system, both Ψ-field and Bohmian particle have charge density distribution. This then results in the existence of an electrostatic self-interaction of the field and an electromagnetic interaction between the field and Bohmian particle, which contradicts both the predictions of quantum mechanics and experimental observations. Therefore, de Broglie-Bohm theory as a realistic interpretation of quantum mechanics is probably wrong. Lastly, we suggest that the wave function is a description of some sort of ergodic motion (e.g. random discontinuous motion) of particles, and we also briefly analyze the implications of this suggestion for other realistic interpretations of quantum mechanics including many-worlds interpretation and dynamical collapse theories. (shrink)
In this paper I consider Saul Kripke’s famous Humphrey objection to David Lewis’s views on de re modality and argue that responses to this objection currently on the market fail to mitigate its force in any significant way.
This paper deals with the semantics of de dicto , de re and de se belief reports. First, I flesh out in some detail the established, classical theories that assume syntactic distinctions between all three types of reports. I then propose a new, unified analysis, based on two ideas discarded by the classical theory. These are: (i) modeling the de re/de dicto distinction as a difference in scope, and (ii) analyzing de se as merely a special case of relational de (...) re attitudes. The resurrection of these ideas takes place in a dynamic setting. My formalization of the first idea involves a modification of the presupposition-as-anaphora resolution algorithm for DRT. The second involves treating acquaintance relations as second-order presuppositions, to be bound in the context by means of higher-order unification, or accommodated if necessary. The resulting framework requires no syntactic distinctions between different modes of attitude, with the exception of a specific subclass of de se reports characterized by special ‘ de se pronouns’ (i.e. PRO and logophors). These special pronouns are handled in syntax; everything alse is passed on to the pragmatic resolution module as it appears on the surface. The more sophisticated contextual resolution process nonetheless ensures adequate output truth conditions for a variety of classical and novel puzzles. In particular, I compare the new pragmasemantic system to the classical, syntactic analysis with respect to iterated and quantified reports, and monstrously shifted indexicals. (shrink)