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Claudio F. Costa [15]Claudio Ferreira Costa [8]
  1.  73
    Claudio F. Costa (2011). A Meta-Descriptivist Theory of Proper Names. Ratio 24 (3):259-281.
    This paper proposes a new, stronger version of the cluster theory of proper names. It introduces a meta-identifying rule that can establish a cluster's main descriptions and explain how they must be satisfied in order to allow the application of a proper name. At the same time, it preserves some main insights of the causal-historical view. With the resulting rule we can not only give a more detailed reply to the counter-examples to descriptivism, but also explain the informative contents of (...)
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  2.  26
    Cláudio F. Costa (2012). Philosophy as a Protoscience. Disputatio 4 (34):591-608.
    Costa-Claudio_Philosophy-as-a-protoscience.
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  3.  44
    Claudio F. Costa (2010). A Perspectival Definition of Knowledge. Ratio 23 (2):151-167.
    In this paper an improved formulation of the classical tripartite view of knowledge is proposed and defended. This formulation solves Gettier's problem by making explicit what is concealed by the symbolic version of the tripartite definition, namely, the perspectival context in which concrete knowledge claims are evaluated.
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  4.  34
    Claudio F. Costa (2001). I'm Thinking. Ratio 14 (3):222-233.
  5.  8
    Claudio F. Costa (2010). Definindo consciência. Princípios 13 (19-20):81-101.
    Nesse artigo o conceito de consciência é definido como o da experiência verídica do mundo, quer seja ele externo ou interno. A experiência verídica é a das coisas tal como elas realmente sáo para nós. Conceitos como os de experiência e realidade precisam ser aqui adequadamente analisados para que tal definiçáo seja corretamente compreendida.
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  6.  20
    Claudio F. Costa (2006). Free Will and the Soft Constraints of Reason. Ratio 19 (1):1-23.
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  7.  5
    Cláudio F. Costa (2005). Teorias da verdade. Critica.
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  8.  8
    Claudio Ferreira Costa (2010). Processo Primário e Emoção Estética. Princípios 3 (4):86-102.
    Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:EN-US;} Freud explains not only the neurotic symptoms and dreams as products of the primary process; works of art are also products of it. Althought being the product of a primary process can’t be a sufficient condition for the identification of an (...)
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  9.  7
    Claudio F. Costa (2011). Reconsiderando o verificacionismo. Princípios 18 (29):299-320.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O objetivo desse artigo é mostrar que o princípio da verificaçáo náo está táo morto quanto geralmente se acredita. Retornando à metodologia e assunções de Wittgenstein, que afinal foi quem primeiro sugeriu o princípio, respostas às principais objeções sáo sugeridas.
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  10.  7
    Claudio F. Costa (2010). O inefável sentido da vida. Princípios 14 (22):14-20.
    Neste artigo o conceito de sentido da vida é analisado em termos da felicidade ou do bem que a vida de uma pessoa trás para ela mesma e para as outras pessoas. No curso do argumento essa tese é discutida e justificada em algum detalhe.
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  11.  5
    Cláudio Ferreira Costa (2010). Filosofia, Ciência e História. Princípios 5 (6):55-88.
    Esse ensaio tematiza a absorcçáo do dominio da imaginacáo filosófica pelo da investigaçáo cientifica, considerando duas maneiras de ver contrastantes: a concepçáo de A. Comte, segundo a qual a metafisica faz parte de um estágio intermediario da evoluçáo do saber situado entre religiáo e ciencia, e a opiniáo de A. Kenny de que ao menos em seus temas centrais a filosofia ha de permanecer para sempre irredutivel a ciencia. Em minha conclusáo favorereço Comte contra Kenny. De um lado, esse ultimo (...)
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  12.  3
    Claudio F. Costa (2010). Limite da Identidade Pessoal. Princípios 9 (11-12):05-26.
    Existem dois tipos de criterio de identidade pessoal, criterios de continuidade mental (geralmente memoria) e criterios de continuidade fisica (como continuidade corporal). Depois de examinar os papeis desempenhados pelos criterios principais, 0 autor sugere uma regra criterial (RECIP) que quando aplicada a urn conjunto de criterios fundamentais fisicos e mentais parece adequar-se a nossas intuicoes acerca do que e ou nao ser a mesma pessoa.
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  13.  3
    Claudio Ferreira Costa (2010). As Aporias do Realismo Clássico. Princípios 1 (1):39-46.
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  14.  2
    Claudio F. Costa (2010). VATTIMO, G. Dopo la cristianita: per un cristanesimo non religioso. Milano: Garzanti, 2002. Princípios 9 (11-12):252-256.
    Resenha do livro de: COLLIN, McGinn, The Making ofa Philosopher: My Journey through Twentieth-Centurv Philosophy. New York: Harper Collins, 2002. 241 paginas.
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  15.  3
    Claudio Ferreira Costa (2010). A Definição Tradicional de Conhecimento. Princípios 4 (5):63-102.
    In this paper the relevance of so-called "propositional knowledge" is at first compared witho ther forms of knowledge. Secondly,the traditional and standard definition of propositional knowledge as justified true belief is discussed and defended against its most relevant objections. The third and main focus of this paper is a discussion of Gettier's objection to the tradicional definition and some answers to it,with the purpose of developing a more elaborate version of the traditional definition, one which makes it immune to counter-examples, (...)
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  16.  3
    Claudio F. Costa (2010). Livre Arbí­trio: Como Ser um Bom Compatibilista. Princípios 7 (8):19-33.
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  17.  1
    Claudio Ferreira Costa (2010). Revendo a Distinção Constatativo/Perfomativo. Princípios 2 (3):32-46.
    In this paper is developed a reconstructive analysis of the conditions for both utterances constative and performative. These conditions were not presented by Austin (in that way), but we must deal with them, if we want that the distinction works. Under the light of this analysis is shown -against Austin -no compelling ground for the rejection of the distinction.
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  18.  1
    Claudio Ferreira Costa (2010). A Conjectura Filosófica. Princípios 2 (2):20-45.
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  19. Cláudio F. Costa (2005). Três níveis de ação. Ethic@ 4:83-93.
    Os argumentos, neste artigo, são desenvolvidos afim de mostrar que há três níveis básicos de ação: os níveis das ações atonomas, ação volitiva e ação racional. Além disso, é mostrado que estas distinções têm uma base evolucionária e neurofisiológica. Consequentemente, elas correspondem respectivamente ao archipallium, ao cérebro palleomammalium, e ao neopallium.In this paper arguments are developed in order to show that there are three basic levels of action:the levels of autonomous action, volitional action, and reasoned action. It is shown further (...)
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  20.  6
    Claudio F. Costa (2002). The Philosophical Inquiry: Towards a Global Account. University Press of America.
    Develops a "global theory" on the nature of philosophy.
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  21. Claudio F. Costa (1990). Wittgensteins Beitrag Zu Einer Sprachphilosophischen Semantik. Monograph Collection (Matt - Pseudo).
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