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  1. Denis Paulo Goldfarb, Domingos Gomes Rodrigues, Onofre Crossi Filho & Rita De Cássia Foelker (2012). A Filosofia da Ciência em Augusto Comte: desvencilhando o pensamento comteano de mal-entendidos históricos. Revista Inquietude 3 (2):32-55.score: 240.0
    A intenção do presente artigo é resgatar a importância do pensamento de Comte para a filosofia da ciência. Para tanto, procuramos desfazer certos preconceitos acerca do positivismo reavaliando certos conceitos comtianos, como a lei dos três estados , a classificação das ciências e o papel das hipóteses , a fim de se restaurar a sua relevância sobre o pano de fundo da história da filosofia.
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  2. Souza Filho & E. D'Alva (2008). A Ideologia Do Direito Natural: Crítica Histórica Dos Fundamentos Lógicos E Axiológicos da Filosofia Do Direito Natural, da Grécia Clássica à Época Contemporânea, Na Perspectiva Demonstrativa de Seu Caráter Ideológico de Justificação Do Direito Positivo Ocidental. Abc Editora.score: 210.0
     
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  3. Souza Filho & E. D'Alva (eds.) (2009). Cadernos de Filosofia Do Direito: Elaborado Pelos Alunos da Disciplina Filosofia Do Direito da Universidade de Fortaleza, Unifor. Abc Editora.score: 210.0
     
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  4. Souza Filho & E. D'Alva (2007). Ensaios de Filosofia Do Direito: Temas Gregos, Medievais, Modernos E Atuais. Abc Editora.score: 210.0
     
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  5. Souza Filho & E. D'Alva (2008). Tetralogia Do Direito Natural: Ensaios de Filosofia Do Direito: Acerca Das Principais Justificações Ideologicas Do Direito Positivo Ocidental. Abc Editora.score: 210.0
     
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  6. Souza Filho & E. D'Alva (eds.) (2010). Tópicos de Filosofia Do Direito. Abc Editora.score: 210.0
     
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  7. Élcio Vercosa Filho (2011). Maistrian Afterlives of the Theological Enlightenment. Enigmatic Images of an Invisible World : Sacrifice, Suffering and Theodicy in Joseph de Maistre / Douglas Hedley ; Why Maistre Became Ultramontane / Emile Perreau-Saussine ; The Savoyard Philosopher : Deist or Neoplatonist? / Aimee E. Barbeau ; The Pedagogical Nature of Maistre's Thought. In Carolina Armenteros & Richard Lebrun (eds.), Joseph de Maistre and the Legacy of Enlightenment. Voltaire Foundation.score: 150.0
     
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  8. Azar Filho & Celso Martins (2012). Método e estilo, subjetividade e conhecimento nos ensaios de Montaigne. Kriterion 53 (126):559-578.score: 150.0
    A característica mais notável da filosofia renascentista foi também o que tornou sua assimilação pela história da filosofia tão difícil: a interação entre forma e conteúdo, entre ideia e sua expressão. Tal resulta da tentativa de realizar outra inter-relação que lhe é ainda mais essencial: aquela entre teoria e prática, pensamento e ação. Nos Ensaios de Montaigne, o método constitui antes de tudo um estilo de vida: a linguagem é aí o meio pelo qual a implicação entre mundos externos e (...)
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  9. Celso Martins Azar Filho (2010). Natureza e Lei Natural nos Ensaios de Montaigne. Princípios 3 (4):51-71.score: 150.0
    Trata-se de urn exame do conceito de lei natural na obra de Michel de Montaigne (1533-1592) através, principalmente, de considerações acerca da história das noções de lei , natureza e lei natural que, auxiliando a compreender sua ambientaçáo no pensamento renascentista, apoiam a análise simultânea de seu sentido nos Ensaios.  .
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  10. Danilo Marcondes (2012). Montaigne, a descoberta do Novo Mundo e o ceticismo moderno. Kriterion 53 (126):421-433.score: 150.0
    O descobrimento do Novo Mundo é um dos fatores fundamentais de ruptura com a tradição, na inauguração do pensamento moderno. A descoberta de povos no novo continente com culturas radicalmente diferentes da europeia leva a um questionamento cético sobre a universalidade da natureza humana, o que denominamos "argumento antropológico". Montaigne é o mais importante pensador deste contexto a discutir esta questão nos Ensaios. Examinamos aqui alguns dos aspectos centrais de sua reflexão a este respeito. The Discovery of the New World (...)
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  11. Danilo Marcondes (2009). Part One: Montaigne and His Skeptical Background. The Anthropological Argument : The Rediscovery of Ancient Skepticism in Modern Thought. In Maia Neto, José Raimundo, Gianni Paganini & John Christian Laursen (eds.), Skepticism in the Modern Age: Building on the Work of Richard Popkin. Brill.score: 120.0
     
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  12. Danilo Marcondes (2009). The Anthropological Argument : The Rediscovery of Ancient Skepticism in Modern Thought. In Maia Neto, José Raimundo, Gianni Paganini & John Christian Laursen (eds.), Skepticism in the Modern Age: Building on the Work of Richard Popkin. Brill.score: 120.0
     
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  13. I. Howard (1998). Souza Filho, Hildo M. De, the Adoption of Sustainable Agricultural Technologies. Journal of Agricultural and Environmental Ethics 11 (2):155-158.score: 84.6
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  14. Danilo Marcondes de Souza Filho (2002). The Maker's Knowledge Principle and the Limits of Science. Proceedings of the American Catholic Philosophical Association 76:229-237.score: 76.8
    This paper starts with an analysis of the maker’s knowledge principle as one of the main characteristics of Modern epistemology. We start by showing that maker’s knowledge can be understood in two ways: 1) a negative sense, as a way of establishing limits to human knowledge: we can only know what we create; and 2) a positive sense, as legitimizing human knowledge: we effectively know what we create. We proceed then to examine the roots of the maker’s knowledge principle in (...)
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  15. Danilo Marcondes de Souza Filho (1999). Some Main Aspects of the Dispute Over Intuitive Thought in Modern Philosophy. Proceedings of the American Catholic Philosophical Association 73:125-135.score: 76.8
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  16. Ivanaldo Santos (2010). Questões disputadas de metafí­sica e de crí­tica do conhecimento, de Raul Landim Filho. Princípios 17 (27):331-333.score: 49.2
    Resenha do livro de: LANDIM FILHO, Raul. Questões disputadas de metafísica e de crítica do conhecimento . Sáo Paulo: Discurso Editorial, 2009, Coleçáo Philosophia, 475 p.
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  17. Brendan Carmody (2008). International Handbook of the Religious, Moral and Spiritual Dimensions in Education. Parts 1 & 2. Edited by M. De Souza, K. Engebretson, G. Durka, A. Mccrady. [REVIEW] Heythrop Journal 49 (3):534–535.score: 39.6
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  18. Paulo Meneses, Agemir Bavaresco, Alfredo de Oliveira Moraes, Danilo Vaz-Curado R. M. Costa, Greice Ane Barbieri & Paulo Roberto Konzen (2010). Apresentação da Tradução Brasileira da Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 27.0
    Dados da tradução brasileira de HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito ou Direito Natural e Ciência do Estado em Compêndio. Tradução, notas, glossário e bibliografia de Paulo Meneses et alli. Apresentações de Denis Lerrer Rosenfield e de Paulo Roberto Konzen. São Paulo: Loyola; São Leopoldo: UNISINOS, 2010.
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  19. José Antônio de C. R. De Souza (2006). Álvaro Pais, Marsílio de Pádua e o Artigo 68 do Livro Primeiro do Estado e Pranto da Igreja. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 27.0
    Em boa parte do Artigo 68 do Livro Primeiro de seu Estado e Pranto da Igreja, Álvaro Pais, O. Min. (c. 1270-1349) refuta 5 proposições com implicações políticas atribuídas a Marsílio de Pádua (1280-1342). Neste artigo, analisamos a refutação dessas proposições feitas pelo Menorita galego, comparando-as, de um lado, com os textos, efetivamente escritos pelo Médico paduano, que se encontram em sua obra Defensor da Paz (1324) e, de outro, cotejando-o com uma Epistula ad quosdam cardinales, de autoria do mencionado (...)
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  20. Ricardo Timm de Souza (2006). Por uma estética antropológica desde a ética da Alteridade: do “estado de exceção” da violência sem memória ao “estado de exceção” da excepcionalidade do concreto. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 27.0
    O texto investiga a dimensão “labiríntica” sociedade contemporânea do ponto de vista de sua autocompreensão conceitual, e a dimensão do “esquecimento” do real concreto, que caracteriza esta sociedade do ponto de vista de suas relações humano-ecológicas; a “emergência” do eticamente “excepcional” no real “estado de exceção em que vivemos”, em um cruzamento de categorias levinasianas e benjaminianas, é apresentada como uma possibilidade de escapar a algumas das dificuldades categoriais da filosofia política contemporânea. PALAVRAS-CHAVE – Alteridade. “Estado de exceção”. Labirinto conceitual. (...)
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  21. Cristina de Souza Agostini (forthcoming). O discurso de Aristófanes no Symposium e a literalização da metáfora. Archai.score: 25.2
    Nesse artigo, pretendo demonstrar de que modo podemos presenciar no discurso do Aristófanes do Symposium platônico, algumas piadas estanques próprias à comédia aristofânica e, principalmente, de que maneira a literalização da metáfora, expediente dramático recorrentemente utilizado por Aristófanes, aparece luminosamente dentro do diálogo, cumprindo uma função cuja comicidade foi substituída pela trágica impotência humana frente à superioridade divina.
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  22. Telma de Souza Birchal (2012). O amor e suas regras em "Sobre Versos de Virgílio". Kriterion 53 (126):435-447.score: 25.2
    O presente artigo consiste em uma leitura do capítulo "Sobre versos de Virgílio". A primeira parte compara o amor com a amizade, questionando a tese de que a superioridade da última em relação ao primeiro é afirmada sem reservas por Montaigne. A segunda parte desenvolve uma interpretação do capítulo guiada pelas noções de "regra", "lei", "norma" e seus correlatos e identifica, a partir das diferentes perspectivas com que Montaigne aborda o assunto, três tipos de "regra": as regras dos homens, as (...)
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  23. Rosalie Helena de Souza Pereira (2007). Averróis e a República de Platão. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (3).score: 25.2
    About the Republic is the only commentary left by Averroes, the Commentator, so called on behalf of his commentaries on Aristotle’s work. Although the original in Arabic is lost, there is a medieval version in Hebrew and two later translations in Latin from the Hebrew version. Averroes’ Commentary on the ‘Republic’ – divided in three Books – can be considered an original work as only 1/3 of it corresponds to the platonic treatise. Averroes presents in it aristotelic concepts drawn from (...)
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  24. Vanderson de Sousa Silva (2012). 'Tres status mundi propter tres personas divinitatis': Teologia como história trinitário-apocalíptica em joaquim de Fiore. Revista de Teologia (Reveleteo). Issn 2177-952x 6 (10):p. 81-90.score: 24.0
    O presente artigo intenta perquirir o pensamento do abade e místico medieval Joaquim de Fiore (1132-1202), no que tange a concepção escatológica. O abade cisterciense e filósofo místico, defensor do milenarismo e do advento da idade do Espírito Santo deu origem a diversos movimentos filosóficos, com destaque para os joaquimitas. Seu pensamento foi combatido por Tomás de Aquino e condenado pelo Concílio de Laterão de 1215. Partindo de uma releitura dos escritos de Joaquim de Fiore (Liber Concordiae Novi ac Veteris (...)
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  25. Philip de Souza (1999). O. Bounegru, M. Zahariade: Les Forces Navales du Danube Et de la Mer Noire aux I Er –VI E Siècles . (Colloquia Pontica, 2.) Pp. Xii + 124, 2 Maps, 30 Figs. Oxford: Oxbow Books, 1996. Paper, £18. ISBN: 1-900188-17-. [REVIEW] The Classical Review 49 (02):604-.score: 22.2
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  26. Fernando de Souza Barros (2003). O boicote científico internacional e a ciência de países emergentes. Scientiae Studia 1 (4):549-552.score: 22.2
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  27. José Antônio de Camargo Rodrigues de Souza (ed.) (2006). Idade Média: Tempo Do Mundo, Tempo Dos Homens, Tempo de Deus. Est.score: 22.2
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  28. Martín Almagro-Gorbea (2012). El rito de la 'triple muerte' en la Hispania Céltica. De Lucano al "Libro de Buen Amor". 'Ilu. Revista de Ciencias de Las Religiones 17:7-39.score: 21.0
    Análisis de dos testimonios medievales del rito celta de la ‘triple muerte’ en Hispania, donde hasta ahora no se había señalado. La leyenda gallega de Santa Marina de Aguas Santas, en Orense, asocia este rito a una sauna iniciática galaico-lusitana, lo que parece indicar un origen prerromano, mientras que el relato del fijo del rey Alcarás en el Libro de Buen Amor constituye otro ejemplo de literatura celta hispana en el siglo XIV, probablemente llegado a través del círculo artúrico de (...)
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  29. João Paulo Ayub da Fonseca (2012). Considerações sobre a constituição do sujeito do cuidado de si no pensamento de Michel Foucault. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 21.0
    O texto pretende discutir a maneira como Foucault trabalha o problema da constituição do sujeito do cuidado de si – tema que tomou conta de seus últimos livros, cursos, entrevistas e conferências. A problematização deste sujeito e das “técnicas de si” que o constitui surgem na obra do autor a partir do momento em que Foucault reorienta as suas pesquisas sobre as relações de poder ao final dos anos 70, dando início às investigações sobre as formas de governar (governo dos (...)
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  30. Lucero González Suárez (2012). Hacia una fenomenología del "Cántico espiritual" de San Juan de la Cruz. Directrices hermenéuticas provenientes del prólogo y la anotación. 'Ilu. Revista de Ciencias de Las Religiones 17:59-76.score: 21.0
    Asumiendo junto con Heidegger que la filosofía es ontología por su objeto y fenomenología por su método, la intención es presentar algunas directrices para la hermenéutica de la poesía mística; específicamente para el Cántico Espiritual. Para ello se realiza una descripción esencial de la poesía, destinada a esclarecer por qué ésta es lo hablado puro, seguida por la caracterización de la poesía mística. Posteriormente se muestra que la inefabilidad de la poesía mística es un rasgo que le pertenece por ser (...)
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  31. Marie-Noëlle Abi Yaghi & Élisabeth Longuenesse (2013). Temps de travail et temps sociaux à Beyrouth. Employés de banque et chauffeurs de taxi. Temporalités. Revue de Sciences Sociales Et Humaines (15).score: 21.0
    C’est à partir de deux exemples concrets, celui des employés de banque et des chauffeurs de taxi collectif à Beyrouth que nous nous proposons d’interroger l’« absence » de la question du temps de travail dans les revendications sociales au Liban. Une absence qui serait l’indice de la prégnance d’un autre rapport au temps : on serait en présence de régimes de temporalités hétérogènes les uns aux autres, à la mesure de la fragmentation de la société entre des mondes sociaux (...)
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  32. Carlos Alberto Albertuni (2012). Sindérese, o intellectus principiorum da razão prática em Tomás de Aquino. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2).score: 21.0
    Trata-se de uma investigação sobre a teoria dos primeiros princípios da razão prática na obra de Tomás de Aquino. No centro dessa teoria está o termo “sindérese”, cujo conteúdo foi elaborado nas discussões da filosofia e da teologia medievais, a partir de sua menção na Glosa de Jerônimo a Ezequiel. Tal termo designa um conceito que apresenta um caráter inovador dentro da teoria da ação moral em comparação com a ética aristotélica. Afinal, Tomás de Aquino o entende como o hábito (...)
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  33. Bernardo Gonçalves Alonso (2013). A tese da veracidade na teoria da informação fortemente semântica de Floridi e o paradoxo de Bar-Hillel-Carnap. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (2).score: 21.0
    Neste artigo defendo que a Teoria da Informação Fortemente Semântica de Floridi (2004) – TIFS – está correta ao assumir a Tese da Veracidade, que por sua vez orienta a definição de informação semântica como “p é informação se e somente se p é constituído por dados bem-formados, com significado e verdadeiros”. Argumento que a teoria não é arbitrária, pois dá conta do desembaraço de conundrums filosóficos importantes, principalmente por evitar o paradoxo de Bar-Hillel e Carnap (1953), que é gerado (...)
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  34. François Aubry (2012). Les rythmes contradictoires de l'aide-soignante. Conséquences sur la santé au travail de rythmes temporels contradictoires, en France et au Québec. Temporalités. Revue de Sciences Sociales Et Humaines (16).score: 21.0
    À partir d’une étude qualitative comparée en France et au Québec, nous montrons dans cet article que la phase d’intégration des nouvelles recrues aides-soignantes dans les organisations gériatriques françaises et québécoises est une phase complexe d’expérimentation du métier, où elles intègrent des normes collectives de rythmes de travail. Le collectif de travail, par la voix d’une « ancienne », juge de la capacité des nouvelles recrues à respecter ces rythmes et transmet des stratégies de régulation créées localement et indispensables pour (...)
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  35. Rachid Bouchareb (2012). Conflits autour d'une temporalité marchande dans les boutiques de réseaux. Temporalités. Revue de Sciences Sociales Et Humaines (16).score: 21.0
    Cet article traite de la norme de disponibilité induite par une temporalité marchande et des résistances des employés à une flexibilité maximale. Il s’appuie sur une enquête dans des réseaux de boutiques en France et en Belgique. Nous étudions les principes d’organisation marchande au travers des pratiques managériales d’adaptation au flux marchand et de mise en subordination des salariés par les durées d’emploi. Les enseignes de mode (prêt-à-porter) façonnent un temps marchand dont la rentabilité provient de la concordance entre temps (...)
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  36. Marie-Christine Bureau & Antonella Corsani (2012). La maîtrise du temps comme enjeu de lutte . L'exemple des intermittents du spectacle. Temporalités. Revue de Sciences Sociales Et Humaines (16).score: 21.0
    Le conflit social autour de la réforme du régime d'assurance chômage des intermittents du spectacle a été marqué par son intensité et par sa durée. La thèse défendue ici est que la maîtrise du temps constitue l’un des enjeux majeurs de ce conflit. L'affrontement sur le terrain économique de la régulation de l'emploi et de l'industrie culturelle s'est doublé de l'affrontement sur le temps. La question du temps ne se limite pas à la régulation du temps de travail, elle concerne (...)
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  37. Cláudio de Almeida (2010). Racionalidade epistêmica e o Paradoxo de Moore. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (2).score: 21.0
    G. E. Moore identified a peculiar form of epistemic irrationality. Wittgenstein called it “Moore’s Paradox”. Neither of them knew exactly what he was talking about. And yet, the vast literature on the problem leaves no room for doubt: the paradox is deep; its resolution, elusive. But, up until now, we haven’t been in a position to appreciate its importance for contemporary epistemology. This paper puts forward an epistemological solution to the paradox. It also seeks to show that the paradox yields (...)
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  38. Luis Xavier López Farjeat (2007). La influencia de la medicina árabe en la interpretación de Averroes al de anima de Aristóteles. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (3).score: 21.0
    In this paper I will show some contributions from Averroes around some issues related to psychology and medicine. My intention is to establish some relations between the commentaries on De anima and the medical treatises. The itinerary is the following: a) I will show that, like Aristotle, Averroes conceives the soul as a set of biological capacities; b) De anima is a biological treatise, so there we can find some considerations that must be understood from a medical point of view, (...)
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  39. Alberto Fragio (2012). El firmamento como 'ser a desmano' y la caída: los paradigmas existenciales de la historia blumenberguiana de la astronomía. Logos. Anales Del Seminario de Metafísica 45:11-33.score: 21.0
    Los estudios especializados sobre la obra de Hans Blumenberg [1920-1996] han prestado poca atención a su historia de la ciencia, en particular a su historia de la astronomía. A partir de 1955 Blumenberg empezó a ocuparse de la astronomía copernicana, y publicó diversos artículos relacionados con esta temática a finales de la década de los 50 y comienzos de los 60, luego recopilados en su Die kopernikanische Wende [1965]. Blumenberg preparó también estudios preliminares al Sidereus Nuncius de Galileo Galilei y (...)
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  40. João Hobuss (2012). A responsabilidade moral e a possibilidade de agir de outro modo. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 21.0
    Este artigo discute a questão da responsabilidade moral em Aristóteles e, especialmente, em Harry Frankfurt e Alexandre de Afrodísia, buscando identificar se a mesma é compatível com o determinismo.
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  41. Corine Maitte & Didier Terrier (2012). Conflits et résistances autour du temps de travail avant l'industrialisation . (XIVe - mi-XIXe siècle). Temporalités. Revue de Sciences Sociales Et Humaines (16).score: 21.0
    L’idée selon laquelle le temps, son organisation, sa discipline est un facteur discriminant permettant de séparer nettement la période industrielle de celle qui la précède a longtemps prévalu chez les historiens. Cet article s’inscrit en faux contre cette thèse : les conflits autour du temps de travail doivent être inscrits dans la longue durée des rapports sociaux de production. Nous dressons ici une esquisse large des conflits où le temps est un élément de la mobilisation des travailleurs, du XIVe au (...)
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  42. Carla di Martino (2007). La perception spirituelle. Perspectives de recherche pour l'histoire des parva naturalia dans la tradition arabo-latine. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (3).score: 21.0
    Aristotle’s major work on psychology was De anima. Nevertheless, Parva naturalia, also known as De sensu et sensato, played a prominent role among Arabs and Western thinkers. In the present essay, we aim to show how the Arabic translation of this last work was used by Avicenna, Ibn Bâjjia and, under his influence, by Averroes. In Averroes’s Epitome De Sensu one can notice, for example, that the theoretical principles are Aristotelian, but they are contaminated by the term “spiritual”, which is (...)
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  43. Alberto Mura (2009). Probability and the Logic of de Finetti's Trievents. In Maria Carla Galavotti (ed.), Bruno de Finetti Radical Probabilist. College Publications.score: 21.0
    Today philosophical discussion on indicative conditionals is dominated by the so called Lewis Triviality Results, according to which, tehere is no binary connective '-->' (let alone truth-functional) such that the probability of p --> q equals the probability of q conditionally on p, so that P(p --> q)= P(q|p). This tenet, that suggests that conditonals lack truth-values, has been challenged in 1991 by Goodman et al. who show that using a suitable three-valued logic the above equation may be restored. In (...)
     
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  44. Santiago Orrego (2010). Simplicidad de Dios y pluralidad de atributos divinos según Fray Luis de León. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (3).score: 21.0
    The platonic ideas attribution into God’s mind creates a problem, namely: how to speak about “divine attributes” without put multiplicity into the divine simple substance? From this problem, this paper aims to show how Luis de Léon is between Thomas Aquinas and John Duns Scotus.
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  45. Juan Fernando Sellés (2012). El intelecto agente como acto de ser personal. Logos. Anales Del Seminario de Metafísica 45:35-63.score: 21.0
    En este trabajo se estudia la sugerente posición de algunos pensadores que constituyen una excepción en la historia de la filosofía respecto de la interpretación del intelecto agente, el gran hallazgo aristotélico: Francisco Canals, Leonardo Polo y sus discípulos, pues lo emplazan a nivel de “ac tus essendi hominis ”.
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  46. Edelcio Gonçalves de Souza (2005). Depois do annus mirabilis de Einstein: matéria e universo. Scientiae Studia 3 (4):727-732.score: 21.0
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  47. Maria Das Graças de Souza (2012). O Cândido de Voltaire: militância e melancolia. Dois Pontos 9 (3).score: 21.0
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  48. Carlos Antonio de Souza (2010). O Estatuto da Inferência Casual: Uma Abordagem Normativa do Problema de Hume. Princípios 7 (8):34-50.score: 21.0
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  49. Philip De Souza (1995). Piracy and Republican Politics H. Pohl: Die Römische Politik Und Die Piraterie Im Östlichen Mittelmeer Vom 3. Bis Zum 1. Jh. V. Chr. (Untersuchungen Zur Antiken Literatur Und Geschichte, 42.) Pp. X+310. Berlin, New York: Walter de Gruyter, 1993. Cased, DM 172. [REVIEW] The Classical Review 45 (01):99-101.score: 21.0
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  50. Sérgio Ricardo Strefling (2012). A unidade do poder em Marsílio de Pádua. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2).score: 21.0
    Marsílio de Pádua foi um pensador da Idade Média que escreveu duas obras de filosofia política que influenciaram a modernidade. Este estudo analisa o capítulo 17 da primeira parte do Defensor Pacis, onde se trata da unidade do governo ou do principado. Se houver muitos em número ou espécie, tal como acontece nas grandes cidades e, em particular, em um reino, aí deve haver então um supremo governante, a quem os demais estejam subordinados e por quem sejam dirigidos. Trata-se de (...)
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  51. Jörg Alejandro Tellkamp (2010). Ius est idem quod dominium : Conrado Summenhart, Francisco de Vitoria y la conquista de América. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (3).score: 21.0
    This article intends to argue that Francisco de Vitoria’s conception of the Spanish Conquest of America is based upon notions that stem from various sources of the 14th and 15th Century. One of his most important source is the Opus septipertitum de contractibus, written by the German theologian Conradus Summenhart, whom Vitoria quotes frequently. By comparing both thinkers it can be shown that Vitoria’s basic terminology concerning rights and dominion is in greatly indebted to Summenhart’s account.
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  52. Mario Prades Vilar (2012). Pedro de Ribadeneyra escribe a Claudio Aquaviva. Un episodio de la polémica jesuita sobre los estatutos de pureza de sangre. Ingenium. Revista Electrónica de Pensamiento Moderno y Metodología En Historia de la Ideas (6):125-145.score: 21.0
    Uno de los fenómenos característicos de la sociedad española, a partir del año simbólico de 1492, es la progresiva adopción de los estatutos de pureza de sangre por parte de diversas administraciones. La Compañía de Jesús, sin embargo, se negó durante casi todo el siglo XVI a aplicar estos estatutos, alegando para ello la voluntad expresada en tal sentido por el mismo Ignacio de Loyola. Sin embargo, en 1593 la Quinta Congregación General decide implantar el examen de pureza para el (...)
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  53. René Ceceña Alvarez (2012). L'inventio de la Nouvelle Espagne. Rhétorique et domination territoriale du Nouveau Monde. Astérion. Philosophie, Histoire des Idées, Pensée Politique (10).score: 19.0
    Ce texte propose une analyse des mécanismes argumentatifs mis en œuvre dans les lettres que Hernán Cortés, conquistador du Mexique, a adressées à Charles V (Cartas de Relación) pour légitimer sa conquête du territoire qui deviendra la Nouvelle Espagne et, par ce biais, le Nouveau Monde. Il s’agit en particulier de montrer l’emploi du concept rhétorique d’inventio dans le passage d’une appropriation conceptuelle du « Nouveau Monde » (par l’élaboration de ce concept) à sa domination territoriale (la fondation de Veracruz (...)
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  54. Axelle Chassagnette (2012). Le jeu des échelles. Le pouvoir et son inscription spatiale dans les cartographies et les descriptions du Saint-Empire et de ses territoires au XVIe siècle. Astérion. Philosophie, Histoire des Idées, Pensée Politique (10).score: 19.0
    Au XVIe siècle, le Saint Empire romain de nation allemande constitue un ensemble politique complexe, caractérisé par un système à plusieurs niveaux de représentation politique et par l’existence de multiples États placés sous l’autorité impériale. L’étude des cartes et des descriptions géographiques de l’espace germanique produites à cette période met au jour la compréhension qu’avaient les contemporains des formes de souveraineté existant dans l’Empire et ses territoires. Elle montre notamment que le pouvoir impérial, à la différence des pouvoirs territoriaux, n’était (...)
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  55. René Ceceña Alvarez (2012). L'inventio de la Nouvelle Espagne. Rhétorique et domination territoriale du Nouveau Monde. Astérion. Philosophie, Histoire des Idées, Pensée Politique (10).score: 19.0
    Ce texte propose une analyse des mécanismes argumentatifs mis en œuvre dans les lettres que Hernán Cortés, conquistador du Mexique, a adressées à Charles V (Cartas de Relación) pour légitimer sa conquête du territoire qui deviendra la Nouvelle Espagne et, par ce biais, le Nouveau Monde. Il s’agit en particulier de montrer l’emploi du concept rhétorique d’inventio dans le passage d’une appropriation conceptuelle du « Nouveau Monde » (par l’élaboration de ce concept) à sa domination territoriale (la fondation de Veracruz (...)
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  56. Sonia Roca-Royes (2011). Conceivability and De Re Modal Knowledge. Noûs 45 (1):22-49.score: 18.0
    The paper presents a dilemma for both epistemic and non-epistemic versions of conceivability-based accounts of modal knowledge. On the one horn, non-epistemic accounts do not elucidate the essentialist knowledge they would be committed to. On the other, epistemic accounts do not elucidate everyday life de re modal knowledge. In neither case, therefore, do conceivability accounts elucidate de re modal knowledge.
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  57. Shan Gao, Why the de Broglie-Bohm Theory is Probably Wrong.score: 18.0
    We investigate the validity of the field explanation of the wave function by analyzing the mass and charge density distributions of a quantum system. It is argued that a charged quantum system has effective mass and charge density distributing in space, proportional to the square of the absolute value of its wave function. This is also a consequence of protective measurement. If the wave function is a physical field, then the mass and charge density will be distributed in space simultaneously (...)
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  58. Michael McGlone, The Humphrey Objection and the Problem of De Re Modality.score: 18.0
    In this paper I consider Saul Kripke’s famous Humphrey objection to David Lewis’s views on de re modality and argue that responses to this objection currently on the market fail to mitigate its force in any significant way.
     
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  59. Emar Maier (2009). Presupposing Acquaintance: A Unified Semantics for de Dicto , de Re and de Se Belief Reports. Linguistics and Philosophy 32 (5):429--474.score: 18.0
    This paper deals with the semantics of de dicto , de re and de se belief reports. First, I flesh out in some detail the established, classical theories that assume syntactic distinctions between all three types of reports. I then propose a new, unified analysis, based on two ideas discarded by the classical theory. These are: (i) modeling the de re/de dicto distinction as a difference in scope, and (ii) analyzing de se as merely a special case of relational de (...)
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  60. Glenn Carruthers (2009). Is the Body Schema Sufficient for the Sense of Embodiment? An Alternative to de Vignmont's Model. Philosophical Psychology 22 (2):123-142.score: 18.0
    De Vignemont argues that the sense of ownership comes from the localization of bodily sensation on a map of the body that is part of the body schema. This model should be taken as a model of the sense of embodiment. I argue that the body schema lacks the theoretical resources needed to explain this phenomenology. Furthermore, there is some reason to think that a deficient sense of embodiment is not associated with a deficient body schema. The data de Vignemont (...)
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  61. Koshy Tharakan & Alito Siqueira (2009). Science of Nature: Garcia de Orta as a Philosopher of Science. In Anabela Mendes (ed.), Garcia de Orta and Alexander von Humboldt: Across the East and the West. Universidade Católica Editora.score: 18.0
  62. John Bowin (2011). Aristotle on Various Types of Alteration in De Anima II 5. Phronesis 56 (2):138-161.score: 18.0
    In De Anima II 5, 417a21-b16, Aristotle makes a number of distinctions between types of transitions, affections, and alterations. The objective of this paper is to sort out the relationships between these distinctions by means of determining which of the distinguished types of change can be coextensive and which cannot, and which can overlap and which cannot. From the results of this analysis, an interpretation of 417a21-b16 is then constructed that differs from previous interpretations in certain important respects, chief among (...)
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  63. J. Edwards (2003). A Reply to de Anna on the Simple View of Colour. Philosophy 78 (303):99-114.score: 18.0
    John Campbell proposed a so-called simple view of colours according to which colours are categorical properties of the surfaces of objects just as they normally appear to be. I raised an invertion problem for Campbell's view according to which the senses of colour terms fail to match their references, thus rendering those terms meaningless—or so I claimed. Gabriele de Anna defended Campbell's view against my example by contesting two points in particular. Firstly, de Anna claimed that there is no special (...)
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  64. Susanne Bobzien (2007). Aristotle's De Interpretatione 8 is About Ambiguity. In D. Scott (ed.), Maieusis: Essays in Ancient Philosophy. Oxford University Press.score: 18.0
    ABSTRACT: In this paper I show that, contrary to the prevalent view, in his De Interpretatione chapter 8, Aristotle is concerned with a kind of ambiguity, i.e. with homonymy; more precisely, with homonymy of linguistic expressions as it may occur in dialectical argument. The paper has two parts. In the first part, I argue that in the Sophistici Elenchi 175b39-176a5 Aristotle indubitably deals with homonymy in dialectical argument; that De Interpretatione 8 is a parallel to Sophistici Elenchi 175b39-176a5; that De (...)
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  65. Ari Maunu (2002). A Problem with De Re Belief Ascriptions, with a Consequence to Substitutivity. Philosophia 29 (1-4):411-421.score: 18.0
    It is shown that the coherence of de re belief ascriptions is doubtful in view of certain plausible principles. Subsequently, it is argued, the standard argument against substitutivity in de dicto ascriptions loses some of its power. Also, some possible reactions to these results are considered.
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  66. Catherine Osborne (1983). Aristotle, De Anima 3. 2: How Do We Perceive That We See and Hear? The Classical Quarterly 33 (02):401-411.score: 18.0
    The second chapter of book three of the De anima marks the end of Aristotle's discussion of sense-perception. The chapter is a long one and apparently rambling in subject matter. It begins with a passage that is usually taken as a discussion of some sort of self-awareness, particularly awareness that one is perceiving, although such an interpretation raises some difficulties. This paper reconsiders the problems raised by supposing that the question discussed in the first paragraph is ‘how do we perceive (...)
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  67. John Bickle (2005). Molecular Neuroscience to My Rescue (Again): Reply to Looren de Jong and Schouten. Philosophical Psychology 18 (4):487-494.score: 18.0
    In their review essay (published in this issue), Looren de Jong and Schouten take my 2003 book to task for (among other things) neglecting to keep up with the latest developments in my favorite scientific case study (memory consolidation). They claim that these developments have been guided by psychological theorizing and have replaced neurobiology's traditional 'static' view of consolidation with a 'dynamic' alternative. This shows that my 'essential but entirely heuristic' treatment of higher-level cognitive theorizing is a mistaken view of (...)
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  68. Andreas Wagner (2011). Francisco de Vitoria and Alberico Gentili on the Legal Character of the Global Commonwealth. Oxford Journal of Legal Studies 31 (3):565-582.score: 18.0
    In discussing the works of 16th-century theorists Francisco de Vitoria and Alberico Gentili, this article examines how two different conceptions of a global legal community affect the legal character of the international order and the obligatory force of international law. For Vitoria the legal bindingness of ius gentium necessarily presupposes an integrated character of the global commonwealth that leads him to as it were ascribe legal personality to the global community as a whole. But then its legal status and its (...)
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  69. Ruth E. Kastner (2013). De Broglie Waves as the “Bridge of Becoming” Between Quantum Theory and Relativity. Foundations of Science 18 (1):1-9.score: 18.0
    It is hypothesized that de Broglie’s ‘matter waves’ provide a dynamical basis for Minkowski spacetime in an antisubstantivalist or relational account. The relativity of simultaneity is seen as an effect of the de Broglie oscillation together with a basic relativity postulate, while the dispersion relation from finite rest mass gives rise to the differentiation of spatial and temporal axes. Thus spacetime is seen as not fundamental, but rather as emergent from the quantum level. A result by Solov’ev which demonstrates that (...)
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  70. Erich Rast (2012). De Se Puzzles, the Knowledge Argument, and the Formation of Internal Knowledge. Analysis and Metaphisics 11 (December):106-132.score: 18.0
    ABSTRACT. Thought experiments about de se attitudes and Jackson’s original Knowledge Argument are compared with each other and discussed from the perspective of a computational theory of mind. It is argued that internal knowledge, i.e. knowledge formed on the basis of signals that encode aspects of their own processing rather than being intentionally directed towards external objects, suffices for explaining the seminal puzzles without resorting to acquaintance or phenomenal character as primitive notions. Since computationalism is ontologically neutral, the account also (...)
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  71. Catherine Osborne (1998). Perceiving White and Sweet (Again): Aristotle, De Anima 3.7, 431a20-B1. The Classical Quarterly 48 (02):433-446.score: 18.0
    In chapter 7 of the third book of De anima Aristotle is concerned with the activity of the intellect (nous), which, here as elsewhere in the work, he explores by developing parallels with his account of sense-perception. In this chapter his principal interest appears to be the notion of judgement, and in particular intellectual judgements about the value of some item on a scale of good and bad. In this paper I shall argue, firstly that there is in fact a (...)
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  72. Emar Maier (2006). Belief in Context: Towards a Unified Semantics of De Re and De Se Attitude Reports. Dissertation, Radboud University Nijmegenscore: 18.0
    This thesis deals with the phenomenon of attitude reporting. More specifically, it provides a unified semantics of de re and de se belief reports. After arguing that de se belief is best thought of as a special case of de re belief, I examine whether we can extend this unification to the realm of belief reports. I show how, despite very promising first steps, previous attempts in this direction ultimately fail with respect to some relatively recent linguistic data involving quantified (...)
     
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  73. Emar Maier (2009). Iterated de Re: A New Puzzle for the Relational Report Semantics. In Arndt Riester & Torgrim Solstad (eds.), Proceedings of Sinn Und Bedeutung 13.score: 18.0
    I present and solve a puzzle involving iterated de re reports in a relational attitudes framework. The investigation shows that de re reporting is even more noncompositional than hypothesized earlier.
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  74. Corien Bary & Emar Maier (2009). The Dynamics of Tense Under Attitudes: Anaphoricity and de Se Interpretation in the Backward Shifted Past. In Hattori et al (ed.), New Frontiers in Artificial Intelligence. Springer.score: 18.0
    Shows that both anaphoricity and egocentric de se binding play a crucial role in the interpretation of tense in discourse. Uses the English backwards shifted reading of the past tense in a mistaken time scenario to bring out the tension between these two features. Provides a suitable representational framework for the observed clash in the form of an extension of DRT in which updates of the common ground are accompanied by updates of each relevant agent's complex attitudinal state.
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  75. Anne Fagot-Largeault & Geneviève Delaisi De Parseval (1987). Les Droits de l'Embryon (Fœtus) Humain, Et la Notion de Personne Humaine Potentielle. Revue de Métaphysique Et de Morale 92 (3):361 - 385.score: 18.0
    Au cours des années 1970 (qui furent, dans plusieurs pays, celles de la libéralisation de Vavortement), la question du statut de Vembryon humain fut surtout débattue en termes de libertés individuelles : droit des femmes à disposer d'elles-mêmes, vs. ‘droit à la vie' du fœtus caché dans le corps de sa mère. Dans les années 1980, avec l'application des techniques de procréation ‘artificielle' au traitement de la stérilité humaine, l'accent est mis sur une responsabilité collective à l'égard de l'embryon séparé, (...)
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  76. Franck Varenne (2008). Émergences par les règles sans « formes de vie » une relecture de Kripke (1982) pour la simulation informatique du vivant. Noesis 14:201-236.score: 18.0
    Cet article ne se veut pas un commentaire suivi de la réflexion de Wittgenstein sur les règles. Ce ne sera pas non plus un commentaire de l’interprétation que Kripke fait du « suivi de la règle » chez Wittgenstein. Il ne sera pas davantage une application des thèses de Wittgenstein ni une tentative d’application directe d’une interprétation de ces thèses à l’épistémologie de la simulation du vivant ; ce qui serait, en soi, d’ailleurs contestable. Ce travail vise seulement à approfondir (...)
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  77. Cedric Paternotte (2009). Une Forme Minimale de Cooperation. Dialogue 48 (02):235-267.score: 18.0
    La plupart des nombreuses définitions existantes d’une action coopérative en fournissent des conditions suffisantes plutôt que nécessaires. Nous définissons ici une forme minimale de coopération, correspondant aux actions de masse, telles des manifestations. Nous en détaillons les aspects intentionnel, épistémique, stratégique et téléologique, généralement obtenus par affaiblissement spécifique de concepts classiques. Parallèlement, nous soulignons le rôle crucial de concepts issus de la théorie des jeux pour la définition d’une action coopérative. Enfin, nous soutenons que la rationalité d’une action coopérative minimale (...)
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  78. Ari Maunu (2000). A Simple Solution to the Problem of De Se Belief Ascriptions. Communication and Cognition 33 (3-4):199-226.score: 18.0
    I show how a de se belief ascription such as "Privatus believes that he himself is rich" may be dealt with by means of a scope distinction over and above that one separating de dicto and de re ascriptions. The idea is, roughly, that 'Privatus...himself' forms in this statement a unity, a single "spread" sign that is at the same time in a de re and de dicto position. If so, H-N. Castañeda's contention that the "quasi-indicator" 'he himself' ('she herself', (...)
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  79. Márcia Buss-Simão (2013). Corpo como potência e experiência na perspectiva de crianças pequenas: diálogos possíveis entre Filosofia e Educação Infantil. Childhood and Philosophy 8 (16):327-353.score: 18.0
    O presente texto procura colocar em diálogo reflexões do campo da Filosofia da Infância com os da Educação Infantil. Além das contribuições teóricas pretende fazer conexões com situações observadas em uma pesquisa de doutorado na qual as relações com o espaço e o tempo são entrelaçadas com as do corpo como experiência que surgem nas relações que as crianças estabelecem com seus machucados, ou como elas definem, seus ‘dodóis’. Nessas relações duas particularidades podem ser observadas: uma primeira é que as (...)
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  80. Marina Folescu & James Higginbotham (2012). Two Takes on the De Se. In Simon Prosser & Francois Recanati (eds.), Immunity to Error Through Misidentification: New Essays. Cambridge University Press.score: 18.0
    In this article we consider, relying in part upon comparative semantic evidence from English and Romanian, two contrasting dimensions of the sense in which our thoughts, including the contents of imagination and memory, and extending to objects of fear, enjoyment, and other emotions directed toward worldly happenings, may be distinctively first-personal, or "de se," to use the terminology introduced in Lewis (1979), and exhibit the phenomenon of immunity to error through misidentification (hereafter: IEM) in the sense of Shoemaker (1968) and (...)
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  81. Adam Morton (2012). Emotional Truth. By Ronald de Sousa. (Oxford UP, 2011. Pp. Xviii + 391. Price £38.00.). [REVIEW] Philosophical Quarterly 62 (246):220-222.score: 18.0
    de Sousa's book seems to be about many things, but I claim to find a hidden unity in its attention to what makes an emotion contribute to the success of a person's thinking.
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  82. Sophie Djigo (2013). Auto-interprétation, délibération et expression. Moran, Finkelstein et la connaissance de soi. Methodos. Savoirs Et Textes (13).score: 18.0
    Partant de l'idée énoncée par le philosophe Charles Taylor, selon laquelle les êtres humains sont « des animaux capables d'auto-interprétation », cet article vise à comprendre le rôle constitutif de l'auto-interprétation dans la connaissance de soi. Une conception satisfaisante de l'auto-interprétation devrait à la fois rendre compte de l'autorité de la connaissance de soi en première personne et satisfaire les exigences du réalisme ordinaire. Si la version constitutiviste de l'auto-interprétation semble incompatible avec de telles exigences, c'est parce qu'elle considère ce (...)
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  83. Graham Giles (forthcoming). The Concept of Practice, Enlightenment Rationality and Education: A Speculative Reading of Michel de Certeau's The Writing of History. Educational Philosophy and Theory.score: 18.0
    This article proposes a reading of Michel de Certeau's The Writing of History which derives an understanding of the concept of practice as authoritative to the establishment and development of Enlightenment rationality. It is seen as a new form of legitimation established in the redeployment of religious ‘formalities’ in early modernity, supportive of the ostensible deliverance of the projects of reason. Subversive of its moral and ideological operations and geneses, this is an understanding of practice whose subject is the state. (...)
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  84. Daniel Frey (2012). Lecture philosophique et lecture théologique de la Bible chez Paul Ricœur. Études Ricoeuriennes / Ricoeur Studies 3 (2):72-91.score: 18.0
    Attention to the Bible, though not central, is constant in Paul Ricœur’s work, which features a succession of several approaches. In Symbolique du mal (1960), Ricœur attempts to think on the basis of biblical symbols with a clear philosophical intent that, however, uses a theological scheme (“believe to understand”). In subsequent essays on biblical hermeneutics, such as Herméneutique de l’idée de révélation (1977), Ricœur chooses to distance himself from theological reading in order to enable his philosophical reading to grasp the (...)
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  85. Edmund Husserl, Rozenn-Maï Le Goff, Frédéric Barriera, Vincent Haubtmann & Marc B. De Launay (1993). La Tâche Actuelle de la Philosophie (1934). VIII E Congrès International de Philosophie à Prague. Revue de Métaphysique Et de Morale 98 (3):291 - 329.score: 18.0
    Au début du mois d'août 1934, Husserl fut invité par Emanuel Radl à prendre part au huitième Congrès international de philosophie qui devait se tenir à Prague du 2 au 7 septembre de la même année. La situation politique allemande interdisait que Husserl et d'autres philosophes se rendissent à l'étranger, aussi Radl demanda-t-il à Husserl de lui envoyer une communication épistolaire destinée à être lue lors des débats. Husserl rédigea donc une lettre, la « Lettre pragoise » — qu'on lut (...)
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  86. Carlos Alberto Medino da Rocha (2013). A construção da educação como cuidado de si em Kierkegaard. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):79-84.score: 18.0
    O presente trabalho procura refletir sobre o processo de construção da educação como uma “educação da interioridade” que parte de uma concepção do cuidado de si, a partir do viés do pensamento filosófico do dinamarquês Sören Kierkegaard. Num primeiro momento, aponto paro o seu conceito de existencialismo, que versa a construção de um indivíduo singular, voltado para sua existência individual; e, num segundo momento, apresento, ainda, que de forma breve, a relação entre o mestre e o discípulo marcada na obra (...)
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  87. Sylvie Denise García de la Calle (2012). Cristianismo y judaísmo en la vida de Abdías, el prosélito normando, a través de la profecía de Joel. 'Ilu. Revista de Ciencias de Las Religiones 17:41-57.score: 18.0
    En la Genizah del Cairo se encontraron unos manuscritos con notación gregoriana y escritura hebrea. También aparecieron documentos que apuntan como autor de las partituras a Giovanni-Abdías, un monje cristiano del siglo XII, nacido en el sur de Italia, que se convirtió al judaísmo. Hasta ahora, el estudio de este personaje se ha realizado casi exclusivamente desde el punto de vista judío. Sin embargo, al igual que Abdías sintetiza las tradiciones cristiana y judía en su notación al copiar melodías hebreas (...)
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  88. Vinícius Sabino Gomes (2013). A origem do gótico nas idéias de Erwin Panofsky. Escritos 20 (45):359-388.score: 18.0
    O presente ensaio procura determinar quais foram as idéias que influenciaram o abade Suger na reforma da igreja de Saint-Denis – origem do gótico. Erwin Panofsky dá os traços essenciais desta investigação e abre novas posibilidades de aprofundamento. Em seu fascinante estudo, Panofsky teve o mérito de ter sido o pioneiro em descobrir uma influencia das obras do Pseudo-Dionísio sobre a reforma de Saint-Denis. Desde então, a polêmica não cessou mais. Destacase o papel de Hugo de S. Vítor como transmissor (...)
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  89. David Natal (2012). De "Proculi damnatione": Próculo de Marsella y la construcción de la Iglesia gala a principios del siglo V. 'Ilu. Revista de Ciencias de Las Religiones 17:101-117.score: 18.0
    This article focuses on Proculus of Marseilles’ long episcopate (ca. 381-428 AD) in order to analyse this key moment for the construction of the Gallic Church. A further aim of this paper is to implement a methodological approach that allows a nuanced assessment of complex processes of institutional development.
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  90. Antonio Piñero (2012). Notas críticas a la presentación usual hoy del reino de dios según Jesús de Nazaret. 'Ilu. Revista de Ciencias de Las Religiones 17:119-147.score: 18.0
    This is a critical assessment of today presentations of Jesus of Nazareth’ Kingdom of God in so-called historical-exegetical books. Three of them are selected for a minute criticism. It follows a brief exegesis of all then important Gospel texts about the Kingdom of God as a «future event» or as «present» and «already come» in Jesus ministry. After a close scrutiny, only one Gospel passage (Luke 17:20-21) can be used with some doubts for sustaining that Jesus has proclaimed a Kingdom (...)
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  91. Marcelo de Araújo (2009). Contratualismo e disposições morais: uma crítica à tese da inseparabilidade do direito e da moral e à tese sobre a existência de leis naturais. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (1).score: 18.0
    Discuto aqui duas diferentes interpretações acerca do que seria uma teoria do direito natural (ou jusnaturalismo). A primeira interpretação se caracteriza pela tese da “inseparabilidade” do direito e da moral, ao passo que a segunda se caracteriza pela tese segundo a qual existiriam “leis naturais”, i.e. leis cuja existência independeria da existência de instituições humanas. Tento mostrar que as duas teses são falsas. Procuro mostrar inicialmente que a confusão entre as duas teses se deve a uma má compreensão da distinção (...)
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  92. Marcelo de Araujo (2011). Hugo Grotius, ceticismo moral e o uso de argumentos in utramque partem. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 18.0
    The use of equally compelling arguments both for and against the truth of a proposition were known in the Renaissance as arguments in utramque partem. Early modern sceptics used arguments in utramque partem in order to show that one cannot ground morality on safe grounds, for the arguments which are presented in favor of the idea of justice could be neutralized by equally compelling arguments against the idea of justice. In this paper, I argue that Hugo Grotius tried to refute (...)
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  93. Vânia Dutra de Azeredo (2006). Perspectivas de uma fundamentação pragmático-lingüística. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 18.0
    Este artigo analisa a distinção entre dois tipos de fundamentação, a lógico-semântica e a pragmático-lingüística, a partir da perspectiva habermasiana. Esta última apresenta, para a justificação das normas morais, uma ética do discurso. Operando ainda em outro registro, procura-se mostrar que o esquema habermasiano, inicialmente voltado para a moral, pode aplicar-se à política, quando as proposições políticas são tratadas de modo análogo às morais. Nesse caso, utilizam-se os conceitos habermasianos como operadores. PALAVRAS-CHAVE – Ética. Política. Atos de fala. Atitude performativa. (...)
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  94. Halanne Fontenele Barros (2013). A esfera social E o homem de Massa. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):27-34.score: 18.0
    Este trabalho tem como objetivo, investigar como se deu o surgimento do que Hannah Arendt denominou esfera do social, assim como a formação do homem de massa após a vitória do animal laborans na era moderna. Para tanto recorreremos Grécia antiga com o fito de conceituar o que esta autora denominou de público e privado, em seguida mostraremos como está configurado tais domínios na era moderna e suas influências na formação do que se denomina esfera do social na filosofia política (...)
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  95. Agemir Bavaresco, Danilo Vaz-Curado & Paulo Roberto Konzen (2010). As Leituras da Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel: Entre Hermenêutica e Recepção. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 18.0
    O artigo procura apresenta os argumentos centrais das principais correntes interpretativas da Filosofia Política de Hegel na Alemanha, França e no Brasil de forma a avaliar e demonstrar o potencial de diagnose de tal esforço teórico; ao mesmo tempo, objetiva-se demonstrar desde estes autores como uma análise da obra de Filosofia Política de Hegel revela-se atual mediante a articulação de seu sistema como um todo.
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  96. Rafael Silva Bianchi (2011). O individualismo como estratégia de cuidado de si na sociedade de consumo. Cadernos Zygmunt Bauman - Issn 2236-4099 1 (1):20 - 33.score: 18.0
    Este artigo tem como objetivo discutir a relação entre a construção de uma postura individualista como estratégia de cuidado de si dentro do contexto atual em que vivemos. Para tanto é realizado uma reflexão a partir da idéia de “sociedade de consumidores” trazida por Zygmunt Bauman, buscando construir uma relação desta com diferentes campos de atuação do sujeito humano. O que encontramos é uma postura que busca defender o indivíduo de possíveis riscos, sendo o outro, seu principal alvo de controle. (...)
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