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  1. Susan Deacy (2000). Deborah Gera: Warrior Women. The Anonymous Tractatus De Mulieribus. Pp. Xi + 252. Leiden, New York, and Cologne: E. J. Brill, 1997. Cased, $94.50. ISBN: 90-04-10665-. [REVIEW] The Classical Review 50 (01):352-.score: 81.0
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  2. Bernardo Gonçalves Alonso (2013). A tese da veracidade na teoria da informação fortemente semântica de Floridi e o paradoxo de Bar-Hillel-Carnap. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (2).score: 75.0
    Neste artigo defendo que a Teoria da Informação Fortemente Semântica de Floridi (2004) – TIFS – está correta ao assumir a Tese da Veracidade, que por sua vez orienta a definição de informação semântica como “p é informação se e somente se p é constituído por dados bem-formados, com significado e verdadeiros”. Argumento que a teoria não é arbitrária, pois dá conta do desembaraço de conundrums filosóficos importantes, principalmente por evitar o paradoxo de Bar-Hillel e Carnap (1953), que é gerado (...)
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  3. Halanne Fontenele Barros (2013). A esfera social E o homem de Massa. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):27-34.score: 72.0
    Este trabalho tem como objetivo, investigar como se deu o surgimento do que Hannah Arendt denominou esfera do social, assim como a formação do homem de massa após a vitória do animal laborans na era moderna. Para tanto recorreremos Grécia antiga com o fito de conceituar o que esta autora denominou de público e privado, em seguida mostraremos como está configurado tais domínios na era moderna e suas influências na formação do que se denomina esfera do social na filosofia política (...)
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  4. Silvio Seno Chibeni (2012). Hume e as bases científicas da tese de que não há acaso no mundo. Principia 16 (2):229-254.score: 72.0
    http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2012v16n2p229 Tanto no Tratado da Natureza Humana como na Investigação sobre o Entendimento Humano , Hume mostra-se convencido de que “não há acaso no mundo”, e que “aquilo que o vulgo chama de acaso não passa de uma causa secreta e escondida”. Essa tese desempenha papel crucial em sua análise do livre-arbítrio e, conseguintemente, da responsabilidade moral; é também um elemento importante em sua discussão sobre os milagres. No entanto, o próprio Hume ofereceu, no Tratado , um argumento convincente para (...)
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  5. Emerson Carlos Valcarenghi (2011). Os anulabilismos de Klein e de Swain e o problema de Gettier. Principia 14 (2):175-200.score: 60.0
    Nós tentamos mostrar neste ensaio que as propostas anulabilistas de Peter Klein e de Marshall Swain não resolvem o problema de Gettier. Klein postula que, para qualquer contra-exemplo de tipo-Gettier, há uma proposição verdadeira que, ao ser conjugada com a evidência e de S, anula de modo legítimo a justificação de p para S. Swain postula que, para qualquer contra-exemplo de tipo-Gettier, há uma proposição verdadeira que, ao ser conjugada com o conjunto de razões R de S, anula de modo (...)
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  6. Marcos Paulo de Oliveira Bueno (2013). A arte de crer na contemporaneidade: possibilidades e limites do cristianismo segundo Gianni Vattimo. 2012. Horizonte 11 (29):417-418.score: 57.0
    DISSERTAÇÃO DE MESTRADO BUENO, Marcos Paulo de Oliveira. A arte de crer na contemporaneidade : possibilidades e limites do cristianismo segundo Gianni Vattimo. 2012. 127 folhas. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião, Belo Horizonte.
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  7. João Hobuss (2012). A responsabilidade moral e a possibilidade de agir de outro modo. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 57.0
    Este artigo discute a questão da responsabilidade moral em Aristóteles e, especialmente, em Harry Frankfurt e Alexandre de Afrodísia, buscando identificar se a mesma é compatível com o determinismo.
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  8. Ana Carolina da Costa E. Fonseca (2011). Dworkin e Posner acerca da existência de respostas certas para as questões jurídicas: a reconstrução de um debate. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 55.5
    Dworkin respondeu afirmativamente à pergunta título do seu texto “Não existe mesmo nenhuma resposta certa em casos controversos?”. Posner criticou Dworkin e respondeu a mesma pergunta negativamente. Discute-se neste artigo as diferentes maneiras como cada filósofo entendeu a pergunta que acarreta diferentes respostas a ela, isto é, de que modo diferenças na concepção do que é o Direito acarretam diferenças a respeito da existência de respostas certas para questões jurídicas.
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  9. José Antônio de C. R. De Souza (2006). Álvaro Pais, Marsílio de Pádua e o Artigo 68 do Livro Primeiro do Estado e Pranto da Igreja. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 55.5
    Em boa parte do Artigo 68 do Livro Primeiro de seu Estado e Pranto da Igreja, Álvaro Pais, O. Min. (c. 1270-1349) refuta 5 proposições com implicações políticas atribuídas a Marsílio de Pádua (1280-1342). Neste artigo, analisamos a refutação dessas proposições feitas pelo Menorita galego, comparando-as, de um lado, com os textos, efetivamente escritos pelo Médico paduano, que se encontram em sua obra Defensor da Paz (1324) e, de outro, cotejando-o com uma Epistula ad quosdam cardinales, de autoria do mencionado (...)
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  10. Márcia Buss-Simão (2013). Corpo como potência e experiência na perspectiva de crianças pequenas: diálogos possíveis entre Filosofia e Educação Infantil. Childhood and Philosophy 8 (16):327-353.score: 54.0
    O presente texto procura colocar em diálogo reflexões do campo da Filosofia da Infância com os da Educação Infantil. Além das contribuições teóricas pretende fazer conexões com situações observadas em uma pesquisa de doutorado na qual as relações com o espaço e o tempo são entrelaçadas com as do corpo como experiência que surgem nas relações que as crianças estabelecem com seus machucados, ou como elas definem, seus ‘dodóis’. Nessas relações duas particularidades podem ser observadas: uma primeira é que as (...)
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  11. Marcelo de Araújo (2009). Contratualismo e disposições morais: uma crítica à tese da inseparabilidade do direito e da moral e à tese sobre a existência de leis naturais. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (1).score: 54.0
    Discuto aqui duas diferentes interpretações acerca do que seria uma teoria do direito natural (ou jusnaturalismo). A primeira interpretação se caracteriza pela tese da “inseparabilidade” do direito e da moral, ao passo que a segunda se caracteriza pela tese segundo a qual existiriam “leis naturais”, i.e. leis cuja existência independeria da existência de instituições humanas. Tento mostrar que as duas teses são falsas. Procuro mostrar inicialmente que a confusão entre as duas teses se deve a uma má compreensão da distinção (...)
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  12. André Brayner de Farias (2006). Infinito e tempo. A Filosofia da idéia de infinito e suas conseqüências para a concepção de temporalidade em Levinas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 54.0
    O trabalho pretende mostrar como a filosofia da idéia de infinito em Levinas se articula com a concepção da temporalidade diacrônica. A referência filosófica mais explícita e recorrente da idéia de infinito em Levinas é o pensamento cartesiano da Terceira Meditação, porém outras influências muito relevantes para este tema provêm dos textos talmúdicos. Procuramos aproximar as duas fontes do pensamento levinasiano, filosofia e judaísmo, pela análise de dois conceitos fundamentais da obra de Levinas, infinito e temporalidade. PALAVRAS-CHAVE – Infinito. Temporalidade. (...)
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  13. José Teixeira Neto (2012). O vocabulário filosófico-teológico de Nicolau de Cusa: indicações para se pensar a relação entre o uno e o múltiplo. Princípios 18 (30):53-83.score: 54.0
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} Neste trabalho interessa-nos pensar a relaçáo entre unidade e multiplicidade, um problema fundamental tanto filosófico quanto teológico como lembra Beierwaltes (1989, p. 179), a partir do vocabulário filosófico-teológico cusano. Na primeira parte do texto fazemos uma leitura às avessas da obra cusana. Partimos da suposiçáo de que no De (...)
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  14. Celso de Moraes Pinheiro (2007). Liberdade e coação no direito de Kant. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1).score: 54.0
    Kant divide a filosofia moral em duas partes: Ética e Teoria da Justiça. Cada uma é composta de diferentes descrições de deveres e direitos. A Ética contém deveres e direitos internos, voluntários e não-coercitivos. A Teoria da Justiça contém deveres e direitos externos e coercitivos. Os dois tipos de deveres e direitos são definidos em sua relação um com o outro. O que distingue os deveres éticos, ou deveres de virtude, dos deveres jurídicos, é que a compulsão externa para o (...)
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  15. Ivanaldo Santos (2010). Questões disputadas de metafí­sica e de crí­tica do conhecimento, de Raul Landim Filho. Princípios 17 (27):331-333.score: 54.0
    Resenha do livro de: LANDIM FILHO, Raul. Questões disputadas de metafísica e de crítica do conhecimento . Sáo Paulo: Discurso Editorial, 2009, Coleçáo Philosophia, 475 p.
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  16. Frank Thomas Sautter (2009). Silogistas Paraclássicas: Um Estudo de Caso Sabre a Relação ente e Lógica Clássica e Lógicas Não-clássicas. Principia 13 (2):185-194.score: 54.0
    A maioria, talvez todas, as lógicas não-clássicas são um amálgama da lógica clássica com elementos extralógicos. Possivelmente esta tese nao possui uma prova geral, mas somente um argumento caso a caso possa ser fomecido. Discuto um caso de paraconsistência que resulta da aplicação de urn "filtro" a duas silogísticas. Essas silogísticas incorporam duas idéias de Nikolai Vasiliev: a idéia de um sistema completo de juízos contrários, e a idéia de juízos duplos. Tarnbém mostro como esses resultados podem ser estendidos à (...)
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  17. Maria Lúcia de Amorim Soares, Eliete Jussara Nogueira & Luiz Fernando Gomes (2013). No cenário da pós-modernidade: a reiterada exigência de qualidade e excelência na educação contemporânea // Post-modern setting: the repeated demand for quality in contemporary education. Conjectura 18.score: 52.5
    O texto discute a reiterada e repetida demanda pela qualidade e excelência exigida pela sociedade frente à educação contemporânea. Considerando alguns aspectos da modernidade/pós-modernidade em que vivem tanto os herdeiros de Prometeu, como os de Dionísio, caracterizados pelo hedonismo, e os de Hermes, que valorizam a comunicação, a criação e a mediação, postula-se que a educação vive sua crise de finalidade, não encontrando referências ou modelos para atualizar-se. Seu impulso legitimador foi diluído quando o cânone moderno de padrões objetivos de (...)
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  18. Juan Adolfo Bonaccini (2006). O conceito hegeliano de “Fenomenologia” e o problema do ceticismo. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 52.5
    A relação de Hegel com o ceticismo está longe de ser clara. A par de existirem alguns poucos trabalhos sobre o assunto, e de Hegel abordar o tema em várias obras, não está bem determinado se Hegel possui uma teoria global sobre o ceticismo ou se apenas é um mero crítico de posturas céticas clássicas na antiguidade e na modernidade. Em que pese Hegel ser um crítico ferrenho do ceticismo moderno (por ex., em textos como Sobre a relação do Ceticismo (...)
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  19. Flavio Costa Balod (2006). O cuidado e o carecer (A co-originariedade entre os existenciais de Ser e tempo). Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 52.5
    Segundo Ser e tempo, o cuidado, como ser do ser-aí, é definível pela expressão complexa “ser-já-precedentemente-a-si-em (o mundo) como ser-junto-a (ente intramundano que vem ao en-contro)”, a qual é apresentada deste modo no Parágrafo 41, que trata de “O ser do ser-aí como cuidado”. Nesta expressão, pretende Heidegger indicar cada um dos existenciais (disposição, compreender, fala, assim como também decair e mundo), e condição da correta compreensão do sentido desta estrutura é o entendimento de que há co-originariedade (Gleichursprünglichkeit) entre eles, (...)
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  20. Antonio Basilio Novaes Thomaz de Menezes (2010). Transversabilidade, Bioética e Complexidade: Considerações acerca de uma Metabioética. Princípios 4 (5):29-40.score: 52.5
    A ideia central deste texto é de discutir as condições de compreensáo da bioetica, a partir da hipotese de um quadro referendal que residiria no proprio entendimento do conceito. Assim, o texto inicia por uma analise da compreens áo do conceito, para depois apontar para um quadro referendal derivado do mesmo, e, finalmente, apresentar a ideia de uma metabioetica, enquanto uma perspectiva de compreens áo da bioetica que pode ser estruturada a partir do principio da complexidade, aplicado as Ciencias Humanas (...)
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  21. Lorenz B. Puntel (2004). A Totalidade Do Ser, o Absoluto E o Tema "Deus": Um Capítulo de Uma Nova Metafísica. Revista Portuguesa de Filosofia 60 (2):297 - 327.score: 51.0
    Propósito deste ensaio é apresentar uma nova abordagem ao velho problema que é o acesso filosófico ao Deus cristão. Isto acontece dentro do esquema de uma nova metafísica cujo ponto de partida é a capacidade que a mente tem de percepcionar a totalidade do ser, facto este que o artigo apresenta como sendo justamente uma estrutura central do intelecto. Dado que as distinções entre intelecto e mundo, conceitos e realidade, sujeito e objecto, etc., já pressupõem a totalidade do ser dada (...)
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  22. Cristina de Souza Agostini (forthcoming). O discurso de Aristófanes no Symposium e a literalização da metáfora. Archai.score: 51.0
    Nesse artigo, pretendo demonstrar de que modo podemos presenciar no discurso do Aristófanes do Symposium platônico, algumas piadas estanques próprias à comédia aristofânica e, principalmente, de que maneira a literalização da metáfora, expediente dramático recorrentemente utilizado por Aristófanes, aparece luminosamente dentro do diálogo, cumprindo uma função cuja comicidade foi substituída pela trágica impotência humana frente à superioridade divina.
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  23. Mauricio João Farinon (2013). O Projeto estético-filosófico em Adorno: articulações entre os conceitos de concreto, aproximação e construção. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 51.0
    A Teoria Crítica propõe, com Theodor Adorno, uma íntima relação entre filosofia e desenvolvimento de experiências formativas, constituindo um referencial teórico indispensável para o entendimento acerca do que é pensar filosoficamente em uma perspectiva denominada negativa. Nessa relação, a experiência e racionalidade estética demarcam uma nova forma de conceber a razão e seu momento na relação com a objetividade. Esse momento da razão não indica apropriação, mas remete para uma aproximação e, a partir dessa, a construção de sentido. A problemática (...)
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  24. Fernanda Henriques (2005). Paul Ricoeur Leitor E Herdeiro de Kant. Revista Portuguesa de Filosofia 61 (2):593 - 607.score: 51.0
    O presente artigo pretende dar sentido à afirmação feita, mais do que uma vez, por Paul Ricoeur, de que a sua filosofia poderia ser vista como um kantismo pós-hege-liano. Nesse contexto, o artigo procura abordar o pensar ricoeuriano mostrando de que modo ele se instaura e se desenvolve no horizonte kantiano de uma filosofia dos limites do saber. Essa abordagem é desenvolvida em dois momentos. O primeiro dirige-se à leitura que Paul Ricoeur faz da Crítica da Razão Pura de Kant. (...)
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  25. Eduardo José Lima de Oliveira (2013). A consciência E o eu no projeto naturalista de Dennett. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):50-59.score: 51.0
    Um dos grandes problemas que se estabeleceu nas discussões filosóficas, e não somente de ordem filosófica, mas também científica, é o problema da relação mente e corpo. O problema da relação “mente e corpo” teve seu momento de maior evidência no século 17 com o filósofo francês René Descartes o qual enfatizou que o homem é ser composto de duas substâncias distintas, uma material e outra imaterial. Tal pensamento tem se tornado o centro de discussões entre dualistas e monistas. Daniel (...)
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  26. Thadeu Weber (2010). Pessoa e Autonomia na Filosofia do Direito de Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 51.0
    A Filosofia do Direito de Hegel trata da Ideia da Liberdade e suas formas de concretização. É a expressão do exercício efetivo da autonomia da “pessoa do direito” enquanto capacidade jurídica. Isso inclui o direito de propriedade e do contrato; o direito da vontade moral, enquanto trata das condições da responsabilidade subjetiva; e as mediações da eticidade, enquanto desenvolve o exercício da autonomia nas instituições sociais: a família, as corporações e o Estado.
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  27. Luzia Maria de Jesus Werneck (2013). O espiritismo tropicalizado e o tratamento espiritual – um estudo de caso em Santa Luzia – MG. 2011. Horizonte 11 (29):403-404.score: 51.0
    DISSERTAÇÃO DE MESTRADO WERNECK, Luzia Maria de Jesus. O espiritismo tropicalizado e o tratamento espiritual : um estudo de caso em Santa Luzia – MG. 2011. 137 folhas. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião, Belo Horizonte.
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  28. Pedro Duarte de Andrade (2010). Românticos, os seres anfí­bios: entre a crí­tica de Kant e a sí­ntese de Hegel. Princípios 17 (27):75-96.score: 51.0
    Resumo: Este artigo busca compreender a situaçáo filosófica de alguns dos autores cujas vidas e cujos pensamentos estiveram entre Kant e Hegel. Romantismo alemáo foi como ficou conhecida esta época. Dentre seus primeiros autores, estiveram Friedrich Schlegel e Novalis, além de Hölderlin. Tais pensadores buscaram superar a crítica feita por Kant à pretensáo do conhecimento filosófico de alcançar a verdade absoluta, as coisas como sáo em si mesmas. Essa superaçáo, contudo, jamais conseguiu, para eles, completar-se – como aconteceria depois no (...)
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  29. Jadir Antunes (2012). Os esquemas de reprodução de Marx e a crítica não-dialética de Rosa Luxemburg. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 51.0
    Este artigo tem como objetivo mostrar o erro de Rosa Luxemburg em sua crítica aos esquemas de reprodução de Marx em O Capital. Em sua obra, O Capital, Marx demonstrava que a reprodução econômica da sociedade capitalista era um processo exclusivamente endógeno, conduzido inteiramente pela classe trabalhadora e pela classe capitalista. Segundo ele, a sociedade capitalista produzia e reproduzia os seus próprios fundamentos sem a necessidade de uma terceira classe social externa ao sistema. Rosa Luxemburg considerava que essa concepção de (...)
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  30. Sergio Xavier Gomes de Araujo (2012). O problema do ethos da escrita de si em Montaigne e em Petrarca: do ensaio à epístola. Kriterion 53 (126):543-557.score: 51.0
    Montaigne insiste ao longo dos Ensaios em seu desprezo pela retórica. Mas como procuraremos mostrar aqui, sua "forma natural" inscreve-se em grande medida dentro dos termos da própria retórica, sob uma mobilização particular dos preceitos e convenções tradicionalmente apropriados à escrita em primeira pessoa, especialmente aqueles que regulavam o sermo familiaris, gênero recuperado pela primeira vez na Renascença por Petrarca. Retomamos assim, para desenvolvê-la, a fecunda intuição de Hugo Friedrich que, em sua clássica obra sobre os Ensaios de Montaigne, aponta (...)
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  31. Agemir Bavaresco, Danilo Vaz-Curado & Paulo Roberto Konzen (2010). As Leituras da Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel: Entre Hermenêutica e Recepção. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 51.0
    O artigo procura apresenta os argumentos centrais das principais correntes interpretativas da Filosofia Política de Hegel na Alemanha, França e no Brasil de forma a avaliar e demonstrar o potencial de diagnose de tal esforço teórico; ao mesmo tempo, objetiva-se demonstrar desde estes autores como uma análise da obra de Filosofia Política de Hegel revela-se atual mediante a articulação de seu sistema como um todo.
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  32. Telma de Souza Birchal (2012). O amor e suas regras em "Sobre Versos de Virgílio". Kriterion 53 (126):435-447.score: 51.0
    O presente artigo consiste em uma leitura do capítulo "Sobre versos de Virgílio". A primeira parte compara o amor com a amizade, questionando a tese de que a superioridade da última em relação ao primeiro é afirmada sem reservas por Montaigne. A segunda parte desenvolve uma interpretação do capítulo guiada pelas noções de "regra", "lei", "norma" e seus correlatos e identifica, a partir das diferentes perspectivas com que Montaigne aborda o assunto, três tipos de "regra": as regras dos homens, as (...)
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  33. Fernanda Machado de Bulhões (2010). Como diria Nietzsche, pensar é (antes de tudo) uma atividade criativa. Princípios 14 (22):253-260.score: 51.0
    Encontramos em escritos de juventude póstumos de Nietzsche uma reflexáo sobre a formaçáo da linguagem, sobre a formaçáo do pensamento. Segundo o jovem filósofo-filólogo, o pensamento racional, lógico, dedutivo, surge a partir de imagens, metáforas, metonímias. Todo discurso reconhecido como “científico” parte da imaginaçáo, que é uma atividade poética, artística e ilógica.
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  34. Flávia Carvalho Chagas (2010). Beck, Guido de Almeida e Loparic: sobre o fato da razão. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 51.0
    O presente artigo objetiva estudar o conceito de “fato da razão”, tendo como norte a intervenção de Beck no cenário da filosofia transcendental, mais especificamente sua abordagem de base kantiana, para em continuação explorarmos o potencial do conceito supramencionado desde as contribuições de Guido de Almeida e Loparic.
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  35. Carla Milani Damião, Talita Trizoli, Edson Lenine G. Prado, Jadson Teles Silva & Joyce Neves de Campos (2012). O Eu impertinente: Romantismo, Eu agonal e filme de gângster. Revista Inquietude 3 (2):234-285.score: 51.0
    A elaboração deste artigo conjunto tem por base a continuidade de um plano editorial do Grupo Kinosophia junto a Revista Inquietude, articulada a um conjunto de aulas do Prof. Früchtl, ministradas em agosto de 2011 na Faculdade de Filosofia da UFG. Sua teoria sobre filosofia do cinema contribuiu para a formação do Grupo de Estudos Kinosophia, ao promover a discussão de suas ideias no exercício de tradução de suas aulas e textos, bem como da revisão da filmografia por ele indicada. (...)
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  36. Cláudio de Almeida (2010). Racionalidade epistêmica e o Paradoxo de Moore. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (2).score: 51.0
    G. E. Moore identified a peculiar form of epistemic irrationality. Wittgenstein called it “Moore’s Paradox”. Neither of them knew exactly what he was talking about. And yet, the vast literature on the problem leaves no room for doubt: the paradox is deep; its resolution, elusive. But, up until now, we haven’t been in a position to appreciate its importance for contemporary epistemology. This paper puts forward an epistemological solution to the paradox. It also seeks to show that the paradox yields (...)
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  37. Erick Araujo de Assumpção & Fermin Roland Schramm (2012). Uma Batalha Urbana: Poder e resistência na cidade do Rio de Janeiro. Revista Inquietude 3 (2):122-143.score: 51.0
    Compreende-se, neste trabalho, que a interação entre as formas de poder conhecidas como poder soberano, biopolítica e noopolítica não podem ser subsumidas a uma única forma específica nem ter alguma delas como um paradigma subjacente às demais. São exemplos de tal interação as ações urbanas empreendidas pelo prefeito do Rio de Janeiro no início do século XX, Pereira Passos; assim como as transformações vigentes para adequação da cidade aos grandes eventos, Olimpíadas e Copa do Mundo, e os desalojos do coletivo (...)
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  38. Delamar José Volpato Dutra (2007). Moralidade política e bioética: Os fundamentos liberais da legitimidade do controle de constitucionalidade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1).score: 51.0
    O maior problema do controle de constitucionalidade – um dos institutos básicos do Estado de direito –, com relação à sua justificação democrática, é a chamada dificuldade contra-majoritária [countermajoritarian difficulty], já apontada por Bickel. O texto apresenta o tratamento dessa questão em Habermas, Rawls e Dworkin, a partir da bioética, especialmente o caso do aborto, da eutanásia e da eugenia. Argumenta-se que a justificação moral de boa parte do controle de constitucionalidade encontra sua base em fundamentos morais impostos ao legislador, (...)
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  39. Marã­lia Côrtes de Ferraz (2010). Hume e a Epistemologia, de João Paulo Monteiro. Princípios 16 (25):283-294.score: 51.0
    Resenha do livro de MONTEIRO, Joáo Paulo. Hume e a Epistemologia ; revisáo de Frederico Diehl [1ª. ed. brasileira]. – Sáo Paulo: Editora UNESP; Discurso Editorial, 2009. (232 p).
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  40. Roberto Saraiva Kahlmeyer-Mertens (2013). DILTHEY, Wilhelm. Filosofia E Educação. Org. De Maria Nazaré de Camargo Pacheco Amaral. Trad. De Alfred Josef Keller E Maria Nazaré de Camargo Pacheco Amaral. São Paulo: EdUSP, 2010. [REVIEW] Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 51.0
    O texto é uma resenha de uma obra do filósofo e psicólogo alemão Wilhelm Dilthey. A resenha aborda uma publicação para o português da obra Filosofia e educação na data em que se celebra o centenário de morte de Dilthey. A iniciativa dessa análise se justifica por ressaltar esta edição que: apresenta ao público brasileiro este autor relativamente pouco conhecido em nosso país; introduz os termos de sua filosofia. Dilthey é pensador crucial para o século XX por ter contestado a (...)
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  41. Roberto Saraiva Kahlmeyer-Mertens (2011). DILTHEY, Wilhelm. Ideias sobre uma psicologia descritiva e analítica. Trad. Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Via verita, 2011. [REVIEW] Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 51.0
    Em 2011, celebra-se o centenário de morte de Wilhelm Dilthey (1833-1911). Para esta data, no Brasil e no exterior, editoras e universidades vêm se mobilizando, desde o ano passado, para organizar novas edições e eventos acadêmicos sobre o filósofo alemão. Associados à Fundação Fritz Thyssen em Colônia, Alemanha, tradutores de diversos idiomas vêm vertendo a obra para o inglês, o russo e o japonês. Também traduções para o português estão sendo preparadas no Brasil.
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  42. Roberto Saraiva Kahlmeyer-Mertens (2013). DILTHEY, Wilhelm. Introdução às ciências humanas – tentativa de uma fundamentação para o estudo da sociedade e da história. Trad. de Marco Antônio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010. ISBN: 978-85-218-0470-3. [REVIEW] Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 51.0
    O texto é uma resenha de uma obra do filósofo e psicólogo alemão Wilhelm Dilthey. A resenha aborda uma publicação para o português da obra Introdução às ciências humanas (1883), na data em que se celebra o centenário de morte de Dilthey. A iniciativa dessa análise se justifica por ressaltar esta edição que: apresenta ao público brasileiro este autor relativamente pouco conhecido em nosso país; introduz os termos de sua filosofia. Dilthey é pensador crucial para o século XX por ter (...)
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  43. Wolfgang Kersting (2006). Potência de ação e ordem: o poder e a razão segundo Nicolau Maquiavel e Thomas Hobbes. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 51.0
    O autor apresenta aborda, primeiramente, a relação entre poder e razão no pensamento político de Maquiavel. Num segundo momento, apresenta, no pensamento de Hobbes, a trajetória que se estende da razão impotente do estado de natureza até à razão poderosa do Estado, dispensador de segurança. PALAVRAS-CHAVE – Maquiavel. Hobbes. Poder. Razão. ABSTRACT The author analyses in a first moment the relationship between power and reason in the political thought of Machiavelli. In a second moment, he exposes, according to Hobbes’s political (...)
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  44. Renato Kirchner (2012). A fundamental diferença entre o conceito de tempo na ciência histórica e na física: interpretação de um texto heideggeriano. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 51.0
    Este artigo tem como escopo fazer uma interpretação fenomenológica do texto da aula de habilitação pronunciada por Martin Heidegger em 1915 na Universidade de Friburgo. Apesar de ser um texto citado muitas vezes pelos estudiosos da obra heideggeriana, pouco se conhece a seu respeito e, sobretudo, que e como algumas ideias – as quais serão desenvolvidas em Ser e tempo (1927) – já estão embrionariamente presentes na referida aula. Nesse sentido, seguindo a indicação do próprio título, pretende-se evidenciar em que (...)
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  45. Jorge Adriano Lubenow (2010). As Críticas de Axel Honneth e Nancy Fraser à Filosofia Política de Jürgen Habermas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (1).score: 51.0
    O artigo apresenta os argumentos centrais da política deliberativa de Jürgen Habermas (1), e as perspectivas críticas de Axel Honneth (2) e Nancy Fraser (3) de forma a conferir à política habermasiana uma dimensão mais realista, um conteúdo político de vínculo mais concreto com a orientação emancipatória da práxis, e capaz de lidar melhor com a diferença, a diversidade e o conflito.
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  46. Me Marcelo Silvano Madeira (2012). Pragmatismo ou pragmaticismo? Considerações sobre O conceito de pragmatismo a partir da análise do artigo O que é O pragmatismo. Revista de Teologia (Reveleteo). Issn 2177-952x 6 (10):p. 61-69.score: 51.0
    Charles S. Peirce é considerado o pai do pragmatismo, doutrina filosófica cujo propósito inicial era aliar o conhecimento racional com ação racional. Entretanto, essa doutrina foi amplamente difundida de maneira desvirtuada em sua época, de tal maneira que não havia mais o pragmatismo, mas “pragmatismos”, obrigando o seu criador a manifestar-se contra essa miríade de doutrinas que pouco ou nada tinham haver com a sua doutrina. Dessa manifestação surgiu o artigo O que é o Pragmatismo, publicado em 1905 no periódico (...)
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  47. Lia Maria Alcoforado de Melo (2010). Probabilidade Indutiva e sua Relação com o Princí­pio de Casualidade. Princípios 2 (3):102-109.score: 51.0
    A questao do estabelecimento de quais argumentos indutivos tem maior probabilidade de se aproximar mais da verdade, liga-se com maior intensidade aos raciocinios que envolvem generaliza<;oes humeanas. 0 principio de causalidade, suporte basico da legitimidade da indu<;ao cientifica, e discutido neste trabalho a partir das obje¢es de HUME, a existencia de uma logica que garanta sua racionalidade. Objetivou-se construir uma arqumentacao justificativa que mostrasse que HUME nao prova atraves de sua teoria cetica, que 0 principio causal e irracional; muito embora (...)
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  48. Antônio Basí­lio N. T. De Menezes (2010). Habermas e a Fenomenologia do Fato Moral de Strawson. Princípios 1 (1):07-15.score: 51.0
    Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:EN-US;} A presente exposiçáo trata da apropriaçáo que Habermas faz na “Consciência Moral e Agir Comunicativo” a partir das quatro observações de Strawson em “Freedom and resentment”. Esta toma como objeto de análise os aspectos de validez dos fundamentos morais das normas (...)
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  49. Gabriel José Corrêa Mograbi (2009). Vontade, inibição, razão e autocontrole: A atualidade de uma tese de William James. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (1).score: 51.0
    O artigo parte de uma epígrafe de um autor já clássico que trata da relação entre vontade, autocontrole e inibição e razão, a saber, William James. Meu objetivo é analisar estas ideias filosóficas e psicológicas à luz de um experimento de ponta em neurociência. Defenderei a ideia de que mecanismos de autocontrole racional podem funcionar como uma forma de modulação de estímulos mais básicos e interpreto este fato como um exemplo de como propriedades superiores podem se relacionar com propriedades de (...)
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  50. Emilia Maria Mendonça de Morais (2010). A Filosofia entre o Lógos e o Míthos: Lições que recebemos de Platão. Princípios 4 (5):115-135.score: 51.0
    Com o objetivo de ressaltar a importancia da fabulaç áo , como meio de expressáo do exercicio filosofico, em Plat áo , reconstituem-se inicialmente, neste artigo, os principais passos do Teeteto, cujo final aporético decorreria da n áo exploraç áo pelos interlocutores das hipoteses da Reminiscencia e das Ideias, as quais n áo se restringem ao logos mais estrito nem se dissociam do relato mitico. Em seguida, evidencia-se que, sobretudo a partir dos dialogos da maturidade, a recriaç áo poetica da (...)
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  51. Paulo Eduardo de Oliveira (2010). Natureza e liberdade: a questão ética da posição indeterminista de Karl Popper. Princípios 16 (26):189-209.score: 51.0
    O presente trabalho analisa a perspectiva indeterminista da epistemologia de Karl Popper. A partir da compreensáo unitária do Racionalismo Crítico, como epistemologia e filosofia política, ao mesmo tempo, o artigo mostra em que sentido se pode afirmar que a proposta de Popper revela uma questáo ética de largo alcance e interesse na filosofia contemporânea, sobretudo no que se refere à análise da crise da cientificidade moderna. Palavras-chave: Ética, Indeterminismo, Popper, Racionalismo Crítico.
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  52. Marcio Gimenes de Paula (2010). A kênósis entre o sagrado e o profano: a polí­tica e a secularização em Kierkegaard e seu dialogo com algumasdas teses de Vattimo. Princípios 15 (23):233-253.score: 51.0
    la82 12.00 Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 Um dos objetivos do presente artigo é analisar a temática da política e da secularizaçáo na obra do filósofo Kierkegaard (1813-1855). Duas obras do pensador dinamarquês seráo especialmente analisadas aqui: O Indivíduo e Exercício do cristianismo . O segundo objetivo, é promover o diálogo de suas teses, contrárias ao processo de secularizaçáo, com as teses de Gianni Vattimo (1936-), pensador italiano e entusiasta de um mundo secularizado. A despeito (...)
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  53. Marcelo Pelizzoli & Erliane Miranda (2008). Melhorado geneticamente, patenteado e ameaçado: cuidado de si e dignidade humana em tempos biotecnológicos. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 53 (2).score: 51.0
    Trata-se de uma reflexão sobre as ameaças aos direitos humanos, sobretudo à dignidade e à liberdade, e à essência humana geradas pelo avanço da biotecnologia. O foco de alerta e resgate da noção de cuidado de si perpassa a perspectiva de futuro de M. Foucault e usa como complemento e desfecho a noção de responsabilidade de H. Jonas para a manutenção da vida e para a realização do sentido do humano e das novas gerações – papel ético por excelência. O (...)
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  54. Nemone de Sousa Pessoa (2010). Panacum de Paradoxos, de Glenn W. Erickson e John A. Fossa. Princípios 13 (19-20):219-221.score: 51.0
    Resenha do livro de Glenn W. Erickson e John A. Fossa. Panacum de Paradoxos . Natal: EDUFRN, 2006. 191 páginas  .
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  55. Rodrigo Portella (2012). Pentecostalismo clássico E valores de autonomia: Sobre O poder simbólico Das representações pentecostais. Revista de Teologia (Reveleteo). Issn 2177-952x 6 (10):p. 03-15.score: 51.0
    O artigo visa analisar como as representações simbólicas da teologia pentecostal clássica, e a vivência comunitária no pentecostalismo clássico, ajudam as pessoas excluídas, cultural, econômica e socialmente a encontrarem um espaço onde lhes é oferecido autonomia. A análise refere-se ao pentecostalismo clássico, ou seja, se busca na tipologia clássica da Assembléia de Deus as representações simbólicas para a construção das argumentações do texto. Referencia-se, o artigo, em autores consagrados que estudaram o pentecostalismo de matriz clássica.
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  56. Ubiratane de Morais Rodrigues (2012). Anarquia e subjetividade no pensamento de Emmanuel Levinas. Princípios 18 (30):163-179.score: 51.0
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O objetivo deste artigo é apresentar a crítica levinasiana à identificaçáo da subjetividade com a consciência, assim como sua concepçáo de subjetividade de origem anárquica. Para tanto, iniciaremos com a crítica de Levinas ao conceito de Eu, pensado em grande parte da filosofia ocidental e as noções de Ideia (...)
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  57. Denis Coitinho Silveira (2007). Complementaridade entre uma ética das virtudes e dos princípios na teoria da justiça de Aristóteles. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 51.0
    O objetivo deste artigo é analisar a teoria da justiça de Aristóteles elaborada na Ethica Nicomachea, Livro V, a partir de um certo deslocamento em relação à teoria das virtudes, que faz uso da escolha deliberada do agente, para utilizar-se de critérios mais objetivos baseados na igualdade, em que se encontram aspectos universalistas e procedimentais na constituição dos princípios de justiça na esfera pública, visando identificar uma complementaridade entre uma ética das virtudes e uma ética dos princípios na filosofia prática (...)
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  58. Flávio Miguel de Oliveira Zimmermann (2010). Sobre o ceticismo moderado de Mersenne, Gassendi e Hume. Princípios 16 (25):171-186.score: 51.0
    Ultimamente bastante atençáo vem sendo dispensada ao estudo do ceticismo moderado na modernidade. O famoso historiador da filosofia Richard Popkin, em sua História do Ceticismo de Erasmo a Espinosa , cunhou a denominaçáo de ceticismo epistemológico para qualificar os membros desta corrente e nela inseriu os filósofos setecentistas Gassendi e Mersenne, considerando-os seus principais representantes. Além disso, no século XVIII temos o denominado ceticismo mitigado de Hume, que chamou a atençáo dos filósofos modernos para definir os limites do ceticismo. Este (...)
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  59. Jonas Gonçalves Coelho (2010). A "pessoa" de Rudder Baker é realmente incorporada? Princípios 15 (23):191-203.score: 49.5
    Alguns filósofos materialistas pensam, contra o dualismo de substância, que uma mente incorporada é apenas uma mente que depende de um corpo para existir, isto é, que a mente náo existe independentemente de um corpo. Tomarei como representativas deste ponto de vista muito limitado sobre incorporaçáo as idéias de Lynne Baker e sua Teoria da Constituiçáo de Propriedades. Baker diz que prefere enfrentar o problema da relaçáo pessoa e corpo em vez da relaçáo mente e corpo porque esta última formulaçáo (...)
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  60. Deborah E. de Lange (forthcoming). How Do Universities Make Progress? Stakeholder-Related Mechanisms Affecting Adoption of Sustainability in University Curricula. Journal of Business Ethics.score: 49.5
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  61. Deborah E. de Lange, Timo Busch & Javier Delgado-Ceballos (2012). Sustaining Sustainability in Organizations. Journal of Business Ethics 110 (2):151-156.score: 49.5
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  62. Andréia Morés (2013). Educação superior e processos de ensino e aprendizagem em EaD: os casos UCS e UFRGS // University education and teaching and learning processes in EaD: UCS and UFRGS cases. Conjectura 18.score: 48.0
    O presente artigo contempla a contextualização da educação superior na contemporaneidade, seus desafios e exigências demandados pelos novos tempos e espaços de formação em relação aos estudos da Educação a Distância (EaD) e aos avanços frente aos processos de ensino e aprendizagem em EaD. Este estudo é parte da investigação qualitativa realizada junto aos cursos de Pedagogia EaD da Universidade de Caxias do Sul (UCS) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O lastro teórico que embasou esta (...)
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  63. Miguel Alfredo Orth, Fabiane Sarmento Oliveira Fuet, Janete Otte & Marcus Freitas Neves (2013). Ambientes virtuais de aprendizagem e formação continuada de professores na modalidade a distância // Virtual learning environments and continuous teachers training in distance modality. Conjectura 18.score: 48.0
    Com este artigo, problematizou-se o potencial da formação continuada de professores por meio da educação a distância mediada pelo Moodle. Nessa perspectiva, pesquisou-se, principalmente, a integração hipermidiática das tecnologias nesse ambiente virtual de aprendizagem, no curso a distância de pós-graduação lato sensu em Mídias na Educação. Para isso, selecionou-se uma aula de uma disciplina desse curso oferecida no primeiro semestre de 2011 por uma universidade na qual um dos autores deste artigo trabalhou como professor-tutor. Assim, foi realizada uma investigação com (...)
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  64. Jorge Luiz Viesenteiner (2013). O Conceito de Vivência (Erlebnis) Em Nietzsche: Gênese, Significado E Recepção. Kriterion 54 (127):141-155.score: 48.0
    O objetivo deste artigo é analisar o conceito de vivência (Erlebnis) na filosofia de Nietzsche, desde o seu primeiro emprego em língua alemã, seu significado e a recepção que Nietzsche faz da palavra no interior da sua filosofia. O conceito de Erlebnis, particularmente caro à filosofia de Nietzsche, mas também à fenomenologia, possui originariamente uma tríplice significação: a) a imediatez (Unmittelbarkeit) entre homem e mundo; b) a significabilidade (Bedeutsamkeit) para o caráter global da existência; e c) a incomensurabilidade (Inkommensurabilität) do (...)
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  65. Aldo Lopes Dinucci (forthcoming). Sócrates e as estátuas de Dédalo: algumas considerações sobre a Techné moral e socrática. Archai.score: 48.0
    Neste artigo, faremos uma análise da noção socrática de technê, que se desdobra em dois sentidos: uma sabedoria instável, humana e crítica (uma sophia de Dédalo), e uma sabedoria estável, divina e ideal. Ambas seguem o critério racional, o que implica uma concepção da alma segundo a qual as motivações são estritamente racionais.
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  66. Pedro Costa Rego (2013). Idealismo E Refutação Do Idealismo Na Filosofia Crítica de Kant. Kriterion 54 (127):63-87.score: 48.0
    O presente trabalho versa sobre o tema, central no projeto filosófico de Kant, da refutação do idealismo, concentrando-se em dois momentos da Crítica da Razão Pura (CRP): a Dedução Transcendental e a Refutação do Idealismo. Adoto duas hipóteses interpretativas: a primeira, de que a seção da CRP intitulada "Refutação do Idealismo" não esgota o projeto kantiano de uma refutação do idealismo, mas lhe fornece o acabamento, apresentando-se como um desenvolvimento de argumentos aduzidos na Dedução Transcendental. A segunda, de que a (...)
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  67. Luiz Rohden (2013). Hermenêutica E[M] Resposta Ao Elogio da Verdadeira Filosofia da Carta Sétima de Platão. Kriterion 54 (127):25-42.score: 48.0
    Nossa leitura da Carta Sétima parte do pressuposto segundo o qual o filosofar instaura-se sobre um exercício dialético incessante entre fenomenologia e hermenêutica do real. Objetivamos aqui, por um lado, justificar a atualidade e a pertinência da hermenêutica filosófica bem como sua apropriada aplicação aos textos filosóficos e, por outro, elucidar o que julgamos ser o cerne da carta em questão, ou seja, indicar traços fundamentais da verdadeira filosofia e, portanto, dos verdadeiros filósofos segundo nossa leitura do escrito de Platão. (...)
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  68. Charbel Niño Ei-Hani & Antonio Augusto Passos Videira (2001). Causação Descendente, Emergência de Propriedades E Modos Causais Aristotélicos (Downward Causation, Property Emergence, and Aristotelian Causal Modes). Theoria 16 (2):301-329.score: 48.0
    O problema da causação descendente é um ponto central na formulação do fisicalismo não-redutivo e na compreensão da emergência de propriedades. Duas interpretações possíveis da causação descendente, nas quais a contribuição do pensamento aristotélico é importante, são examinadas. Os requisitos do programa de matematização da natureza na mecanica clássica, que levaram ao abandono de três dos modos causais aristotélicos, nao parecem igualmente importantes nas ciencias especiais. Isto sugere que a contribuição de Aristóteles pode ser, de certa maneira, retomada. Uma definição (...)
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  69. Fernando Muniz (forthcoming). Performance e Élenkhos no Íon de Platão. Archai.score: 48.0
    No Íon, a autoridade e a sabedoria de poetas e rapsodos são confrontadas por meios indiretos. O caráter oblíquo dessa estratégia impede o acesso direto ao conteúdo do diálogo e provoca inúmeros equívocos de leitura. Um fato contextual estimula mais ainda leituras equivocadas. A poesia tratada no Íon difere muito da forma como nós, modernos, a entendemos. Na Antiguidade grega, de base aural, a poesia era o modo privilegiado de conservação da tradição herdada, e permaneceu exercendo essa função capital até (...)
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  70. Christopher Rowe (forthcoming). O tema da raiva na Retórica e na Ética de Aristóteles. Archai.score: 48.0
    Em breve “diálogo” com dois textos do Prof. John Cooper, este artigo trata um aspecto particular da relação entre os tratamentos da “alma”, principalmente, no Livro IV da República de Platão; e por Aristóteles no De anima, na Retórica e nos tratados éticos. Para Platão, a alma humana representa a combinação de três elementos, partes ou fatores - logistikon, thumoeides, epithumêtikon -, comparáveis a um homem, um leão e um monstro e respectivamente associados a ações causadas pela razão, pelo “thumos” (...)
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  71. Glenn W. Erickson (2010). Metafí­sica: história e problemas, de Bonaccini, J. A.; Medeiros, M. da Paz N.; Silva, M. F. e Bauchwitz, O. F. (Orgs.). [REVIEW] Princípios 13 (19-20):216-218.score: 48.0
    Resenha do livro de Juan Adolfo Bonaccini, Maria de Paz Nunes Medeiros, Markus Figueira de Silva e Oscar Frederico Bauchwitz (Org.). Metafísica: história e problemas: atas do I Colóquio Internacional da Metafísica . Natal: EDUFRN, 2006, 332 páginas. [Coleçáo Metafísica n. 5].
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  72. Luiz Carlos Itaborahy (2013). O horizonte da juventude na educação e pastoral populares: história, diálogo e configuração de Medellín a Puebla (1968-1979). 2012. [REVIEW] Horizonte 11 (29):414-416.score: 48.0
    DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ITABORAHY, Luiz Carlos. O horizonte da juventude na educação e pastoral populares : história, diálogo e configuração de Medellín a Puebla (1968-1979). 2012. 207 folhas. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião, Belo Horizonte.
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  73. Wanderley J. Ferreira Júnior (2012). Condições de possibilidade para o pensar e oagir ético: a experiência da diferença e do outro. Conjectura 17.score: 48.0
    Este texto analisa a experiência do pensar e do agir ético em tempos de morte do desejo de filosofar e do sujeito. Também o caráter da experiência de pensamento e a exigência de ruptura com uma determinada imagem do pensamento, consolidada pela própria tradição filosófica e por nossa prática como professores de filosofia e sujeitos éticos. Faz uma crítica à ética universal e à ideia de sujeito universal que lhe é subjacente num contexto em que se proclama a morte do (...)
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  74. Jorge Dos Santos Lima (2010). A linha dividida: uma abordagem matemática í filosofia platônica, de Glenn Erickson e John Fossa. Princípios 14 (21):307-312.score: 48.0
    Resenha do livro de Erickson, Glenn W.; e Fossa, John A.. A linha dividida : uma abordagem matemática à filosofia platônica . Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2006. 186 páginas. [Coleçáo Metafísica, n. 4].
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  75. Tassos Lycurgo (2010). Número e razão, de Glenn W. Erickson e John A. Fossa. Princípios 14 (22):305-309.score: 48.0
    Resenha do livro de E rickson, Glenn W. e Fossa, John A.. Número e razáo : os fundamentos matemáticos da metafísica platônica. Natal: EDUFRN, 2005. 252 páginas.
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  76. Solange Missagia Matos (2013). Imaginário religioso: o simbolismo do herói à luz de Joseph Campbell e Carl Gustav Jung. 2011. Horizonte 11 (29):409-411.score: 48.0
    DISSERTAÇÃO DE MESTRADO MATTOS, Solange Missagia. Imaginário religioso: o simbolismo do herói à luz de Joseph Campbell e Carl Gustav Jung. 2011. 115 folhas. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião, Belo Horizonte.
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  77. Mario Henrique Resende Melo (2013). O significado histórica religiosa da venerável ordem terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo de Sabará nas minas oitocentistas: práticas religiosas e representações. 2011. Horizonte 11 (29):405-406.score: 48.0
    DISSERTAÇÃO DE MESTRADO MELO, Mário Henrique Resende. O significado histórico religioso da venerável ordem terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo de Sabará nas minas oitocentistas: práticas religiosas e representações. 2011. 100 folhas. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião, Belo Horizonte.
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  78. Ivanilde Apoliceno Oliveira & Alder Sousa Dias (2012). Ética da Libertação de Enrique Dussel: caminho de superação do irracionalismo moderno e da exclusão social. Conjectura 17.score: 48.0
    Este estudo, realizado por meio de pesquisa bibliográfica, tem como foco a Ética da Libertação de Dussel, com o objetivo de refletir sobre a relação entre o Eu e o Outro no campo social, debatendo a questão da exclusão social. A partir de sua ética analisa-se criticamente o discurso eurocêntrico moderno e a possibilidade de superação do irracionalismo moderno, por meio da razão crítico-libertadora. Está estruturado em duas partes: na primeira, apresentamos o olhar de Dussel sobre a modernidade, focando o (...)
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  79. Talita Carneiro Gader Safa & Samuel Mendonça (2012). Educação moral: a busca da excelência a partir de virtudes aristotélicas e a formação do educador. Conjectura 17.score: 48.0
    O artigo "Educação moral: a busca da excelência a partir de virtudes aristotélicas e a formação do educador" coloca em relevo a necessidade do cultivo de virtudes para a construção da excelência moral do homem. Discutimos a importância da compreensão do termo filosófico. Os resultados esperados consistem na possibilidade do educador de conseguir compreender, dentre os valores clássicos, em específico, o da justiça e o da amizade, como sendo a base para a discussão da educação moral. Se a educação moral (...)
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  80. Dennys Garcia Xavier (2010). Composição dramática e maiêutica no Teeteto de Platão. Princípios 14 (21):175-194.score: 48.0
    Neste artigo, submetendo a breve análise a digressáo sobre a maiêutica “socrática”, tentamos demonstrar em que medida a escolha dos personagens do Teeteto de Platáo determina a natureza do debate desenvolvido ali. Inspirados pelo critério hermenêutico da escola de Tübingen-Miláo , julgamos que a recomposiçáo dos perfis dramático-biográficos daqueles personagens, em plena harmonia com a teoria do escrito-jogo de Platáo apresentada na parte conclusiva do Fedro e completada, em seu aspecto dramático-compositivo pelo livro III da República , seja elemento central (...)
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  81. Emmanuel Alloa (2012). Escritura, encarnação, temporização: Merleau-Ponty e Derrida acerca de A origem da Geometria. Dois Pontos 9 (1).score: 48.0
    A história intelectual do século XX tem sido escrita ao longo de um cenário que vê, na morte de Merleau-Ponty em 1961, a linha de divisória entre uma geração existencial e fenomenológica e o evento do estruturalismo imediatamente subsequente. A publicação das notas de leitura de Merleau-Ponty sobre o texto A origem da geometria, de Edmund Husserl, tem mostrado quão frágeis são os alicerces desta leitura simplificadora. Na verdade, enquanto a tradução e introdução de Derrida ao texto de Husserl, de (...)
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  82. Bernardo Bayona Aznar (2010). Autonomia della città dell'uomo e religione in Marsilio da Padova, de Gianfranco Maglio. Princípios 12 (17-18):210-212.score: 48.0
    Resenha do livro de Maglio, Gianfranco, Autonomia della città dell’uomo e religione in Marsilio da Padova. S. Pietro in Cariano: Il Segno dei Gabrielli editori, 2003, 226 páginas.
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  83. Carolina Bagattolli (2010). Ciência Política E Política de Ciê̂ncia : Projetos Políticos E Modelos Cognitivos Na Política Científica E Tecnológica. In Renato Dagnino & Rafael de Brito Dias (eds.), Estudos Sociais da Ciência E Tecnologia & Política de Ciência E Tecnologia: Alternativas Para Uma Nova América Latina. Gapi Unicamp.score: 48.0
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  84. Aron Pilotto Barco (2013). A concepção husserliana de corporeidade: A distinção fenomenológica entre corpo próprio E corpos inanimados. Synesis 4 (2).score: 48.0
    Ao contrário do que as diversas aproximações entre Husserl e Descartes podem sugerir, Husserl foi um severo crítico do dualismo mente-corpo. Esse texto tem por objetivo explicar o conceito husserliano de corporeidade para assim expor como o autor defende uma concepção não dualista da corporeidade. Para Husserl não se trata de propor ‘eu tenho um corpo’ – o que pressupõe um componente anímico possuidor –, mas sim ‘eu sou um corpo’.
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  85. Evaldo Becker (2011). Similitudes entre as filosofias de Rousseau e Platão. Princípios 18 (29):49-62.score: 48.0
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 No presente artigo, trataremos acerca de algumas similitudes que podem ser percebidas entre as obras de Jean-Jacques Rousseau e Platáo. Pretendemos examinar principalmente as proximidades existentes acerca da eloqüência ou do poder do discurso tendo como fim ações políticas. Visa-se demonstrar que ambos autores possuem tanto uma valoraçáo positiva, quanto uma valoraçáo negativa do discurso e da eloqüência. Para tanto, utilizaremos principalmente as obras: Ensaio sobre a origem das línguas e o Discurso sobre (...)
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  86. Juan Adolfo Bonaccini (2010). Peculiariedade e Dificuldade do Conceito de Idealismo Transcendental em Kant. Princípios 2 (3):92-101.score: 48.0
    o conceito de Idealismo Transcendental e aplicado por Kant para diferenciar 0 conceito tentando mostrar que ele e inseparavel do conceito de fenemeno e do polemico conceito da coisa em-st. Feito isso, evidencia algumas das dificuldades que 0 referido conceito coloca a partir da analise de algumas objecoes "classicas'' levantadas pelo Idealismo Alernao. Palavras-chave: Kant -Idealismo Transcendental -Fenorneno, Coisa Em-si. o empreendimento da Critica da razao Pura dos sistemas idealistas tradicionais. 0 autor analisa.
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  87. Pablo Capistrano (2010). Logos & poesis: neoplatonismo e literatura, de Sandra Erickson e Glenn Erickson. Princípios 14 (21):289-293.score: 48.0
    Resenha do livro de Erickson, Sandra S. F., e Erickson, Glenn W. Logos & poesis: neoplatonismo e literatura. Natal: EDUFRN, 2006. 193 páginas.
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  88. Rogério Bezerra da Silva (2010). Pólo E Parque de Alta Tecnologia : Política de Desenvolvimento? In Renato Dagnino & Rafael de Brito Dias (eds.), Estudos Sociais da Ciência E Tecnologia & Política de Ciência E Tecnologia: Alternativas Para Uma Nova América Latina. Gapi Unicamp.score: 48.0
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  89. Alfrancio Ferreira Dias (2012). Redistribuição E reconhecimento de gênero na perspectiva de Axel Honneth E Nancy Fraser. Saberes Em Perspectiva 2 (1):93-107.score: 48.0
    As teorias feministas de gênero passaram nas ultimas décadas de uma concepção pós-marxistas a partir dos novos estudos de cultura e identidade, baseando-se no movimento de redistribuição, para o de reconhecimento. Este artigo mostra esse processo de mudança de paradigma. Nele não se procura uma análise de gênero ampla o bastante para abrigar todas as variedades das preocupações feministas. Mostra a concepção de justiça de Nancy Fraser que abrange tanto a redistribuição quanto o reconhecimento, pois reparar a injustiça certamente requer (...)
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  90. Glenn W. Erickson (2010). A filosofia americana: conversações com Quine, Davidson, Putnam, Nozick, Danto, Rorty, Cavell, MacIntyre e Kuhn, de Giovanna Borradori. Princípios 12 (17-18):213-217.score: 48.0
    Resenha do livro de Giovanna Borradori. A filosofia americana: conversações com Quine, Davidson, Putnam, Nozick, Danto, Rorty, Cavell, MacIntyre e Kuhn . Traduçáo de Álvaro Lorencini. Sáo Paulo: Editora UNESP, 2003, 223 páginas.
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  91. Glenn W. Erickson (2010). Kant e o problema da coisa em si no Idealismo Alemão, de Juan Adolfo Bonaccini. Princípios 12 (17-18):224-225.score: 48.0
    Resenha do livro de Juan Adolfo Bonaccini. Kant e o problema da coisa em si no Idealismo Alemáo : sua atualidade e relevância para a compreensáo do problema da Filosofia. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003. 442 páginas [Coleçáo Metafísica 3].
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  92. Glenn W. Erickson (2010). O pote e a rodilha, de Abrahão Costa Andrade. Princípios 14 (22):318-321.score: 48.0
    Resenha do livro de Andrade, Abraháo Costa. O pote e a rodilha : tempo e imaginaçáo como história por fazer segundo o pensamento de Paul Ricoeur. Natal: EDUFRN, 2006. [Coleçáo Metafísica]. 134 páginas.
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  93. Sandra S. F. Erickson (2010). The Salt Companion to Harold Bloom, de Roy Sellars E Graham Allen. Princípios 14 (21):294-302.score: 48.0
    Resenha do livro de Sellars, Roy, e Allen, Graham (Orgs.). The Salt Companion to Harold Bloom . Cambridge: Salt, 2007. 505 páginas.
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  94. Charles Feldhaus (2011). As respostas de Habermas e Rawls às objeções de tipo hegeliano à ética de Kant. Princípios 18 (29):179-202.score: 48.0
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O presente estudo pretende examinar em que medida as reformulações da ética kantiana, empreendidas por Habermas e Rawls, poderiam responder às objeções de tipo hegeliano desfechadas contra a ética de Kant. A concepçáo de justiça desenvolvida por Rawls em seu livro A Theory of Justice e reformulada em Political Liberalism tem sido alvo de críticas de pensadores das mais diversas vertentes, inclusive comunitaristas, entre as principais objeções encontram-se a de que está comprometido com (...)
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  95. Azar Filho & Celso Martins (2012). Método e estilo, subjetividade e conhecimento nos ensaios de Montaigne. Kriterion 53 (126):559-578.score: 48.0
    A característica mais notável da filosofia renascentista foi também o que tornou sua assimilação pela história da filosofia tão difícil: a interação entre forma e conteúdo, entre ideia e sua expressão. Tal resulta da tentativa de realizar outra inter-relação que lhe é ainda mais essencial: aquela entre teoria e prática, pensamento e ação. Nos Ensaios de Montaigne, o método constitui antes de tudo um estilo de vida: a linguagem é aí o meio pelo qual a implicação entre mundos externos e (...)
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  96. Celso Martins Azar Filho (2010). Natureza e Lei Natural nos Ensaios de Montaigne. Princípios 3 (4):51-71.score: 48.0
    Trata-se de urn exame do conceito de lei natural na obra de Michel de Montaigne (1533-1592) através, principalmente, de considerações acerca da história das noções de lei , natureza e lei natural que, auxiliando a compreender sua ambientaçáo no pensamento renascentista, apoiam a análise simultânea de seu sentido nos Ensaios.  .
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  97. Roberto S. Kahlmeyer-Mertens (2010). Ética e Finitude, de Zeljko Loparic. Princípios 12 (17-18):205-209.score: 48.0
    Resenha do livro de Loparic, Zeljko. Ética e finitude . Sáo Paulo: Escuta, 2004, 120 páginas.
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  98. Décio Krause (2009). Newton da Costa e a Filosofia de Quase-verdade. Principia 13 (2):105-128.score: 48.0
    Este artigo pretende introduzir os três volumes de Principia que aparecerão em sequência homenageando os 80 anos do professor Newton da Costa. Ao invés de apresentar os artigos um a um, como se faz usualmente em uma introdução como esta, preferimos deixar os artigos falarem por si, e oforoecer aos leitores brasileiros, especialmente nossos estudantes, alguns aspectos da concepção de ciência e da atividade científica de Newton da Costa, fundamentadas no conceito de quase-verdade, que ele contribuiu para desenvolver de modo (...)
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  99. Bruno Martins Machado (2011). Pensamentos, sentimentos, vontades e afetos: a fisio-psicologia de Nietzsche a partir do aforismo 19 de Para Além de Bem e Mal. Princípios 17 (28):185-209.score: 48.0
    O presente estudo busca apresentar como a noçáo de fisio-psicologia proposta por Nietzsche se estrutura sobre o corpo e exige uma alteraçáo particular na determinaçáo da noçáo de vontade. Para realizar tal empreendimento, tomamos como parâmetro principalmente o aforismo 19 de Para Além de Bem e Mal . Neste texto, Nietzsche apresenta uma releitura da noçáo de vontade a partir da análise da estrutura dos afetos, dos pensamentos e dos sentimentos. A importância desse empreendimento se justifica por abrir espaço para (...)
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  100. Lucas Eugênio Rocha Medeiros (2013). Maquiavel E o chamado de cícero. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):60-69.score: 48.0
    Este artigo aborda a influência do republicanismo ciceroniano no pensamento de Nicolau Maquiavel e pretende demonstrar como este renova a tradição do pensamento político ocidental. Tendo como fio condutor a análise do regime misto e da virtude cívica como elemento comum aos dois autores, pretendemos estabelecer, ao final do texto, a inovação maquiaveliana do elogio dos conflitos frente à valorização da concórdia apregoada pelo republicanismo clássico.
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