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Search results for 'Filosofia politica' (try it on Scholar)

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  1. Delfín Ignacio Grueso (2012). Teoría crítica, justicia y metafilosofía: La validación de la filosofía política en Nancy Fraser y Axel Honneth. Eidos (16):70-98.score: 60.0
    ¿Puede un filósofo, sin más, tomar el lado de las víctimas, cuando se trata de situaciones de justicia e injusticia? ¿Puede carecer de un punto de vista objetivo acerca de lo que es moralmente bueno o malo? Si el filósofo sostiene que lo que las víctimas demandan, en lugar de redistribución, es reconocimiento, ¿debe proveer una convincente teoría de lo que es el reconocimiento y del modo como él juega un papel en las situaciones de justicia e injusticia? Este artículo (...)
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  2. Alexander Rosenberg (1998). La Teoría Económica Como Filosofía Politica (Economic Theory as Political Philosophy). Theoria 13 (2):279-299.score: 60.0
    Defiendo la legitimidad de la pregunta acerca de cuál puede ser el estatuto cognitivo de la Teoría Económica, y sostengo que la Teoría se comprende mejor como una rama de la Filosofía Política formal, en concreto, como una especie de contractualismo. Esto parece particularmente adecuado corno explicación de la Teoría deI equilibrio general. Dado el carácter intencional de las variables explicativas de la Teoría Económica y el papel de la información al realizar una elección, se argumenta que es improbable que (...)
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  3. Agemir Bavaresco, Danilo Vaz-Curado & Paulo Roberto Konzen (2010). As Leituras da Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel: Entre Hermenêutica e Recepção. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 57.0
    O artigo procura apresenta os argumentos centrais das principais correntes interpretativas da Filosofia Política de Hegel na Alemanha, França e no Brasil de forma a avaliar e demonstrar o potencial de diagnose de tal esforço teórico; ao mesmo tempo, objetiva-se demonstrar desde estes autores como uma análise da obra de Filosofia Política de Hegel revela-se atual mediante a articulação de seu sistema como um todo.
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  4. Jorge Adriano Lubenow (2010). As Críticas de Axel Honneth e Nancy Fraser à Filosofia Política de Jürgen Habermas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (1).score: 57.0
    O artigo apresenta os argumentos centrais da política deliberativa de Jürgen Habermas (1), e as perspectivas críticas de Axel Honneth (2) e Nancy Fraser (3) de forma a conferir à política habermasiana uma dimensão mais realista, um conteúdo político de vínculo mais concreto com a orientação emancipatória da práxis, e capaz de lidar melhor com a diferença, a diversidade e o conflito.
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  5. Antonio Teixeira de Barros (2012). Dimensão filosófica e política do pensamento ambiental contemporâneo. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 48.0
    O texto discute o pensamento ambiental contemporâneo na perspectiva filosófica e política. Tal pensamento tornou-se um quadro hermenêutico de referência para a compreensão e a interpretação de vários campos de conhecimento, do ponto de vista do ser, do conhecer e da ação política do ser no mundo atual, o que justifica o realce à relação entre Filosofia e Política. O pressuposto geral que orienta a discussão é que a atual configuração epistêmica do pensamento ecológico é tributária de um ideário (...)
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  6. Sérgio Ricardo Strefling (2012). A unidade do poder em Marsílio de Pádua. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2).score: 48.0
    Marsílio de Pádua foi um pensador da Idade Média que escreveu duas obras de filosofia política que influenciaram a modernidade. Este estudo analisa o capítulo 17 da primeira parte do Defensor Pacis, onde se trata da unidade do governo ou do principado. Se houver muitos em número ou espécie, tal como acontece nas grandes cidades e, em particular, em um reino, aí deve haver então um supremo governante, a quem os demais estejam subordinados e por quem sejam dirigidos. Trata-se (...)
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  7. Fausto Brito (2013). A Ruptura Dos Direitos Humanos Na Filosofia Política de Hannah Arendt. Kriterion 54 (127):177-196.score: 46.0
    O objetivo deste artigo é a análise das críticas de Hannah Arendt à concepção dos direitos humanos, introduzida pelo pensamento dos filósofos contratualistas e efetivada, politicamente, pelas revoluções americanas e francesas no final do século XVIII. Contudo, este objetivo não seria plenamente alcançado sem a avaliação da proposta de Arendt para a superação de suas próprias críticas: a reconstrução dos direitos humanos através do reconhecimento que cada indivíduo tem direito a ter direitos, independente das fronteiras do Estado-nação. Arendt vai buscar (...)
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  8. Giorgio Tonelli (1970). La Filosofia Politica di Schelling. Journal of the History of Philosophy 8 (4).score: 45.0
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  9. Silvia Manzo (2008). Los Usos Políticos Del Cuerpo: Los Dos Cuerpos Del Rey En la Filosofía Política de Francis Bacon. Kriterion 49 (117):177-199.score: 45.0
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  10. Justin Tauber (2002). “La filosofia politica di Merleau-Ponty”. Chiasmi International 4:421-421.score: 45.0
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  11. Helton Adverse (2006). O Particular E o Universal: Guicciardini E a Possibilidade de Uma Filosofia Política. Kriterion 47 (114):431-438.score: 45.0
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  12. Esteban Anchustegui Igartua, A. Casado da Rocha & Fernando Aguiar González (eds.) (2011). 17. Semana de Ética y Filosofía Política: Congreso Internacional de la Asociación Española de Ética y Filosofía Política (Aeefp). Universidad Del País Vasco.score: 45.0
     
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  13. Eduardo Assalone & Francisco Casadei (2013). Aportes de Théorie Communiste Y de la Filosofía Política de Slavoj Žižek Para la Construcción Del Concepto de “Inmediación Negativa”. International Journal of Žižek Studies 7.score: 45.0
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  14. O. Astorga (2006). Ensayos Sobre Filosofía Política y Cultura. Universidad Central de Venezuela, Ediciones de la Biblioteca.score: 45.0
     
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  15. Emmanuel Biset (2006). Tensiones: Notas de Filosofía Política a Partir de Jacques Derrida. In Carlos Balzi & César Marchesino (eds.), Hostilidad/Hospitalidad. Universidad Nacional de Córdoba, Area de Filosofía Del Centro de Investigaciones de la Facultad de Filosofía y Humanidades.score: 45.0
     
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  16. Gianfranco Borrelli & Stefano Calzolari (eds.) (2007). Divenire Soggetti: La Nozione di Soggetto Tra Il Novecento E L'Oggi: Filosofia, Politica, Avanguardie: Interventi Del Ciclo Seminariale Omonimo, Parma, 26 Ottobre-18 Dicembre 2006. [REVIEW] Edizioni Punto Rosso.score: 45.0
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  17. L. Capezzone (2010). Fuori Dalla Città Iniqua: Legge E Ribellione Nella Filosofia Politica Dell'islam Medievale. Carocci.score: 45.0
     
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  18. Alejandra Carrasco (2000). El Fundamento Antropológico de la Filosofía Política y Moral de Thomas Hobbes. The Review of Metaphysics 54 (2):454-455.score: 45.0
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  19. José Rubio Carrecedo (ed.) (2007). Political Philosophy: New Proposals for New Questions: Proceedings of the 22nd Ivr World Congress, Granada 2005, Volume Ii = Filosofía Política: Nuevas Propuestas Para Nuevas Cuestiones. [REVIEW] Franz Steiner Verlag.score: 45.0
  20. Alfredo Cruz Prados (2008). Filosofía Política. Eunsa.score: 45.0
     
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  21. Danilo Santos Dornas (forthcoming). A filosofia política de Ortega y Gasset. Crítica.score: 45.0
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  22. Giuseppe Duso (2007). La Logica Del Potere: Storia Concettuale Come Filosofia Politica. Polimetrica.score: 45.0
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  23. Paolo Flores D'Arcais (2007). Atei o Credenti?: Filosofia, Politica, Etica, Scienza. Fazi.score: 45.0
     
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  24. Paolo Flores D'Arcais (2004). Il Sovrano E Il Dissidente, Ovvero, la Democrazia Presa Sul Serio: Saggio di Filosofia Politica Per Cittadini Esigenti. Garzanti.score: 45.0
     
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  25. Alfonso Madrid Espinoza (2008). La Utopía de la Democracia: Filosofía Política. Fontamara.score: 45.0
     
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  26. Felip Martí-Jufresa (2009). Música Desconcertada: Filosofia, Política I Música Moderna. Lleonard Muntaner.score: 45.0
     
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  27. Maurizio Merlo (2006). La Legge E la Coscienza: Il Problema Della Libertà Nella Filosofia Politica di John Locke. Polimetrica.score: 45.0
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  28. Suárez Molano & José Olimpo (2004). Syllabus Sobre Filosofía Política. Universidad Pontificia Bolivariana, Escuela de Derecho y Ciencias Políticas.score: 45.0
     
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  29. Aldo Pardi (2009). Dieci Colpi di Martello: Per Una Filosofia Politica Del Conflitto. Ombre Corte.score: 45.0
     
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  30. Fernando Quesada (ed.) (2008). Ciudad y Ciudadanía: Senderos y Contemporáneos de la Filosofía Política. Editorial Trotta.score: 45.0
     
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  31. Jorge Rendón Alarcón (ed.) (2007). Filosofía Política: Sus Clásicos y Sus Problemas Actuales. Universidad Autónoma Metropolitana, Unidad Iztapalapa.score: 45.0
     
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  32. Andrea Salvatore (2010). Giustizia in Contesto: La Filosofia Politica di Michael Walzer. Liguori.score: 45.0
     
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  33. Roberta Sala (2012). La Verità Sospesa: Ragionevolezza E Irragionevolezza Nella Filosofia Politica di John Rawls. Liguori.score: 45.0
     
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  34. Federico Sollazzo (2011). Totalitarismo, Democrazia, Etica Pubblica: Scritti di Filosofia Morale, Filosofia Politica, Etica. Aracne.score: 45.0
     
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  35. Carlos Kohn Wacher (2000). Del 'Individualismo Posesivo' a la Sociedad Bien Ordenada: La Influencia de Hobbes y Smith En la Filosofía Política de Rawls. Hobbes Studies 13 (1):12-33.score: 45.0
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  36. Nora Rabotnikof (2012). Filosofía, historia y política: Ensayos filosóficos 1974-1988. Diánoia 57 (68):175-180.score: 39.0
    En este ensayo se examina de manera crítica el desarrollo de la filosofía analítica y, en particular, de la filosofía analítica latinoamericana. Se propone que esta última adopte un giro político y uno pedagógico con el fin de recuperar su espíritu original y reconectarse con la tradición intelectual latinoamericana. This essay is a critical examination of the development of analytic philosophy and, in particular, of Latin American analytic philosophy. It is argued that the latter ought to adopt a political and (...)
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  37. Rafael Castillo (2012). La filosofía animal de Nietzsche: Cultura, política y animalidad del ser humano. Signos Filosóficos 14 (27):169-175.score: 39.0
    El objetivo del artículo es reflexionar sobre el concepto de revuelta popular para precisar su valor heurístico en relación con la comunidad política. Para ello se realiza un recorrido teórico de la idea de revuelta popular en algunos textos de Arendt, Rancière, Blanchot, Nancy, Agamben y Esposito. Propongo que la revuelta debe ser entendida en el marco de una ontología de la comunidad. Se concluye que la revuelta popular supone el rechazo de un orden de desigualdad sostenido en un desacuerdo (...)
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  38. Esteban Bieda (forthcoming). Lucas Soares. Enseñar filosofía o filosofía del enseñar: acerca de Platón y la política. Buenos Aires, Tecnos, 2010. Archai.score: 36.0
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  39. P. M. Fraser (1954). Franco Carrata Thomes: Egemonia Beotica E Potenza Marittima Nella Politica di Epaminonda. (Univ. Di Torino, Pubblic. Delle Facoltá di Lettere E Filosofia, Iv.4.) Pp.52. 1952. Paper, L. 350. [REVIEW] The Classical Review 4 (3-4):311-312.score: 36.0
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  40. Lluís Alegret & Ramon Alcoberro I. Pericay (eds.) (2004). Filosofia I Política, Ara: Cicle de Conferències Ateneu Barcelonès. La Busca.score: 36.0
     
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  41. Giuliano Antonello (2011). Prospettiva Deleuze: Filosofia, Arte, Politica. Ombre Corte.score: 36.0
     
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  42. D. Belliti (2004). Dopo Il Totalitarismo: Filosofia E Politica Nel Pensiero di Hannah Arendt. Crt.score: 36.0
     
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  43. Lorenzo Bianchi (ed.) (2007). Etica E Progresso: Atti Del Convegno Organizzato Dal Dipartimento di Filosofia E Politica Dell'università Degli Studi di Napoli "L'orientale" in Collaborazione Con l'Université de Bourgogne E l'Istituto Italiano Per Gli Studi Filosofici, Napoli, 2-4 Dicembre 2004. [REVIEW] Liguori.score: 36.0
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  44. Lorenzo Bianchi & Gianni Paganini (eds.) (2010). L'umanesimo Scientifico Dal Rinascimento All'illuminismo: Atti Del Convegno Internazionale Organizzato Dal Dipartimento di Filosofia E Politica Dell'università Degli Studi di Napoli "L'orientale" in Collaborazione Con Il Dipartimento di Studi Umanistici Dell'università Del Piemonte Orientale E l'Istituto Italiano Per Gli Studi Filosofici, Napoli 27-29 Settembre 2007. [REVIEW] Liguori.score: 36.0
     
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  45. Giovanna Borrello (2009). La Filosofia Come Cura: Karl Jaspers Filosofo E Medico: Dall'antipsichiatria Alla Politica Attraverso Una Filosofia Dell'esistenza. Liguori.score: 36.0
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  46. Lluís Brines I. Garcia (2004). La Filosofia Social I Política de Francesc Eiximenis. Novaedició.score: 36.0
     
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  47. Pierpaolo Cesaroni (2010). La Distanza da Sé: Politica E Filosofia in Michel Foucalt. Cleup.score: 36.0
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  48. Marzia Di Carlo (2011). Charles Taylor Interprete di Hegel: Genesi di Un Pensiero Tra Filosofia E Comunità Politica. Aracne.score: 36.0
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  49. Roberto Esposito (2007). Terza Persona: Politica Della Vita E Filosofia Dell'impersonale. Einaudi.score: 36.0
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  50. Giusi Furnari Luvarà (ed.) (2006). Hannah Arendt Tra Filosofia E Politica: Atti Del Convegno, Messina, 25-26 Novembre 2004. Rubbettino.score: 36.0
     
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  51. Richard T. De George (1965). La Filosofia Etico-Politica di Spinoza. Philosophical Studies 14:267-268.score: 36.0
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  52. Jiménez Jiménez & Luis Felipe (2007). Dios y El Gobierno de Los Hombres En la Europa Medieval: Una Introducción a la Filosofía y la Política En la Edad Media. Fondo Estatal Para la Cultura y Las Artes de Zacatecas.score: 36.0
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  53. Maria Cristina Laurenti (2007). Simone Weil Tra Politica, Filosofia E Mistica. Anicia.score: 36.0
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  54. Luis Martínez de Velasco (2011). La Razón Recuperada: Ensayos de Filosofía Moral y Política. Editorial Fundamentos.score: 36.0
     
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  55. Rey Morató & Javier del (2010). América Latina, 1810-2010: Filosofía, Religión y Política En El Espacio Antropológico: Una Teoría de la Comunicación y la Cultura. [REVIEW] Editorial Fragua.score: 36.0
     
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  56. Luca Mori (2013). Filosofia con I bambini attraverso gli esperimenti mentali E socializzazione politica primaria. Childhood and Philosophy 8 (16):265-290.score: 36.0
    This article presents an approach in doing philosophy with children through thought experiments, by focusing on that one about founding an utopia. Describing the group work practice and the role of philosophers in the dialogic learning process provided by the mental simulation concerning utopia, the author presents some elementary observations on the central role played by thought experiments both in philosophy and in the natural sciences, and stresses a variety of interesting implications in doing philosophy with children through thought experiments. (...)
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  57. Amélie Oksenberg Rorty (forthcoming). Filosofia da educação, história da filosofia e política educativa. Crítica.score: 36.0
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  58. Leonel Ribeiro dos Santos & José Gomes André (eds.) (2007). Filosofia Kantiana Do Direito E da Politica: Seminario Internacional. Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.score: 36.0
     
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  59. Teresa Serra (ed.) (2010). Machiavelli Tra Filosofia E Politica. Aracne.score: 36.0
     
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  60. Samuel Simon (2005). Albert Einstein: ciência, filosofia e política. Scientiae Studia 3 (4):715-726.score: 36.0
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  61. Matteo Simonetti (2005). Stasera Dirige Nietzsche: La Musica Tra Filosofia E Politica. Pantheon.score: 36.0
     
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  62. Falcón Y. Tella & María José (2009). Estudios de Filosofía Jurídica y Política. Unam, Instituto de Investigaciones Jurídicas.score: 36.0
     
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  63. Sebastián Torres (2006). La Hostilidad, Entre Filosofía y Política. In Carlos Balzi & César Marchesino (eds.), Hostilidad/Hospitalidad. Universidad Nacional de Córdoba, Area de Filosofía Del Centro de Investigaciones de la Facultad de Filosofía y Humanidades.score: 36.0
     
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  64. Mugur Voloș (2008). Filosofia Social-Politică a Generației '27: Mircea Vulcănescu, Mircea Eliade, Constantin Noica, Emil Cioran. Biblioteca Revistei Familia.score: 36.0
     
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  65. Lucas Eugênio Rocha Medeiros (2013). Maquiavel E o chamado de cícero. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):60-69.score: 33.0
    Este artigo aborda a influência do republicanismo ciceroniano no pensamento de Nicolau Maquiavel e pretende demonstrar como este renova a tradição do pensamento político ocidental. Tendo como fio condutor a análise do regime misto e da virtude cívica como elemento comum aos dois autores, pretendemos estabelecer, ao final do texto, a inovação maquiaveliana do elogio dos conflitos frente à valorização da concórdia apregoada pelo republicanismo clássico.
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  66. Jean Hampton (1986/1988). Hobbes and the Social Contract Tradition. Cambridge University Press.score: 30.0
    This major study of Hobbes's political philosophy draws on recent developments in game and decision theory to explore whether the thrust of the argument in Leviathan, that it is in the interests of the people to create a ruler with absolute power, can be shown to be cogent. Professor Hampton has written a book of vital importance to political philosophers, political and social scientists, and intellectual historians.
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  67. Mariana Alvarado (2013). La Política Solidaria de Una República Escolar En Carlos Norberto Vergara. Childhood and Philosophy 8 (16):405-420.score: 27.0
    A fines del siglo XIX y principios del XX un pedagogo mendocino C. N. Vergara (Mendoza, 1859-1929) hace experiencia en Buenos Aires, Argentina, de una república escolar animada por una política solidaria. Con este escrito pretendemos situar la experiencia para tensionar las nociones de república-institución educativa-política y solidaridad. Tomamos como pre-texto para acometer la cuestión, incidentes del siglo XXI. Algunos testimonios que dicen sobre la vida que circula hacia fuera y hacia dentro de las instituciones educativas. Incidentes que como ejercicios (...)
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  68. Iara Lucia Mellegari & Cesar Augusto Ramos (2011). Direitos humanos e dignidade política da cidadania em Hannah Arendt. Princípios 18 (29):149-178.score: 24.0
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O presente artigo tem por objetivo abordar o tema dos direitos humanos e cidadania sob a perspectiva da filosofia política de Hannah Arendt. O artigo retrata, em sua primeira parte, a ilusáo fundacionista dos direitos humanos ante a situaçáo dos apátridas e refugiados, situaçáo que leva a autora a formular o conceito de cidadania como o direito a ter direitos . Na sequência, analisa os elementos que configuram sua teoria política, tais como: (...)
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  69. Pedro Gerardo Acosta (ed.) (2008). I Congreso Colombiano de Filosofía: Memorias. Universidad de Bogotá Jorge Tadeo Lozano.score: 24.0
    v. 1. Estética, fenomenología y hermenéutica -- v. 2. Filosofía de la ciencia, filosofía del lenguaje y filosofía de la psiquiatría -- v. 3. Ética y filosofía política, filosofía de la religión e historia de la filosofía.
     
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  70. María G. Navarro (2004). Review of 'Guerra y Filosofía. Concepciones de la Guerra En la Historia Del Pensamiento' by José García Caneiro and Francisco Javier Vidarte. [REVIEW] In Reyes Mate, Concha Roldán and Txetxu Ausín. Guerra y Paz En Nombre de la Política:319-322.score: 24.0
    Los autores de esta obra dedicada a la compilación y comentario de las concepciones de la guerra existentes en nuestra historia de la filosofía son conscientes de que ninguna filosofía podría dar una definición de qué sea la guerra, cuáles sean sus causas, sus justificaciones o bajo qué concepción de la naturaleza humana cabe explicar este fenómeno o cuál sea el papel jugado por los Estados sin que, para ello, ponga la filosofía en juego todas las dimensiones que la componen: (...)
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  71. Stefano Ulliana (ed.) (2012). Per lo "Spirito" della "revoluzione". Il concetto di infinito nella filosofia di Giordano Bruno. www.simplicissimus.it.score: 21.0
    Le argomentazioni presentate in questo testo costituiscono le conclusioni ultime e definitive di un lavoro di ricerca, che ha investito l’insieme dei "Dialoghi Italiani", riuscendo a reperire ed a far emergere quello che pare il nucleo più profondo ed importante – il vero e proprio elevato fondamento – della speculazione bruniana: la presenza attiva di un concetto triadico teologico-politico – il "Padre", il "Figlio" e lo "Spirito" della tradizione trinitaria cristiana – però riformulato attraverso il capovolgimento rivoluzionario di questa stessa (...)
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  72. Robert B. Brandom (2011). Hegel e Filosofia Analítica. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (1).score: 21.0
    Este artigo analisa importantes elementos na recepção da filosofia de Hegel na atualidade. Com a finalidade de alcançar tal meta discute-se como a filosofia analítica acolhe a filosofia de Hegel. Para tanto se reconstrói a recepção da filosofia analítica em face de Hegel, notadamente a partir daqueles autores que foram centrais neste movimento de recepção e distanciamento de sua filosofia, a saber, Bertrand Russell, Frege e Wittgenstein. Outro ponto central do presente texto é a análise (...)
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  73. Ilia Galán (2011). Filosofía Del Caos, Estética y Otras Artes. Dykinson.score: 21.0
    Pensamiento atrevido y nuevo, visión abierta, donde el lector hallará cuestiones clave del conocimiento, pero también del confundir y fundir, metafísica, física, antropología, sociedad. Desde la psicología a la reunión de los hombres en ciudades, la política, todo penetrado de la mirada estética, como si el saber fuera una de las bellas artes. Cuestiones como la Orden del Temple, la francmasonería, el ciber-arte, la clonación de obras artísticas o las bibliotecas digitales se convierten en ejemplos para una filosofía alternativa. Ilia (...)
     
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  74. Delmo Mattos (2010). O lugar da filosofia civil e a classificação das ciências segundo Hobbes. Princípios 16 (25):203-229.score: 21.0
    A filosofia civil ocupa um lugar de destaque no sistema filosófico de Hobbes. Compreende a sua reflexáo das disposições e costumes dos homens, isto é, a ética, os deveres civis e a política. No entanto, a filosofia civil constitui apenas uma parte da elaboraçáo sistemática da filosofia hobbesiana, que contêm, além da sua reflexáo política, importantes apontamentos sobre a física e a geometria. Neste artigo, buscaremos examinar o modo como Hobbes posiciona as diferentes partes que compõem o (...)
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  75. Marcio Gimenes de Paula (2010). A kênósis entre o sagrado e o profano: a polí­tica e a secularização em Kierkegaard e seu dialogo com algumasdas teses de Vattimo. Princípios 15 (23):233-253.score: 21.0
    la82 12.00 Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 Um dos objetivos do presente artigo é analisar a temática da política e da secularizaçáo na obra do filósofo Kierkegaard (1813-1855). Duas obras do pensador dinamarquês seráo especialmente analisadas aqui: O Indivíduo e Exercício do cristianismo . O segundo objetivo, é promover o diálogo de suas teses, contrárias ao processo de secularizaçáo, com as teses de Gianni Vattimo (1936-), pensador italiano e entusiasta de um mundo secularizado. A despeito (...)
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  76. Márcia Buss-Simão (2013). Corpo como potência e experiência na perspectiva de crianças pequenas: diálogos possíveis entre Filosofia e Educação Infantil. Childhood and Philosophy 8 (16):327-353.score: 18.0
    O presente texto procura colocar em diálogo reflexões do campo da Filosofia da Infância com os da Educação Infantil. Além das contribuições teóricas pretende fazer conexões com situações observadas em uma pesquisa de doutorado na qual as relações com o espaço e o tempo são entrelaçadas com as do corpo como experiência que surgem nas relações que as crianças estabelecem com seus machucados, ou como elas definem, seus ‘dodóis’. Nessas relações duas particularidades podem ser observadas: uma primeira é que (...)
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  77. Macarena Marey (2012). ¿Era Kant Un Terrorista Moral, Defensor de la Guerra Justa? Revista Latinoamericana de Filosofía 38 (2):171-204.score: 18.0
    Tomando la interpretación de Richard Tuck como un ejemplo paradigmático de las (hiper)críticas realistas al pensamiento kantiano, en este artículo presento cuatro grupos de razones por las cuales resulta que la lectura que Tuck realiza de la filosofía política kantiana del derecho de gentes es errónea. In this article I put forward four series of reasons to rebut Richard Tuck's construction of Kant's political philosophy of the law of peoples. Tuck's interpretation is taken here as a paradigmatic model of the (...)
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  78. Jörg Dierken (2009). Teologia, ciência da religião e filosofia da religião: definindo suas relações. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (1).score: 18.0
    The essay revisits the complex phenomenon of religion, in light of the articulations and differentiations between theology, philosophy of religion, and religious studies, particularly within the social, cultural context of modernity and the Enlightenment categories of rationality, freedom, and science, in major thinkers such as Max Weber and Ernst Troeltsch.
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  79. Halanne Fontenele Barros (2013). A esfera social E o homem de Massa. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):27-34.score: 18.0
    Este trabalho tem como objetivo, investigar como se deu o surgimento do que Hannah Arendt denominou esfera do social, assim como a formação do homem de massa após a vitória do animal laborans na era moderna. Para tanto recorreremos Grécia antiga com o fito de conceituar o que esta autora denominou de público e privado, em seguida mostraremos como está configurado tais domínios na era moderna e suas influências na formação do que se denomina esfera do social na filosofia (...)
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  80. Brunella Casalini (2012). Il primato della libertà politica. Scienza and Politica. Per Una Storia Delle Dottrine 24 (46).score: 18.0
    Casalini reconstructs Politics out of History by Wendy Brown by taking into particular consideration the dialogue between Brown and the works of Marx, Nietzsche and Freud. The emphasis placed on the nexus between individual and political freedom and on the distinction between “moralism” and “morality” leads the way to the exploration of the relationship between theory and politics. In the light of the contemporary crisis of the American left, the role of the theorist is that of introducing elements of discontinuity (...)
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  81. Aylton Barbieri Durão (2011). A política deliberativa de Habermas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (1).score: 18.0
    Para responder às sociologias desencantadas modernas, como a teoria da decisão racional e a teoria dos sistemas, as quais recordam os inevitáveis momentos de inércia que dificultam a deliberação racional, Habermas imagina uma reconstrução sociológica da democracia deliberativa que divide a sociedade em um centro, formado pelas instituições do estado de direito, as quais tomam decisões, e uma periferia, constituída pela esfera pública, em que surge a opinião pública a partir dos problemas oriundos da esfera privada e que, em condições (...)
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  82. María Cristina González & Nora Stigol (2013). La filosofía y su historia. Un debate abierto. Revista de Filosofía (Madrid) 37 (2):151-170.score: 18.0
    The relationships between philosophy and its history have been discussed at great length along the last decades. We analyze some aspects of this debate. Particularly, we question the thesis according to which to know history of philosophy is a necessary condition for doing philosophy. We disclose some assumptions, generally implicit ones, strongly related to it.
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  83. Marcio Renan Hamel & Gilvan Luiz Hansen (2011). Filosofia do direito e teoria jurídica em Habermas: implicações reconstrutivas para uma teoria da sociedade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 18.0
    This text examines the distinction and relation between legal philosophy and legal theory in the book Law and Democracy by Jürgen Habermas. To that end, I seek at first to reflect on the concepts of law sociology and philosophy of justice from the dialogue that opposes Habermas to Dworkin and Rawls, on the philosophical basis of equality and distribution. Subsequently, we analyse the arguments about the social integrative function of law that Habermas develops from the works of Parsons and Weber, (...)
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  84. Hélio Rebello Cardoso Jr (2012). Ontopolítica e diagramas históricos do poder: maioria e minoria segundo Deleuze e a Teoria das Multidões segundo Peirce. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 18.0
    Este artigo procura desenvolver o âmbito da assim chamada ontopolítica como contribuição original do pensamento do G. Deleuze para a filosofia política contemporânea. Com este objetivo, veremos que Deleuze toma o conceito de poder em Foucault e lhe confere alçada ontológica. Este conceito de poder dá acesso a outro elemento importante da filosofia política deleuzeana, ou seja, o estudo dos diagramas históricos do poder nas denominadas sociedades disciplinar e de controle. Com o diagrama de funcionamento das mesmas podemos (...)
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  85. José Nicolao Julião (2010). Ensaio de Introdução à Filosofia da História. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 18.0
    The objective of this assay is to make one analyzes on the Philosophy of History covering an including period of its historical development. However, the focus of our study is not to present a general and exhausting panorama of the Philosophy of History, without before pointing out a problem that it crosses, not even to develop innumerable existing teses concerning its problematic, therefore tasks of this transport would mostly extend for all chains or of them, what he would be superfluous. (...)
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  86. Cláudio R. C. Leivas (2012). A ciência da conservação do Estado: Hobbes e a questão da dissolução e manutenção do Estado político moderno. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 18.0
    A questão da dissolução e manutenção do Estado é um aspecto da filosofia política de Hobbes que ainda não mereceu um exame na mesma extensão e importância geralmente atribuídas a outros temas pertencentes aos seus escritos políticos. Evidencio neste estudo a preocupação do filósofo inglês em mostrar que a ciência de conservar Estados possui o mesmo valor e calibre científico filosófico do que a ciência de construir Estados. A divisão tripartite deste estudo tem como propósito investigar, primeiro, as causas (...)
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  87. Rossano Pecoraro (2007). Niilismo e ética: notas sobre Derrida e Nancy. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 18.0
    Este artigo pretende investigar algumas dimensões da filosofia de Jacques Derrida e Jean-Luc Nancy em relação aos temas do niilismo, da ética e da política. PALAVRAS-CHAVE – Niilismo. Ética. Filosofia política. Filosofia francesa.
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  88. Cesar Augusto Ramos (2006). Rawls, Hegel e o liberalismo da liberdade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 18.0
    Este artigo procura examinar a avaliação de Rawls acerca de alguns aspectos da filosofia política de Hegel. Rawls interpreta Hegel como um liberal de mente moderadamente reformista, e seu liberalismo é um importante exemplar na história do liberalismo da liberdade. Pretendemos, primeiramente, examinar o estatuto do liberalismo de Hegel, particularmente a questão da liberdade individual. Em segundo lugar, apresentamos alguns aspectos do entendimento de Rawls acerca deste liberalismo. A plausibilidade da filosofia política de Hegel é questionada, quando Rawls (...)
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  89. Ivanaldo Santos (2012). Reflexões sobre a relação entre Wittgenstein e as preocupações contemporâneas da filosofia. Princípios 18 (30):293-305.score: 18.0
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O objetivo desse artigo é apresentar duas reflexões sobre a relaçáo entre Wittgenstein e as preocupações contemporâneas da filosofia. Essas reflexões sáo fundamentadas principalmente nas Investigações filosóficas . Para se alcançar esse objetivo, inicialmente, é apresentada a crítica que Wittgenstein realiza, nas Investigações filosóficas , a tradiçáo filosófico-linguística (...)
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  90. Gregor Sauerwald (2011). Kant resurrected: Together with Hegel's rebirth during the last generations of the Critical Theory. To the necessity of committing to the idea of moral progress and the utopia of a plural cosmopolitan society of rights. Estudios de Filosofía Práctica E Historia de Las Ideas 13 (1):79-89.score: 18.0
    En el contexto de la pregunta por el destino de la Teoría Crítica, la discusión entre Axel Honneth y Jürgen Habermas sobre el cambio en el paradigma de la Filosofía Política y Social con la tesis "de la comunicación al reconocimiento" gira aquí en torno a una reconstrucción crítica de la filosofía de Immanuel Kant, un Kant ´moderado´ en un modelo ´explicativo´ o ´hermenéutico´, y así ´irrebasable´ del progreso moral, rompiendo su sistema, y un Kant ´destrascendentalizado´, apto para fundamentar la (...)
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  91. José Antônio de C. R. De Souza (2006). Álvaro Pais, Marsílio de Pádua e o Artigo 68 do Livro Primeiro do Estado e Pranto da Igreja. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 18.0
    Em boa parte do Artigo 68 do Livro Primeiro de seu Estado e Pranto da Igreja, Álvaro Pais, O. Min. (c. 1270-1349) refuta 5 proposições com implicações políticas atribuídas a Marsílio de Pádua (1280-1342). Neste artigo, analisamos a refutação dessas proposições feitas pelo Menorita galego, comparando-as, de um lado, com os textos, efetivamente escritos pelo Médico paduano, que se encontram em sua obra Defensor da Paz (1324) e, de outro, cotejando-o com uma Epistula ad quosdam cardinales, de autoria do mencionado (...)
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  92. Ricardo Timm de Souza (2006). Por uma estética antropológica desde a ética da Alteridade: do “estado de exceção” da violência sem memória ao “estado de exceção” da excepcionalidade do concreto. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 18.0
    O texto investiga a dimensão “labiríntica” sociedade contemporânea do ponto de vista de sua autocompreensão conceitual, e a dimensão do “esquecimento” do real concreto, que caracteriza esta sociedade do ponto de vista de suas relações humano-ecológicas; a “emergência” do eticamente “excepcional” no real “estado de exceção em que vivemos”, em um cruzamento de categorias levinasianas e benjaminianas, é apresentada como uma possibilidade de escapar a algumas das dificuldades categoriais da filosofia política contemporânea. PALAVRAS-CHAVE – Alteridade. “Estado de exceção”. Labirinto (...)
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  93. Carlo Cellucci (2002). L'illusione di Una Filosofia Specializzata [The Illusion of a Specialized P Hilosophy]. In Marcello D'Agostino, Giulio Giorello & Salvatore Veca (eds.), Logica e politica. Per Marco Mondadori. Mondadori.score: 15.0
    Secondo un recente bilancio della filosofia del Novecento di Rossi e Viano, nel nostro secolo «il successo maggiore è toccato alle dottrine filosofiche che si sono proposte di offrire alternative alla conoscenza tecnico-scientifica e che sostengono la possibilità di alleggerire i vincoli che il sapere positivo porrebbe al modo di pensare e ai progetti di azione»2. Tali dottrine prospettano un ritorno all’antica metafisica, a cui «si ricorre non come a una forma di sapere sistematico, bensì come alla testimonianza di (...)
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  94. Pablo Gilabert (2012). Is There a Human Right to Democracy? A Response to Joshua Cohen. Revista Latinoamericana de Filosofia Politica / Latin American Journal of Political Philosophy 1 (2):1-37.score: 15.0
  95. Ernan McMullin (2007). Discemindo Caminhos Em Filosofia da Ciência: O Contribute de Meio Século de Estudos (1950-2000). Revista Portuguesa de Filosofia 63 (1/3):67 - 91.score: 15.0
    O presente artigo começa por reconhecer que a crítica ao cerne dos pressupostos do Positivismo Lógico acerca da natureza da Ciência começou alguns anos antes do aparecimento da obra de Thomas Kuhn A Estrutura das Revoluções Científicas, obra esta que se haveria de constituir como charneira na Filosofia da Ciência mais recente. Em vez de olhar para a Ciência como uma estrutura proposicional intemporal, Kuhn defende que ela deve ser tratada como um empreendimento essencialmente histórico, no qual a subjectividade (...)
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  96. Karl-Otto Apel & Jorge Neves (1989). Constituição Do Sentido E Justificação da Validade. Heidegger E o Problema da Filosofia Transcendental. Revista Portuguesa de Filosofia 45 (3):413 - 461.score: 15.0
    O artigo interpreta o pensamento de Heidegger como transformação da filosofia transcendental que conduz à sua radicalização e, ultimamente, destruição. A este projecto contrapõe Apel a sua tentativa de estabelecer uma filosofia transcendental linguístico-pragmática que procura estabelecer um compromisso entre as temáticas da constituição antepredicativa do sentido e da exigência de validade intersubjectiva. /// L'article interprète la pensée de Heidegger comme transformation de la philosophie transcendantale qui conduit à sa radicalisation et, en dernier lieu, à sa destruction. A (...)
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  97. John D. Caputo (2004). Filosofia E Pós-Modernismo Profético: Para Uma Pós-Modernidade Católica. Revista Portuguesa de Filosofia 60 (4):827 - 843.score: 15.0
    A pós-modernidade sublinha o papel produtivo da diferença, em oposição à predilecção "moderna" ou do Iluminismo pela universalidade, comunalidade, consenso, bem como por aquilo que os modernos chamam "racionalidade". Segundo o autor do artigo, existem duas variedades distintas desta filosofia da diferença, dependendo de qual predecessor do século XIX – Nietzsche ou Kierkegaard – se prefere, de modo que o artigo distingue entre um pós-modernismo "dionisíaco" e outro de carácter mais "profético". A maioria das objecções que se fazem contra (...)
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  98. Christian Hamm (2006). Sobre a sistematizabilidade da filosofia da história de Kant. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    São muitas e, até hoje, muito controvertidas as opiniões referentes à função e ao lugar sistemático da filosofia da história de Kant no todo do seu projeto crítico-transcendental; nem há consenso quanto à importância ou relevância filosófica dos diversos escritos em que Kant aborda e defende os seus teoremas histórico- políticos. – No presente trabalho, pretende-se interpretar a “doutrina” histórico-filosófica kantiana – não obstante o seu caráter fragmentário e até aparentemente nem sempre coerente – na perspectiva da sua possível (...)
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  99. Marcus Sacrini A. Ferraz (2007). A Integração Entre Filosofia E Ciência Segundo M. Merleau-Ponty. Revista Portuguesa de Filosofia 63 (1/3):461 - 487.score: 15.0
    O presente artigo constitui, antes de mais, uma exposição da tentativa feita por Maurice Merleau-Ponty de sistematização de um método psicológico convergente com algumas das principais metas estabelecidas pela Fenomenologia de inspiração husserliana. Constatando de que modo o autor da Fenomenologia da Percepção considera os diversos âmbitos da cultura, a começar pela arte e pela psicanálise, como indicadores da decadência do cartesianismo, o artigo analisa o estatuto da ciência justamente como uma das esferas culturais das quais é possível extrair categorias (...)
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  100. Óscar Barroso Fernández (2013). Esencia y hecho en Zubiri ¿En qué sentido puede entenderse la filosofía de Zubiri como una fenomenología? Revista de Filosofía (Madrid) 38 (1):29-52.score: 15.0
    Frente a la interpretación canónica de Zubiri, que ve en el camino que va de Sobre la esencia (1962) a Inteligencia sentiente (1980-1983) el proyecto de una depuración fenomenológica de la filosofía –en el sentido de una noología–, en el presente trabajo se mostrará la continuidad entre ambas obras, a través del análisis de las nociones de “hecho” y “esencia”. Desde aquí concluiremos que si tiene sentido entender la filosofía de Zubiri como una fenomenología, ésta ya no puede ser caracterizada (...)
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