Search results for 'Gunnar O. Klein' (try it on Scholar)

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  1. Gunnar O. Klein & Barry Smith (2010). Concept Systems and Ontologies. Transactions of the Japanese Society for Artificial Intelligence 25:433-441.score: 960.0
    This is the third draft of a paper that aims to clarify the apparent contradictions in the views presented in certain standards and other specifications of health informatics systems, contradictions which come to light when the latter are evaluated from the perspective of realist philosophy. One of the origins of this document was Klein’s discussion paper of 2005-07-02 entitled “Conceptology vs Reality” and the responses from Smith, as well as the several hours of discussions during the 2005 MIE meeting (...)
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  2. Dan Klein & Christopher D. Manning, An Ç ´Ò¿ Μ Agenda-Based Chart Parser for Arbitrary Probabilistic Context-Free Grammars.score: 420.0
    While Ç ´Ò¿ µ methods for parsing probabilistic context-free grammars (PCFGs) are well known, a tabular parsing framework for arbitrary PCFGs which allows for botton-up, topdown, and other parsing strategies, has not yet been provided. This paper presents such an algorithm, and shows its correctness and advantages over prior work. The paper finishes by bringing out the connections between the algorithm and work on hypergraphs, which permits us to extend the presented Viterbi (best parse) algorithm to an inside (total probability) (...)
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  3. S. Stigchel, R. A. Bethlehem, B. P. Klein, T. T. Berendschot, T. C. Nijboer & S. O. Dumoulin (2012). Macular Degeneration Affects Eye Movement Behavior During Visual Search. Frontiers in Psychology 4:579-579.score: 240.0
    Patients with a scotoma in their central vision (e.g. due to macular degeneration, MD) commonly adopt a strategy to direct the eyes such that the image falls onto a peripheral location on the retina. This location is referred to as the preferred retinal locus (PRL). Although previous research has investigated the characteristics of this PRL, it is unclear whether eye movement metrics are modulated by peripheral viewing with a PRL as measured during a visual search paradigm. To this end, we (...)
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  4. Emerson Carlos Valcarenghi (2011). Os anulabilismos de Klein e de Swain e o problema de Gettier. Principia 14 (2):175-200.score: 144.0
    Nós tentamos mostrar neste ensaio que as propostas anulabilistas de Peter Klein e de Marshall Swain não resolvem o problema de Gettier. Klein postula que, para qualquer contra-exemplo de tipo-Gettier, há uma proposição verdadeira que, ao ser conjugada com a evidência e de S, anula de modo legítimo a justificação de p para S. Swain postula que, para qualquer contra-exemplo de tipo-Gettier, há uma proposição verdadeira que, ao ser conjugada com o conjunto de razões R de S, anula (...)
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  5. Ralph Hinegardner (1977). Developmental Biology Explorations in Developmental Biology Chandler Fulton Atilla O. Klein. BioScience 27 (4):289-289.score: 140.0
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  6. Peter D. Klein (2005). Infinitism's Take on Justification, Knowledge, Certainty and Skepticism. Veritas 50 (4).score: 120.0
    O propósito deste artigo é mostrar como podem ser desenvolvidas explicações robustas de justificação e de certeza no interior do infinitismo. Primeiro, eu explico como a concepção infinitista de justificação epistêmica difere das concepções fundacionista e coerentista. Em segundo lugar, explico como o infinitista pode oferecer uma solução ao problema do regresso epistêmico. Em terceiro lugar, explico como o infinitismo, per se, é compatível com as teorias daqueles que sustentam 1) que o conhecimento requer certeza e que uma tal forma (...)
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  7. Dan Klein & Christopher D. Manning, Parsing and Hypergraphs.score: 120.0
    While symbolic parsers can be viewed as deduction systems, this view is less natural for probabilistic parsers. We present a view of parsing as directed hypergraph analysis which naturally covers both symbolic and probabilistic parsing. We illustrate the approach by showing how a dynamic extension of Dijkstra’s algorithm can be used to construct a probabilistic chart parser with an Ç´Ò¿µ time bound for arbitrary PCFGs, while preserving as much of the flexibility of symbolic chart parsers as allowed by the inherent (...)
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  8. E. S. Reed (1984). The Nature of Thought: Essays in Honor of D. O. Hebb. Edited by P. W. Jusczyk and R. M. Klein. Hillsdale, N.J.: L. Erlbaum Associates, 1980, Pp. 276. $24.95. [REVIEW] Philosophy of the Social Sciences 14 (3):430-430.score: 120.0
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  9. Joel Thiago Klein (2010). A teoria da democracia de Carl Schmitt. Princípios 16 (25):139-156.score: 120.0
    Este artigo analisa a teoria da democracia de Carl Schmitt e procura destacar, a partir disso, suas virtudes e deficiências. O texto é dividido em duas partes. Na primeira sustenta-se que a teoria schmittiana de democracia se desenrola em dois níveis diferentes, um nível conceitual, essencialmente analítico, e um nível fenomênico, que segundo Schmitt seria meramente descritivo. Nesse horizonte pode-se compreender melhor a teoria schmittiana da democracia e sua crítica à democracia parlamentar. Na segunda parte, apresenta-se algumas críticas à posiçáo (...)
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  10. Cristina Foroni Consani & Joel Thiago Klein (2014). Condorcet E Kant: A Esperança Como Horizonte Do Projeto Político. Kriterion: Revista de Filosofia 55 (129):111-131.score: 120.0
    Este trabalho analisa o conceito de esperança nas obras de Condorcet e Kant. Defende-se que o conceito de esperança no progresso da humanidade é de fundamental importância para a compreensão da filosofia política de ambos os autores. Por um lado, esperança oferece um horizonte de sentido que protege suas propostas políticas de visões de mundo antagônicas; por outro, ela se incorpora no próprio projeto político tendo ao mesmo tempo a função de motivação e de criação de instituições políticas com caráter (...)
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  11. Stefan Klein (2014). Notes on the University and the Concept of Formation (Bildung) in Max Horkheimer. Trans/Form/Ação 37 (2):167-184.score: 120.0
    O intuito deste texto pode ser retratado através de duas tarefas principais que se propõe. De um lado, realiza um balanço - limitado e parcial, na medida em que trata de um recorte bastante circunscrito - da reflexão da teoria crítica da sociedade de Max Horkheimer acerca do problema da universidade, notadamente, no período imediatamente posterior ao fim da Segunda Guerra Mundial, e do modo como se relaciona com o conceito de formação (Bildung), bastante caro à tradição da universidade alemã (...)
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  12. Piotr Szałek (2002). \"Melania Klein a krytyczna teoria społeczna\" C. F. Alforda, czyli o syntezie w filozofii. Nowa Krytyka 13:237-256.score: 120.0
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  13. A. O. Barut & Thomas Gornitz (1985). On the Gyromagnetic Ratio in the Kaluza-Klein Theories and the Schuster-Blackett Law. Foundations of Physics 15 (4):433-437.score: 42.0
    Pauli's five-dimensional Dirac equation in projective space, which results in an anomalous magnetic moment term in four dimensions, is related to the Schuster-Blackett law of the magnetic field of rotating bodies and to the recent results on the gyromagnetic ratio in Kaluza-Klein theories.
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  14. Arnim von Stechow, On the Present Perfect Puzzle.score: 24.0
    In English, the present perfect, unlike future, past, and non-finite perfects, cannot be modified by so-called ‘positional’ adverbials (Comrie 1976, McCoard 1978, a.o.). This phenomenon is known as the present perfect puzzle (Klein 1992).
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  15. Tom P. S. Angier (ed.) (2012). Ethics: The Key Thinkers. Continuum International Pub. Group.score: 24.0
    Plato Tom Angier -- Aristotle Timothy Chappell -- Stoics Jacob Klein -- Aquinas Vivian Boland O.P -- Hume Peter Millican -- Kant Ralph Walker -- Hegel Kenneth Westphal -- Marx Sean Sayers -- Mill Krister Bykvist -- Nietzsche Ken Gemes and Christoph Schuringa -- Macintyre David Solomon.
     
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  16. Edmund Husserl & Marvin Farber (eds.) (1940/1968). Philosophical Essays in Memory of Edmund Husserl. New York, Greenwood Press.score: 24.0
    An approach to phenomenology, by D. Cairns.--Husserl's critique of psychologism: its historic roots and contemporary relevance, by J. Wild.--The ideal of a presuppositionless philosophy, by M. Farber.--On the intentionality of consciousness, by A. Gurwitsch.--The "reality-phenomenon" and reality, by H. Spiegelberg.--The phenomenological concept of "horizon", by H. Kuhn.--Phenomenology and logical empiricism, by F. Kaufmann.--Phenomenology and the history of science, by J. Klein.--Phenomenology and the social sciences, by A. Schuetz.--Art and phenomenology, by F. Kaufmann.--The relation of science to philosophy in the (...)
     
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  17. Roberto Hofmeister Pich (2005). Autorização epistêmica e acidentalidade. Veritas 50 (4).score: 24.0
    Esta é uma análise de um item do “externalismo de função própria” de Alvin Plantinga. A seguir, exponho o argumento de Peter Klein, contra o conceito de autorização [warrant] de Plantinga, no qual é mostrado por que ela não contém condições suficientes para o conhecimento, bem como as reações de Plantinga, nas quais se verifica um aprimoramento da mesma teoria. Sugiro uma avaliação teórica dos conteúdos propostos e exponho revisitas à condição do ambiente cognitivo, enfocada no debate. Proponho, ao (...)
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