Search results for 'Gustavo Barboza' (try it on Scholar)

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  1. Gustavo Barboza & Sandra Trejos (2009). Micro Credit in Chiapas, México: Poverty Reduction Through Group Lending. [REVIEW] Journal of Business Ethics 88 (2):283 - 299.score: 240.0
    Micro Credit (MC) programs lend money to poor borrowers using innovative mechanisms such as group lending under joint liability while successfully accounting for the presence of asymmetric information in underdeveloped financial markets. MC programs have achieved what the conventional financial institutions and the government have not been able to: lend to the poor, impressive loan recuperation, and a positive impact in poverty reduction. This article analyzes the performance of ALSOL, an MC program in Chiapas, México, for 2151 participants in urban (...)
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  2. Gustavo Barboza, Miguel Olivas-Lujan & Sandra Trejos (2007). Where Financial Markets and Government Failed, Emerging Micro Credit Programs Are Succeeding. Proceedings of the International Association for Business and Society 18:371-376.score: 240.0
    Micro Credit programs lend money to poor borrowers using innovative mechanisms such as group lending under joint liability while successfully accounting forthe presence of asymmetric information in underdeveloped financial markets. MC Programs have achieved what the conventional financial institutions and the government have not been able to: lend to the poor, recuperate loans and have a positive impact in poverty reduction. While loan recuperation is high (95% for our focus group ALSOL Chiapas), administrative costs also remain high. Social Responsible Savers (...)
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  3. Jair Barboza (2009). Metafísica Do Irracional – Mal Radical Em Schelling E Schopenhauer. Veritas 54 (2):57-64.score: 30.0
    Este artigo intenta mostrar as bases conceituais de uma metafísica do irracional em Schelling e Schopenhuaer, quando ambos os autores identificam na vontade a essência cega e irracional do mundo.
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  4. Jair Barboza (2005). Os limites da expressão. Linguagem e realidade em Schopenhauer. Veritas 50 (1).score: 30.0
    Este texto procura mostrar como a concepção de linguagem de Schopenhauer implica uma delimitação para o poder da razão na teoria do conhecimento. Noutras palavras, a investigação da estrutura da linguagem jamais pode expressar o sentido do mundo. PALAVRAS-CHAVE – Schopenhauer. Schelling. Linguagem. Expressão. Verdade. Realidade. ABSTRACT This text aims to show how the language conception of Schopenhauer implies a delimitation for the power of reason in the theory of knowledge. In other words, the investigation of language’s structure never can (...)
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  5. Jair Barboza (2009). O discurso filosófico sobre as mulheres e o amor Kant, Schopenhauer e Nietzsche. Natureza Humana 11 (1):59-74.score: 30.0
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  6. Jair Lopes Barboza (2000). Schopenhauerian Philosophy and Machadian Literature: Around the Short Story" Noite de Almirante". Trans/Form/Ação 23 (1):7-17.score: 30.0
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  7. Jair Barboza (2011). Modo de conhecimento estético e mundo em Schopenhauer. Trans/Form/Ação 29 (2):33-42.score: 30.0
    O presente texto intenta mostrar que o modo de conhecimento estético em Schopenhauer funciona como um poder de crítica à racionalidade instrumental da ciência regida pelo princípio de razão.
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  8. Jair Barboza (2001). Polaridade, alma cósmica, graus de desenvolvimento da natureza: o nascimento da Naturphilosophie de Schelling. Discurso 32:249-288.score: 30.0
    O artigo mostra como se originou a Naturphilosophie , filosofia-da-natureza, de Schelling a partir do seu confronto crítico com a biologia de Kielmeyer, as concepções de natureza de Goethe e sobretudo com a teoria do organismo da Terceira Crítica de Kant.
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  9. Jair Barboza (2006). Way of Aesthetic Knowledge and World in Schopenhauer. Trans/Form/Ação 29 (2):33-42.score: 30.0
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  10. Luna Ivan Gustavo (forthcoming). Clave Taxonomica Para la Identificacion Del Genero Lonchaea Fallen En la Region Neotropical (Lonchaeidae: Diptera). Scientia.score: 30.0
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  11. Deco Gustavo (2011). Neural Correlates of Confidence in Decision Making. Frontiers in Human Neuroscience 5.score: 30.0
  12. F. Barboza (1982). Christian Themes Through Bharatanatyam. Journal of Dharma 7 (2):189-201.score: 30.0
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  13. Heloísa Helena Barboza (2004). Direito à procriação e as técnicas de reprodução assistida. In Eduardo de Oliveira Leite & Adriana Cristine Arent (eds.), Grandes Temas da Atualidade: Bioética E Biodireito. Editora Forense.score: 30.0
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  14. Jair Lopes Barboza (2011). Filosofia schopenhaueriana e literatura machadiana: em torno do conto "Noite de almirante". Trans/Form/Ação 23 (1):7-17.score: 30.0
    Trata-se neste artigo de mostrar como se dá a recepção de alguns elementos da filosofia schopenhaueriana, como a oposição entre intelecto e vontade, na literatura de Machado de Assis. Com efeito, examinado o conto “Noite de almirante”, pode-se dizer que a personagem Genoveva faz as vezes da vontade, ao passo que Deolindo é guiado pelo intelecto.
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  15. Jair Barboza (2002). Kants Begriff des Erhabenen und seine Rolle in Schopenhauers Ästhetik. Schopenhauer Jahrbuch 83:135-149.score: 30.0
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  16. Consalvo Damián, Rugilo Carlos, Schuster Gustavo & Kochen Silvia (1998). Neuroimágenes en Epilepsia. Krisis 3 (4):18-34.score: 30.0
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  17. Leal Gustavo (2006). Dennett E Chalmers: Argumentos E Intuição. Trans/Form/Ação 29 (2).score: 30.0
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  18. Christiane Jalles de Paula (2012). Conflitos de gerações: Gustavo Corção e a juventude católica (Generation conflict: Gustavo Corção and Catholic Youth). Horizonte 10 (26):619-637.score: 24.0
    Este artigo aborda o combate que empreendeu Gustavo Corção à juventude católica brasileira nas páginas do Diário de Notícias e d’ O Globo entre as décadas de 1950 e de 1960. No caso em tela, interessa-nos entender as reações de Gustavo Corção às mudanças na sociedade e na Igreja Católica entre 1957 e 1964. A hipótese é que as críticas de Corção explicitam o conflito entre duas gerações de católicos: uma conservadora; a dele; e outra progressista, a das (...)
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  19. José Luis Moreno Pestaña (2011). Tan orteguianos como marxistas: una relectura del debate entre Manuel Sacristán y Gustavo Bueno. Anales Del Seminario de Historia de la Filosofía 28:229-252.score: 18.0
    Para analizar el debate entre dos pensadores considerados marxistas, este texto propone situarlos dentro de una tradición filosófica representada por José Ortega y Gasset. Esta tradición recogía de manera original debates filosóficos internacionales y sólo desde la misma puede comprenderse la propuesta de acabar con las Facultades de Filosofía defendida en 1968 por Manuel Sacristán y contestada por Gustavo Bueno. La reconstrucción de dicho debate rescata una reflexión sobre la filosofía, de procedencia orteguiana, que permite respuestas originales al problema (...)
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  20. Sérgio Augusto Jardim Volkmer (2011). PEREIRA, Gustavo. Las voces de la igualdad. Bases para una teoría crítica de la justicia. Montevideo: Ed. Proteus, 2010. 288 p. [REVIEW] Veritas 56 (3).score: 18.0
    No livro “As vozes da igualdade” (“Las voces de la igualdad. Bases para una teoría crítica de la justicia”. Ed. Proteus, 2010. 288 páginas – Ainda sem tradução para o português), o Prof. Dr. Gustavo Pereira, da Universidad de la Republica, Uruguai, procura analisar estas questões investigando as principais teorias de justiça contemporâneas que pretendem respondê-las e apresenta sua proposta de um caminho para a fundamentação de uma teoria crítica de justiça renovada, mais abrangente, que ofereça meios mais adequados (...)
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  21. Thomas A. Lewis (2005). Actions as the Ties That Bind: Love, Praxis, and Community in the Thought of Gustavo Gutiérrez. Journal of Religious Ethics 33 (3):539 - 567.score: 18.0
    Gustavo Gutiérrez develops an account of human action or praxis that I--borrowing the language of Charles Taylor--label expressivist. Human action must be understood as expressing an underlying potential or impulse that only becomes real through expression in action. Gutiérrez's expressivism is fundamental to his view of the relationship between faith and love, his notion of three dimensions of liberation/salvation, and his understanding of the fundamental option as a yes or no in response to grace. Moreover, it supports a valuable (...)
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  22. Lino Morán-Beltrán, Lorena Velásquez & Vileana Meleán (2005). Gustavo Machado y los orígenes del marxismo en Venezuela. Revista de Filosofia 49 (1):4-5.score: 18.0
    Gustavo Machado, pertenece a la generación de intelectuales que se nutrió fundamentalmente de la doctrina marxista e hizo de ella la herramienta para desarrollar la interpretación de nuestra realidad. Este estudio recoge referencias sobre su vida, analiza su postura antiimperialista y la defensa que hace de la democracia participativa. Además desarrolla su postura ante la educación, la iglesia y su concepción de la historia.
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  23. Douglas Sturm (1982). Praxis and Promise: On the Ethics of Political Theology:A Theology of Liberation: History, Politics and Salvation. Gustavo Gutierrez, Caridad Inda, John Eagleson; Faith in History and Society: Toward a Practical Fundamental Theology. Johann Baptist Metz; Theology of the World. ; Christians and Marxists: The Mutual Challenge to Revolution. Jose Miguez Bonino; Doing Theology in a Revolutionary Situation. ; The Church in the Power of the Spirit: A Contribution to Messianic Ecclesiology. Jurgen Moltmann; The Crucified God: The Cross of Christ as the Foundation and Criticism of Christian Theology. ; Theology of Hope: On the Ground and the Implications of a Christian Eschatology. [REVIEW] Ethics 92 (4):733-.score: 15.0
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  24. O. O'Donovan (1991). Book Review : The Truth Shall Make You Free: Confrontations, by Gustavo Gutierrez, Translated From the Spanish by Matthew J. O'Connell. Maryknoll NY, Orbis, 1990. Xii + 204 Pp. US $29.95 (Cl), $12.95 (Paperback). [REVIEW] Studies in Christian Ethics 4 (1):96-98.score: 15.0
  25. María Teresa Dávila (2012). Gustavo Gutiérrez: Spiritual Writings. Journal for Peace and Justice Studies 22 (2):113-116.score: 15.0
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  26. E. J. Kenney (1958). Gustavo Magariños: Juvenal y su Tercera Sátira. Estudio analítico. (Manuales y Anejos de 'Emerita', xv.) Pp. 121. Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1956. Paper. [REVIEW] The Classical Review 8 (02):189-.score: 15.0
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  27. Daniel Blanco (2011). Reseña de "Breve introducción al pensamiento de Buffon" de Gustavo Caponi. Signos Filosóficos 13 (25):181-186.score: 15.0
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  28. Rosario Vittorio Cristaldi (1991). Gustavo Bontadini. Pensieri e ricordi. Giornale di Metafisica: Revista Bimestrale di Filosofia 13 (1):109-120.score: 15.0
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  29. María del Mar Fernández Méndez (1990). Materia (de Gustavo Bueno). El Basilisco: Revista de Filosofía, Ciencias Humanas, Teoría de la Ciencia y de la Cultura 5:98.score: 15.0
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  30. D. S. Robertson (1935). Charisteria Gustavo Przychocki a Discipulis Oblate. Pp. Xvi+363. Warsaw: Gebethner and Wolff, 1934. 7s. 5d. The Classical Review 49 (01):40-.score: 15.0
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  31. Marta Tafalla (2010). MUÑOZ, Francesc (2008) UrBANALización. Paisajes comunes, lugares globales Barcelona: Gustavo Gili. Enrahonar 45:185.score: 15.0
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  32. Guillermo Barón (2013). Estela Fernández Nadal y Gustavo David Silnik, Teología profana y pensamiento crítico. Conversaciones con Franz Hinkelammert, CICCUS/CLACSO, Colección Secretaría Ejecutiva, Buenos Aires, Argentina, 2012, 188 p. [REVIEW] Polis 35.score: 15.0
    Durante todo el último medio siglo Franz Hinkelammert ha venido representado uno de los manantiales inagotables en los que abreva el pensamiento crítico latinoamericano. Su creatividad y profundo desprejuicio frente a las absurdas normas de producción de conocimiento en la sociedad occidental y capitalista, le han permitido formular una de las impugnaciones más contundentes de la globalización neoliberal. Era necesario entonces un trabajo que diera cuenta de los avatares de su biografía, tant..
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  33. Guillermo Barón Del Pópolo (2010). Gustavo Morello, Cristianismo y Revolución. Los orígenes intelectuales de la guerrilla en la Argentina, Editorial de la Universidad Católica de Córdoba (EDUCC), Córdoba, 2003, 378 p. [REVIEW] Polis 26.score: 15.0
    El libro que reseñaremos a continuación fue publicado en el año 2003 como primer número de la colección Thesys de la Editorial de la Universidad Católica de Córdoba, Argentina. Una pequeña nota en la contrasolapa nos informa que estamos, con esta colección, delante de “...una selección de obras de múltiples disciplinas, elaboradas a partir de los trabajos de Tesis de posgrado, presentadas y defendidas públicamente por docentes e investigadores de la U.C. de Córdoba., en distintas institucione..
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  34. Jonathan Pimentel Chacon (2005). Imaginarios sobre el poder: Acercamiento desde Gustavo Gutiérrez. Revista de Filosofía de la Universidad de Costa Rica 43 (109):217-223.score: 15.0
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  35. Michel Dion (1990). ELLIS, Marc H., MADURO, Otto, Ed., The Future of Liberation Theology. Essays in Honor of Gustavo GutiérrezELLIS, Marc H., MADURO, Otto, Ed., The Future of Liberation Theology. Essays in Honor of Gustavo Gutiérrez. [REVIEW] Laval Théologique et Philosophique 46 (2):283-284.score: 15.0
  36. Gerardo Bolado Ochoa (2009). El Materialismo Filosófico de Gustavo Bueno. In Manuel Garrido (ed.), El Legado Filosófico Español E Hispanoamericano Del Siglo Xx. Cátedra.score: 15.0
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  37. Diego Nicolás Pardo Motta (2013). Pereira, Gustavo. "Eticidad democrática y lucha por el reconocimiento: una reconstrucción de la influencia de Hegel en la democracia deliberativa", Areté [Pontificia Universidad Católica del Perú]. Ideas Y Valores 62 (152):333-338.score: 15.0
    RESUMEN Se analiza si la versión de la justicia como equidad, presentada en El liberalismo político, es genuinamente una concepción política. Se examina el problema de la razonabilidad de las doctrinas comprehensivas, y se indaga luego si el argumento en dos etapas afecta la integridad estructural del liberalismo político. Se concluye que J. Rawls fracasa en su intento de justificar un liberalismo independiente de una doctrina comprehensiva de carácter liberal. ABSTRACT The article analyzes whether the conception of justice as fairness, (...)
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  38. RenéeLamberet (1975). Soledad Gustavo, sa place dans la pensée anarchiste espagnole. Convivium 44:17.score: 15.0
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  39. Enrique Ujaldón Benítez (2001). La comprensión de los otros en la Filosofía de Gustavo Bueno. El Basilisco: Revista de Filosofía, Ciencias Humanas, Teoría de la Ciencia y de la Cultura 29:59-66.score: 15.0
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  40. Virginia Capelli (2009). La Metafisica di Gustavo Bontadini. Aracne.score: 15.0
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  41. Mattia Cardenas (2012). La storia E l'eterno. Gustavo bontadini E il problematicismo storico-filosofico. Divus Thomas 115 (1):332-367.score: 15.0
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  42. Mattia Cardenas (2013). Per la metafisica classica. P. Alberto boccanegra op interprete di Gustavo bontadini. Divus Thomas 116 (1):93-115.score: 15.0
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  43. M. C., Charles Seltman & T. R. Glover (1933). Greek Coins: A History of Metallic Currency and Coinage Down to the Fall of the Hellenistic KingdomsCorolla Archaeologica, Principi Hereditario Regni Sueciae Gustavo Adolpho dedicataMelanges Gustave GlotzGreek Byways. Journal of Hellenic Studies 53:128.score: 15.0
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  44. Felicísimo Valbuena de la Fuente (2000). Gustavo Bueno," España Frente a Europa". El Basilisco: Revista de Filosofía, Ciencias Humanas, Teoría de la Ciencia y de la Cultura 27:85-86.score: 15.0
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  45. Jesus Espeja (2008). Hombre de Iglesia en el mundo: Celebrando 80 años de Gustavo Gutiérrez, OP. Ciencia Tomista 135 (3):547-556.score: 15.0
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  46. Robert Feys (1954). Review: Gustavo Bueno Martinez, Una Nueva Exposicion de la Silogistica. [REVIEW] Journal of Symbolic Logic 19 (4):304-304.score: 15.0
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  47. Secundino Fernández García (1990). El último libro de Gustavo Bueno (Cuestiones cuodlibertales sobre Dios y la Religión). El Basilisco: Revista de Filosofía, Ciencias Humanas, Teoría de la Ciencia y de la Cultura 3:93.score: 15.0
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  48. Guillermo García Parra (2013). Pereira, Gustavo. "Justicia distributiva: medios y capacidades", Diánoia. [Universidad Nacional Autónoma de México] 49/53 (2004): 3-32. [REVIEW] Ideas Y Valores 62 (153):243-247.score: 15.0
    RESUMEN Las tensiones y los vínculos posibles entre razón y violencia son un problema mayor para la filosofía. La obra de Eric Weil se consagra precisamente al análisis de las figuras históricas de dicha tensión, y su obra mayor, Logique de la Philosophie, desarrolla lo fundamental de dicho propósito. Se analiza la manera como Weil, desde la categoría de la acción -última categoría concreta de la filosofía-, en vínculo con las categorías precedentes (absoluto, obra, finito) y con las categorías formales (...)
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  49. Giulio Goggi (2010). A Reorganization of Classical Metaphysics the Proposal of Leonardo Messinese in Dialogue with Emanuele Severino and Gustavo Bontadini. Rivista di Filosofia Neo-Scolastica 102 (3):513-531.score: 15.0
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  50. F. Guibal (1989). La Force Subversive de l'Evangile. Sur la Pensée Théologique de Gustavo Gutiérrez. Recherches de Science Religieuse 77 (4):483-508.score: 15.0
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