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  1.  4
    Rodrigo Guerizoli & Guy Hamelin (2015). Preface: Medieval Logic. Logica Universalis 9 (2):129-131.
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  2.  4
    Guy Hamelin & Danilo Luiz Silva Maia (2015). Nominalism and Semantics in Abelard and Ockham. Logica Universalis 9 (2):155-180.
    Peter Abelard and William of Ockham represent the two main figures of the nominalism of the Middle Ages. Both share the fundamental thesis of that doctrine, according to which only individual entities exist. The repercussions of nominalism are quite evident in relation to the question of universals, which constitutes a subject that, until now, won the attention of the majority of contemporary studies on the two most important logicians of their time. Nevertheless the nominalism of each of these two protagonists (...)
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  3.  1
    Guy Hamelin (2015). Habitus E Virtude Em Pedro Abelardo: Uma Dupla Herança. Kriterion: Revista de Filosofia 56 (131):75-94.
    Pedro Abelardo apresenta na sua obra uma teoria da virtude de natureza, à primeira vista, aristotélica. Ao que parece, essa concepção também contém diferentes elementos estoicos, que não se opõem necessariamente à visão do Estagirita. Todavia, o essencial da interpretação da Escola do Pórtico acerca da virtude difere da explicação dada por Aristóteles. No presente estudo, pretendemos examinar, primeiro, a índole da virtude como habitus na obra de lógica de Abelardo. Nesse caso, não há dúvida de que predomina a influência (...)
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  4.  5
    Guy Hamelin (2010). As fontes Aristotélicas e Estóicas em Abelardo: a noção de. Veritas: Revista de Filosofia da PUCRS 55 (2).
    Peter Abelard’s (1079-1142) conception of moral sin contains a fundamental element from Stoicism, which is the notion of “consent” (consensus). After the presentation of the essentials of that Abelardian theory, we return to the source of that same idea in ancient and imperial Stoicism. According to their main representatives, “consent” or “assent” (sugkata/qesij) has a determining function not only in ethics, but also in the process of knowledge as well. We emphasize in passing the resemblance between some important components of (...)
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  5.  5
    Guy Hamelin (2002). The Universe and Mr. Chesterton. Dialogue 41 (4):827-830.
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  6.  3
    Guy Hamelin (2013). As fontes da Psicologia abelardina. Discurso 40 (40):287-308.
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  7.  3
    Guy Hamelin (2009). Do Realismo Moderado ao Realismo Extremo em Platão. Journal of Ancient Philosophy 3 (2).
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  8.  12
    Guy Hamelin (1998). Ethical Writings: His “Ethics” or “Know Yourself” and His “Dialogue Between a Philosopher, a Jew, and a Christian” Peter Abelard Traduit Par Paul Vincent Spade, Avec Une Introduction Par Marilyn McCord Adams Indianapolis-Cambridge, Hackett Publishing, 1995, 171 P. [REVIEW] Dialogue 37 (01):173-.
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  9.  3
    Guy Hamelin (2010). Vontade ( boulesis ) e consentimento ( sunkatathesis ) em Aristóteles e Abelardo: atos do apetite ( orexis ) ou da razão ( logos )? Doispontos 7 (1).
    The central question raised in the present article concerns the ontological nature of the intentional act, previous to the proper moral action, in Aristotle’s and Abelard’s thinking. More precisely, we examine two subjects indirectly interconnected. First, we treat the secular problem of the exact nature of will (boulêsis) in Aristotle, which certainly refers to a rational act (logikos), the source of which is, however, the appetite (orexis). The second point is related to the notion of consent (consensus) in Abelard, which (...)
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  10.  6
    Guy Hamelin (2002). La Théologie d'Abélard Jean Jolivet Collection «Initiations au Moyen Âge» Paris, Éditions du Cerf, 1997, 135 P. Dialogue 41 (02):384-.
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  11.  7
    Guy Hamelin (1995). Conférences, Dialogue d'un philosophe avec un juif et un chrétien. Connais-toi toi-même, Éthique Pierre Abélard Collection «Sagesses chrétiennes» Introduction, traduction nouvelle et notes par Maurice de Gandillac, Paris, Les Éditions du Cerf, 1993, 295 p. [REVIEW] Dialogue 34 (02):392-.
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  12.  6
    Guy Hamelin (1994). Averroès Et l'Averroïsme Maurice-Ruben Hayoun Et Alain de Libera Collection «Que Sais-Je?», No 2631 Paris, Presses Universitaires de France, 1991, 127 P. [REVIEW] Dialogue 33 (01):153-.
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  13.  1
    Guy Hamelin (2002). Panaccio, Claude, Le discours intérieur. De Platon à Guillaume d'Ockham, Paris, Éditions du Seuil, 1999, 341 pages. Panaccio, Claude, Le discours intérieur. De Platon à Guillaume d'Ockham, Paris, Éditions du Seuil, 1999, 341 pages. [REVIEW] Philosophiques 29 (1):147-150.
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  14.  4
    Guy Hamelin (1997). Petit traité des grandes vertus André Comte-Sponville Collection «Perspectives critiques» Paris, Presses Universitaires de France, 1995, 391 p. [REVIEW] Dialogue 36 (03):664-.
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  15.  1
    Guy Hamelin (2010). Influência estoica na concepção de status E dictum como quasi res (ὡσανεì τινά) em aberlardo. [REVIEW] Philósophos - Revista de Filosofia 16 (1):10-5216.
    Na sua obra, Pedro Abelardo (1079-1142) destaca duas noções metafísicas que fundamentam sua teoria lógica: o status e o dictum propositionis , ao causar, respectivamente, a imposição ( impositio ) dos termos universais e o valor de verdade das proposições. Trata-se de expressões que se referem a naturezas ontológicas peculiares, na medida em que não são consideradas coisas ( res ), mesmo que constituem causas. Todavia, também não são nada. Abelardo as chama de ‘quase coisas’ ( quasi res ). No (...)
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  16.  1
    Guy Hamelin (2011). Apresentação do número temático de filosofia medieval. Philósophos - Revista de Filosofia 16 (1):5-8.
    O VIIº Colóquio de História da Filosofia Medieval , realizado em novembro de 2009 em Brasília, foi dedicado ao tema: “Argumentação e interpretação na Filosofia Medieval”. Na ocasião, sete medievalistas brasileiros e estrangeiros encontraram-se para apresentar seu trabalho e discutir o assunto. O encontro foi possível graças à ajuda financeira do Departamento de Filosofia da Universidade de Brasília e da CAPES. Aproveitamos o espaço para agradecê-los. Apresentamos, no presente número temático, seis artigos ligados direta ou indiretamente a essa questão.
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  17.  4
    Guy Hamelin (2001). La Vérité Pratique. Aristote, Éthique À Nicomaque, Livre VI Jean-Yves Chateau Directeur de la Publication Collection «Tradition de la Pensée Classique» Paris: Librairie Philosophique J. Virin, 1997, 376 P. [REVIEW] Dialogue 40 (02):382-.
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  18.  2
    Guy Hamelin (2002). The Universe and Mr. Chesterton Randall Paine Peru, IL, Sherwood Sugden, 1999, Iv, 164 P. Dialogue 41 (04):827-.
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  19. Guy Hamelin (2002). La Théologie d'Abélard. Dialogue 41 (2):384-385.
     
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  20. Guy Hamelin (2001). La Vérité Pratique. Aristote, Éthique À Nicomaque, Livre VI. Dialogue 40 (2):382-383.
     
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  21. Guy Hamelin (2002). trad. D. Lories, De Boeck Université, Bruxelles, 2001, 288 p.(Coll. Sciences, éthiques, sociétés) Le Phénomène de la vie est un recueil d'études rassemblées par Hans Jonas; il pro-pose une philosophie de la vie susceptible d'éclairer et de fonder son éthique de la res-ponsabilité. En effet, outre les recherches de Jonas sur le gnosticisme, le public. [REVIEW] Philosophiques 29 (1-2):150.
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