Search results for 'Gy�Rgy Ser�Ny' (try it on Scholar)

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  1. Gy�Rgy Ser�Ny (2003). Gödel, Tarski, Church, and the Liar. Bulletin of Symbolic Logic 9 (1):3-25.score: 198.0
  2. William A. Chaney (1991). Susan J. Ridyard, The Royal Saints of Anglo-Saxon England: A Study of West Saxon and East Anglian Cults.(Cambridge Studies in Medieval Life and Thought, 4th Ser., 9.) Cambridge, Eng.; New York; and New Rochelle, NY: Cambridge University Press, 1988. Pp. Xi, 340. $54.50. [REVIEW] Speculum 66 (3):684-686.score: 120.0
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  3. Anna Baldwin (1994). Piero Boitani and Anna Torti, Eds., Poetics: Theory and Practice in Medieval English Literature.(The JAW Bennett Memorial Lectures, 7th Ser.) Woodbridge, Suffolk; and Rochester, NY: Boydell and Brewer, 1991. Pp. Viii, 207. $70. [REVIEW] Speculum 69 (2):423-425.score: 120.0
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  4. R. James Goldstein (2009). Ralph Hanna, Ed., The Knightly Tale of Golagros and Gawane. From Materials Collected by the Late WRJ Barron.(The Scottish Text Society, 5th Ser., 7.)[Edinburgh]: Scottish Text Society; Woodbridge, Eng., and Rochester, NY: Boydell and Brewer, 2008. Pp. Xlv, 145. $70. The Chepman and Myllar Prints. Scotland's First Printed Texts. Digitised Facsimiles with Introduction, Headnotes, and Transcription.[Edinburgh]: Scottish Text Society and National Library of Scotland, 2008. DVD. $47.95. Distributed by Boydell and Brewer, 668 Mount Hope Ave., Rochester, NY 14620–2731. [REVIEW] Speculum 84 (4):1058-1060.score: 120.0
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  5. Gy Orgy Ser Ény (2003). To Obtain the Formal Resolution of the Liar Paradox That Can Be Considered as the Common Generalization of the Theorems Concerned, We Shall Reformu-Late It in a Step–by–Step Manner in Four Main Stages. First We Shall Seek an Ordinary Language Equivalent of the Paradox in a Form That Shows Clearly its Logical Structure, and Then We Shall Directly Translate the Expression We Have. Bulletin of Symbolic Logic 9 (1).score: 27.0
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  6. Zoltan Gy�Rgypal, Gy�rgy Botond Kiss & Adam Kondorosi (1991). Transduction of Plant Signal Molecules by theRhizobium NodD Proteins. Bioessays 13 (11):575-581.score: 27.0
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  7. Gy�Rgy P.�Teri (1996). Introduction. Minerva 34 (4):321-322.score: 27.0
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  8. Óscar Correas (2003). Los derechos humanos Y el estado moderno. (¿Qué hace moderno al derecho moderno?). Anales de la Cátedra Francisco Suárez 37:271-285.score: 24.0
    The object of this t e xt is to present human rights as subjec t i ve rights, and therefore, as an appropriate fo r m of discourse in mode r n socie t y . Subject i v e rights are a discourse strat e gy through w hich ind i viduals h a ve lost contact with their companions in c i vil socie t y , and th e y f ind themsel v es isolate d , (...)
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  9. Raphael Zillig (2010). A substância e o ser dos itens não-substanciais em Z1. Doispontos 7 (3).score: 24.0
    Ao introduzir o estudo da substância em Metafísica Z1, Aristóteles apresenta um argumento cujo ponto inicial corresponde a uma questão acerca do estatuto ontológico de certos itens não-substanciais. Normalmente, entende-se que o objetivo desse argumento é estabelecer a compreensão da substância como ser primeiro. Pretende-se, aqui, propor uma interpretação alternativa para tal argumento. A questão acerca do estatuto ontológico de certos itens não-substanciais não teria o papel de estabelecer a compreensão da substância como ser primeiro, mas dirigir a investigação para (...)
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  10. Etienne Bimbenet (2012). Como seria ver como um ser humano? Doispontos 9 (1).score: 24.0
    Perguntaremos aqui "como seria ver como um ser humano". Tal questão é difícil, pois recuando um passo em relação à percepção e considerando que ela pode não ser o que é, essa questão vai de encontro àquilo que é comumente considerado como a "atitude natural". Merleau-Ponty articulou esta relativização da visão humana e seu realismo espontâneo de duas maneiras diferentes. Em primeiro lugar, há o que poderia ser chamado a "via da finitude". Ela consiste em assumir o ponto de vista (...)
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  11. Federico Camino (2012). Ser y tiempo (Heidegger). Estudios de Filosofía 2:83-84.score: 24.0
    Atacado, celebrado, discutido, interpretado desde las más diversas perspectivas, Ser y Tiempo , que Heidegger publicara en 1927, es, sin duda, uno de los libros más importantes del siglo veinte. A su estudio estuvo dedicado el presente seminario, cuyo objetivo no fue ni la presentación global de esa obra ni un análisis detallado del texto, sino el de ser una introducción a algunos de sus temas fundamentales.
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  12. Roberto Andrés González (2014). Metafísica y contradiscurso del método: Hacia una nueva concepción del ser a partir de la óptica de Eduardo Nicol. Revista de Filosofia 39 (1):29-45.score: 24.0
    En el presente trabajo nos hemos propuesto la factura de una exposición sucinta en torno a la crítica contra la metafísica clásica desde la perspectiva de Eduardo Nicol. Puede decirse que, desde el punto de vista de nuestro autor, la característica básica de la metafísica ha consistido en el soterramiento del ser, es decir, la metafísica clásica, de alguna u otra manera, ha versado acerca de un ser atemporal y oculto. El ocultamiento del ser ha estado íntimamente ligado al olvido (...)
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  13. Leonora Reyes, Rodrigo Cornejo, Ana Arévalo & Rodrigo Sánchez (2010). Ser docente y subjetividad histórica en el Chile actual: discursos, prácticas y resistencias. Polis 27.score: 24.0
    El presente artículo da cuenta de una instancia de trabajo colectivo con profesores y profesoras de aula, el “Taller de Educadores Autores” (TEA), que tiene como propósito rastrear el proceso de construcción de nuevas subjetividades docentes que permitan dar cuenta de las actuales condiciones en que es desempeñada la docencia, así como proponer otras formas de ser docente. A través del Taller, los profesores y profesoras problematizan acerca de los significados y sentidos de su trabajo por medio de la escritura (...)
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  14. O. Abreo (2008). Estatuto ontológico del ser humano en la sociedad capitalista y la responsabilidad por el otro. Logos 14:73-82.score: 24.0
    El presente artículo corresponde a un análisis sobre la existencia del hombre actual inmerso en el capitalismo y su relación con el sufrimiento humano, modo de vida que él mismo ha ayudado a construir y mantener en procura de un hedonismo que le hace olvidarse como sujeto doliente. Dada su responsabilidad en el devenir de este sistema económico social, el planteamiento que aquí se expone, invita a repensar al hombre en la búsqueda aproximada por la verdad de sí mismo y (...)
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  15. Poliana Emanuela Costa (2013). Pressupostos para se pensar a questão da técnica em "ser E tempo". Cadernos Do Pet Filosofia 4 (8):21-26.score: 24.0
    Resumo: Partindo do pressuposto que o Ser é notavelmente o escopo de toda a filosofia de Heidegger, este artigo procura indicar traços pontuais daquela que foi considerada o maior labor intelectual de sua vida: Ser e Tempo. Com o intuito de explorar o projeto da analítica existencial, Heidegger lança mão de dois conceitos, o de manualidade e circunvisão . Trata-se de explicitar, a partir desses conceitos contidos na obra Ser e Tempo a contribuição original do filósofo para o diagnóstico crítico (...)
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  16. Jean-François Courtine (2013). As Investigações Lógicas de Martin Heidegger, da Teoria do Juízo à Verdade do Ser. Discurso 27:7-36.score: 24.0
    O artigo destina-se a sugerir que a pergunta "o que é a lógica?", antes de ser extrínseca à questão fundamental da filosofia heideggeriana, é, ao contrário, indissoluvelkmente entrelaça à Seinsfrage. A ponto de a própria "questão do ser" correr o risco de permanecer opaca e inteligível se não a reconduzirmos à questão da lógica.
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  17. Claus Emmeche, Videnskab Som Grundlag for Regulering Af Genteknologi.score: 24.0
    En af velfærdsstatens civiliserende virkninger har været forsøgene på at imødegå de trusler for menneske og miljø, som stammer fra den industrielle produktion, gennem indgående statslig eller korporativ regulering af virksomhedernes udnyttelse af materielle, menneskelige og samfundsmæssige ressourcer. Regulering af ny genteknologi ser umiddelbart ud til blot at være et nyt eksempel herpå, men samtidig er genteknologien her ved det 20. århundredes slutning også et eksempel på noget nyt.
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  18. Marta Figueras I. Badia (2010). El papel del futuro en la constitución de nuestro ser (-ahí). La influencia de Aristóteles en el concepto heideggeriano de tiempo. Daimon:257-264.score: 24.0
    El estudio de la obra de Aristóteles es imprescindible para acercarnos al modo en que Heidegger responde a la pregunta de qué es el tiempo1. El objetivo de la presente comunicación es, en primer lugar, analizar la peculiar radicalización del concepto de tiempo aristotélico efectuada por el joven Heidegger; en segundo lugar, mostrar la estrecha relación entre la comprensión vulgar del tiempo ofrecida por Aristóteles y el tiempo originario, centrándonos en el papel que tiene el momento temporal del futuro en (...)
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  19. Orivaldo Pimentel Lopes Junior (2010). Ser Humano e Natureza na Teologia Cristã: “Quando fizestes a um lençol freático, a mim me fizestes” (Human being and Nature in Christian Theology:“as you do something to the water table you do it to me”) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2010v8n17p79. [REVIEW] Horizonte 8 (17):79-87.score: 24.0
    A utilização de um texto bíblico por um senador para justificar sua oposição a medidas de proteção ambiental é pretexto para uma série de considerações acerca da Teologia cristã sobre o meio-ambiente, e a relação entre religião e sociedade. Três questões são levantadas: a pretensa separação dos humanos da natureza, a pretensa homogeneização do "ser humano", e a pretensa simplicidade da interpretação teológica de um texto sagrado. O emprego dos verbos hebraicos KABASH e RADAHA abre uma discussão sobre o sentido (...)
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  20. Lindomar Rocha Mota (2012). Deus sem ser: A mística como possibilidade teológica (God without being: mystique as a theological possibility) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2012v10n27p896. [REVIEW] Horizonte 10 (27):896-916.score: 24.0
    This paper discusses the negative theology, based on the mystical discourse, as an alternative approach to the rational and positivist thought of the classical theology. Through the understanding and attempt to talk of God without the concept of being , the possibility of remaining in the theology domain will be analyzed here, but being guided rather by the search and love instead of the intellect’s descriptive interest, as it happens in mystical thought. The distinction between the positive theology and the (...)
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  21. Alex de Campos Moura (2012). Ser E linguagem em Merleau-ponty. Cadernos de Ética E Filosofia Política 20:90-102.score: 24.0
    Neste artigo, procuraremos mostrar que há na análise merleau-pontyana da linguagem um projeto ontológico implícito, baseado na tentativa de desvelar uma estrutura de Ser em que lógica e contingência, unidade e diversidade, encontram-se constitutivamente ligados, fazendo do subjetivo e do objetivo momentos reversíveis em uma totalidade comum.
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  22. Carlos Daniel Ponce Piñango (2013). El problema del Ser en el Poema sobre la Naturaleza de Parménides de Elea. Dos alternativas interpretativas. Apuntes Filosóficos 22 (42).score: 24.0
    En este trabajo se mostrará la posibilidad de establecer dos líneas interpretativas contemporáneas acerca del Poema sobre la Naturaleza de Parménides de Elea tomando como criterio para su delimitación el tratamiento que recibe el problema del “ser” dado que esta noción es clave para configurar todos los temas de la reflexión parmenídea. En este sentido, se presentará una perspectiva que despliega el “ser” en el ámbito de los problemas sobre la noción de existencia (lectura existencial) frente a otra que encuentra (...)
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  23. Matteo Raschietti (2012). O uno e o ser no pensamento de Meister Eckhart. Trans/Form/Ação 35 (SPE):79-98.score: 24.0
    O problema de fundo da especulação eckhartiana é a verdade do ser uno enquanto Deus e divino ligada à questão do seu conhecimento. Operando uma síntese da tradição neoplatônico-agostiniana e do pensamento do Pseudo-Dionísio Areopagita, o mestre dominicano funda os alicerces da sua teologia unitiva na teoria do ser.
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  24. Wenceslao García Puchades (2013). Alain Badiou y la filosofía como presentación didáctica del ser en común. Isegoría 49:583-598.score: 24.0
    El siguiente trabajo aborda la relación del filósofo francés Alain Badiou con la cuestión de lo común. Partiendo del modo en que algunos filósofos del siglo XX han tratado esta cuestión, proponemos una lectura de la obra de Alain Badiou como proyecto que pretende recuperar la filosofía como práctica universal e igualitaria para el aprendizaje del pensamiento del ser en común tomando como paradigma el lenguaje formal de las matemáticas y el lenguaje poético.
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  25. Abraham Magendzo (2006). El Ser del Otro: un sustento ético-político para la educación. Polis 15.score: 24.0
    El artículo presenta cuatro ejes convergentes para una comprensión integral del Ser del Otro desde una postura ético-crítica. El primer eje lo trata desde la modernidad y la acción comunicativa. El segundo eje lo interroga desde la ciudadanía. El tercer eje se introduce de lleno al Ser del Otro desde la alteridad, presentando la postura ética de Emmanuel Levinas. Finalmente el último eje lo analiza desde la diversidad y la ética de la interculturalidad. Concluye con algunas reflexiones referidas al desafío (...)
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  26. Juan Fernando Sellés (2012). El intelecto agente como acto de ser personal. Logos. Anales Del Seminario de Metafísica 45:35-63.score: 21.0
    In this work we study the suggestive position of some authors who constitute an exception in the history of the philosophy in respect to the interpretation of the agent intellect, the great Aristotle´s discovery: Francisco Canals, Leonardo Polo and his disciples, because these authors put the agent intellect at the level of “ actus essendi hominis ”.
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  27. Ricardo Santos (2012). Ser de Uma Maneira Sem Ser Claramente Dessa Maneira: Um Problema Para o Supervalorativismo. Ser de Uma Maneira Sem Ser Claramente Dessa Maneira 4 (34):823-849.score: 21.0
    Santos-Ricardo_Ser-de-uma-maneira-sem-ser-claramente-dessa-maneira.
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  28. Rebeca Castellanos Gómez (2003). Aproximación Teórico-Episte-Metodológica Sobre El Desarrollo Del Ser Como Personalidad. Cinta de Moebio 16.score: 21.0
    The consideration of the development of the being like personality is seen in this article on the base of the unit of the theoretician, epistemology and the methodological, offered as the contribution to the production of scientific knowledge, in the Superior Education, on the category of persona..
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  29. Esteban Lythgoe (2002). Modos de ser y temporalidad en la analítica existenciaria. Revista de Filosofía (Madrid) 27 (2):259-285.score: 21.0
    The analysis of Dasein’s modes of being (authentic, inauthentic and original) shows us that originality has a close relation with authenticity. Originality is not an ontological dimension in opposition to authenticity and inauthenticity which are ontical dimensions, but the ontological beingtowards- death and the authentic and ontic resoluteness composes it. If that is the fact, then temporality cannot be conceived as an original and indifferent phenomenon that explains the movement from inathenticity to authenticity and the other way round. Our hypothesis (...)
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  30. Eliane Christina Souza (2010). Ser E discurso no parmênides de platão. Philósophos - Revista de Filosofia 15 (1):87-118.score: 21.0
    The Parmenides is known as the dialogue in which Plato makes a criticism of his theory of forms. Through paradoxes, the character Parmenides criticizes the theory of forms presented by Socrates in the dialogue, targeting the relation they have with sensibles and with each other, call for participation, and the discoursive consequences of this relation. I present a reading of the Parmenides that suggests that the self-criticism points out inconsistencies in the Platonic theory of participation as it is presented in (...)
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  31. Jairo Dias Carvalho (2012). Plano de Imanência e Univocidade do Ser em Deleuze. Doispontos 8 (2).score: 21.0
    The text intends to show that, despite of Deleuze's affirmation that the univocity has three great moments in the history of philosophy, Duns Scoto, Spinoza and Nietzsche, his philosophy constitutes a contemporary moment of this history. The idea of Plane of Immanence will be the personal Deleuze's answer to the problem of the opposition between the analogy of proportion and the univocity of being on the history of philosophy.
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  32. Nimio de Anquín (2013). La Filosofía En Argentina: Lo Que Fue, Lo Que Es, Lo Que Puede Llegar a Ser. Utopía y Praxis Latinoamericana 18 (60):91-103.score: 21.0
    A people or race has its origin or logos in myth, the reason for being; it is not possible any other way. In Argentina, according to this author, it is not possible to philosophize due to a lack of those onto-anthropological referents. Nevertheless, to be able to construct, “create” (Christian thoug..
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  33. Jaime Llorente (2012). Topología de la patencia ontológica. Sobre la relación hombre-ser en Heidegger y Severino. Anales Del Seminario de Historia de la Filosofía 29 (1):241-264.score: 21.0
    The present article seeks to show the convergence between the “anthropological” conceptions derived from Heidegger and Severino’s theses concerning the truth of being. Both philosophical proposals conserve several essential points of coincidence in reference to their common consideration of the human as a “place” or tópos in which the manifestation of being occurs, and where being gains access to illumination and language (in spite of their divergent points of view about relation between being and temporality). In opposition to the theoretical (...)
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  34. Alejandro G. Vigo (2006). La Recuperación Crítica de la Pregunta Por El Ser En Heidegger. Signos Filosóficos 8 (15):65-104.score: 21.0
    This paper discusses the role the question of being plays in the development of Heidegger’s thought. It is shown that the basic question of traditional ontology doesn’t provide a Leitfaden for Heidegger’s philosophical development as a whole. Actually, in his first academic writings, Heidegger sh..
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  35. André Constantino Yazbek (2006). A “desorganização interna” do Ser e o surgimento da “realidade humana” em O Ser e o Nada. Doispontos 3 (2).score: 21.0
    Under the lig ht of Being and Nothingness’s the o re t ical body – Sartre’s master piece –, it is intended to discuss the essential source of human reality as “n i h i l a t i o n” and ontological lack, as well as manifestations and cons e q u e nces from this primordial human passion to be transformed to coagulated transcendence, to be transformed in Being In-itself-For-itself: to be consciousness and, at the same t i (...)
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  36. Renato Almeida de Oliveira (2012). A crítica de Marx ao formalismo político: O estranhamento do ser genérico do homem no estado democrático-burguês. Cadernos de Ética E Filosofia Política 20:139-157.score: 21.0
    : The objective of this paper is to present systematically the main aspects of the Marxian critique of bourgeois-democratic politics, emphasizing the abstract character of human species being within the modern State.
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  37. Eleazar Huerta (1956). Dinamismo del ser en Ortega / The Dynamism of Being in Ortega. Humanitas 3 (8):155-164.score: 21.0
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  38. Andy Clark (2011). Précis of Supersizing the Mind: Embodiment, Action, and Cognitive Extension (Oxford University Press, NY, 2008). [REVIEW] Philosophical Studies 152 (3):413 - 416.score: 18.0
    Précis of Supersizing the mind: embodiment, action, and cognitive extension (Oxford University Press, NY, 2008) Content Type Journal Article DOI 10.1007/s11098-010-9597-x Authors Andy Clark, Philosophy, University of Edinburgh, Dugald Stewart Building, 3 Charles Street, Edinburgh, EH8 9AD Scotland (UK) Journal Philosophical Studies Online ISSN 1573-0883 Print ISSN 0031-8116.
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  39. Hector Ferreiro (2011). Del Ser Al Estar-Ahí: La Resustancialización Hegeliana Del Universo. In Diana López, María Sol Yuan & Cecilia Lammertyn (eds.), Experiencia y concepto: Intensidades clásicas y tensiones contemporáneas. Ediciones de la Universidad Nacional del Litoral.score: 18.0
    Con la tesis “el Absoluto es el ser”, Hegel quiere sentar el principio metafísico fundamental de la sustancialidad del Universo frente a las ontologías que lo conciben como una totalidad contingente. Para ello, sin embargo, la noción de “ser” (Sein) no debe ser absolutizada como tal, como puro ser, frente a la negación como tal o puro no-ser, es decir, frente a la nada. Ser y no-ser son para Hegel meras abstracciones del entendimiento humano. La primera verdadera y legítima noción (...)
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  40. Lorenz B. Puntel (2004). A Totalidade do Ser, o Absoluto e o tema "Deus": Um capítulo de uma nova Metafísica. Revista Portuguesa de Filosofia 60 (2):297 - 327.score: 18.0
    Propósito deste ensaio é apresentar uma nova abordagem ao velho problema que é o acesso filosófico ao Deus cristão. Isto acontece dentro do esquema de uma nova metafísica cujo ponto de partida é a capacidade que a mente tem de percepcionar a totalidade do ser, facto este que o artigo apresenta como sendo justamente uma estrutura central do intelecto. Dado que as distinções entre intelecto e mundo, conceitos e realidade, sujeito e objecto, etc., já pressupõem a totalidade do ser dada (...)
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  41. Hector Ferreiro (2012). La encrucijada de la metafísica tomista: la circularidad de la tesis de la causalidad recíproca entre el ser y la esencia. Studium 29:173-183.score: 18.0
    Tomás de Aquino diferencia como dos principios metafísicos diferentes la suma de de-terminaciones que especifican como tal a un ente y el hecho de que dicho ente efecti-vamente exista en la realidad. Ahora bien, al definirse como lo otro de la esencia el ser tiende a devenir él mismo una especie de esencia que requiere, al igual que la esencia propiamente dicha, ser puesto a su vez en la existencia. Este corolario fue derivado de la tesis de la distinción real (...)
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  42. Hector Ferreiro (2007). La superación de la antítesis clásica entre ser y devenir en la Lógica de Hegel. In Sergio Cecchetto & Leandro Catoggio (eds.), Esplendor y miseria de la filosofía hegeliana. Suárez. 263-270.score: 18.0
    El cambio suele ser, según una larga tradición filosófica, concebido como incompatible con la noción de ser en cuanto tal. Dicho de otro modo: si acaso existe un ser que sea en un sentido más propio y auténtico que las cosas de este mundo, el mismo deberá necesariamente excluir de sí toda forma de cambio y movimiento. Ser y devenir serían en cuanto tales nociones contradictorias y mutuamente excluyentes. Así, por ejemplo, Parménides elimina del Ser el movimiento y el cambio, (...)
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  43. Rafael Castillo (2012). La filosofía animal de Nietzsche: Cultura, política y animalidad del ser humano. Signos Filosóficos 14 (27):169-175.score: 18.0
    El objetivo del artículo es reflexionar sobre el concepto de revuelta popular para precisar su valor heurístico en relación con la comunidad política. Para ello se realiza un recorrido teórico de la idea de revuelta popular en algunos textos de Arendt, Rancière, Blanchot, Nancy, Agamben y Esposito. Propongo que la revuelta debe ser entendida en el marco de una ontología de la comunidad. Se concluye que la revuelta popular supone el rechazo de un orden de desigualdad sostenido en un desacuerdo (...)
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  44. Juan Manuel Cuartas Restrepo (2012). Merleau-Ponty: "carne y ser del lenguaje". Eidos 16 (16):164-181.score: 18.0
    En varias oportunidades, el filósofo francés Maurice Merleau-Ponty plantea que hay una "carne del lenguaje" que se puede entender como la comprensión paradójica de sí y del otro en el seno mismo del lenguaje; esta "carne" está en relación con el desarrollo de la vida humana y da testimonio del cambio en los individuos que, observándose a sí mismos, quieren ser individuos nuevos a cada momento. Siguiendo a Merleau-Ponty, el presente ensayo se propone reconocer la condición del ser reinventado continuamente (...)
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  45. Susana Amaral Vieira (2010). O livro Г da Metafí­sica de Aristóteles: Ontologia - a Ciência do Ser enquanto Ser. Princípios 2 (3):155-165.score: 18.0
    o objetivo do presente artigo é o de apontar para o modo em que se realiza a ciência aristotélica do ser enquanto ser. Para isso é necessário esclarecer as noções de "analogia" e "substância", A autora nega a concepçáo realista da substância e pretende situar a questáo dentro do universo semântico e interpretativo da linguagem.
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  46. Flavio Costa Balod (2006). O cuidado e o carecer (A co-originariedade entre os existenciais de Ser e tempo). Veritas 51 (2).score: 18.0
    Segundo Ser e tempo, o cuidado, como ser do ser-aí, é definível pela expressão complexa “ser-já-precedentemente-a-si-em (o mundo) como ser-junto-a (ente intramundano que vem ao en-contro)”, a qual é apresentada deste modo no Parágrafo 41, que trata de “O ser do ser-aí como cuidado”. Nesta expressão, pretende Heidegger indicar cada um dos existenciais (disposição, compreender, fala, assim como também decair e mundo), e condição da correta compreensão do sentido desta estrutura é o entendimento de que há co-originariedade (Gleichursprünglichkeit) entre eles, (...)
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  47. Pedro S. Alves (2012). Empatía y ser-para-otro. Husserl y Sartre ante el problema de la intersubjetividad. Investigaciones Fenomenológicas 9:11-38.score: 18.0
    En este documento, debato ampliamente sobre la fenomenología de la intersubjetividad presentada por Husserl y por Sartre, centrándome en los conceptos de empatía y ser-para-otros. Contrariamente a la opinión más común, rechazo la objeción de solipsista dirigida a Husserl y sostengo que es la descripción de Sartre la que da lugar a esa objeción, en la medida en que él describe la conciencia de otro sujeto como una forma de autoconocimiento como un "objeto" (para "otros"). Termino señalando algunas directrices para (...)
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  48. Conrado Giraldo Zuluaga (2009). Ser libres a través Del conocimiento de la historia: Una invitación de Pedro laín entralgo a la conciliación. Escritos 16 (36):14-44.score: 18.0
    Pedro Laín Entralgo ha sido conocido a través de su interés personal por la historia, sobre todo por la de la medicina. Sin embargo, es claro que detrás de ello lo que se percibe es una preocupación por la real comprensión de lo que llamamos Historia, así con mayúscula, como él mismo lo escribe. De tal manera que Laín la concibe estrechamente relacionada con el hecho social y con la situación biológica del ser humano. Porque siendo el hombre tempóreo le (...)
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  49. Blas Bruni Celli (2012). Los diversos matices de la Necesidad en el Timeo de Platón en la Biología del Ser viviente. Apuntes Filosóficos 19 (34):99-110.score: 18.0
    En el presente trabajo se explica y comenta la construcción del ser viviente en la cosmología platónica del Timeo, por la confluencia de la inteligencia divina como causa primaria que provee diseños estructurales perfectos, combinada con la necesidad como causa secundaria que provee los movimientos aleatorios ocasionados por las fuerzas naturales. Palabras clave: República; Timeo; Necesidad; Cosmología; CausaIn this work I explain, and comment on, the construction of the living being in Timaeus’s Platonic cosmology. Such a construction results from the (...)
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  50. Jordino Marques (2010). De Ser e Tempo aos Beiträge zur Philosophie. Philósophos - Revista de Filosofia 3 (2):14-28.score: 18.0
    O autor procura desenvolver a relação existente essas duas obras,levando em conta que o próprio Heidegger manifestara um desejo de que os Beiträge zur Philosophie fossem sua segunda obra mais importante, já que, atrávés dela, esclarecem-se muitas orientações que em Ser e Tempo foram apenas indicadas. .
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