Search results for 'Hans E. Bynagle' (try it on Scholar)

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  1.  21
    Hans E. Bynagle (2006). Philosophy: A Guide to the Reference Literature. Libraries Unlimited.
    For professional philosophers, philosophy educators, students from beginning to graduate, and librarians.
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  2.  1
    S. E., Ernst Nolte, Dr Hans Schulze-Berndt, Burkhard Zipfel, Prof Dr Bernd Riithers, Prof Dr Reinhard Mussgnug & Dr Peter Glotz (1980). The Zipfel Affair at the Free University of Berlin. Minerva 18 (1):132-163.
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  3.  49
    Roberto Franzini Tibaldeo (2015). Animale, "transanimale" e umano nel pensiero di Hans Jonas / Animal, "transanimal" and Human in Hans Jonas' Thought. Pensando – Revista de Filosofia 6 (11):415-435.
    Il pensiero di Hans Jonas, specie per quel che riguarda la cosiddetta “biologia filosofica”, tratta indirettamente del rapporto tra essere umano e animale. A questo riguardo, Jonas rifiuta sia l’approccio dualistico, sia quello monistico-riduzionistico e propende al contrario per una complessiva reinterpretazione del fenomeno della vita nei termini di quel che egli definisce una “rivoluzione ontologica”. In virtù di ciò, il pensatore rintraccia lo specifico del fenomeno della vita e individua nelle forme viventi una scala naturae di complessità, auto-trascendimento (...)
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  4.  41
    Daniel Alves da Silva Lopes Diniz (2012). As limitações das éticas tradicionais e a fundamentação da ética da responsabilidade segundo Hans Jonas. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (5):2-14.
    Embora elaborada principalmente na década de 1970 a ética de Hans Jonas permanece atual e é particularmente relevante pelo uso da metafísica em um contexto pós-moderno (algo inusitado e ousado) e por sua teoria dos valores que podem ser atribuídos ao ser e ao não-ser. Pretende-se aqui apresentar as limitações que Jonas detectou nas éticas tradicionais (judaico-cristã, kantiana, por exemplo) e analisar as soluções por ele propostas (notadamente heurística do medo e futurologia comparada). Compreender também a fundamentação de tais (...)
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  5.  1
    Paulo César Nodari & Pacheco (2014). Responsabilidade e heurística do temor em Hans Jonas // Responsibility and heuristic of fear in Hans Jonas. Conjectura: Filosofia E Educação 19 (3):69-95.
    Esta pesquisa, norteada pela abordagem metodológica analítica, tem como horizonte de investigação a responsabilidade solidária na época da ciência, especialmente, no que tange ao "futuro da natureza humana" e da vida no Planeta diante das possibilidades que a ciência e a tecnologia nos oferecem. Hans Jonas ressalta que um dos problemas do Século XX é a vulnerabilidade a que todos indistintamente estamos imersos e afetados, exigindo de todos não apenas a constatação, mas, sobretudo, a responsabilidade pela vida humana e (...)
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  6.  8
    Francílio Vaz do Vale (2012). O princípio responsabilidade E o biocentrismo em Hans Jonas/the responsibility principle and biocentrism on Hans Jonas. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (5):73-81.
    RESUMO Hans Jonas na obra O Princípio Responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica (2006 [1979]) apresenta o diagnóstico de uma civilização debilitada e perecível, constantemente ameaçada pelos poderes do homem tecnológico. De posse desta análise, constrói uma proposta no sentido de novas fundações para o edifício ético a partir de uma responsabilidade. Jonas constata o caráter antropocêntrico de uma ética que não abrangia as consequências dos impactos oriundas da ação humana sobre o homem e a vida (...)
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  7.  5
    Maria Jesus Santos (2015). A dialogicidade no pensamento de Paulo Freire E de Hans Georg Gadamer E implicações na cultura escolar brasileira. Cadernos Do Pet Filosofia 5 (10):1-11.
    RESUMO: Este ensaio investiga um conceito que tem origem entre os gregos - o diálogo – e se desloca para o campo educacional brasileiro. O trabalho pedagógico de Paulo Freire e o pensamento do hermeneuta Hans Georges Gadamer constituem nossa base teórica. Deseja-se demonstrar que a dialogicidade é um elemento relevante e emancipatório e interfere na formação dos sujeitos e na construção de saberes de forma significativa. Paulo Freire na obra Pedagogia do oprimido realiza uma análise fenomenológica do cotidiano (...)
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  8.  13
    Francisco Vale Lima (2012). O Desenvolvimento Exaustivo da Ciência E da Técnica Enquanto Motivação Para O Esvaziamento Ético Contemporâneo: Uma Análise À Luz de Jürgen Habermas E Hans Jonas/the Development of Science and Technique as Reason for the Contemporary Ethical Emptying. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (5):91-101.
    Trata de uma leitura do papel da tecnociência no que tange ao esvaziamento ético com o qual nos deparamos. Para tanto, vale-se das abordagens feitas por Jürgen Habermas e Hans Jonas. Neste sentido, opera com alguns conceitos fundamentais de ambos os teóricos, no que se refere ao tema posto. Do primeiro filósofo refletir-se-á acerca do esvaziamento dos significados do mundo da vida face ao caráter instrumentalizador que a razão assumiu após o iluminismo. Do segundo, analisar-se-á o vácuo ético operante (...)
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  9.  2
    Lenise Moura Fé Almeida (2014). O princípio responsabilidade, a esperança em Ernest Bloch E o orgulho nacional: Uma simétrica oposição entre a heurística do medo em Hans Jonas E a esperança social em Richard Rorty. Cadernos Do Pet Filosofia 5 (10):12-19.
    O presente trabalho tem como objetivo desenvolver uma comparação direta entre a ética da futurologia jonasiana e o neopragmatismo rortyano no que diz respeito ao tema da esperança na prática política. Este tema foi amplamente discutido por Ernest Bloch que propõe um princípio esperança capaz de ser o impulso basilar para que o homem transcenda o presente em direção ao futuro. Por sua vez, Richard Rorty aborda este tema enquanto esperança social, que diz respeito à manutenção do orgulho nacional capaz (...)
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  10. Hilary Clement Olson, John E. Damuth & C. Hans Nelson (2016). To: “Latest Quaternary Sedimentation in the Northern Gulf of Mexico Intraslope Basin Province: II — Stratigraphic Analysis and Relationship to Glacioeustatic Climate Change,”Hilary Clement Olson, John E. Damuth, and C. Hans Nelson,Interpretation,4, No. 1, SC81–SC95, Doi: Http://Dx.Doi.Org/10.1190/INT-2015-0111.1. [REVIEW] Interpretation 4 (3):Y1-Y1.
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  11. Mayra Rafaela Closs Bragotto Barros Peterlevitz (2013). A convergência das responsabilidades parental e política na teoria ética de Hans Jonas. Revista Inquietude 4 (1):110-127.
    Facing the progress of science and technology, Hans Jonas believes that traditional ethical theories are insufficient to guide the actions of contemporary man. To formulate his own theory, the philosopher takes as its basis the responsibilities of parents towards their children and the one the public man has in relation with his community. Despite their differences, these forms of liability are intertwined and complementary. Then arise in jonas' theory the concepts of wholeness, continuity and future, which will cover following (...)
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  12.  83
    Roberto Franzini Tibaldeo (2009). La rivoluzione ontologica di Hans Jonas. Uno studio sulla genesi e il significato di “Organismo e libertà”. Mimesis.
    The book focuses on the thinking of the philosopher of Jewish origins, Hans Jonas (1903-1993), and precisely on his “philosophical biology”. The overall thesis is that this topic, which occupies the second stage of his thinking, is coherent with the previous phase (which focused on ancient Gnosticism), as well as with the following (which was dedicated to the ethics of responsibility). The main evidence supporting this thesis is the key notion of “ontological revolution”, the development of which I try (...)
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  13.  12
    Fábio Antônio Gabriel, Odirlei Silva de Souza & Antônio Carlos de Souza (2012). Ciência e ética: uma nova formulação do imperativo categórico como princípio da responsabilidade em Hans Jonas. Conjectura: Filosofia E Educação 17 (3):130-146.
    Jonas traz os princípios de uma nova ética de forma clara e objetiva, propondo o princípio de responsabilidade. A filosofia de Jonas tem sido fundamental para estabelecer uma análise importante do princípio da responsabilidade como imperativo ético do diálogo entre ciência e ética. Este trabalho, de caráter bibliográfico, produz uma análise epistemológica ao longo da história e observa as principais causas, os fatores e motivos que levaram o Planeta ao desequilíbrio ecológico e social. Para reverter esse cenário de grande destruição, (...)
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  14.  2
    Fábio Antônio Gabriel, Odirlei Silva de Souza & Antônio Carlos de Souza (2012). Ciência e ética: uma nova formulação do imperativo categórico como princípio da responsabilidade em Hans Jonas. Conjectura: Filosofia E Educação 17 (3):130-146.
    Jonas traz os princípios de uma nova ética de forma clara e objetiva, propondo o princípio de responsabilidade. A filosofia de Jonas tem sido fundamental para estabelecer uma análise importante do princípio da responsabilidade como imperativo ético do diálogo entre ciência e ética. Este trabalho, de caráter bibliográfico, produz uma análise epistemológica ao longo da história e observa as principais causas, os fatores e motivos que levaram o Planeta ao desequilíbrio ecológico e social. Para reverter esse cenário de grande destruição, (...)
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  15. Danielle Lories & Olivier Deprâe (2003). Vie Et Libert'e Ph'enom'enologie, Nature Et 'Ethique Chez Hans Jonas ; Suivi de, les Fondements Biologiques de l'Individualit'e, Hans Jonas. Monograph Collection (Matt - Pseudo).
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  16. R. Martinelli (2000). Astrazione e sentimento. Hans Cornelius e Theodor Lipps sulle “qualità figurali”. .
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  17.  10
    Hans Jonas (1999). Hans Jonas: por que a técnica moderna é um objeto para a ética. Natureza Humana 1 (2):407-420.
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  18.  6
    E. Harrison (1937). Neue Fragmente des Aischylos und Sophokles. Von C.-E. Fritsch Pp. 63. Hamburg: Hans Christian, 1936. Paper. The Classical Review 51 (01):38-.
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  19.  4
    Helder Buenos Aires de Carvalho (2014). Lançado livro TÉCNICA, MEDICINA E ÉTICA de Hans Jonas. Cadernos Do Pet Filosofia 4 (8).
    Tradução brasileira de importante obra do filósofo alemão Hans Jonas publicada pela Editora Paulus.
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  20.  1
    Roberto Roque Lauxen (2011). Interfaces E distanciamentos entre a hermenêutica de Hans-Georg Gadamer E Paul Ricoeur. Philósophos - Revista de Filosofia 17 (1):127-158.
    This paper presents the interface of two major representatives of contemporary hermeneutics, Hans-Georg Gadamer and Paul Ricoeur. Without intending to reconstruct the genesis of the theoretical positions in litigation, analyzes different aspects of it pointing to similarities and differences. After a brief introduction (first part), develops, in the second part, of more analytical form, the crossing of the positions of the interlocutors in seven main topics. The third part takes a moment of distancing itself from the hermeneutic tradition of (...)
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  21. Luciana Fortini (2001). L'implicazione ragionevole di Hans Reichenbach e l'implicazione crisippea. Annali Della Facoltà di Lettere E Filosofia 22:139-156.
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  22. John A. Mourant & Ernest Hans Freund (1964). Problems of Philosophy a Book of Readings [by] John A. Mourant [and] E. Hans Freund. Macmillan.
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  23. Renata Ramos (2014). Compreensão E linguagem: O caminho para a reabilitação da tradição no pensamento de Hans-Georg Gadamer. Synesis 6 (1):205-225.
    Gadamer pretende realizar uma defesa da tradição, reabilitando-a no cenário filosófico como elemento fundamental do conhecimento em geral. Para tanto, o filósofo procura refutar a tese de que os sentidos herdados constituem uma determinação acrítica de nossas compreensões. Como mostraremos, a resposta gadameriana a tal problema deve ser extraída da sua análise da linguagem, que podemos encontrar, de maneira especial, na terceira parte de Verdade e Método . Assim, esta análise condicionaria a verdadeira reabilitação da tradição, uma vez que o (...)
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  24. Antonio Russo (2010). Hans Küng e la teologia come scienza. Studium 106 (2):185-206.
    A study on Hans Küng and his Idea of Theology and Science.
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  25.  5
    Martin Arndt (2015). Hans Blumenberg: Rigorismus der Wahrheit. „Moses der Ägypter“ und weitere Texte zu Freud und Arendt. Hg., komm. u. m. e. Nachw. v. Ahlrich Meyer, Berlin: Suhrkamp 2015, 134 S. [REVIEW] Zeitschrift für Religions- Und Geistesgeschichte 67 (3-4):314-315.
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  26.  9
    Józef Życiński (1983). Na Marginesach Matematycznych Lektur [Recenzja] Felix Kaufmann, The Infinite in Mathematics, (Wstęp E. Nagel), 1978. Hans Hahn, Empiricism, Logic, and Mathematics. Philosophical Papers, 1980. E.H. Kluge, The Metaphysics of Gottlob Frege, 1980. H. Slu. [REVIEW] Zagadnienia Filozoficzne W Nauce 5.
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  27.  9
    Susanne Benöhr (2007). Ricardo E. Felberbaum, Klaus Bühler, Hans van der Ven (Hrsg.) (2007) Das Deutsche IVF-Register 1996–2006. 10 Jahre Reproduktionsmedizin in Deutschland. [REVIEW] Ethik in der Medizin 19 (4):340-341.
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  28.  5
    Charles A. Corr (1975). "Kant's Political Thought: Its Origins and Development," by Hans Saner, Trans. E. B. Ashton. Modern Schoolman 52 (3):320-323.
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  29.  9
    Oswaldo Giacoia Junior (1999). Hans Jonas: por que a técnica moderna é um objeto para a ética. Natureza Humana 1 (2):407-420.
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  30. Valentina Chizzola (2009). Tra immanenza e trascendenza: la teleologia della natura di Hans Jonas. Verifiche: Rivista Trimestrale di Scienze Umane 38 (1):159-187.
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  31.  5
    Eduardo José Lima de Oliveira (2011). O Lugar Das Emoções E Dos Afetos Na Ética da Responsabilidade de Hans Jonas: Um Contraste Com a Perspectiva Emotivista/the Place of Emotions and Affections in Hans Jonas's Ethics of Responsibility: A Contrast with the Emotivism Perspective. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (5):33-40.
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  32.  6
    Osvaldino Marra Rodrigues (2011). Repensar a técnica ea subjetividade: entre Hannah Arendt e Hans Jonas. Discusiones Filosóficas 12 (18):173 - 186.
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  33.  7
    George J. Stack (1967). "Discourse on Thinking," by Martin Heidegger, Trans. John M. Anderson and E. Hans Freund. Modern Schoolman 44 (4):397-399.
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  34.  11
    W. Rennie (1940). The Epitaphios of Hypereides Hans Hess: Textkritische und erklärende Beiträge zum Epitaphios des Hypereides. (Klassisch-Philologische Studien herausgegeben von E. Bickel und C. Jensen, Heft 11). Pp. 115. Leipzig: Harrassowitz, 1938. Paper, RM. 4.50. [REVIEW] The Classical Review 54 (01):21-22.
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  35.  5
    David Ragazzoni (2013). Carl Schmitt e Hans Kelsen: il problema della rappresentanza. Rivista di Filosofia 104 (1):51-76.
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  36.  10
    M. D. Reeve (1969). Hans Julius Wolff: Demosthenes als Advokat. (Schriftenreihe der juristischen Gesellschaft e. V. Berlin, 30.) Pp. 26. Berlin: de Gruyter, 1968. Paper, DM. 6. [REVIEW] The Classical Review 19 (03):376-.
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  37.  4
    Jacek Więcławski (2013). Hans J. Morgenthau and the Legal Origins of His Political ThoughtOliver Jütersonke,Morgenthau, Law and Realism(Cambridge: Cambridge University Press, 2010), 198 Pp., £50.00/$85.00, Cloth.William E. Scheuerman,Hans Morgenthau: Realism and Beyond(Cambridge and Malden, MA: Polity Press, 2009), 257 Pp., £16.99/$64.95, Paperback. [REVIEW] Journal of International Political Theory 9 (1):43-50.
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  38. Alessandro Castelani (2011). La "norma fondamentale" del pensiero di Hans Kelsen e il principio e il principio di effettività. Rivista Internazionale di Filosofia Del Diritto 88 (4):503-517.
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  39.  1
    Jelson R. De Oliveira (2015). A técnica como poder e o poder da técnica: entre Hans Jonas e Andrew Feenberg. Revista de Filosofia Aurora 27 (621):143.
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  40.  3
    Róbson Ramos dos Reis (1999). Hans-Georg Gadamer 1997: Verdade e método. Natureza Humana 1 (2):433-437.
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  41.  3
    Aureo Nogueira Freitas (2011). Ética Cristã e diálogo: a criteriologia inter-religiosa de Hans Küng no projeto da ética mundial e suas incidências na vida cristã. Horizonte 8 (21):365-366.
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  42.  3
    Rodrigo de Abreu Oliveira (2010). GRESCHAT, Hans-Jürgen. O Que É Ciência da Religião? Trad. Frank Usarski. São Paulo: Paulinas, 2005, 168p. Horizonte 8 (17):201-204.
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  43.  1
    Brenda Cross, Ulrich Simon & Geoffrey Nuttall (1973). Roland Bainton. Erasmus of Christendom. Pp. 400. 80p.Gerhard Ebeling. Luther. Pp. 288. 60p.Hans Kung. Infallible? Pp. 224. 40p.Dietrich Bonhoeffer. The Way to Freedom. Ed. E. H. Robinson. Pp. 272. 50p.Karl Barth. Fragments Grave and Gay. Ed. M. Rumscheidt. Pp. 128. 40p. [REVIEW] Religious Studies 9 (4):510.
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  44.  1
    Nathalie Frogneux (2004). Un'avventura Cosmoteandrica: Hans Jonas E Luigi Pareyson. Rivista di Filosofia Neo-Scolastica 2 (XCVI):505-528.
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  45.  1
    M. Harris (1980). Hans-Rudolf Nüesch, Ed., Altwaldensische Bibelübersetzung: Manuskript Nr. 8 der Bibliothèque Municipale Carpentras. I: Einleitung Und Text. II: Linguistischer Kommentar and Glossar. Bern: Francke, 1979. Paper. Pp. Xxx, 556/256; 1 Facsimile Plate, 12 Maps. SFr 75.Book Query [Google Scholar]Annabella Degan Checchini, Ed., Il Vergier de Cunsollacion E Altri Scritti . Turin: Claudiana, 1979. Paper. Pp. Xcviii, 221; 2 Facsimile Plates. L 13,000.Article Author Queryharris Mr [Google Scholar]. [REVIEW] Speculum 55 (4):821-825.
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  46.  1
    Jane Campbell Hutchison (1992). Hans Schäufelein: Vorträge gehalten anläβlich des Nördlinger Symposiums in Rahmen der 7. Rieser Kulturtage in der Zeit vom 14. Mai bis 15. Mai 1988. Nördlingen: Stadt Nördlingen and Verein Rieser Kulturtage e. V., 1990. Pp. xii, 307; color plates, many black-and-white plates. DM 39.50. [REVIEW] Speculum 67 (4):973-974.
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  47.  1
    Reiner Wiehl (2005). Arte del concepto e historia del concepto en la hermenéutica filosófica de Hans-Georg Gadamer. Endoxa 20:63-85.
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  48. Ignacio Jericó Bermejo (2009). Hans Küng e Ives Marie-Joseph Congar: a propósito de unas memorias y de un diario. Revista Agustiniana 50 (151):59-99.
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  49.  2
    Rita Nolan (1978). Review: William E. McMahon, Hans Reichenbach's Philosophy of Grammar. [REVIEW] Journal of Symbolic Logic 43 (1):156-157.
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  50.  5
    Rolf A. George (1977). Concordance to Wittgenstein'S Philosophische Untersuchungen. By Hans Kaal and Alastair McKinnon. Leiden: E.J. Brill. 1975. [REVIEW] Dialogue 16 (3):545-546.
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