Search results for 'Institutio Logica' (try it on Scholar)

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  1. Allan Bäck (1982). Institutio Logica. Journal of the History of Philosophy 20 (4):432-433.score: 150.0
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  2. B. P. H. (1965). Institutio Logica. Review of Metaphysics 19 (2):372-372.score: 150.0
  3. J. S. Wilkie (1966). Galen's Institutio Logica, English Translation, Introduction and Commentary. Philosophical Books 7 (2):11-12.score: 150.0
  4. Vere Chappell (1983). Howard Jones, Ed. And Trans., Pierre Gassendi's Institutio Logica Reviewed By. Philosophy in Review 3 (4):174-176.score: 150.0
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  5. Galen (1964). Galen's Institutio Logica. Baltimore, Johns Hopkins Press.score: 150.0
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  6. Pierre Gassendi (1981). Pierre Gassendi's Institutio Logica (1658): A Critical Edition with Translation and Introduction. Van Gorcum.score: 150.0
     
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  7. G. A. J. Rogers (1984). P. Gassendi: Institutio Logica 1658. Philosophical Books 25 (2):88-91.score: 150.0
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  8. Susanne Bobzien (2002). Pre-Stoic Hypothetical Syllogistic in Galen. The Bulletin of the Institute of Classical Studies:57-72.score: 90.0
    ABSTRACT: This paper traces the evidence in Galen's Introduction to Logic (Institutio Logica) for a hypothetical syllogistic which predates Stoic propositional logic. It emerges that Galen is one of our main witnesses for such a theory, whose authors are most likely Theophrastus and Eudemus. A reconstruction of this theory is offered which - among other things - allows to solve some apparent textual difficulties in the Institutio Logica.
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  9. Luciano Codato (2013). Extensão e forma lógica na Crítica da razão pura. Discurso 34:145-202.score: 24.0
    Since Kant interprets the logical form of judgment as a subordination of concepts' extensions, how should we understand their relationship to an unknown = x? Against traditional interpretations, elaborated from the background either of analytic philosophy or of Port-Royal Logic, one recovers the specificity of Kant’s notion of extension. It is necessary to distinguish: (1) the predicative relationship between the superior concept P and the inferior concept S, (2) the non-predicative relationship between the intuition of something individual = x and (...)
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  10. Óscar Trelles (2012). Filosofía, lógica y computación. Estudios de Filosofía 2:87.score: 24.0
    El seminario consiste en la lectura comentada y el análisis del libro Computability, Computable Functions, Logic, and the Foundations of Mathematics , de Richard L. Epstein y Walter A. Carnielli. Este texto trata problemas de lógica y matemáticas vinculados con sus fundamentos filosóficos y sus alcances en el campo de la informática.
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  11. Max Fernández de Castro (2008). La lógica if Y Los fundamentos de las matemáticas. Signos Filosóficos 10 (19):145-171.score: 24.0
    El objetivo del presente artículo es someter a escrutinio la afirmación de Hintikka según la cual la verdadera lógica elemental no es la clásica sino la lógica IF y, en consecuencia, el marco en que ordinariamente son pensadas las relaciones entre lógica y matemáticas es por completo inadecuado. Pa..
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  12. Enrique Muñoz Pérez (2013). Metafísica, lógica y mundo. Revista de filosofía (Chile) 69:215-225.score: 24.0
    Este artículo pretende ser una interpretación de algunos pasajes de la lección Los conceptos fundamentales de la metafísica. Mundo, finitud, soledad que Martin Heidegger dictara en la Universidad de Friburgo , el semestre de invierno de 1929/30. Mi hipótesis investigativa es que Heidegger lleva a cabo una lectura metafísica de la lógica, cuyas consecuencias son antropológicas, en el sentido que permiten establecer la distinción entre el animal y el ser humano. En otras palabras, me parece que el detenido análisis sobre (...)
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  13. Víctor Samuel Rivera (2010). Tras las Manos Del Führer . Heidegger Y la “lógica” de 1934. Escritos 15 (35):298-317.score: 24.0
    El texto combina una mirada sobre algunos elementos filosóficos y aspectos anecdóticos que ligan a Heidegger, el ser, el pensar y la pregunta por la metafísica con un eventual curso de “Lógica” dictado en 1934 y cuyo contenido es la relación ética entre el hombre y el Estado. Al final aparece la figura del Führer, sus manos y el destino de la humanidad.
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  14. Alessandro Carvalho Sales (2011). Deleuze e A lógica do sentido: o problema da estrutura. Trans/Form/Ação 29 (2):219-239.score: 24.0
    Este texto pretende acompanhar os principais movimentos apresentados pelo filósofo Gilles Deleuze para propor uma estrutura do sentido, de acordo com a Lógica do sentido (1969). Para tanto, tentando nos alçar ao estruturalismo muito particular de Deleuze, seguiremos especialmente alguns argumentos estabelecidos entre a quarta (Das dualidades) e a oitava (Da estrutura) séries desse livro, bem como pontos do artigo Em que se pode reconhecer o estruturalismo? (1972).
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  15. Andrés Felipe López López (2014). Lógica formal, lógica trascendental y objetividades matemáticas en la fenomenología de Edmund Husserl: Un análisis de la experiencia. Escritos 22 (48):87-122.score: 24.0
    El tema de la presente reflexión es, por una parte, la Fenomenología genética de Edmund Husserl, desarrollada en gran medida en Lógica formal y lógica trascendental de 1929; por otra, la llamada Fenomenología trascendental frente a la Filosofía kantiana en la Crítica de la razón pura (1973). Aborda el problema del origen del conocimiento junto a su legitimación y el problema de la validez. El propósito aquí es explicar el origen del conocimiento desde el análisis de la experiencia y/o la (...)
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  16. Konrad Christoph Utz (2010). A subjetividade na “Ciência da Lógica”. Veritas: Revista de Filosofia da PUCRS 55 (3):116-129.score: 24.0
    O artigo tenciona explicar o conceito da subjetividade na Ciência da Lógica (CdL) a partir de sua forma inicial, diferentemente da maioria dos vários estudos sobre a temática, que discute as formas já mais desenvolvidas, que ocorrem dentro da Lógica do Conceito. Porém, como essa última, desde início, é “Lógica Subjetiva”, a subjetividade precisa ser constituída antes ou no ponto do começo dela. Essa subjetividade inicial e mínima explica-se por primeiro pela identificação de subjetividade e liberdade, por segundo, pela compreensão (...)
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  17. Marco Aurélio Werle (2010). A Elevação do Espírito Pensante a Deus' ou a Natureza Lógica do Conceito nas Preleções de Hegel Sobre as Provas da Existência de Deus. Veritas: Revista de Filosofia da PUCRS 55 (3):178-185.score: 24.0
    O artigo investiga a relação existente na filosofia de Hegel entre as provas sobre a existência de Deus e a elevação do espírito humano a Deus. Dois pontos serão ressaltados: a apreensão de Deus como espírito e a natureza lógica do Conceito e isso a partir do modo como Hegel discute tanto a necessidade histórica da “prova” da existência de Deus, surgida com o Cristianismo, quanto o sentido lógico-especulativo das duas principais modalidades dessas provas: a prova ontológica e a prova (...)
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  18. Camila Rodrigues Jourdan (2012). Mística, necessidade e lógica (Mystic, necessity and logic)-DOI: 10.5752/P. 2175-5841.2012 v10n28p1380. Horizonte 10 (28):1380-1394.score: 24.0
    O artigo clarifica em que medida a Lógica, no sentido mais comum e até ingênuo do termo, enquanto composta pelas leis necessárias do pensamento correto, pode ser entendida como Mística. Isto parece estranho, pois a Mística é normalmente entendida como uma vivência de superação das dualidades, onde o pensamento racional colapsa e encontra seu limite. Já a Lógica é entendida como paradigma de pensamento racional. Argumenta-se que as leis mais gerais da razão e do discurso se relacionam com a Mística (...)
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  19. Loraine Oliveira (2011). Notas sobre lógica e dialética na Enéada de Plotino. Trans/Form/Ação 30 (2):167-178.score: 24.0
    Este trabalho objetiva caracterizar a lógica e a dialética, conforme a Enéada I, 3 [20] 4-5. Para Plotino, a lógica consiste em um conjunto de procedimentos que trata de proposições e silogismos. A dialética é um método que faz uso dos procedimentos lógicos. Mas é também uma disposição que permite compreender a estrutura do inteligível. Por conseguinte, é um caminho de ascensão rumo ao Uno. Neste sentido, tem um aspecto ético.
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  20. Alfredo Storck (2013). Ens rationis e a natureza da lógica segundo Avicena. Discurso 38:7-30.score: 24.0
    O presente artigo divide-se em duas partes. Na primeira, analisa-se a noção de um ser mental como sujeito da lógica. O principal objetivo dessa parte é fornecer algumas notas históricas sobre a origem e a importância de uma noção bastante difundida nos séculos XIII e XIV. A segunda parte concentra-se na filosofia de Avicena e procura mostrar como esse autor opõe-se à existência de um ser mental como sujeito da lógica.
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  21. Javier Vilanova Arias (2004). Necesidad lógica y necesidad analítica. ¿Sobre qué versa el lenguaje? Revista de Filosofía (Madrid) 29 (1):123-142.score: 22.0
    El propósito de este artículo es mostrar las diferencia entre las verdades lógicas y el resto de verdades analíticas, y en especial mostrar los distintos tratamientos formales.
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  22. Antonio Pérez Quintana (1981). Posibilidad según condiciones y necesidad en la lógica de Hegel. Logos 16 (1):119-136.score: 22.0
    El propósito de este artículo es mostrar las diferencia entre las verdades lógicas y el resto de verdades analíticas, y en especial mostrar los distintos tratamientos formales.
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  23. Decio Krause (2013). A inseparabilidade entre lógica E a ética. Philósophos - Revista de Filosofia 18 (1):245-259.score: 21.0
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  24. Miguel Giusti (2013). ¿Se puede prescindir de la Ciencia de la Lógica en la Filosofía del Derecho de Hegel? Areté. Revista de Filosofía 25 (1):45-60.score: 21.0
    “Can Hegel's Philosophy of Right do without the Science of Logic ?”. The question posed by this paper’s title refers to the attempts of some contemporary authors, amongst them Axel Honneth, to update the central theses of Hegel’s Philosophy of Right , though precisely (and deliberately) doing so without its alleged dependence on the Science of Logic . On account of several methodological and hermeneutical reasons, it is not easy to answer this question. It is well known that Hegel emphatically (...)
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  25. Nazareno Almeida (2009). Outra batalha naval: elementos para uma nova interpreteção da fundamentação lógica e ontológica da liberdade em Aristóteles. Veritas: Revista de Filosofia da PUCRS 54 (1):185-216.score: 21.0
    This article presents the general outlines of a new reading of the concept of contingent possibilities discussed in chapter 9 of the treatise On interpretation. In this article, I try to show how that text represents the moment of logical and ontological grounding of the ethic concept of freedom within Aristotle’s work.
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  26. Jorge Gibert Galassi (1999). Lógica y Epistemología de la Ciencia Social. Cinta de Moebio 5.score: 21.0
    El propósito de este ensayo consiste en aproximarse a una re–evaluación del enfoque negativo de la filosofía hegeliana en el marco de la discusión epistemológica de la ciencia contemporánea. La afirmación de Karel Kosik que sostiene que "En virtud de que la esencia –a diferencia de los fenómenos..
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  27. Hermógenes Hebert Pereira Oliveira (2012). Sobre Tarski Acerca da Conseqüência Lógica. Revista Inquietude 3 (2):76-93.score: 21.0
    The aim of this paper is to discuss the philosophical task of clarifying the concept of logical consequence. First, two criteria of adequacy for an elucidation of this concept will be elected : (1) truth preservation in the instances, or material adequacy and (2) guarantee of the truth of the conclusion in valid inferences, or epistemic adequacy. Then, Tarski's proposal (1956) and the corresponding criticism of Etchemendy (2008) will be presented. The paper is concluded with some commentaries regarding the nature (...)
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  28. Alejandro Groppo (2012). La Lógica Sublime del Populismo: un enfoque Post-estructuralista. Utopía y Praxis Latinoamericana 17 (58):27-38.score: 21.0
    La noción de populismo no es unívoca e incluso se superpone con la de política, así como para Schmitt se superponían las ideas de democracia y política.A su vez, el populismo "contra la detracción que de él suele practicarse" se ubica en el espacio de lo sublime; como lo que supera al sujeto desde f..
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  29. Enric Casabán Moya (2003). Sobre la naturalización de la lógica. Revista de Filosofía (Madrid) 28 (1):59-75.score: 21.0
    This article is devoted to give reasons against the naturalization of logic, in a sense which entails a revision of this science. The paper criticizes each historical important attempt to revise logical laws – intuitionism, quantum logic, alternative logics – and also it tries to argue that the explanation problem of quantum mechanics has nothing to do with a naturalization of logic.
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  30. Luis Vega Reñón (2003). La suerte de la lógica en la “Escuela de Madrid”: notas sobre una desgracia. Revista de Filosofía (Madrid) 28 (1):33-58.score: 21.0
    The decisive role played by Ortega and his “School of Madrid” in modernizing the 20th century Spanish thinking is widely accepted, but their contribution to bring our logic up to day was rather unfortunate: far from backing the introduction or reception of modern logic, the “School of Madrid” attempted an alternative logic, the so-called ‘logic of vital reason’, non-viable. As it is a symptomatic failure, I’ll give a broader account of it starting from, and going through, a confrontation in this (...)
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  31. Néstor Cohen & Gabriela Gómez Rojas (2003). La Lógica Del Experimento Como Instancia Pedagógica. Cinta de Moebio 18.score: 21.0
    The present article tries to emphasize the roll of the experimental logic in the process of education-learning of the methodology of the investigation. Its treatment usually appears as material for the later boarding of the explanation or the calls explanatory designs or explanatory reconnaissanc..
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  32. Storia E. Filosofia Della Logica (2001). Logica matematica, storia E filosofia Della logica. In V. Fano, M. Stanzione & G. Tarozzi (eds.), Prospettive Della Logica E Della Filosofia Della Scienza. Rubettino.score: 21.0
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  33. Camilo Fajardo, Manuela Fernández & David Rey (2009). Manuales de traducción, reinterpretación e indeterminación de la forma lógica. Revista de Filosofía (Madrid) 33 (2):87-110.score: 21.0
    In this paper we compare the thesis of underdetermination of theories with the thesis of indeterminacy of translation. Drawing upon this comparison, we argue that, in the context of Quine’s philosophy, the thesis of indeterminacy of translation can only be maintained if it is taken as establishing an indeterminacy in the logical form of sentences. Consequently, we contend that Quine lacks a solid argument for indeterminacy of translation.
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  34. José Manuel Sánchez Fernández (2011). Lógica, dialéctica y reflexión en el pensamiento hegeliano del periodo de Jena. Logos: Anales Del Seminario de Metafísica 43:287-307.score: 21.0
    The present work consists on figuring out the problematic relationships between the Logic of the Period of Jena and the internal emergence of a Dialectical one to the own system. Dialectical is more than a simple general methodology of the knowledge.
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  35. Bento Prado Neto (2013). Nota sobre infinito atual e forma lógica no Tractatus. Discurso 38:197-214.score: 21.0
    Parece haver quase um consenso, entre os comentadores, em torno da tese segundo a qual o “primeiro Wittgenstein” nada veria de problemático na ideia de um infinito atual, ao contrário do que claramente ocorre com o “segundo Wittgenstein”. O que eu gostaria de fazer aqui não é tentar reverter esse veredicto, mas sugerir que o exame das provas que o sustentam merece ser refeito. Para tanto, começarei por tentar mostrar como a letra dos aforismos 5.526 e 5.5262 parece levantar uma (...)
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  36. Atocha Aliseda Llera (2004). Sobre la Lógica Del Descubrimiento Científico de Popper. Signos Filosóficos 6 (11s):115-130.score: 21.0
    The aim of this paper is to elucidate some aspects of Karl Popper’s logic of research and place it in the philosophical discussion of scientific discovery. A closer look into his proposal reveals that his work, in the light of recent literature, does point into the direction of some fundamental m..
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  37. Frank Thomas Sautter (2009). Silogistas Paraclássicas: Um Estudo de Caso Sabre a Relação ente e Lógica Clássica e Lógicas Não-clássicas. Principia 13 (2):185-194.score: 20.0
    A maioria, talvez todas, as lógicas não-clássicas são um amálgama da lógica clássica com elementos extralógicos. Possivelmente esta tese nao possui uma prova geral, mas somente um argumento caso a caso possa ser fomecido. Discuto um caso de paraconsistência que resulta da aplicação de urn "filtro" a duas silogísticas. Essas silogísticas incorporam duas idéias de Nikolai Vasiliev: a idéia de um sistema completo de juízos contrários, e a idéia de juízos duplos. Tarnbém mostro como esses resultados podem ser estendidos à (...)
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  38. Cesare Cozzo (1997). Identità: logica e ontologia. Almanacchi Nuovi 96 (2):33-79.score: 18.0
    “Identità” qui si intende nel senso già precisato da Aristotele di “identità numerica”, che si ha “quando i nomi sono parecchi, ma la cosa è una sola” e, non nel senso di “identità specifica”, che si ha invece “quando gli oggetti, pur essendo parecchi, non rivelano differenze quanto alla specie”.1 In questo articolo intendo fornire al lettore indicazioni introduttive (non certo esaustive) sul posto che la nozione di identità numerica occupa nella logica contemporanea e nell’area di riflessione filosofica del (...)
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  39. Achille C. Varzi (2004). Sulla relatività logica. In Massimiliano Carrara & Pierdaniele Giaretta (eds.), Filosofia e logica. Rubbettino Editore. 135–173.score: 18.0
  40. Achille Varzi, Logica.score: 18.0
    La filosofia non è una scienza empirica e si regge in buona misura sull’argomenta- zione (→), cioè sulla capacità di giustificare certe affermazioni, o tesi, sulla base di altre ritenute vere. Sin dall’antichità la teoria dell’argomentazione ha pertanto occupato una posizione di rilievo nella ricerca filosofica, e già a partire da Aristotele ha contribuito a definire quel settore disciplinare che oggi chiamiamo logica (dalla parola greca logos, che significa tra l’altro ‘discorso’, ‘ragionamento’). Aristotele stesso codificò la materia in maniera (...)
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  41. Carlo Penco (2001). Origini Del Paradigma Classico in Logica. In Laboratorio di scienze cognitive.score: 18.0
    In quanto segue si d× in poche pagine un'idea del paradigma classico della logica assiomatica; Ë un richiamo alla terminologia e ai simboli che si useranno in seguito. I due successivi capitoli presentano i problemi ce hanno segnato la nascita del paradigma classico e un confronto con il paradigma tradizionale della logica aristotelica.
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  42. Carlos E. Alchourron & Antonio A. Martino (1987). Lógica Sin Verdad. Theoria 3 (1):7-43.score: 18.0
    1. EI dilema de Jørgensen. 2. La salución propuesta. 3. Breve historia de un prejudicio filosófico. 4. Normas sin lógica (o los precios ontológicos). 4.1. Imperativos sin lógica. 4.2. Normas y proposicienesnormativas. 4.3. Proposiciones normativas y normas verdaderas. 4.4. Mundos posibles. 4.5. Validez e invalidez. 4.6. La racionalidad del legislador. 5. La noción abstracta, sintáctica y semántica de consecuencia. 5.1. La noción abstracta de consecuencia. 5.2. La noción sintáctica de consecuencia. 5.3. La noción semántica de consecuencia. 5.4. EI sentido dado (...)
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  43. Heinrich Wansing & Yaroslav Shramko (2008). Erratum to Suszko's Thesis, Inferential Many-Valuedness, and the Notion of a Logical System Studia Logica , 88:405–429, 2008. [REVIEW] Studia Logica 89 (1):147-147.score: 18.0
  44. Luis Estrada González (2011). Nota crítica sobre Orayen: de la forma lógica al significado. Dianoia 56 (66):179-193.score: 18.0
    En esta nota crítica (i) se hace una breve descripción de cada uno de los artículos que componen Orayen: de la forma lógica al significado, (ii) se señalan algunas cuestiones que no están claras en ellos o en las réplicas de Orayen y, (iii) en la medida de lo posible, se indica si los autores desarrollan ulteriormente los problemas abordados en sus artículos. The aim of this critical note is threefold: (i) it briefly describes and comments on each of the (...)
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  45. Dov M. Gabbay & Leendert van der Torre (2009). Preface for Studia Logica Special Issue (2). Studia Logica 93 (2-3):105-108.score: 18.0
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  46. John Corcoran (2011). Forma lógica/Formalización. In Luis Vega and Paula Olmos (ed.), Compendio de Lógica, Argumentación y Retórica. Editorial Trotta. 257--258.score: 18.0
    The logical form of a discourse—such as a proposition, a set of propositions, an argument, or an argumentation—is obtained by abstracting from the subject-matter of its content terms or by regarding the content terms as mere place-holders or blanks in a form. In a logically perfect language the logical form of a proposition, a set of propositions, an argument, or an argumentation is determined by the grammatical form of the sentence, the set of sentences, the argument-text, or the argumentation-text expressing (...)
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  47. José Ferreirós (2010). La lógica matemática: una disciplina en busca de encuadre (Mathematical Logic). Theoria 25 (3):279-299.score: 18.0
    RESUMEN: Se ofrece un análisis de las transformaciones disciplinares que ha experimentado la lógica matemática o simbólica desde su surgimiento a fines del siglo XIX. Examinaremos sus orígenes como un híbrido de filosofía y matemáticas, su madurez e institucionalización bajo la rúbrica de “lógica y fundamentos”, una segunda ola de institucionalización durante la Posguerra, y los desarrollos institucionales desde 1975 en conexión con las ciencias de la computación y con el estudio de lenguaje e informática. Aunque se comenta algo de (...)
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  48. Barry Smith (1991). Logica e ontologia formale nelle «Logische Untersuchungen» di Husserl. Rivista di Filosofia 82 (1):53-70.score: 18.0
    Per Husserl, come per Bolzano, la logica e una dottrina della sdenza. Husserl prende pero piu sul serio l'idea che le teorie scientifiche siano costituite dagli atti mentali di soggetti conoscenti. Quella che segue e un' esposizione della concezione husserliana della logica e della scienza, fondata appunto sugli atti; essa approdera a una delineazione dell'idea husserliana di «ontologia formale».
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  49. Melvin Fitting (2007). Correction to FOIL Axiomatized Studia Logica , 84:1–22, 2006. Studia Logica 85 (2):275 -.score: 18.0
    There is an error in the completeness proof for the {λ, =} part of FOIL-K. The error occurs in Section 4, in the text following the proof of Corollary 4.7, and concerns the definition of the interpretation I on relation symbols. Before this point in the paper, for each object variable v an equivalence class v has been defined, and for each intension variable f a function f has been defined. Then the following definition is given for a relation symbol (...)
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  50. Nicolás Borrego Hernández (1992). La lógica oblicua de Juan Caramuel. Theoria 7 (1-2):297-325.score: 18.0
    Juan Caramuel es un tratadista importante de lógica que, aunque enclavado en la escolástica tardía, ofrece muestras innovadoras de indudable interés, entre las que cabe destacer la lógica oblicua. En ella se ofrecen, por ejemplo, un timido ensayo de representacón simbólica de las proposiciones oblicuas, una regulación deI silogismo oblicuo mixto y un listado de los modos silogísticos oblicuos, tanto puros como mixtos. En este trabajo se analizan, fundamentalmente, las Reglas silogísticas establecidas para el silogismo oblicuo mixto. Juan Caramuel is (...)
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