ABSTRACT: This paper traces the evidence in Galen's Introduction to Logic (InstitutioLogica) for a hypothetical syllogistic which predates Stoic propositional logic. It emerges that Galen is one of our main witnesses for such a theory, whose authors are most likely Theophrastus and Eudemus. A reconstruction of this theory is offered which - among other things - allows to solve some apparent textual difficulties in the InstitutioLogica.
O artigo tenciona explicar o conceito da subjetividade na Ciência da Lógica (CdL) a partir de sua forma inicial, diferentemente da maioria dos vários estudos sobre a temática, que discute as formas já mais desenvolvidas, que ocorrem dentro da Lógica do Conceito. Porém, como essa última, desde início, é “Lógica Subjetiva”, a subjetividade precisa ser constituída antes ou no ponto do começo dela. Essa subjetividade inicial e mínima explica-se por primeiro pela identificação de subjetividade e liberdade, por segundo, pela compreensão (...) da liberdade como autodeterminação. Essa autodeterminação ocorre, na CdL, pela primeira vez na “necessidade absoluta” e torna-se verdadeiramente autônoma na “relação absoluta” da “ação recíproca”. Essa, quando levada a suas últimas conseqüências, é autodeterminação conceitual ou conceito autodeterminante – e aí inicia-se o reino da liberdade. Mas isso quer dizer que liberdade, inicialmente, não é outra coisa que necessidade internalizada na determinação conceitual, isto é, autodeterminação necessária do conceito. Obviamente, o conhecer, destarte, não faz parte da forma inicial da liberdade e da subjetividade: subjetividade não é, originariamente, auto-consciente. Seu saber-de-si, a subjetividade adquire apenas, através de um desenvolvimento longo e complexo, na “Idéia”, mais especificamente na “Idéia do conhecer”, para plenificar-se na “Idéia absoluta”. O artigo conclui com uma crítica dessa transição à consciência no desenvolvimento imanente da subjetividade, mantendo que a consciência seja algo originário, não reduzível a estruturas conceituais. Palavras chaves: Hegel, Subjetividade, Liberdade, Consciência, Ciência da Lógica. (shrink)
O artigo investiga a relação existente na filosofia de Hegel entre as provas sobre a existência de Deus e a elevação do espírito humano a Deus. Dois pontos serão ressaltados: a apreensão de Deus como espírito e a natureza lógica do Conceito e isso a partir do modo como Hegel discute tanto a necessidade histórica da “prova” da existência de Deus, surgida com o Cristianismo, quanto o sentido lógico-especulativo das duas principais modalidades dessas provas: a prova ontológica e a prova (...) cosmológica. (shrink)
This article presents the general outlines of a new reading of the concept of contingent possibilities discussed in chapter 9 of the treatise On interpretation. In this article, I try to show how that text represents the moment of logical and ontological grounding of the ethic concept of freedom within Aristotle’s work.
The aim of this paper is to discuss the philosophical task of clarifying the concept of logical consequence. First, two criteria of adequacy for an elucidation of this concept will be elected : (1) truth preservation in the instances, or material adequacy and (2) guarantee of the truth of the conclusion in valid inferences, or epistemic adequacy. Then, Tarski's proposal (1956) and the corresponding criticism of Etchemendy (2008) will be presented. The paper is concluded with some commentaries regarding the nature (...) of logical investigations. (shrink)
A maioria, talvez todas, as lógicas não-clássicas são um amálgama da lógica clássica com elementos extralógicos. Possivelmente esta tese nao possui uma prova geral, mas somente um argumento caso a caso possa ser fomecido. Discuto um caso de paraconsistência que resulta da aplicação de urn "filtro" a duas silogísticas. Essas silogísticas incorporam duas idéias de Nikolai Vasiliev: a idéia de um sistema completo de juízos contrários, e a idéia de juízos duplos. Tarnbém mostro como esses resultados podem ser estendidos à (...) lógica proposicional, com a ajuda das formas nornais conjuntiva e disjuntiva. Apesar da aparencia não-clássica, utilize-se, sem exceção, a noção clássica de validade dedutiva: uma conclusão não pode veicular mais inforrnação, mas pode veicular menos inforrnação, do que a informação veiculada pelo conjunto das premissas. (shrink)
“Identità” qui si intende nel senso già precisato da Aristotele di “identità numerica”, che si ha “quando i nomi sono parecchi, ma la cosa è una sola” e, non nel senso di “identità specifica”, che si ha invece “quando gli oggetti, pur essendo parecchi, non rivelano differenze quanto alla specie”.1 In questo articolo intendo fornire al lettore indicazioni introduttive (non certo esaustive) sul posto che la nozione di identità numerica occupa nella logica contemporanea e nell’area di riflessione filosofica del (...) Novecento più strettamente legata alla logica, la filosofia analitica. Nella terza parte proporrò qualche spunto per un’indagine originale. (shrink)
La filosofia non è una scienza empirica e si regge in buona misura sull’argomenta- zione (→), cioè sulla capacità di giustificare certe affermazioni, o tesi, sulla base di altre ritenute vere. Sin dall’antichità la teoria dell’argomentazione ha pertanto occupato una posizione di rilievo nella ricerca filosofica, e già a partire da Aristotele ha contribuito a definire quel settore disciplinare che oggi chiamiamo logica (dalla parola greca logos, che significa tra l’altro ‘discorso’, ‘ragionamento’). Aristotele stesso codificò la materia in maniera (...) sistematica, secondo schemi e principi che rimasero insuperati per oltre due millenni (→ sillogistica). A partire dal XIX secolo la teoria logica subì però mutamenti profondi, grazie soprattutto all’opera del matematico inglese George Boole e del filosofo tedesco Gottlob Frege, e nel XX secolo si è assistito a sviluppi straordinari che hanno portato all’applicazione della logica non solo in filosofia ma anche in altri ambiti di ricerca (dalla linguistica al diritto sino all’informatica). (shrink)
C’è una logica sola? Io dico di no. O meglio, dico che c’è una logica sola per ogni modo di specificare in maniera esaustiva la classe delle situazioni logicamente possibili, cioè la classe dei modelli del linguaggio; ma poiché non c’è un unico modo di specificare questa classe, dico che non c’è un’unica logica se non in un senso relativo. Naturalmente, dato un linguaggio L e due diverse teorie logiche T1 e T2 per L, si può sempre (...) considerare il nucleo comune a entrambe le teorie, cioè l’insieme dei principi su cui entrambe le teorie concordano. In generale, si potrebbe quindi associare a L la logica minima T0 corrispondente al nucleo comune a tutte le teorie in competizione. Tale teoria sarebbe definita in maniera univoca e consentirebbe di evitare conclusioni di natura relativista, ammesso che si sia disposti a restringere opportunamente i confini della logica. (T0 sarebbe ovviamente una teoria molto debole.) Tuttavia è anche possibile che queste teoria minima T0 risulti vuota se la sintassi di L non contiene alcun ingrediente la cui interpretazione sia indipendente dalla specificazione dei modelli di L. In quanto segue cercherò di dimostrare che le cose stanno proprio così, e userò questo risultato per difendere una concezione della logica convenzionalista e—quindi—relativista. (shrink)
In quanto segue si d× in poche pagine un'idea del paradigma classico della logica assiomatica; Ë un richiamo alla terminologia e ai simboli che si useranno in seguito. I due successivi capitoli presentano i problemi ce hanno segnato la nascita del paradigma classico e un confronto con il paradigma tradizionale della logica aristotelica.
1. EI dilema de Jørgensen. 2. La salución propuesta. 3. Breve historia de un prejudicio filosófico. 4. Normas sin lógica (o los precios ontológicos). 4.1. Imperativos sin lógica. 4.2. Normas y proposicienesnormativas. 4.3. Proposiciones normativas y normas verdaderas. 4.4. Mundos posibles. 4.5. Validez e invalidez. 4.6. La racionalidad del legislador. 5. La noción abstracta, sintáctica y semántica de consecuencia. 5.1. La noción abstracta de consecuencia. 5.2. La noción sintáctica de consecuencia. 5.3. La noción semántica de consecuencia. 5.4. EI sentido dado (...) por las reglas de uso en un contexto. 5.5. Qué operadores para la lógica. 5.6. Solo en un contexto la parte cobra sentido. 6. La lógica deóntica. 7. De donde la solución del dilema interesa a toda la lógica. 8. Consecuendas para la informática. (shrink)
En esta nota crítica (i) se hace una breve descripción de cada uno de los artículos que componen Orayen: de la forma lógica al significado, (ii) se señalan algunas cuestiones que no están claras en ellos o en las réplicas de Orayen y, (iii) en la medida de lo posible, se indica si los autores desarrollan ulteriormente los problemas abordados en sus artículos. The aim of this critical note is threefold: (i) it briefly describes and comments on each of the (...) articles of Orayen: de la forma lógica al significado; (ii) identifies some issues that may not be clear enough or not fully developed whether in the articles or even in Orayen's replies; (iii) as far as possible, it refers to further studies made by the authors themselves on the same, or quite related, subjects addressed by them in their papers. (shrink)
Raul Orayen's book _Lógica, significado y ontología_ is a deep study into a range of issues in the philosophy of logic, taking Quine as the main interlocutor. It goes into subjects such as Truth-bearerss, Logical Truth, Validity, Propositions, Quine's Extensionalism, Relevant Logic and disjunctive syllogism, and Castañeda's ontology of Guises.
RESUMEN: Se ofrece un análisis de las transformaciones disciplinares que ha experimentado la lógica matemática o simbólica desde su surgimiento a fines del siglo XIX. Examinaremos sus orígenes como un híbrido de filosofía y matemáticas, su madurez e institucionalización bajo la rúbrica de “lógica y fundamentos”, una segunda ola de institucionalización durante la Posguerra, y los desarrollos institucionales desde 1975 en conexión con las ciencias de la computación y con el estudio de lenguaje e informática. Aunque se comenta algo de (...) la “historia interna”, nos centraremos en la emergencia, consolidación y convoluciones de la lógica como disciplina, a través de varias asociaciones profesionales y revistas, en centros como Turín, Gotinga, Varsovia, Berkeley, Princeton, Carnegie Mellon, Stanford y Amsterdam.ABSTRACT: We offer an analysis of the disciplinary transformations underwent by mathematical or symbolic logic since its emergence in the late 19th century. Examined are its origins as a hybrid of philosophy and mathematics, the maturity and institutionalisation attained under the label “logic and foundations”, a second wave of institutionalisation in the Postwar period, and the institutional developments since 1975 in connection with computer science and with the study of language and informatics. Although some “internal history” is discussed, the main focus is on the emergence, consolidation and convolutions of logic as a discipline, through various professional associations and journals, in centers such as Torino, Göttingen, Warsaw, Berkeley, Princeton, Carnegie Mellon, Stanford, and Amsterdam. (shrink)
Este artículo se propone realizar un abordaje crítico de la ontología afirmativa de Gilles Deleuze a partir de las objeciones realizadas por Georg Hegel a Spinoza en su Ciencia de la lógica. La hipótesis de trabajo es que, dada la herencia spinozista del pensamiento de Deleuze, estas críticas pueden resultar pertinentes para reflexionar sobre algunos puntos fundamentales. De esta manera, se intenta contrariar la habitual tendencia de los estudios deleuzianos de trabajar en una clave anti-hegeliana, es decir, a partir de (...) una separación teórica total con la problemática de Hegel. Se descarta la posibilidad de centrar las críticas de Hegel en torno a la sentencia "omni determinatio est negatio" o la imposibilidad de progresar desde la afirmación absoluta (por lo que el verdadero comienzo en Spinoza -y por tanto en Deleuze- sería la mera realidad empírica donde los elementos se vinculan de manera extrínseca, es decir, sin concepto). El punto de inconmensurabilidad es que Hegel afirma que es necesario que exista un movimiento de retorno (zurürckkehren) para que la afirmación no se degrade al punto de la disolución, mientras que Deleuze prefiere el movimiento de eterno retorno (ewige wiederkunft) como apertura insistente en el porvenir. Este artigo se propõe a realizar uma abordagem crítica da ontologia afirmativa de Gilles Deleuze a partir das objeções realizadas por Georg Hegel a Spinoza em sua Ciência da Lógica. A hipótese de trabalho é que, visto que o pensamento de Deleuze tem uma herança spinozista, essas críticas podem resultar pertinentes para refletir sobre alguns pontos fundamentais. Desta maneira, tenta-se contrariar a habitual tendência dos estudos deleuzianos de trabalharem em um espírito anti-hegeliano, isto é, a partir de uma separação teórica total com a problemática de Hegel. Descarta-se a possibilidade de centrar as críticas de Hegel em torno à sentença "omni determinatio est negatio". Também parece não ir ao coração do problema o fato de assinalar que, já que desde a afirmação absoluta não se pode progredir, o verdadeiro começo em Spinoza (e Deleuze) é a mera realidade empírica na qual os elementos se vinculam de maneira extrínseca, isto é, sem conceito. O ponto de incomensurabilidade é que Hegel afirma que é necessário que exista um movimento de retorno (zurürckkehren) para que a afirmação não se degrade ao ponto da dissolução, enquanto Deleuze prefere o movimento de eterno retorno (ewige wiederkunft) como abertura insistente no porvir. (shrink)
There is an error in the completeness proof for the {λ, =} part of FOIL-K. The error occurs in Section 4, in the text following the proof of Corollary 4.7, and concerns the definition of the interpretation I on relation symbols. Before this point in the paper, for each object variable v an equivalence class v has been defined, and for each intension variable f a function f has been defined. Then the following definition is given for a relation symbol (...) P : v1, v2, . . . , f1, f2, . . . ∈ I(P )(Γ) just in case there are w1, w2, . . . in d(Γ) with wi ∈ vi such that P (w1, w2, . . . , f1, f2, . . .) ∈ Γ. It was pointed out by Torben Brauner that we could have f1 and g1 being the same function, but also have P (w1, w2, . . . , f1, f2, . . .) ∈ Γ without having P (w1, w2, . . . , g1, f2, . . .) ∈ Γ. Our solution is to modify the definition of the model, rather artificially, so that if f and g are the same function, then f and g are syntactically the same intension variable. This is done as follows. First, arbitrarily choose some object variable w, and its corresponding equivalence class w. For each intension variable f we define a disambiguation world ˆ. (shrink)
En "Legal Reasons, Sources and Gaps", Raz señala que las lagunas jurídicas existen sólo cuando el derecho habla con voz incierta o cuando habla con muchas voces, pero que no hay lagunas cuando el derecho guarda silencio. En este último caso habría reglas de clausura, analíticamente verdaderas, que impiden la ocurrencia de esas lagunas. Según Raz, si hay una laguna en un sistema jurídico, entonces no es verdadero ni falso que exista una razón concluyente para ejecutar cierta acción. Así, una (...) de las contribuciones más importantes de Raz a la solución del problema de las lagunas jurídicas es subrayar que el discurso jurídico no está completamente controlado por la bivalencia. Sin embargo, a menudo se sostiene que el rechazo de la bivalencia conduce a contradicciones. Si esta afirmación fuese verdadera, entonces la solución de Raz al problema de las lagunas jurídicas se vería seriamente amenazada. En este artículo mostramos, con ayuda de una herramienta analítica sofisticada, i.e., la lógica de la verdad de G.H. von Wright, que el rechazo de la bivalencia sólo nos compromete a aceptar la conclusión trivial de que puede haber proposiciones que no son verdaderas ni falsas. Por esta razón, el trabajo de Raz todavía puede ser considerado un buen punto de partida para analizar las relaciones entre normas, razonamiento práctico y lagunas jurídicas. Sin embargo, también mostramos que para admitir proposiciones que no son verdaderas ni falsas, las tesis de Raz deben ser reformuladas. De otra manera, la tesis de que no existen lagunas cuando el derecho guarda silencio no sería compatible con el rechazo de la bivalencia. /// In his paper "Legal Reasons, Sources and Gaps", Raz says that legal gaps only exist when law speaks with uncertain voice or when it speaks with many voices, but there are no gaps when law is silent. In this later case, rules of closure, which are analytically true, prevent from the occurrence of gaps. According to Raz, if there is a gap in a legal system, then both the claim that there is a conclusive legal reason to perform a certain action, and its negation are neither true nor false. Therefore, one of the Raz's most important contributions to the solution of the problem of legal gaps is to remark that legal discourse is not altogether governed by the principie of bivalence. However, philosophers often claim that the denial of bivalence leads to a logical inconsistency. If this claim were true, then Raz's solution to the problem of gaps would be seriously threatened. In this paper we show--with the aid of a sophisticated analytical tool, i.e., von Wright's truth-logic--that the rejection of bivalence only commits us to accept the trivial conclusion that propositions can lack truth-values. For this reason, Raz's paper can still be regarded as a good starting-point for analyzing the relationships between norms, practical reasoning and legal gaps. However, we also show that in order to admit propositions which are neither true nor false, Raz's theses must be reformulated. Otherwise, the claim that there is no gap when law is silent would not be compatible with the rejection of bivalence. (shrink)
Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O presente estudo pretende analisar algumas questões relacionadas à forma como a historiografia avaliou a contribuiçáo lógica oferecida pelos filósofos estoicos. Trata-se, sobretudo, de dois posicionamentos em aberta oposiçáo: uma primeira análise é essencialmente negativa e depreciativa, negando qualquer valor às elaborações estoicas no campo da lógica; de outra parte, existe uma revalorizaçáo da importância da lógica dos estoicos na história da Filosofia, de modo geral, e na história da Lógica, especificamente. A principal (...) referência positiva aqui sublinhada é o trabalho do lógico Lukasiewicz. Pretende-se, assim, oferecer subsídios para uma reflexáo que amplie a avaliaçáo do potencial que a lógica estoica oferece aos estudiosos da Filosofia e da Lógica. (shrink)
Juan Caramuel es un tratadista importante de lógica que, aunque enclavado en la escolástica tardía, ofrece muestras innovadoras de indudable interés, entre las que cabe destacer la lógica oblicua. En ella se ofrecen, por ejemplo, un timido ensayo de representacón simbólica de las proposiciones oblicuas, una regulación deI silogismo oblicuo mixto y un listado de los modos silogísticos oblicuos, tanto puros como mixtos. En este trabajo se analizan, fundamentalmente, las Reglas silogísticas establecidas para el silogismo oblicuo mixto. Juan Caramuel is (...) a great essayist of Logic, who, though belonging to the late scholasticism, he shows signs of very important innovations, just like his oblique logic. In that logic he presents, for exampIe, a timid essay to get a symbolic representation of the oblique propositions; he presents too the rules of the oblique and mixed syllogism, and a quasifull catalogue of the oblique syllogism modes (pure as vell as mixed).In this work you can see analised, essentially, the Rules establisheh for the oblique and mixed syllogism. (shrink)
Uno de los fundamentos más reconocidos para una lectura metafísica de Hegel es el carácter totalitario de un sistema que intenta abarcar todo lo que es, determinando el lugar y papel de cada parte en el todo. Si la verdad es el todo, sólo tendremos acceso a ella al acceder a éste. Este artículo pretende mostrar que el todo en Hegel nunca es accesible por completo al pensamiento; que su característica principal es estar determinado de manera negativa, es decir, por (...) lo que no es. Para ello ofreceré un análisis de los conceptos de infinito y necesidad en la Ciencia de la lógica, proporcionando así algunas herramientas conceptuales para una lectura no-metafísica de Hegel; es decir, una lectura que enfatiza elementos hermenéuticos y críticos que comúnmente no se asocian con la filosofía de Hegel. One of the strongest pillars for a metaphysical reading of Hegel is the totalitarian aspect of a system that attempts to cover all of reality, determining the place and function of each being in the whole. If the truth is the whole, we will only gain access to it through access to the whole. This paper attempts to show that the whole in Hegel is never totally accessible to thinking; that its main characteristic is to be determined negatively, that is, by what it is not. To do so, an analysis of the concepts of the infinite and necessity will be offered as they appear in the Science of Logic, in order to provide certain conceptual tools for a non-metaphysical reading of Hegel, that is, a reading that emphasizes hermeneutic and critical elements not commonly associated with Hegel's philosophy. (shrink)
Esta investigação trata da diferença entre as áreas da filosofia, mas essa diferenciação necessita de uma forma plausível e não dogmática em seu proceder. Para encontrar uma forma de diferenciar cada área interna da filosofia, utilizou-se uma comparação inicial com as ciências e se buscou oprocesso argumentativo como um fator principal de diferenciação. Isso se expressa mais diretamente no problema de pesquisa, que visa a investigar se as diferentes áreas filosóficas também possuem diferentes processos deargumentação. A relevância desta investigação se (...) encontra na identificação de determinadas tensões entre as áreas filosóficas. O resultado mostra que os diferentes conteúdos tratados pelas distintas áreas filosóficas exercem um efeito importante sobre os processos argumentativos. Para fins de delimitação, optou-se por duas áreas da filosofia: a lógica e a ética. (shrink)
Este trabajo orienta su contenido a las aplicaciones de la lógica borrosa, pero no desde una aproximación que trate de abordar ciertas caracterrsticas relevantes de algunas de ellas y/o comentar sus coincidencias y discrepancias desde el punto de vista dei soporte dado por la lógica borrosa. Existen excelentes y abundantes revisiones de este estilo (véanse, por ejemplo, Zadeh, Vager 1992), por lo que nosotros hemos optado por introducir algunas reflexiones a modo de respuesta a preguntas formuladas al hilo de la (...) más general que da trtulo al trabajo. Contestar a algunas de ellas es, sin duda, uncometido realmente arriesgado, como ocurre al tratar de plasmar, por ejemplo, y aunque sea con trazos “borrosos”, cuáles serán las aplicaciones futuras de la lógica borrosa. Esperamos que se nos disculpe si el acierto torna a ser escaso.This paper discusses about the field of fuzzy logic applications, but not from the point of view of its importance or commenting their main features and how they are formally supported by fuzzy logic. Very good (Zadeh, Yager 1992), exist in this field, and so we decided to present some reflections trying to answer very general questions about this issue. Answering, for example, to the question about possible futureapplications of fuzzy logic is, no doubts, a very risky task. We look forward to be forgiven if our approach proves not to be very successful. (shrink)
Este trabajo orienta su contenido a las aplicaciones de la lógica borrosa, pero no desde una aproximación que trate de abordar ciertas caracterrsticas relevantes de algunas de ellas y/o comentar sus coincidencias y discrepancias desde el punto de vista dei soporte dado por la lógica borrosa. Existen excelentes y abundantes revisiones de este estilo (véanse, por ejemplo, Zadeh, Vager 1992), por lo que nosotros hemos optado por introducir algunas reflexiones a modo de respuesta a preguntas formuladas al hilo de la (...) más general que da trtulo al trabajo. Contestar a algunas de ellas es, sin duda, uncometido realmente arriesgado, como ocurre al tratar de plasmar, por ejemplo, y aunque sea con trazos “borrosos”, cuáles serán las aplicaciones futuras de la lógica borrosa. Esperamos que se nos disculpe si el acierto torna a ser escaso.This paper discusses about the field of fuzzy logic applications, but not from the point of view of its importance or commenting their main features and how they are formally supported by fuzzy logic. Very good (Zadeh, Yager 1992), exist in this field, and so we decided to present some reflections trying to answer very general questions about this issue. Answering, for example, to the question about possible futureapplications of fuzzy logic is, no doubts, a very risky task. We look forward to be forgiven if our approach proves not to be very successful. (shrink)
Esta obra es una auténtica e innovadora «Summa logicae». Lo que empezó como un proyecto de redacción de un manual, tras varios años de trabajo, ha terminado siendo un tratado novedoso de gran calado filosófico. Si bien presenta de una forma clara, amena y ordenada ―que agradecerán los estudiantes― la lógica del concepto, del juicio y del razonamiento, la lógica de enunciados, predicados y clases o la logística no clásica, terminando con una cumplida explicación de la metalógica, no se trata (...) de una mera obra expositiva. Sorprende el autor con una aportación original y radical en el panorama filosófico, pues no se refiere a la lógica al modo aristotélico, como mera ciencia auxiliar y propedéutica, sino que sitúa la Ciencia del Logos en el corazón de la filosofía, como privilegiado acceso al problema del conocimiento y del ser. La articulación entre lógica, en este sentido radical, con la gnoseología y la ontología late en cada página. Y desde esta articulación, hecha en clave realista, dialoga con originalidad y hondura con la filosofía de la ciencia, con la hermenéutica o la lingüística. Además, ofrece esta obra otra virtualidad más profunda, original del autor: la apertura del logos al Logos, la lógica como dintel de entrada firme y seguro al problema filosófico de Dios. (shrink)
EI objetivo de este artículo es presentar los principios de la programación lógica borrosa y de sus principales variantes, ilustrándolas a través de un conjunto de aproximaciones que, a nuestro entender, son representativas de los avances en esta área. También incluimos la descripción de otros sistemas de programación lógica que se sustentan en lógicas de la incertidumbre diferentes de la lógica borrosa. En esta presentación presuponemos que la mayoría de los lectores no son expertos en programación lógica; para seguirla sólo (...) se requiere un conocimiento básico de la lógica de predicados.The purpose of this paper is to present the principles of the fuzzy logic programming, exemplifying them by a couple of proposals that we think are representatives of the advances in this field. We include also the description of another systems of logic programming with uncertain information that are based on other logics of uncertainty which are different from fuzzy logic. This article only presuppose anelementary knowledge of the classical first-order logic. (shrink)
Embora a logica seja, de urn modo geraJ, concebida como um ramo da filosofia, suas aplic~oes via muito alem dos limites de qualquer disciplina isoladamente considerada (SALMON, 1993). Seu papel principal e fomecer meios para determinar a rel~o de consequencia que vige entre as premissas e a conclusao de urn dado argumento. Dentre as tecnicas utilizadas que possibihtarn garantir esta rel~o destaca-se a tecnica por redu ¢oao absurdo por ser amplamente aplicada nas cienciasdesde a antiguidade. Suaideiabasics residenofatodequeumapropo si~ nio (...) pode ser verdadeira se dela deduzimos uma contradi ~o. Pretende-se, entio, apresentar a estrutura logica de tal tee niea de demonstracao a partir de urn dado sistema formal da logica classica. (shrink)
Entendemos el concepto de “negación mínima” en el sentido clásico definido por Johansson. El propósito de este artículo es definir la lógica positiva mínima Bp+, y probar que la negación mínima puede introducirse en ella. Además, comentaremos algunas de las múltiples extensiones negativas de Bp+.“Minimal negation” is classically understood in a Johansson sense. The aim of this paper is to define the minimal positive logic Bp+ and prove that a minimal negation can be inroduced in it. In addition, some of (...) the many possible negation extensions of Bp+ are commented. (shrink)
En este artículo discuto el supuesto compromiso de la lógica modal cuantificada con el esencialismo. Entre otros argumentos, Quine, el más emblemático de los críticos de la modalidad, ha objetado a la lógica modal cuantificada que ésta se compromete con una doctrina filosófica usualmente considerada sospechosa, el esencialismo: la concepción que distingue, de entre los atributos de una cosa, aquellos que le son esenciales de otros poseidos sólo contingentemente. Examino en qué medida Quine puede tener razón sobre ese punto explorando (...) una analogía entre la lógica modal y la logica clásica de primer orden. Con ello se pretende proporcionar una visión clarificadora sobre el estatus de la lógica modal y su relación con la lógica en general.In this paper I discuss the alleged commitment of quantified modal logic to philosophical essentialism. Besides some other more or less related arguments against quantified modal logic, Quine (its more prominent critic) objects to it by claiming its commitment to a philosophical doctrine usually regarded as suspicious, essentialism: the view that some of the attributes of a thing are essential to it, and others are accidental. I study to what extent Quine can be right about this specific issue. I defend some of his views by exploring an analogy between modal logic and standard first order logic. That serves to get a better understanding of the status of modal logic and its relation with logic in general. (shrink)
En este artículo discuto el supuesto compromiso de la lógica modal cuantificada con el esencialismo. Entre otros argumentos, Quine, el más emblemático de los críticos de la modalidad, ha objetado a la lógica modal cuantificada que ésta se compromete con una doctrina filosófica usualmente considerada sospechosa, el esencialismo: la concepción que distingue, de entre los atributos de una cosa, aquellos que le son esenciales de otros poseidos sólo contingentemente. Examino en qué medida Quine puede tener razón sobre ese punto explorando (...) una analogía entre la lógica modal y la logica clásica de primer orden. Con ello se pretende proporcionar una visión clarificadora sobre el estatus de la lógica modal y su relación con la lógica en general.In this paper I discuss the alleged commitment of quantified modal logic to philosophical essentialism. Besides some other more or less related arguments against quantified modal logic, Quine (its more prominent critic) objects to it by claiming its commitment to a philosophical doctrine usually regarded as suspicious, essentialism: the view that some of the attributes of a thing are essential to it, and others are accidental. I study to what extent Quine can be right about this specific issue. I defend some of his views by exploring an analogy between modal logic and standard first order logic. That serves to get a better understanding of the status of modal logic and its relation with logic in general. (shrink)
Danksagung -- Abkurzungen -- Einleitung -- Kapitel I. Eingangssynchronopse, 1561-1679 -- Kapitel II. Institutio oratoria -- Kapitel III. Meprise und wertschatzung von rhetorik-rhetorikkonzeptionen -- Kapitel IV. Stilpaten, philologenfreunde -- Kapitel V. Bilingualismus -- Kapitel VI. Lekture -- Kapitel VII. Dichtung -- Kapitel VIII. Padagogik -- Kapitel IX. Schreibmethode -- Kapitel X. Schluwort.
Quines són les causes del dèficit filosòfic que arrossega la cultura catalana contemporània? Aquest llibre ofereix un panorama bastant complet —i amarg— de les condicions acadèmiques i extraacadèmiques en què s’ha hagut de conrear als Països Catalans la filosofia, tota la filosofia, centrant-se, això sí, en les aventures personals i col·lectives dels qui han tingut la vel·leïtat de dedicar-se a la lògica. Hi són narrades amb amenitat i lucidesa l’estada de Bertrand Russell a Barcelona, la defenestració d’Eugeni d’Ors, les aberracions (...) docents de Josep Daurella i Rull, la breu i fulgurant trajectòria intel·lectual de Joan Crexells, les peripècies eclesiàstiques de David Garcia Bacca i Miquel Soy, l’exili de Josep Ferrater Mora i la gestació del seu voluminós Diccionario de filosofía, la marginació de Manuel Sacristan, els conflictes de la Facultat de Filosofia de València en els anys 70... El resultat és una història de la filosofia apartada en molts aspectes de la imatge «abstracta» i «idealitzada» que sol oferir la historiografia filosòfica a l’ús. (shrink)
The aim of this article is to explore historically the origin of the difficulty of founding the reflecting power of judgment as Kant outlines it in the Preface to the third Critique. Despite that a foundation of the power of judging in the system of Transcendental Philosophy was only established in 1790, we must interpret it as a critical solution for an old problem, which Kant had already recognized around 1770. Through his comprehension of the meaning of healthy understanding he (...) already confirms the impossibility of determining the correctness of our judging activity from the use of rules. This insight of the problem must be understood in the context of the controversy about the relation between logica naturalis and logica artificialis as it occurs in the Leibniz-Wolffian aesthetics and logic. Although Kant had not yet developed the transcendental critique of taste around 1770, he already elucidates the problematic of judging through the model of taste and in close conjunction with this tradition. (shrink)
EI objetivo de este artículo es presentar los principios de la programación lógica borrosa y de sus principales variantes, ilustrándolas a través de un conjunto de aproximaciones que, a nuestro entender, son representativas de los avances en esta área. También incluimos la descripción de otros sistemas de programación lógica que se sustentan en lógicas de la incertidumbre diferentes de la lógica borrosa. En esta presentación presuponemos que la mayoría de los lectores no son expertos en programación lógica; para seguirla sólo (...) se requiere un conocimiento básico de la lógica de predicados.The purpose of this paper is to present the principles of the fuzzy logic programming, exemplifying them by a couple of proposals that we think are representatives of the advances in this field. We include also the description of another systems of logic programming with uncertain information that are based on other logics of uncertainty which are different from fuzzy logic. This article only presuppose anelementary knowledge of the classical first-order logic. (shrink)
Quine, em seu livro Philosophy of Logic, identifica lógica com lógica de primeira ordem e defende a concepçáo segundo a qual a completude é uma propriedade necessária dos sistemas lógicos. O objetivo deste trabalho é discutir a argumentaçáo de Quine e mostrar que suas idéias a respeito da natureza da lógica apresentam diversos problemas tanto conceituais, como técnicos.
The Calcolo geometrico (1888) seems to have been a turning point in the scientific career of Giuseppe Peano (1858?1932) because with this book he started publishing in logic. Looking for motivations of his early interests in the field one is naturally led to investigate the background of that book. Besides his previous work in mathematical analysis, methods and results of some Italian mathematicians and?above all?the spread of Grassmann's theories in Italy played a significant role: this point seems to have been (...) often underestimated by the historians of the subject. The connections between Calcolo geometrico and other related areas are also discussed. Peano's handwritten remarks and references taken from his own working copy of the Calcolo geometrico constitute the appendix of the paper. ?Simbolismo da alas ad mente de homo? (Peano 1913, 390). (shrink)
The probability calculus is very often used in the philosophy of science in order to support or to analyse epistemological points of view. The aim of this paper is to present in a summary the usual axioms of this calculus, as weIl as its most common consequences and theorems, which the philosopher of science in his arguments ressorts to.
The aim of this article is to show that the scholastic commentaries on the Predicables or Categorems (in Porphiry Eisagoge) constituted a style of treatises on the philosophy of language and philosophy of logic. In such studies, called afterwards “Material Logic”, is considered, for instance, the theme of the domain of logic and the possibility of its construction; furthermore, logic is relates to ontology through the problem of universals. Here is explored to logical being (ens rationis) which is the objectum (...) (subject) of this discipline, and is analized the structure of proposition and the nature of the main constitutives of inference. In the side of Philosophy of Language are located the study of the meaning of subjects and predicates (or predicables), that of the proposition formed by them, also a hierarchy of logical types (and semantical ones), and the principles of the ordained disposition of natural kinds and other classifications. They are things that now attract the interest of philosophers of logic and philosophers of languagewithin the analytic tradition. (shrink)
Los estudios de géneros discursivos han prestado poca atención a las tesis o seminarios producidos para la obtención del grado de licenciatura. En este artículo se describe, desde el enfoque del genre analysis (Swales, 1990), la organización retórica del marco referencial de un conjunto de 30 tesis de pregrado elaboradas por estudiantes de la carrera de Trabajo Social de la UCSC. Se identifican cuatro movidas retóricas: teórico, conceptual, empírico y normativo. Se observa que cada una tiene propósitos diferentes sobre cuestiones (...) teóricas, prácticas y legales relacionadas con el problema social que aborda cada tesis. Se advierte la presencia de algunos pasos retóricos recursivo y, al mismo tiempo, un fuerte compromiso de la investigación con la resolución de un problema social real. Studies of discourse genre have paid little attention to graduation theses produced by undergraduate students. This article describes, from a genre analysis approach (Swales, 1990), the rhetorical organization of the reference framework of a set of 30 undergraduate theses prepared by social work students at the UCSC. The study identifies four rhetorical moves: theoretical, conceptual, empirical, and normative. It is observed that each move has different purposes on theoretical, practical, and legal issues related to the social problem addressed by each thesis. The presence of recursive rhetorical steps is apparent, along with a strong commitment to solving real social problems through research. (shrink)
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No Órganon Aristóteles descreve alguns esquemas dedutivos nos quais a presença de inconsistências não acarreta a trivialização da teoria lógica envolvida. Esta tese é corroborada por três diferentes situações teóricas estudadas por ele, as quais são apresentadas neste trabalho. Analizamos o esquema de inferência utilizado por Aristóteles no Protrepticus e o método de demonstração indireta para os silogismos categóricos. Ambos os métodos exemplificam como Aristóteles emprega estratégias de redução ao absurdo logicamente clássicas. Na sequência, discutimos os silogismos válidos a partir (...) de premissas opostas (contrárias e contraditórias) estudadas pelo Estagirita no Analytica Priora (B15). De acordo com o autor, os seguintes silogismos são válidos a partir de premissas opostas, nos quais letras latinas minúsculas denotam termos como sujeito e predicado, enquanto que letras latinas maiúsculas denotam proposições categóricas tal como na notação tradicional: (i) na segunda figura, Eba,Aba ` Eaa (Cesare), Aba, Eba ` Eaa (Camestres), Eba, I ba ` Oaa (Festino), e Aba,Oba ` Oaa (Baroco); (ii) na terceira, Eab,Aab ` Oaa (Felapton), Oab,Aab ` Oaa (Bocardo) e Eab, Iab ` Oaa (Ferison). Por fim, discutimos a passagem do Analytica Posteriora (A11) no qual Aristóteles enuncia que o Princípio de Não-Contradição não é, em geral, pressuposto de toda demonstração (silogismo científico), mas apenas daquelas nas quais a conclusão deve ser provada a partir do Princípio; o Estagirita enuncia que se um silogismo da primeira figura tiver o termo maior consistente, os outros termos da demonstração podem ser separadamente inconsistentes. Estes resultados permitem-nos propor uma interpretação de sua teoria dedutiva como uma teoria paraconsistente lato sensu. Primeiramente, efetuamos uma análise hermenêutica, avaliando seu significado lógico e a correlação desses resultados com outros aspectos da filosofia de Aristóteles. Em segundo lugar, consignamos uma interpretação dos silogismos aristotélicos a partir de premissas opostas à luz dos antilogismos propostos por Christine Ladd-Franklin em 1883, e da demonstração aristotélica com termos inconsistentes nas lógicas paraconsistentes Cn, 1 n !, introduzidas por da Costa em 1963. Esses dois aspectos não parecem ter sido ainda detalhadamente analisados na literatura. DOI:10.5007/1808-1711.2010v14n1p71. (shrink)
In this paper we present an overview of Professor Newton C. A. da Costa’s work in logic, emphasizing the main results obtained by him in the several areas of his research activity. The text furnish a detailed bibliographic reference of his works, which are listed in the last section.
We offer a number of arguments for or against particular metaphysical theses. All of them are based in phenomena or results in mathematical logic, broadly conceived, and are offered as exemplification of the possibility of arguing in metaphysics from such results.
En este trabajo me propongo desarrollar un estudio crítico de la concepción mecanicista de la explicación científica. En primer lugar, argumento que la caracterización mecanicista de los modelos fenoménicos (no explicativos) es inadecuada, pues no ofrece un análisis aceptable de los conceptos de modelo científico y similitud, que son fundamentales para la propuesta. En segundo lugar, sostengo que la caracterización de los modelos mecanicistas (explicativos) es igualmente inadecuada, pues los análisis disponibles de la relación explicativa de relevancia constitutiva implican una (...) tesis metafísica que es rechazada por los mismos mecanicistas. Concluyo que el mecanicismo no ofrece todavía una elucidación aceptable de la explicación científica. In this paper, I offer a critical assessment of the mechanicist approach to scientific explanation. Firstly, I argue that the mechanicist characterization of (non explanatory) phenomenological models is inadequate, since it does not develop an explication of the concepts of scientific model and similarity, which are indispensable to the approach. Secondly, I claim that the mechanicist conception of (explanatory) mechanicist models is inadequate as well, since all the available analices of the explanatory relation of constitutive relevance imply a metaphysical thesis that is rejected by the mechanicists themselves. I conclude that mechanicism needs to be emended if it aims to be considered as a genuinely illuminating approach to scientific explanation. (shrink)
Este artigo canta uma canção — uma canção criada ao unir o trabalho de quatro grandes nomes na história da lógica: Hans Reichenbach, Arthur Prior, Richard Montague, e Leon Henkin. Embora a obra dos primeiros três desses autores tenha sido previamente combinada, acrescentar as ideias de Leon Henkin é o acréscimo requerido para fazer com que essa combinação funcione no nível lógico. Mas o presente trabalho não se concentra nas tecnicalidades subjacentes (que podem ser encontradas em Areces, Blackburn, Huertas, e (...) Manzano [no prelo]), e sim nos instrumentos subjacentes e no modo como trabalham em conjunto. Esperamos que o leitor fique tentado a cantar junto. DOI:10.5007/1808-1711.2011v15n2p225. (shrink)
My purpose in this paper is to show the evolution of the relationship between nonmonotonic logic and logic programming. I think that there are two periods in the evolution of this relationship. The first one isthe point of contact between these two fields that had been developed independently. In the second period, as I will show, the motivation to propose three-valued nonmonotonic logic comes from the study of the relationship between these two fields, and not from the study of nonmonotonic (...) logic itself. (shrink)
Neste artigo, discutimos em que sentido a verdade é considerada como um objeto matemático na lógica proposicional. Depois de esclarecer como este conceito é usado na lógica clássica, através das noções de tabela de verdade, de função de verdade, de bivaloração, examinamos algumas generalizações desse conceito nas lógicas não clássicas: semânticas matriciais multi-valoradas com três ou quatro valores, semântica bivalente não veritativa, semânticas dos mundos possiveis de Kripke. DOI:10.5007/1808-1711.2010v14n1p31.