Search results for 'João Emiliano Fortaleza Aquindeo' (try it on Scholar)

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  1. João Emiliano Fortaleza Aquindeo (2007). Espetáculo, comunicação e comunismo em Guy Debord. Kriterion 48 (115):167-182.score: 502.5
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  2. S. J. Dowell & A. João (2011). Heidegger e o pensamento oriental: confrontações. Natureza Humana 13 (2):19-38.score: 30.0
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  3. Espada Joao (2006). Edmund Burke and the Anglo-American Tradition of Liberty. Royal Institute of Philosophy Supplement 81.score: 30.0
     
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  4. João Emiliano Fortaleza de Aquino (2007). Spectacle, Communication and Communism in Guy Debord. Kriterion: Revista de Filosofia 3 (SE):0-0.score: 29.3
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  5. João Emiliano Fortaleza de Aquino (2011). Blaise Pascal: os limites do método geométrico e a noção de "coração". Trans/Form/Ação 31 (2):39-59.score: 29.3
    Este estudo pretende pensar o problema do conhecimento em Blaise Pascal, atentando para sua concepção do método geométrico aplicado ao conhecimento da natureza e das técnicas e para seu esforço por uma outra forma de conhecimento que possa ser aplicada às realidades “sobrenaturais” (a fé, o homem, a moral, os costumes, a política). Para tanto, o presente estudo articula uma análise dos ensaios pascalianos Préface. Sur le Traité du vide, De l’e.
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  6. João Emiliano Fortaleza de Aquino (2007). Espetáculo, comunicação e comunismo em Guy Debord. Kriterion 48 (115):167-182.score: 29.3
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  7. João Emiliano Fortaleza de Aquino (2007). Segunda natureza e justiça em Blaise Pascal. Princípios 14 (22):145-165.score: 29.3
    O presente artigo pretende mostrar que o conceito de segunda natureza ocupa um lugar central no pensamento de Blaise Pascal, sendo o fundamento das suas reflexões políticas, dentre as quais emergem aquelas em torno do conceito de justiça. Para tanto, mostra como o conceito de segunda natureza, embora tenha sua origem em categorias teológicas, situa-se já no plano metafísico, de onde se impõe como fundamento da existência histórico-temporal do homem. Deste modo, o conceito de segunda natureza possibilita a Pascal pensar (...)
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  8. João Emiliano Fortaleza de Aquino (2010). Materialismo E dialética em Georges Bataille. Philósophos - Revista de Filosofia 15 (2):83-102.score: 29.3
    Like other thinkers of the 1920s and 1930s, Georges Bataille seeks to identify a unifying theoretical-philosophical principle of dialectical materialism, accomplishing this through affirmation of a radical materialism, whose characteristics are the recovery of ”base matter” and the critique of all sublimated elevation to what is “higher.” In this effort, in a distinctive juxtaposition to both Marxism and psychoanalysis, he considers the relations of materialism with the Hegelian dialectic and Nietzschean genealogy, valuing the presence of “base matter” in these philosophical (...)
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  9. João Emiliano Fortaleza de Aquino (2010). Segunda natureza e justiça em Blaise Pascal. Princípios 14 (22):145-165.score: 29.3
    O presente artigo pretende mostrar que o conceito de segunda natureza ocupa um lugar central no pensamento de Blaise Pascal, sendo o fundamento das suas reflexões políticas, dentre as quais emergem aquelas em torno do conceito de justiça. Para tanto, mostra como o conceito de segunda natureza, embora tenha sua origem em categorias teológicas, situa-se já no plano metafísico, de onde se impõe como fundamento da existência histórico-temporal do homem. Deste modo, o conceito de segunda natureza possibilita a Pascal pensar (...)
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  10. Cleide Maria de Oliveira (2012). A metáfora da noite escura no itinerário espiritual de São João da Cruz (The metaphor of the dark night in spiritual journey of São João da Cruz) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2012v10n27p779. [REVIEW] Horizonte 10 (27):779-803.score: 18.0
    A imagem da noite é uma constante em diversas tradições místicas, estando associada à necessidade, expressa pela mística apofática, de transcender às imagens, ao conhecimento e ao nome de Deus, bem como a um método ascético que conduziria a uma experiência que não sendo sensível ou inteligível, não é catalogável pelo nosso sistema de cognição. A noite será uma das imagens mais poderosas e de maior expressividade na poesia de São João da Cruz, representante da mística ibérica do séc. (...)
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  11. Anderson de Oliveira Lima (2011). O casamento de Jesus: enredo do Antigo Testamento na construção da narrativa de João 4 (The marriage of Jesus. Plot of the Old Testament in the construction of the narrative in John 4) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2010v8n19p130. [REVIEW] Horizonte 8 (19):130-143.score: 18.0
    Neste artigo, nossa tarefa será estudar a estratégia literária usada na composição da narrativa do encontro de Jesus com a mulher samaritana, famosa passagem do quarto capítulo do evangelho de João. Defenderemos a hipótese de que o autor fez, para a construção desta narrativa sobre Jesus, uso de um enredo arquétipo, uma cena-padrão do Antigo Testamento que era usada todas as vezes que se pretendia contar uma história de casamento. Veremos os elementos que constituem tal enredo padrão e alguns (...)
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  12. Stephan Sahm (2013). On Markets and Morals—(Re-)Establishing Independent Decision Making in Healthcare: A Reply to Joao Calinas-Correia. [REVIEW] Medicine, Health Care and Philosophy 16 (2):311-315.score: 12.0
    Medical practitioners owe much of the significant progress made in the diagnosis and treatment of disease to industrial research. Hence, co-operation between providers of medical services, most notably medical practitioners, and the pharmaceutical industry is in the best interest of patients. Yet, empirical evidence shows how well-directed influence exerted by the pharmaceutical industry impacts physicians’ decision-making. Profit-motivated inducement by the pharmaceutical industry may expose patients to considerable risks. Against what many think to be based on overwhelming evidence, Joao Calinas-Correia takes (...)
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  13. Marã­lia Côrtes de Ferraz (2009). Hume e a Epistemologia, de João Paulo Monteiro. Princípios 16 (25):283-294.score: 12.0
    Resenha do livro de MONTEIRO, Joáo Paulo. Hume e a Epistemologia ; revisáo de Frederico Diehl [1ª. ed. brasileira]. – Sáo Paulo: Editora UNESP; Discurso Editorial, 2009. (232 p).
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  14. Anne Cova (2000). Jõao ESTEVES, A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas. Uma organização política e feminista (1909-1919), Lisboa, CIDM, 1991 ; As origens do Sufragismo Português. A Primeira Organização Sufragista Portuguesa : A Associação de Propaganda Femi. [REVIEW] Clio 1:38-38.score: 12.0
    Ces ouvrages portent sur deux associations féministes portugaises : la Ligue Républicaine des femmes portugaises (Liga Republicana das Mulheres Portuguesas) et l'Association de propagande féministe (Associação de Propaganda Feminista), fondées respectivement en 1909 et 1911. L'auteur de ces monographies, Jõao Esteves, est un jeune historien, spécialiste d'histoire contemporaine et plus spécifiquement de la période de la Première République Portugaise (1910-1926). Jõao Esteves a dépouil..
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  15. Marília Côrtes de Ferraz (2010). Hume e a Epistemologia, de João Paulo Monteiro. Princípios 16 (25):283-294.score: 12.0
    Resenha do livro de MONTEIRO, Joáo Paulo. Hume e a Epistemologia ; revisáo de Frederico Diehl [1ª. ed. brasileira]. – Sáo Paulo: Editora UNESP; Discurso Editorial, 2009. (232 p).
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  16. Carlos Frederico Barboza de Souza (2009). “Chama Viva de Amor”: elementos de poética e mística em João da Cruz ("Living Flame of Love": elements of poetical and mysticism in John of the Cross) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2009v7n14p114. [REVIEW] Horizonte 7 (14):114-135.score: 12.0
    Resumo O presente artigo se encontra na interface entre literatura e religião e trata-se de um estudo da linguagem presente na obra de João da Cruz intitulada “Chama viva de amor”, utilizando-se, para tal, de alguns recursos da crítica literária. Esta obra teve a redação de seu poema realizada entre os anos de 1582-1584 e de seus comentários nos anos de 1585/86 (primeira redação) e 1591 (segunda redação). É um texto que, tanto em sua dimensão poética quanto em sua (...)
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  17. João Vergílio Gallerani Cuter Et Bento Prado Neto (2012). Dossier: La Période Intermédiaire de Wittgenstein-Sous la Direction de João Vergílio Gallerani Cuter Et Bento Prado Neto-Introduction: La Période Intermédiaire de Wittgenstein. Philosophiques 39 (1):3.score: 12.0
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  18. Cristophe Grellard (2013). Do arquétipo à ficção: a ambivalência da ideia em João de Salisbury. Discurso 40 (40):45-70.score: 12.0
    Do arquétipo à ficção: a ambivalência da ideia em João de Salisbury.
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  19. João Hobuss (2013). Aristotle's Concept of Chance de João Hobuss. Filosofia Unisinos 14 (1).score: 12.0
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  20. Joao Alexandre Leite (2005). José Júlio Alferes Federico Banti Antonio Brogi Joao Alexandre Leite. Studia Logica 79:7-32.score: 12.0
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  21. Cláudia Regina Costa Pacheco, Elomar Antonio Callegado Tambara & Jorge Luiz da Cunha (2012). A perfeição humana na perspectiva católica de D. João Becker no período de 1912 a 1946. Conjectura: Filosofia E Educação 17 (2):55-74.score: 12.0
    Compreender em que medida a figura e a atuação de D. João Becker contribuiu na constituição de um ideal humano, tendo a educação como principal mecanismo para a sua efetivação, configurou-se na principal meta desta investigação. Para isso, examinou-se o período de 1913 a 1946, época em que D. João se constituiu na autoridade máxima da Igreja Católica no Rio Grande do Sul. Este estudo baseou-se numa pesquisa bibliográfica, enfatizando, sobretudo, a análise da documentação histórica referente ao acervo (...)
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  22. Felipe W. Martinez, Nancy Fumero & Ben Segal (2013). Grande Sertão: Veredas by João Guimarães Rosa. Continent 3 (1):27-43.score: 12.0
    INTRODUCTION BY NANCY FUMERO What is a translation that stalls comprehension? That, when read, parsed, obfuscates comprehension through any language – English, Portuguese. It is inevitable that readers expect fidelity from translations. That language mirror with a sort of precision that enables the reader to become of another location, condition, to grasp in English in a similar vein as readers of Portuguese might from João Guimarães Rosa’s GRANDE SERTÃO: VEREDAS. There is the expectation that translations enable mobility. That what (...)
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  23. Loren Goldner (2004). João Bernardo's Poder e Dinheiro. Do Poder Pessoal ao Estado Impessoal no Regime Senhorial, Séculos V–XV. Historical Materialism 12 (3):333-343.score: 9.0
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  24. Jennifer Larson (2000). F. W. Alonso: La fortaleza asediada. Diosas, héroes y mujeres poderosas en el mito griego . Pp. 357. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 1997. Paper. ISBN: 84-7481-883-. [REVIEW] The Classical Review 50 (01):317-.score: 9.0
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  25. Patrick Madigan (2009). Evolution and Conversion: Dialogues on the Origins of Culture. By René Girard with Pierpaolo Antonello and João Cezar de Castro Rocha. Heythrop Journal 50 (5):907-908.score: 9.0
  26. James Pearson (2013). Nietzsche on Instinct and Language Ed. By João Constâncio and Maria João Mayer Branco (Review). Journal of Nietzsche Studies 44 (1):115-117.score: 9.0
    Nietzsche’s critique of the will to truth, and, more specifically, the metaphysical tradition, is inextricable from both his philosophy of language and his turn to physiology. Though the way in which Nietzsche conceived of the intertwinement of language, reason, and the body developed through the course of his philosophical maturation, it is nonetheless a recurrent motif spanning the breadth of his oeuvre. As the editors state in their introduction to Nietzsche on Instinct and Language (NIL), the volume aims at being (...)
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  27. Marcelo Martins Barreira (2008). A função do Entendimento e da Vontade na Contemplação Mística: Sobre o paralelismo entre João da Cruz e Tomás de Aquino. Revista Portuguesa de Filosofia 64 (1):545 - 557.score: 9.0
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  28. José Antônio de Cr de Souza (forthcoming). João Duns Escoto, O. Min.(1266-1308): Sobre a origem da Propriedade e da Autoridade Secular. Revista Portuguesa de Filosofia.score: 9.0
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  29. Linda Martín Alcoff & John D. Caputo (2012). Abromeit, John. Max Horkheimer and the Foundations of the Frankfurt School. Cambridge-New York: Cam-Bridge University Press, 2011. Pp. Xiii+ 441. Cloth, $95.00. Acosta, Emiliano. Schiller Versus Fichte: Schillers Begriff der Person in der Zeit Und Fichtes Kategorie der Wech-Selbestimmung Im Widerstreit. Fichte Studien Supplementa, Band 27. Amsterdam-New York: Rodopi, 2011. Pp. X+ 302. Paper, $87.00. [REVIEW] Journal of the History of Philosophy 50 (2):305-307.score: 9.0
  30. Cesar Alves (2013). Para Huna Hermenêutica Apropriada Do Vaticano II. O Discurso Inaugural de Joao XXXIII. Gregorianum 94 (1):5-34.score: 9.0
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  31. Cesar Alves (2013). Para Uma Hermenêutica Apropriada Do Vaticano II: O Discurso Inaugural de Joao XXIII Eo Objetivo Do Concilio. Gregorianum 94 (1):5-34.score: 9.0
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  32. Ana Paula Arnaut (1997). A Ficçao de Joao Aguiar: A Alquimiz de Uma Escrita Múltipla. Humanitas 49:283-306.score: 9.0
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  33. Angélica S. Arza de Bousquet (2004). Una perspectiva del saber y de la fortaleza en el héroe unamuniano a la luz de Josef Pieper. Sapientia 59 (216):315-320.score: 9.0
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  34. Maria das Graças de Moraes Augusto (2011). ''Em Casa de Caranguejo, Pele Fina É Maldiçao': Filosofía E Sofística Em "Tutaméia" de Joao Guimaraes Rosa. Humanitas 63:605-636.score: 9.0
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  35. José Eduardo Marques Baioni, Marilena de Souza Chauí, Frederick C. Beiser, Corrado Bertani, Francesco Berto, Bernard Bourgeois, David Carlson & Allegra De Laurentiis (2005). Agossou, Mèdéwalé-Kodjo-Jacob, Hegel Et la Philosophie Africaine: Une Lecture Interprétative de la Dialectique Hégélienne (Paris: Karthala, 2005). Alves, João Lopes, O Estado da Razão: Da Ideia Hegeliana de Estado Ao Estado Segunda a Ideia Hegeliana:(Sobre Os Principios de Filosofia Do Direito de Hegel (Lisboa: Edições Colibri, 2004). [REVIEW] The Owl of Minerva 36 (2).score: 9.0
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  36. Marcelo Martins Barreira (2012). As propriedades da "noite escura" de João da Cruz. Revista Española de Filosofía Medieval 19:171-186.score: 9.0
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  37. Ruy Belo (1972). Aquele Grande Rio Eufrates. 2č™ Édition, Lisboa: Moraes, 1972.[1č™ Édition: 1961]. Sousa, João Rui De." Aquele Grande Rio Eufrates". [REVIEW] Critica 9.score: 9.0
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  38. Silvia Maria Jardim Brügger (2006). Crianças Expostas: um estudo da prática do enjeitamento em São João del Rei, séculos XVIII e XIX Exposed children: a study concerning. Topoi 7 (12):116-146.score: 9.0
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  39. Cláudia Regina Costa Pacheco, Elomar Antônio Calegaro Tambara & Jorge Luiz da Cunha (2012). A perfeição humana na perspectiva católica de D. João Becker no período de 1912 a 1946. Conjectura: Filosofia E Educação 17 (2).score: 9.0
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  40. Ricardo da Costa (2001). Por uma geografia mitológica: a lenda medieval do Preste João, sua permanência, transferência e “morte”. História 9.score: 9.0
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  41. Maria R. Cravo (1991). How to Change Your Mind, JOÄO P. MARTINS. Philosophy 66 (258).score: 9.0
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  42. Markus Figueira da Silva (2010). Ensaio acerca da imagem Poética: Bachelard e João do Rio. Princípios 2 (2):135-142.score: 9.0
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  43. Rua Fialho de Almeida (2000). Cdd: 192 associação E crença causal em David hume* joão Paulo Monteiro. Manuscrito 23:99.score: 9.0
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  44. R. Fialho de Almeida (1997). Hume on singular experiences1 Joao Paulo Monteiro. Manuscrito 20:123.score: 9.0
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  45. John Deely (1995). Um Novo Começo da Filosofia: A Filosofia Moderna E o Pensamento Pós-Moderno Vistos Através Do Pensamento de João Poinsot (Joannes a Sancto Thoma Ou Frei João de S. Tomás). Revista Portuguesa de Filosofia 51 (3/4):615 - 676.score: 9.0
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  46. Odilon Nogueira de Matos (forthcoming). A Politica Economica de D. Joao VI: Suas Linhas Gerais. Kriterion.score: 9.0
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  47. Anderson de Oliveira Lima (2011). O Casamento de Jesus: Enredo Do Antigo Testamento Na Construção da Narrativa de João 4 (The Marriage of Jesus. Plot of the Old Testament in the Construction of the Narrative in John 4)-DOI: 10.5752/P. 2175-5841.2010 V8n19p130. [REVIEW] Horizonte 8 (19):130-143.score: 9.0
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  48. José Antônio de C. R. De Souza (2008). João Duns Escoto, O. Min. (1266-1308): Sobre a Origem da Propriedade E da Autoridade Secular. Revista Portuguesa de Filosofía 64 (1):465-481.score: 9.0
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  49. Andréa Doré (2008). A Fortaleza Eo Navio: Espaços de Reclusão Na Carreira da Índia. Topoi 9 (16):91-116.score: 9.0
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  50. María Do Céu Fialho (2006). A Trilogia de Édipo de Joao de Castro Osório. Humanitas 58:481-494.score: 9.0
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