Search results for 'John de Marneffe' (try it on Scholar)

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  1. Moncy V. John & Kiran Mathew (2013). Coherent States and Modified de Broglie-Bohm Complex Quantum Trajectories. Foundations of Physics 43 (7):859-871.score: 420.0
    This paper examines the nature of classical correspondence in the case of coherent states at the level of quantum trajectories. We first show that for a harmonic oscillator, the coherent state complex quantum trajectories and the complex classical trajectories are identical to each other. This congruence in the complex plane, not restricted to high quantum numbers alone, illustrates that the harmonic oscillator in a coherent state executes classical motion. The quantum trajectories we consider are those conceived in a modified de (...)
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  2. X. X. I. John (1990). Language in Dispute: An English Translation of Peter of Spain's Tractatus, Called Afterwards Summulae Logicales : On the Basis of the Critical Edition Established by L.M. De Rijk. John Benjamins Publishing.score: 360.0
    This book is a translation of Petrus Hispanus' 13th century text.
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  3. Helen James John (1976). The Promise of Freedom in the Thought of Simone de Beauvoir. Proceedings of the American Catholic Philosophical Association 50:72-81.score: 360.0
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  4. Anderson de Oliveira Lima (2011). O casamento de Jesus: enredo do Antigo Testamento na construção da narrativa de João 4 (The marriage of Jesus. Plot of the Old Testament in the construction of the narrative in John 4) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2010v8n19p130. [REVIEW] Horizonte 8 (19):130-143.score: 198.0
    Neste artigo, nossa tarefa será estudar a estratégia literária usada na composição da narrativa do encontro de Jesus com a mulher samaritana, famosa passagem do quarto capítulo do evangelho de João. Defenderemos a hipótese de que o autor fez, para a construção desta narrativa sobre Jesus, uso de um enredo arquétipo, uma cena-padrão do Antigo Testamento que era usada todas as vezes que se pretendia contar uma história de casamento. Veremos os elementos que constituem tal enredo padrão e alguns exemplos (...)
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  5. Helmut Renders (2011). O guia medicinal Primitive Physick de John Wesley de 1747: ciência, charlatania ou medicina social? (John Wesley's medical guide Primitive Physic[k] from 1747: science, charlatanism or social medicine?) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2011v9n21p339. [REVIEW] Horizonte 8 (21):339-353.score: 192.0
    Resumo Em 1747, John Wesley, spiritus rector do movimento metodista, publicou a primeira edição do seu guia medicinal Primitive Physic[k] . Qual era o seu propósito num mundo onde a academia real, herbalistas, curandeiros/as, exorcistas e charlatães competiam pela atenção da população? O artigo apresenta os diferentes grupos que atuaram, ou pretendiam atuar, em prol da saúde na Inglaterra do século 18, e compara o conteúdo do guia Primitive Physic[k] com suas propostas e estratégias terapêuticas. Conclua-se que uma parte (...)
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  6. Richard De Smet, Jean de Marneffe & Job Kozhamthadam (eds.) (1997). Interrelations and Interpretation: Philosophical Reflections on Science, Religion, and Hermeneutics in Honour of Richard De Smet, S.J. And Jean De Marneffe, S.J. [REVIEW] Intercultural Publications.score: 168.0
     
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  7. Diego A. Fernández Peychaux (2012). ¿Es posible matizar el individualismo de John Locke? Princípios 18 (30):307-339.score: 156.0
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 El interrogante del que este artículo pretende dar cuenta es si el individualismo de John Locke responde a la radicalidad con la que la corriente de interpretación más difundida intenta caracterizarlo. La conclusión que se alcanza luego de una amplia presentación de pruebas textuales, es que la necesaria matización del individualismo se deriva de la insistencia del autor en justificar el origen divino de los derechos y deberes. De este modo, en la (...)
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  8. Sergio Morresi (2010). Política Cotidiana y Tolerancia en las obras de John Locke y Robert Nozick. Doispontos 7 (4).score: 156.0
    En 1974, Robert Nozick publicó *Anarquía, Estado y Utopía*, una obra que, por primera vez, otorgaba estatus teórico a una de las corrientes del pensamiento neoliberal: el libertarianismo. En buena medida, el texto de Nozick se reclama como una relectura en clave de filosofía analítica de la teoría política de John Locke. En este artículo se ofrecen algunos argumentos para mostrar que, aunque la perspectiva de Nozick presenta ciertas similitudes retóricas con la obra del filósofo inglés, en cada uno (...)
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  9. Justin Champion (2012). Socinianism Truly Stated: John Toland, Jean Leclerc and the Eighteenth-Century Reception of Grotiuss De Veritate. [REVIEW] Grotiana 33 (1):119-143.score: 156.0
    This paper investigates the later seventeenth reception of Grotius De Veritate , contextualising the presentation of editions with the various theological attempts to identify and defend a ‘reasonable’ religion. In particular it focuses on the intellectual relationships between the projects for a ‘non-mysterious’ Christianity advanced by John Toland, and the more sincere ambitions of the most learned editor of Grotius in the eighteenth century, Jean Leclerc. The major themes context the theological arguments and reception to changing conceptions of the (...)
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  10. Viturino Ribeiro da Silva (2013). John Rawls: Concepção de cooperação equitativa. Cadernos Do Pet Filosofia 4 (7):84-99.score: 156.0
    A cooperação equitativa é um conceito central da filosofia de John Rawls e possui uma estreita relação com as noções de racionalidade, razoabilidade e tolerância. Portanto, faz-se necessário ressaltar que tais temas são fundamentais para uma adequada compreensão da teoria rawlsiana de justiça. Rawls elege a justiça como virtude primária e princípio norteador na construção da sua teoria. Em virtude disso, a preocupação de Rawls é a resolução das desigualdades sociais que ocorrem nos sistemas políticos democráticos. A noção de (...)
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  11. Xaquelina Matesanz Tojeiro (2011). Reseña de "John Stuart Mill: Tres ensayos sobre la religión, editado y traducido por Carlos Mellizo". Telos 18 (1-2):313-318.score: 156.0
    Review of "John Stuart Mill: Tres ensayos sobre la religión (La naturaleza; La utilidad de la religión; El teísmo), editado y traducido por Carlos Mellizo, Madrid, Editorial Tecnos, 2012. ISBN 13: 978-84-309-5502-2".
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  12. Luis García Valiña (2013). Sobre la Necesidad de Completar El "Giro Pragmático" En El Liberalismo Político de John Rawls. Revista Latinoamericana de Filosofia 39 (1):43-72.score: 150.0
    El pragmatismo y el liberalismo político de corte contractualista- kantiano desarrollado por John Rawls suelen ser vistos como tradiciones enfrentadas. Sin embargo, un examen más atento revela notorias similitudes en al menos tres aspectos, especialmente en el marco del "giro pragmático" iniciado por Rawls en Liberalismo Político (1993): la primacía de la práctica, el contextualismo y el constructivismo. Pero la fijación en la estructura básica de la sociedad como objeto excluyente de indagación teórica bloquea la compleción del mencionado giro (...)
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  13. Joan Severo Chumbita (2014). Apropiación privada de la tierra y derechos políticos en la obra de John Locke. Ingenium. Revista Electrónica de Pensamiento Moderno y Metodología En Historia de la Ideas 7:193-210.score: 150.0
    In order to consider the influence of tangible property on the exercise of political rights in the work of John Locke, we’ll analyze, first, the distribution and acreage measurement of the requirements for political participation and the exercise of public functions in The Fundamental Constitutions of Carolina ; secondly, the considerations on land ownership, as a means of production, and the wage labor in Chapter V of Two Treatises of Government , II; finally, we’ll analyze the patrimonial restrictions for (...)
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  14. Jardel de Carvalho Costa & Layane de Paula Veloso (2010). A Themis frente aos vícios: o problema da inveja na teoria da justiça de John Rawls. Cadernos Do Pet Filosofia 1 (1):40-52.score: 150.0
    É reconhecido que a obra "Uma Teoria da Justiça" de John Rawls é um grande clássico da filosofia social e política contemporânea. Insatisfeito com a concepção utilitarista de justiça em fornecer uma análise satisfatória dos direitos e das liberdades dos cidadãos vistos como pessoas livres e iguais, Rawls procurou estabelecer quais os princípios de justiça que pessoas livres e racionais escolheriam se colocadas em uma situação de igualdade, a fim de definirem os termos fundamentais de sua associação. Contudo, diante (...)
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  15. Carlos Frederico Barboza de Souza (2009). “Chama Viva de Amor”: elementos de poética e mística em João da Cruz ("Living Flame of Love": elements of poetical and mysticism in John of the Cross) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2009v7n14p114. [REVIEW] Horizonte 7 (14):114-135.score: 150.0
    Resumo O presente artigo se encontra na interface entre literatura e religião e trata-se de um estudo da linguagem presente na obra de João da Cruz intitulada “Chama viva de amor”, utilizando-se, para tal, de alguns recursos da crítica literária. Esta obra teve a redação de seu poema realizada entre os anos de 1582-1584 e de seus comentários nos anos de 1585/86 (primeira redação) e 1591 (segunda redação). É um texto que, tanto em sua dimensão poética quanto em sua prosa, (...)
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  16. Giuseppe Lorini (2000). La institución de la realidad social en John R. Searle. Anales de la Cátedra Francisco Suárez 34:323-344.score: 150.0
    En el presente ensayo, el autor, partiendo del libro de John R. Searle The Construction of Social Reality, estudia la ontología social del último Searle poniendo en evidencia las novedades respecto a la teoría de los hechos institucionales formulada por el propio Searle en los años sesenta. Es así novedosa la cuestión que se plantea sobre la fundación de la realidad institucional: ¿Cómo pueden existir objetos institucionales en un mundo que se compone totalmente de partículas físicas en campos de (...)
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  17. Diego Alejandro Fernández Peychaux (2011). La emancipación a través de la legitimación de las relaciones de poder en John Locke. Astrolabio: Revista Internacional de Filosofía 11:564-578.score: 150.0
    Esta ponencia se propone demostrar que, para John Locke, el individuo posee derechos inalienables, pero que la misma naturaleza humana tiende a establecer ciertas relaciones de poder que lo esclavizan. La constatación teórica e histórica de este postulado lleva a Locke a sostener que la salida del hombre de esa situación de enfermedad debe liberarlo no de las relaciones de poder, que pueden ser legitimadas, sino de sus propias pasiones que lo llevan a juzgar con parcialidad sus derechos y (...)
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  18. Antônio Carlos dos Santos (2014). Os Elementos Republicanos Na Toler'ncia de John Locke. Kriterion: Revista de Filosofia 55 (130):499-513.score: 150.0
    John Locke é conhecido, sobretudo, por ser um dos fundadores do liberalismo. No entanto, pesquisas recentes apontam para novas interpretações do pensador inglês. No caminho dessa tendência, o objetivo deste texto é analisar os elementos republicanos na "Carta sobre a tolerância" de Locke. John Locke is mainly known for being one of the founders of Liberalism. However, recent research points to new interpretations of the English thinker. On the way of this trend, the aim of this paper is (...)
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  19. Nemone de Sousa Pessoa (2010). Panacum de Paradoxos, de Glenn W. Erickson e John A. Fossa. Princípios 13 (19-20):219-221.score: 150.0
    Resenha do livro de Glenn W. Erickson e John A. Fossa. Panacum de Paradoxos . Natal: EDUFRN, 2006. 191 páginas  .
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  20. Íñigo Álvarez Gálvez (2009). Utilitarismo y Derechos Humanos: La Propuesta de John Stuart Mill. Plaza y Valdés.score: 144.0
    Se dice que el utilitarismo es incompatible con la defensa de los derechos humanos, pues la búsqueda del mayor bien para el mayor número que prescribe el utilitarismo, puede exigir, en ocasiones, pasar por encima de los derechos. Sin embargo, quizá sea posible ofrecer una solución al conflicto presentando una doctrina utilitarista, reconocible como tal, que sea lo suficientemente amplia como para dar cabida a los derechos. La presente obra tiene como objeto exponer la doctrina de John Stuart Mill (...)
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  21. Denis Sauvé (2006). L'arrière-Plan de l'Intentionnalité Selon John Searle. Dialogue 45 (1):3-27.score: 144.0
    John Searle défend l’idée d’un «Arrière-plan» de l’intentionnalité, c’est-à-dire le point de vue selon lequel il existe un ensemble de capacités mentales non représentationnelles (ou non intentionnelles) qui rendent possible toute forme d’intentionnalité (donc sans lesquelles il n’y aurait pas de croyances, de désirs, d’intentions, etc.). J’examine d’une part dans cet article ses raisons de croire qu’il existe des capacités non représentationnelles et, de l’autre, ses arguments à l’appui de la thèse — la plus importante à ses yeux — (...)
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  22. Irene Boragno Gil (2013). La intencionalidad colectiva en la antología social de John R. Searle. Laguna 32:61-78.score: 144.0
    Este artículo analiza la concepción de la intencionalidad colectiva de John Searle. Primero, enmarca dicho concepto en el conjunto de la ontología social del autor, y expone algunos puntos clave de su teoría de la intencionalidad. Segundo, presenta el modo en que Searle concibe la intencionalidad colectiva y el modo en que compatibiliza dicha idea con el individualismo metodológico y con el internalismo mental. Por último, explica las principales insuficiencias de la propuesta de Searle y la incoherencia existente entre (...)
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  23. Andrew Hofer (2011). The Reordering of Relationships in John Chrysostom's « De Sacerdotio ». Augustinianum 51 (2):451-471.score: 144.0
    John Chrysostom’s De sacerdotio offers a reordering of social relationships that can be seen in comparison with the life and writings of Gregory of Nazianzus.Chrysostom understands that the priest’s relationship with Christ carries the priest above the laws of relationship governing earthly society, such as in friendship and family. By emphasizing the priesthood’s transcendent character even further than what Gregory had done, Chrysostom frees the priest from the pressures of constricting social laws so that the priest may live according (...)
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  24. Josefa D. Ruiz-Resa (2010). Quand la politique intervient dans l’économie. John Stuart Mill et l’Art de la politique sociale. Revue D’Études Benthamiennes 7.score: 144.0
    IntroductionDe nos jours, l’économie semble avoir besoin de la politique. Au début du XXIème siècle, la crise économique exige que les États régulent les processus économiques, autrement dit, qu’il y ait une politique économique et sociale. Peut-être est-on face à un défi aux postulats du libéralisme. Mais est-il vrai que le libéralisme s’opposait à l’intervention de l’État dans le domaine économique ? Si l’on revoit l’œuvre que John Stuart Mill avait consacrée à l’économie, on peut constater..
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  25. Miguel Vásquez (2012). Intencionalidad, libre albedrío y acción racional: un acercamiento a las posturas de John Searle y Anthony Kenny. Apuntes Filosóficos 20 (38):89-102.score: 144.0
    Resumen El presente trabajo pretende revisar el concepto de intencionalidad de John Searle a la luz de la noción de objetividad de García-Carpintero así como la concepción de libre arbitrio que de dicho concepto podría llegar a desprenderse. Asimismo, y con el fin de esclarecer qué podría entenderse por acción voluntaria nos valdremos de algunos comentarios hechos por Kenny en los cuales el autor intenta explicar qué es exactamente eso que solemos llamar una acción racional. Palabras clave: intencionalidad; objetividad;libre (...)
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  26. Josée Brunet (2008). La conception du raisonnement de John Broome. Dialogue 47 (3-4):633-662.score: 144.0
    RÉSUMÉ: Cet article propose une analyse critique de la conception du raisonnement pratique développée par John Broome. Suite à une présentation de certaines de ses thèses, j'expose quelques difficultés soulevées par la «double expression» et par certains aspects du cognitivisme qu'il endosse explicitement. Je présente deux conséquences qu'entraînent ces critiques, l'une portant sur le lien qu'il établit entre croyance et intention, et l'autre portant sur l'idée que nos raisonnements pratiques seraient nécessairement enchevêtrés à nos raisonnements théoriques. Finalement, j'essaie de (...)
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  27. Roberto Frega (2006). Pensée, Expérience, Pratique: Essai Sur la Théorie du Jugement de John Dewey. Harmattan.score: 144.0
    Comprendre la nature de la pensée, redéfinir notre compréhension de la connaissance et de sa place dans la vie des individus et des sociétés, tel est le projet de John Dewey.
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  28. Jorge dos Santos Lima (2010). A linha dividida: uma abordagem matemática í filosofia platônica, de Glenn Erickson e John Fossa. Princípios 14 (21):307-312.score: 144.0
    Resenha do livro de Erickson, Glenn W.; e Fossa, John A.. A linha dividida : uma abordagem matemática à filosofia platônica . Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2006. 186 páginas. [Coleçáo Metafísica, n. 4].
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  29. Marc Parmentier (2012). Compte rendu de : John Locke, Ecrits monétaires. Traduction Florence Briozzo. Methodos 12.score: 144.0
    Il faut se féliciter de l'édition et de la traduction française de trois grands textes économiques de John Locke, Quelques considérations sur les conséquences qu'auraient une baisse de l'intérêt et un rehaussement de la valeur de la monnaie, Brèves observations sur un mémoire intitulé « Des moyens d'encourager la frappe des monnaies en Angleterre, et ensuite de l'y garder », Nouvelles considérations sur le rehaussement de la valeur de la monnaie. Ces textes, traduits ici pour la première fois..
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  30. Claudia Elias Duarte (2011). O poder explicativo da infância no pensamento político de John Locke. Cadernos de Ética E Filosofia Política 18:89-111.score: 144.0
    This paper intends to analyze the basic assumptions that sustain John Locke’s refutation of patriarchalism. It will be shown that neither his idea of paternal power, nor his notion of family, departs from the lockean idea of human freedom. Against our expectations, these arguments go through a different path, departing from those two aspects of human life (dependency and weakness) that do not match with the image of an independent and capable man. Considering this, it will be possible to (...)
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  31. Tassos Lycurgo (2010). Número e razão, de Glenn W. Erickson e John A. Fossa. Princípios 14 (22):305-309.score: 144.0
    Resenha do livro de E rickson, Glenn W. e Fossa, John A.. Número e razáo : os fundamentos matemáticos da metafísica platônica. Natal: EDUFRN, 2005. 252 páginas.
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  32. Rodrigo Portella (2009). A contribuição de John Hick para o diálogo inter-religioso: a leitura do evento crístico como metáfora. Horizonte 3 (6):77-95.score: 144.0
    Este é um comentário crítico do livro A metáfora do Deus encarnado (2000), de John Hick. Hick busca rever axiomas cristológicos, tentando reinterpretá-los no intuito de fazê-los significativos para o diálogo inter-religioso. Propõe uma cristologia pluralista, desconstruindo tradicionais premissas e dando novos significados ao evento Jesus. A partir de uma nova cristologia, oferece uma soteriologia que transcende o evento crístico. Palavras-chave: Cristologia; Soteriologia; Diálogo interreligioso; Teologia contemporânea. ABSTRACT This is a critical review of John Hick’s book The metaphor (...)
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  33. Denis Coitinho Silveira (2011). Teoria da justiça de John Jawls: entre o liberalismo e o comunitarismo. Trans/Form/Ação 30 (1):178-181.score: 144.0
    O objetivo do presente artigo é realizar uma análise da teoria da justiça como eqüidade de John Rawls em A Theory of Justice e no Political Liberalism, destacando seu modelo de complementaridade entre o deontológico e o procedimental com o teleológico e substancial, buscando responder algumas das críticas levantadas por autores comunitaristas à teoria rawlsiana de justiça e procurando apontar para suas semelhanças. Parto das críticas dos comunitaristas à teoria da justiça como eqüidade; posteriormente, analiso os aspectos teleológicos contidos (...)
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  34. Marisa Beatriz Villalba (2007). Análisis crítico-valorativo del problema del conocimiento en las "Conferencias John Dewey" de Hilary Putnam. Philosophica 32:173-188.score: 144.0
    En el presente artículo se describe la postura epistemológica de Hilary Putnam en las "Conferencias John Dewey", particularmente su oposición a la concepción de la representación mental como "interfaz", que imposibilitaría el contacto directo con (y por consiguiente el conocimiento de) las cosas del mundo externo. Tomando como punto de partida el hecho de la comunicación lingüística, se concluye, por el contrario, en la necesidad de admitir la peculiar mediación del concepto mental, en tanto signo formal. De este modo, (...)
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  35. Christine Bard (2001). John HARVEY, Des hommes en noir. Du costume masculin à travers les siècles, Paris, Abbeville, 1998, 321 p. (traduit de l'anglais, 1995). [REVIEW] Clio 2:15-15.score: 144.0
    Depuis la fin du Moyen Âge, périodiquement, le noir caractérise le vestiaire masculin. L'étude de John Harvey en cherche les raisons à travers un foisonnement de sources picturales et littéraires, sans négliger les contextes politiques et religieux qui ont pu établir le règne du noir. C'est au XIXe siècle que la conscience en apparaît, sous une forme problématique : pourquoi les hommes (et non les femmes, nous y reviendrons) optent-ils pour la couleur du deuil ? « Symbole terrible », (...)
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  36. D. Archard (2010). Liberalism and Prostitution * By PETER DE MARNEFFE. Analysis 70 (3):595-597.score: 140.0
    (No abstract is available for this citation).
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  37. William Hawk (2006). Review of Douglas Husak, Peter de Marneffe, The Legalization of Drugs: For & Against. [REVIEW] Notre Dame Philosophical Reviews 2006 (8).score: 140.0
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  38. O. F. M. Cusato (1999). Two Uses of the Vita Christi Genre in Tuscany, C. 1300: John de Caulibus and Ubertino da Casale Compared. A Response to Daniel Lesnick, ten Years Hence. Franciscan Studies 57 (1):131-148.score: 140.0
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  39. F. N. M. Diekstra (1990). The Text of John B. Friedman's Edition of John de Foxton's Liber Cosmographiae (1408). Vivarium 28 (1):55-76.score: 140.0
  40. Frederick Marshall Schultz (1975). The Ideas of Hector St. John de Crevecoeur and the Early Quest to Define American Character. Journal of Thought 10 (3):230-37.score: 140.0
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  41. Jeffrey A. Gauthier (2013). Peter de Marneffe, Liberalism and Prostitution. Social Theory and Practice 39 (1):171-178.score: 140.0
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  42. Ekow N. Yankah (2010). Review of Peter de Marneffe, Liberalism and Prostitution. [REVIEW] Notre Dame Philosophical Reviews 2010 (4).score: 140.0
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