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  1. Paul Gilbert, José Gama, João J. Vila-Chã & José Henrique Silveira De Brito (2000). Crónica. Revista Portuguesa de Filosofia 56 (3/4):609 - 634.score: 804.0
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  2. José Henrique Silveira De Brito, Robert Fisher, David Seth Preston, Fernando Aranda Fraga, Verlaine Freitas & Nikolaus Wandinger (2004). Crónica. Revista Portuguesa de Filosofia 60 (1):245 - 257.score: 804.0
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  3. Lúcio Craveiro Da Sïlva, L. C., João J. Vila-Chã & Silveira De Brito (1993). Crónica. Revista Portuguesa de Filosofia 49 (4):635 - 678.score: 312.0
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  4. Fausto Brito (2013). A Ruptura Dos Direitos Humanos Na Filosofia Política de Hannah Arendt. Kriterion 54 (127):177-196.score: 150.0
    O objetivo deste artigo é a análise das críticas de Hannah Arendt à concepção dos direitos humanos, introduzida pelo pensamento dos filósofos contratualistas e efetivada, politicamente, pelas revoluções americanas e francesas no final do século XVIII. Contudo, este objetivo não seria plenamente alcançado sem a avaliação da proposta de Arendt para a superação de suas próprias críticas: a reconstrução dos direitos humanos através do reconhecimento que cada indivíduo tem direito a ter direitos, independente das fronteiras do Estado-nação. Arendt vai buscar (...)
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  5. Emilio Brito (1997). Le Sacré Dans le Cours de Heidegger Sur 'l'Ister' de Hölderlin. Revue Philosophique De Louvain 95 (3):395-436.score: 150.0
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  6. Emilio Brito (1997). Siewerth Et le Problème de Dieu Chez Heidegger. Revue Philosophique De Louvain 95 (2):279-297.score: 150.0
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  7. Emilio Brito (1986). Création Et Temps Dans la Philosophie de Schelling. Revue Philosophique De Louvain 84 (3):362-384.score: 150.0
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  8. Emilio Brito (1993). Deux Théories de L'Esprit. Revue Philosophique De Louvain 91 (1):31-65.score: 150.0
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  9. Maia Neto & R. José (2012). O contexto religioso-político da contraposição entre pirronismo e academia na "Apologia de Raymond Sebond". Kriterion 53 (126):351-374.score: 150.0
    Montaigne faz um ataque pirrônico ao conceito acadêmico de verossimilhança ou probabilidade na Apologia de Raymond Sebond. O ataque é paradoxal porque Montaigne parece seguir o verossímil na própria Apologia e em diversos outros ensaios. Para resolver este problema exegético proponho uma dupla restrição do escopo do ataque à verossimilhança. Por um lado, mostro que o ataque visa mais a leitura epistêmica da verossimilhança proposta por Filo de Larissa do que ao conceito original de ordem exclusivamente prática de Carnéades. Por (...)
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  10. Leonardo Alves Vieira (2003). Discurso Em Homenagem Ao Prof. José Henrique Santos Por Ocasião Do Lançamento Do Livro Que Celebra Sua Atividade Intelectual E Agradece Seu Trabalho Em Prol Do Departamento de Filosofia, da Universidade Federal de Minas Gerais E da Cultura Filosófica Brasileira. Kriterion 44 (107):136-143.score: 84.6
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  11. Ivan Domingues (2010). Sessão da Congregação da FAFICH/UFMG Para Concessão Do Título de Professor Emérito Ao Prof. José Henrique Santos E Outras Colegas. Kriterion 51 (121):293-297.score: 84.6
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  12. Maria Celeste Natário, António Braz Teixeira & Renato Epifânio (eds.) (2008). Harmonias E Dissonâncias: Estudos Sobre o Pensamento Filosófico de António José de Brito. Zéfiro Edições.score: 84.6
     
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  13. José Mauricio de Carvalho (2012). Una interpretación de la historia universal: en torno a Toynbee, de José Ortega y Gasset. Princípios 18 (30):395-399.score: 61.2
    Resenha de: Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} ORTEGA Y GASSET, José. Una interpretación de la historia universal: en torno a Toynbee . Obras Completas . v. IX. Madrid: Alianza, 1997.
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  14. María G. Navarro (2011). José Luis L. Aranguren: Influencia, Cambio, Movilidad. Vida y Obra de Un Intelectual Heterodoxo. Revista Ateneo de La Laguna 29:99-102.score: 57.0
    "Aranguren: filosofía en la vida y vida en la filosofía" llevó por nombre la exposición sobre la figura y el legado de José Luis L. Aranguren (Ávila 1909- Madrid 1996) que pudo verse desde el 4 de junio al 26 de julio de 2009 en el Pabellón Transatlántico de la Residencia de Estudiantes de Madrid con ocasión del centenario del nacimiento del filósofo abulense.
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  15. Ivanaldo Santos (2010). í‰tica: questões de fundamentação, de Adriano Naves de Brito (Org.). Princípios 14 (21):282-288.score: 52.8
    Resenha do livro de Brito, Adriano Naves de (Org.). Ética : questões de fundamentaçáo. Brasília: UnB, 2007. 352 páginas.
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  16. Víctor Zorrilla (2012). Educación, barbarie y ley natural en Bartolomé de las Casas y José de Acosta. Ingenium. Revista Electrónica de Pensamiento Moderno y Metodología En Historia de la Ideas (6):87-99.score: 51.0
    En el ámbito de las controversias indianas, un tema que ocupó la atención de los autores fue la educación de los indios, entendida en primera instancia como el procedimiento para lograr en ellos la superación de la barbarie, o sea, una adecuación más perfecta a la ley natural. El tratamiento de este tema dio origen a una auténtica filosofía de la educación que, inspirada en la cuestión indiana, posee valor universal en virtud de la profundidad antropológica de su planteamiento y (...)
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  17. Vítor Neto (2005). As Ideias Políticas E Sociais de José Félix Henriques Nogueira. Câmara Municipal de Torres Vedras.score: 51.0
     
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  18. Gustavo Caponi (2010). Introdução à Teoria da Ciência, de Luiz Henrique de A. Dutra. Principia 2 (2):291-295.score: 48.0
    Review of "Introdução à Teoria da ciência", de Luiz Henrique de A. Dutra.
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  19. Claudia N. Fernández (2011). José María Zamora Calvo, Platón. Timeo (edición bilingüe), con notas a la traducción y anexos de Luc Brisson, Madrid, Abada, 2010, 474 págs. [REVIEW] Synthesis (la Plata) 18:145-148.score: 48.0
    Este trabajo indaga las resemantizaciones del mito de Venus en tres poetas latinoamericanos: Julián del Casal, Rubén Darío y José Lezama Lima teniendo en cuenta la intertextualidad y las poéticas correspondientes. This paper analyses the Venus myth appropiation into the poetry of Julián del Casal, Rubén Darío and José Lezama Lima considering their poetry and intertextuality.
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  20. María G. Navarro (2012). Review of 'Cuerpo Vivido' by Agustín Serrano de Haro. [REVIEW] Revista de Hispanismo Filosófico 17:283-286.score: 48.0
    Agustín Serrano de Haro edita y presenta en el volumen colectivo Cuerpo vivido una selección de textos memorables en torno a lo que en 1925 fue denominado programáticamente por Ortega y Gasset una “topografía de nuestra intimidad”. La reflexión fenomenológica acerca del intracuerpo fue un tema que ha preocupado y preocupa de manera notoria a los filósofos cuyos trabajos reúne este colectivo: Ortega y Gasset, José Gaos, Joaquín Xirau, Leopoldo-Eulogio Palacios y Agustín Serrano de Haro. Pese a ello, tal (...)
     
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  21. Ivanaldo Santos (2010). De Narciso a í‰dipo: a criação do artista, de José Ramos Coelho. Princípios 14 (22):322-325.score: 48.0
    Resenha do livro de Coelho, José Ramos. De Narciso a Édipo: a criaçáo do artista . Natal: EDUFRN, 2005. 162 páginas.
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  22. Marcos Silva (2010). Filosofias da matemática, de Jairo José da Silva. Princípios 16 (26):285-297.score: 48.0
    Resenha do livro de: SILVA, Jairo José da. Filosofias da matemática . Sáo Paulo: Editora UNESP, 2007.
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  23. José León Herrera (2012). Las estrofas del Sāmkhya de Ishvarakrishna Presentación y traducción por José León Herrera. Areté 24 (2):387-402.score: 45.0
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  24. José María Carrascal (2010). Autobiografía Apócrifa de José Ortega y Gasset. Marcial Pons Historia.score: 42.0
    Este libro nos presenta un «Ortega desde dentro», es decir, no como él había observado a Goethe, con catalejo, sino reconstruido a base de sus testimonios personales esparcidos en artículos, libros, cartas, clases y conferencias, a los que habría que sumar los que sobre él dejaron familiares, colaboradores, discípulos, amigos y enemigos. Estamos pues ante una biografía con ropaje autobiográfico, no sólo de su persona, sino también de su obra, íntimamente unidas a la España de la primera mitad del siglo (...)
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  25. María G. Navarro (2004). Review of 'Guerra y Filosofía. Concepciones de la Guerra En la Historia Del Pensamiento' by José García Caneiro and Francisco Javier Vidarte. [REVIEW] In Reyes Mate, Concha Roldán and Txetxu Ausín. Guerra y Paz En Nombre de la Política:319-322.score: 42.0
    Los autores de esta obra dedicada a la compilación y comentario de las concepciones de la guerra existentes en nuestra historia de la filosofía son conscientes de que ninguna filosofía podría dar una definición de qué sea la guerra, cuáles sean sus causas, sus justificaciones o bajo qué concepción de la naturaleza humana cabe explicar este fenómeno o cuál sea el papel jugado por los Estados sin que, para ello, ponga la filosofía en juego todas las dimensiones que la componen: (...)
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  26. J. Tate (1956). Manuel F. Galiano, Francisco R. Adrados, Jose S. Lasso de la Vega: El Concepto Del Hombre En la Antigua Grecia. Pp. 126. Madrid: Facultad de Filosofía y Letras, 1955. Paper. [REVIEW] The Classical Review 6 (3-4):306-.score: 39.6
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  27. A. W. H. Adkins (1971). José S. Lasso de la Vega: Ideales de la Formación Griega. Pp. 274. Madrid: Rialp, 1966. Cloth, N.P. The Classical Review 21 (02):294-.score: 39.6
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  28. S. L. Greenslade (1964). Jose S. Lasso de la Vega: Héroe Griego y Santo Cristiano. Pp. 88. La Laguna: Universidad de la Laguna, 1962. Paper. The Classical Review 14 (01):115-.score: 39.6
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  29. J. A. Davison (1965). News of El Dorado Francesco Rodriguez Adrados, Manuel Fernandez-Galiano, Luis Gil, José S. Lasso de la Vega: Introducción a Homero. Pp. 559; 28 Plates. Madrid: Ediciones Guadarrama, 1963. Paper. [REVIEW] The Classical Review 15 (01):22-24.score: 39.6
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  30. Hugh Lloyd-Jones (1984). José S. Lasso de la Vega: Karl Reinhardt y la Filologia Cläsica En El Siglo XX. (Cuadernos de la 'Fundación Pastor', 30.) Pp. 122. Madrid: Fundación Pastor, 1983. Paper. [REVIEW] The Classical Review 34 (02):365-366.score: 39.6
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  31. Dairo Orozco (2012). López de Lizaga, José Luis. "Diálogo y conflicto. La crítica de Carl Schmitt al liberalismo". Ideas y Valores 61 (150):317-319.score: 39.0
    Se busca rastrear la imagen que Platón tiene de Heráclito y articularla con la estructura argumentativa del Cratilo, para comprender las necesidades textuales a las que responde la doctrina del flujo perpetuo, es decir, la discusión sobre la corrección (ὀρθότης) del nombre. Gracias a la inclusión del testimonio heraclíteo, resulta posible rastrear la presunta consolidación de la tesis sobre los nombres primarios y los secundarios como el eje de la separación entre dos planos de realidad (uno estable y uno móvil) (...)
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  32. Theo Kobusch (2008). Um novo caminho do conhecimento filosófico de Deus: Henrique de Gand, Mestre Eckhart, Duns Scotus. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 53 (3).score: 39.0
    In the history of the reception and interpretation of the metaphysics or the “First Philosophy” according to Aristotle, the contribution of authors like Thomas Aquinas and John Duns Scotus is nowadays well known. However, in those conceptions which tend to conceive metaphysics as or to ground it on a theory of transcendental concepts, understanding that discipline then either as onto-theology or as ontology, the contributions of Henry of Ghent and Master Eckhart are still little known. The present study focuses on (...)
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  33. José Ortega Y. Gasset (ed.) (2006). El Madrid de José Ortega y Gasset. Publicaciones de la Residencia de Estudiantes.score: 39.0
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  34. Sergio Sevilla (ed.) (2008). Visiones Sobre Un Transterrado: Afán de Saber Acerca de José Gaos. Vervuert.score: 39.0
    Compilación de textos que abordan la elaboración de las ideas filosóficas de Gaos, así como la forma en la que éste se apropia de algunos de los autores más significativos del pensamiento occidental.
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  35. António José de Brito (2005). Esboço de Uma Filosofia Dialéctica. Imprensa Nacional-Casa da Moeda.score: 37.2
     
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  36. Douglas M. Macdowell (2001). Lysias José M. Floristán Imízcoz (Ed.): Lisias: Discursos. Vol. III: Discursos XXVI–XXXV, Fragmentos . (Alma Mater, Colección de Autores Griegosy Latinos.) Pp. Xxxvii + 356 (Mostly Double). Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 2000. Cased. ISBN: 84-00-07832-2. S. C. Todd (Trans.): Lysias . (The Oratory of Classical Greece, 2.) Pp. Xxx + 402. Austin: University of Texas Press, 2000. ISBN: 0-292-78165-2 (0-292-78166-0 Pbk). [REVIEW] The Classical Review 51 (01):29-.score: 36.0
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  37. Laurent-Paul Luc (1984). La Christologie de Hegel: Verbum Crucis Emilio Brito Traduction de B. Pottier. [REVIEW] Dialogue 23 (01):163-164.score: 36.0
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  38. Norman Gulley (1963). Jose Manuel Pabon, Manuel Fernandez-Galiano: Platon: Las Leyes. (Clásicos Políticos.) 2 Vols. Pp. Lxxxvi+251 (Double), 279 (Double). Madrid: Institute de Estudios Politicos, 1960. Paper, 400 Ptas. [REVIEW] The Classical Review 13 (01):112-.score: 36.0
  39. Daniel Weinstock (1998). Libéraux Et Communautariens Textes Réunis Et Présentés Par André Berten, Pablo da Silveira Et Hervè Pourtois Collection «Philosophie Morale» Paris, Presses Universitaires de France, 1997, 412 P. [REVIEW] Dialogue 37 (04):844-.score: 36.0
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  40. John Boardman (1987). José Dörig: La Frise Est de l' Héphaisteion. (Éditions Archéologiques de l'Université de Genève.) Pp. Xii + 95; 153 Figs., 2 Colour Plates, 6 Folding Plates. Mainz: Von Zabern, 1985. DM 98. [REVIEW] The Classical Review 37 (02):324-.score: 36.0
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  41. John Chadwick (1978). The Origin of the Aeolic Dialects José L. García-Ramón: Les Origines Postmycéniennes du Groupe Dialectal Éolien: Étude Linguistique. (Suplementos a Minos, Múim. 6.) Pp. 120. Salamanca: Universidad de Salamanca, 1975. Paper. [REVIEW] The Classical Review 28 (02):292-293.score: 36.0
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  42. David Cleland (1991). José María Blázquez Martínez: La Sociedad Del Bajo Imperio En la Obra de Salviano de Marsella. Discurso Leído El Día 4 de Enero de 1990 En El Acto de Su Receptión Pública: Y Contestatión Por El Antonio Blanco Feijeiro. Pp. 87. Madrid: Real Academia de la Historia, 1990. Paper. [REVIEW] The Classical Review 41 (02):492-493.score: 36.0
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  43. Detlev Fehling (1993). José J. Caerols: Helánico de Lesbos, Fragmentos. (Manuales y Anejos de 'Emerita', 39.) Pp. Xii + 304; 2 Maps. Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 1991. Paper. [REVIEW] The Classical Review 43 (01):168-169.score: 36.0
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  44. J. -C. Laborie (2000). From Orality to Writing: The Reality of a Conversion Through the Work of the Jesuit Father Jose de Anchieta (1534-1597). Diogenes 48 (191):56-71.score: 36.0
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  45. D. A. Malcolm (1961). José Manuel Pabón: C. Salustio Crispo, Catilina y Jugurta. Vol. Ii: Guerra de Jugurta. (Collección Hispánica.) Pp. 205 (22–145 Double). Barcelona: Ediciones Alma Mater, 1956 (1957). Cloth, 160 Ptas. [REVIEW] The Classical Review 11 (01):84-.score: 36.0
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  46. Marcelo Svirsky (2009). A Stirring Alphabet of Thought José Gil (2008) O Imperceptível Devir da Imanência – Sobre a Filosofia de Deleuze, Lisbon: Relógio D'Água. [REVIEW] Deleuze Studies 3 (2):311-324.score: 36.0
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  47. J. M. Alonso-Núñez (1992). José María Blazquez: Aportaciones Al Estudio de la España Romana En El Bajo Imperio. (Colección Fundamentos, 105.) Pp. 247. Madrid: Ediciones ISTMO, 1990. Paper. [REVIEW] The Classical Review 42 (01):224-.score: 36.0
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  48. Antón Donoso (1983). Ideario Etimológico de José Ortega y Gasset. International Philosophical Quarterly 23 (2):224-225.score: 36.0
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  49. A. T. Fear (1998). The Blázquez Festschrift J. Mangas, J. Alvar (Edd.): Homenaje a José Ma. Blázquez III: Historia de Roma (Serie Arys: Antiguedad: Religiones y Sociedades). Pp. Xii + 386, Ills. Madrid: Ediciones Clásicas, 1996. Paper. ISBN: 84-7882-234-. [REVIEW] The Classical Review 48 (01):123-125.score: 36.0
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  50. George L. Kline (1953). Book Review:Diccionario de Filosofia. Jose Ferrater Mora. [REVIEW] Ethics 63 (4):311-.score: 36.0
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  51. R. J. Harrison (1991). María Paz García-Gelabert Pérez, José María Blázquez Martínez: Castulo, Jaén, España, I: Excavaciones En la Necrópolis Ibérica Del Estacar de Robarinas (S. IV A.C.). (British Archaeological Reports International Series, 425.) Pp. Xiii + 425; Numerous Figures. Oxford: BAR, 1988. Paper, £26.00. [REVIEW] The Classical Review 41 (01):263-264.score: 36.0
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  52. Colm Luibhéid (1993). Antonino González Blanco, José M. Blázquez Martinez (Edd.): Cristianismo y Aculturación En Tiempos Del Imperio Romano. (Antigüedad y Cristianismo, VII.) Pp. 667. Murcia: Universidad de Murcia, 1990. Paper, $50.00. [REVIEW] The Classical Review 43 (02):456-457.score: 36.0
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  53. D. A. Malcolm (1956). The Catiline José Manuel Pabón: C. Salustio Crispo, Catilina y Jugurta. Vol. I: Conjuratión de Catilina. (Collectión Hispánica.) Pp. Lxxvii + 97 (Double). Barcelona: Ediciones Alma Mater, 1954. Cloth, 90 Ptas. [REVIEW] The Classical Review 6 (01):41-42.score: 36.0
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  54. E. Noulet (1953). Reviews : Le Conte Fantastique En France de Nodier a Maupassant BY CASTEX Vol. I. Paris: Librairie Jose Corti, I95I. Pp. 466. [REVIEW] Diogenes 1 (1):97-107.score: 36.0
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  55. F. W. Walbank (1947). A Spanish Edition of Livy Jose Vallejo: Tito Livio, Libro XXI. Edición, Estudio Preliminar y Comentario. Pp. Cxx+157. 8 Plates, I Folding Map, 10 Sketch Maps, 5 Line Drawings. Madrid: Instituto 'Antonio de Nebrija', 1946. Paper. [REVIEW] The Classical Review 61 (3-4):107-109.score: 36.0
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  56. Jonas Arenhart & Fernando Moraes (2010). Resenha de Filosofias da matemática de autoria de Jairo José da Silva (Unesp, 2007). Manuscrito 33 (2).score: 36.0
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  57. A. T. Kolnai (1961). Diccionario de Filosofía. By José Ferrater Mora. Fourth Edition (Enlarged).(Buenos Aires: Editorial Sudamericana. 1958. Pp. 1481. Obtainable From the Dolphin Book Co. Ltd., Oxford. Price 110s.). [REVIEW] Philosophy 36 (136):85-.score: 36.0
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  58. S. J. B. Barnish (1993). Studies in Late Antiquity Antonino González Blanco, F. Javier Fernández Nieto, José Remesal Rodríguez (Edd.): Arte, Sociedad, Economia y Religion Durante El Bajo Imperio y la Antigüedad Tardia: Homenaje Al Profesor Dr D. José Ma Blazquez Martinez Al Cumplir 65 Años. (Antigüedad y Cristianismo, 8.) Pp. 582; 32 Pages of Photographs, 53 Pages of Plans, Maps, Drawings. Murcia: Universidad de Murcia, 1991. Paper. [REVIEW] The Classical Review 43 (01):121-123.score: 36.0
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  59. C. O. Brink (1950). A Sixteenth-Century Editor of the Annals of Tacitus José Ruysschaert: Juste Lipse Et les Annales de Tacite. Une Méthode de Critique Textuelle au XVIe Siècle. (Université de Louvain, Recueil de Travaux dˇHistoire Et de Philologie, 3e Série, Fasc. 34.) Pp. Xviii+220. Louvain: Bibliothèque de ľUniversité, 1949. Paper. [REVIEW] The Classical Review 64 (3-4):120-122.score: 36.0
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  60. John P. Doyle (1976). "Der Kommentar des Radulphus Brito Zu Buch I I I De Anima. Radulphus Britonis Quaestiones in Aristotelis Librum Tertium De Anima," Ed. Winfried Fauser, S.J. [REVIEW] The Modern Schoolman 54 (1):69-72.score: 36.0
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  61. A. Fear (1998). Homenaje a Jose Ma. Blazquez III: Historia de Roma. J Mangas, J Alvar. The Classical Review 48 (1):123-125.score: 36.0
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  62. Pérez González & Fernando Tomás (2007). El Pensamiento de José Álvarez Guerra. Editora Regional de Extremadura.score: 36.0
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  63. Tassos Lycurgo (2010). Luiz Henrique de A. Dutra. Epistemologia da aprendizagem. Princípios 8 (10):172-177.score: 36.0
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  64. M. D. Macleod (1964). A Spanish Lucian José Alsina: Luciano, Obras. Volumen I: El Sueño: Diálogos de Los Dioses: Diálogos Marinos. Pp. Xcvi+104. Barcelona: Ediciones Alma Mater, 1964. Cloth. [REVIEW] The Classical Review 14 (02):158-159.score: 36.0
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  65. Nicola Mackie (1983). Roman Spain José María Jover Zamora (Ed.): España Romana (218 A. De J.C.–414 de J. C.). (Historia de España, Fundada Por Ramén Menéndez Pidal, Tomo II (Edición Totalmente Renovada).) 2 Volumes. Vol. 1: Pp. Cxvi + 646; Vol. 2: Pp. 764. 343 (Vol. 1), 414 (Vol. 2) Figures in Text (Including Maps). Madrid: Espasa–Calpe, 1982. [REVIEW] The Classical Review 33 (02):267-270.score: 36.0
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  66. D. A. Malcolm (1972). Alberto José Vaccaro: La Numeración Latina: Aspectos y Problemas. Pp. 67. La Plata: Instituto de Filología, Universidad Nacional, 1969. Paper, $2. [REVIEW] The Classical Review 22 (01):127-.score: 36.0
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  67. John Moles (1993). Pompeius Trogus José Miguel Alonso-Núñez: La Historia Universal de Pompeyo Trogo. (Coordenadas Espaciales y Temporales.) Pp. X + 123. Madrid: Ediciones Clasicas, 1992. Paper. [REVIEW] The Classical Review 43 (02):285-286.score: 36.0
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  68. Cezar Augusto Mortari (2010). Resenha: DUTRA, Luiz Henrique de A. Epistemologia da Aprendizagem. Principia 4 (2):323-327.score: 36.0
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  69. Hilda Naessens (2007). Una "Visión Continentalista" de la Filosofía: José Gaos y Francisco Romero. Universidad Autónoma Del Estado de México.score: 36.0
     
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  70. Jorge Navarro Campos (2005). La Razón Que Busca la Vida: Un Acercamiento a la Filosofía de José Ortega y Gasset. Universidad Popular Autónoma Del Estado de Puebla.score: 36.0
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  71. Antônio Vidal Nunes (2007). A Ciência E o Homem No Pensamento de Farias Brito E Rubem Alves: Filosofia Brasileira. Eufes.score: 36.0
  72. Ana Paula Pires (2011). António José de Almeida: O Tribuno da República. Assembleia da República.score: 36.0
     
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  73. Raymond V. Schoder (1947). Pensamiento y Trayectoria de José Ortega y Gasset. Thought 22 (3):538-541.score: 36.0
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  74. Elżbieta Skłodowska (1987). Wokół myśli estetycznej Jose Martiego (E. Jorge Viera, \"Jose Marti, el metodo de su critica literaria\", La Habana 1984). Studia Filozoficzne 265 (12).score: 36.0
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  75. Rubén M. Tani (ed.) (2004). Teoría, Práctica y Praxis En la Obra de José Luis Rebellato. Multiversidad Franciscana de América Latina.score: 36.0
     
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  76. Roland J. Teske (1975). "Metafisica Fundamental," by Jose Gomez Caffarena; "Metafisica Transcendental," by Jose Gomez Caffarena; and "Filosofia de la Religion," by Jose Gomez Caffarena and Juan Martin Velasco. The Modern Schoolman 53 (1):101-103.score: 36.0
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  77. Michael Winterbottom (1992). José Javier Iso Echegoyen: Index Verborum y Concordancia de Las Institutiones Oratoriae de Quintiliano. (Faventia, Monografies, 9.) Pp. Vii + 547; with Folder of Microfiches. Bellaterra: Universitat Autònoma de Barcelona, 1989. Paper. [REVIEW] The Classical Review 42 (02):449-.score: 36.0
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  78. Maria Celeste Natário, António José de Brito & Renato Epifânio (eds.) (2008). A Reacção Contra o Positivismo E o Movimento da Renascença Portuguesa. Zéfiro Edições.score: 28.2
     
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  79. José Antônio de C. R. De Souza (2006). Álvaro Pais, Marsílio de Pádua e o Artigo 68 do Livro Primeiro do Estado e Pranto da Igreja. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 27.0
    Em boa parte do Artigo 68 do Livro Primeiro de seu Estado e Pranto da Igreja, Álvaro Pais, O. Min. (c. 1270-1349) refuta 5 proposições com implicações políticas atribuídas a Marsílio de Pádua (1280-1342). Neste artigo, analisamos a refutação dessas proposições feitas pelo Menorita galego, comparando-as, de um lado, com os textos, efetivamente escritos pelo Médico paduano, que se encontram em sua obra Defensor da Paz (1324) e, de outro, cotejando-o com uma Epistula ad quosdam cardinales, de autoria do mencionado (...)
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  80. José Luis López de Lizaga (2012). Diálogo y conflicto: La crítica de Carl Schmitt al liberalismo. Diánoia 57 (68):113-140.score: 24.0
    Este artículo analiza y critica los argumentos de Carl Schmitt contra la democracia liberal, y pone en cuestión su aprovechamiento por parte del pensamiento progresista contemporáneo. Primero se examina la conexión conceptual de la concepción schmittiana de lo político con la transformación del Estado liberal en el Estado totalitario. Luego se cuestiona el supuesto filosófico que subyace en la crítica de Schmitt al liberalismo: la tesis de la imposibilidad de alcanzar soluciones racionales y pacíficas a los conflictos políticos. Se analizan (...)
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  81. Eduardo José Lima de Oliveira (2013). A consciência E o eu no projeto naturalista de Dennett. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):50-59.score: 24.0
    Um dos grandes problemas que se estabeleceu nas discussões filosóficas, e não somente de ordem filosófica, mas também científica, é o problema da relação mente e corpo. O problema da relação “mente e corpo” teve seu momento de maior evidência no século 17 com o filósofo francês René Descartes o qual enfatizou que o homem é ser composto de duas substâncias distintas, uma material e outra imaterial. Tal pensamento tem se tornado o centro de discussões entre dualistas e monistas. Daniel (...)
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  82. Mario Henrique Resende Melo (2013). O significado histórica religiosa da venerável ordem terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo de Sabará nas minas oitocentistas: práticas religiosas e representações. 2011. Horizonte 11 (29):405-406.score: 24.0
    DISSERTAÇÃO DE MESTRADO MELO, Mário Henrique Resende. O significado histórico religioso da venerável ordem terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo de Sabará nas minas oitocentistas: práticas religiosas e representações. 2011. 100 folhas. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião, Belo Horizonte.
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  83. José Marcos de Teresa (2012). Callejones sin salida: dos reconstrucciones de la respuesta al círculo cartesiano. Signos Filosóficos 14 (27):43-70.score: 24.0
    En este artículo explico el problema de la circularidad, tradicionalmente achacado a la metafísica cartesiana, destacando la importancia que, según Descartes, reviste esta cuestión. Argumento que las versiones del cartesianismo que ofrecen algunos de los comentarios más populares, utilizados en lengua castellana (los de Margaret Wilson y John Cottingham), resultan incompatibles con las posiciones que Descartes mantiene en una serie de textos. Teorías de ese corte sólo podrían justificarse por su valor filosófico intrínseco, pero también sostengo que ambas reconstrucciones presentan (...)
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  84. Vanderson de Sousa Silva (2012). 'Tres status mundi propter tres personas divinitatis': Teologia como história trinitário-apocalíptica em joaquim de Fiore. Revista de Teologia (Reveleteo). Issn 2177-952x 6 (10):p. 81-90.score: 24.0
    O presente artigo intenta perquirir o pensamento do abade e místico medieval Joaquim de Fiore (1132-1202), no que tange a concepção escatológica. O abade cisterciense e filósofo místico, defensor do milenarismo e do advento da idade do Espírito Santo deu origem a diversos movimentos filosóficos, com destaque para os joaquimitas. Seu pensamento foi combatido por Tomás de Aquino e condenado pelo Concílio de Laterão de 1215. Partindo de uma releitura dos escritos de Joaquim de Fiore (Liber Concordiae Novi ac Veteris (...)
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  85. Graciela Cristina Zecchin de Fasano (2011). Paula Da Cunha Corrêa. Um Bestiário Arcaico. Fábulas e imagens de animais na poesía de Arquíloco, Editora Unicamp. 2010, 526 pp. [REVIEW] Synthesis (la Plata) 18:159-167.score: 24.0
    Este trabajo indaga las resemantizaciones del mito de Venus en tres poetas latinoamericanos: Julián del Casal, Rubén Darío y José Lezama Lima teniendo en cuenta la intertextualidad y las poéticas correspondientes. This paper analyses the Venus myth appropiation into the poetry of Julián del Casal, Rubén Darío and José Lezama Lima considering their poetry and intertextuality.
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  86. José Henrique Santos (2010). De Kant a Schelling. Kriterion 51 (121):328-335.score: 22.2
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  87. José Henrique Santos (2003). Discurso de Agradecimento. Kriterion 44 (107):299-304.score: 22.2
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  88. João José Rodrigues Lima de Almeida (2010). Subjetividade e concepções de linguagem: freudismo, lacanismo e pragmatismo. Princípios 10 (13-14):137-156.score: 22.2
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  89. Renato Dagnino & Rafael de Brito Dias (eds.) (2010). Estudos Sociais da Ciência E Tecnologia & Política de Ciência E Tecnologia: Alternativas Para Uma Nova América Latina. Gapi Unicamp.score: 22.2
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  90. Noé Massó Lago (2006). El Joven José Ortega, 1902-1916: Anatomía Del Pensador Adolescente. Ellago Ediciones.score: 22.2
    España, inicios del siglo XX. José Ortega, armado de razón, busca un ideal que guíe su vida, oriente su acción pública e ilumine lo que le rodea. En su demanda se enfrentará con Don Quijote, Unamuno o Baroja; descifrará el neokantismo, la fenomenología, el psicoanálisis; investigará la leyenda milenarista, la prehistoria del criticismo, la anatomía del alma; descubrirá la mujer, la política, el compromiso; predicará el socialismo, la construcción de Europa, la recreación de España y recorrerá Castilla, Marburgo o (...)
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  91. João Paulo Ayub da Fonseca (2012). Considerações sobre a constituição do sujeito do cuidado de si no pensamento de Michel Foucault. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 21.0
    O texto pretende discutir a maneira como Foucault trabalha o problema da constituição do sujeito do cuidado de si – tema que tomou conta de seus últimos livros, cursos, entrevistas e conferências. A problematização deste sujeito e das “técnicas de si” que o constitui surgem na obra do autor a partir do momento em que Foucault reorienta as suas pesquisas sobre as relações de poder ao final dos anos 70, dando início às investigações sobre as formas de governar (governo dos (...)
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  92. José L. Gil de Pareja (1990). Aspectos metodológicos de la investigación cientifica. Theoria 5 (1-2):268-269.score: 21.0
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  93. Kathleen B. Solon-Villaneza (2013). Hugo's “Notre Dame De Paris” and Rizal's “Noli Me Tangere”: A Phenomenology of Confluence. Iamure International Journal of Literature, Philosophy and Religion 2 (1).score: 21.0
    The study subjected to scrutiny the context of Rizal’s novel Noli Me Tangere and Hugo’s novel, Notre Dame de Paris in the search for confluence through the two novels’ use of rhetorical devices and imagery. It utilized Kolb’s Experiential Method, Phenomenology, and Interdisciplinary Approach. Primarily, a connection between Hugo and Rizal is established since no studies relating the two writers existed. Gathered evidences proved the historical and biographical connections: the phenomenology of both writers’ existence in the same Romantic milieu, and (...)
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  94. Martín Almagro-Gorbea (2012). El rito de la 'triple muerte' en la Hispania Céltica. De Lucano al "Libro de Buen Amor". 'Ilu. Revista de Ciencias de Las Religiones 17:7-39.score: 21.0
    Análisis de dos testimonios medievales del rito celta de la ‘triple muerte’ en Hispania, donde hasta ahora no se había señalado. La leyenda gallega de Santa Marina de Aguas Santas, en Orense, asocia este rito a una sauna iniciática galaico-lusitana, lo que parece indicar un origen prerromano, mientras que el relato del fijo del rey Alcarás en el Libro de Buen Amor constituye otro ejemplo de literatura celta hispana en el siglo XIV, probablemente llegado a través del círculo artúrico de (...)
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  95. Ciencia Cognitiva (forthcoming). La evaluación de la actividad investigadora: Nuevos enfoques. Ciencia Cognitiva.score: 21.0
    José M. Arana (a), Fernando Gordillo (b), Lilia Mestas (c) y Miguel Ángel Pérez (b) (a) Dept. de Psicología Básica, … Read More →.
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  96. Ciencia Cognitiva (forthcoming). Primera Escuela de Primavera sobre Investigación Cognitiva Aplicada – The First IAAP School on Applied Cognitive Research. Ciencia Cognitiva.score: 21.0
    Jose Juan Cañas Dept. de Psicología Experimental, Universidad de Granada, España París (Francia), 8-11 de abril de 2013. [Versión en … Read More →.
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  97. Mariana Córdoba (2013). ¿Relatividad ontológica o radicalidad ontológica? La respuesta estructuralista de Shapiro al problema de la identificación y la obstinación por el realismo. Revista de Filosofía (Madrid) 38 (1):7-28.score: 21.0
    En este trabajo analizaré algunos aspectos filosóficamente relevantes en la disolución del p roblema de la identificación de los números naturales de Benacerraf por parte del estructuralismo de Shapiro. El propósito fundamental consiste en ofrecer tres críticas a la posición de Shapiro –a su concepción sobre el lenguaje, a la caracterización de las estructuras como ante rem y a su concepción dramática de la ontología de la matemática. Algunas de estas críticas se dirigen también al planteo del problema en Benacerraf.
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  98. Lucero González Suárez (2012). Hacia una fenomenología del "Cántico espiritual" de San Juan de la Cruz. Directrices hermenéuticas provenientes del prólogo y la anotación. 'Ilu. Revista de Ciencias de Las Religiones 17:59-76.score: 21.0
    Asumiendo junto con Heidegger que la filosofía es ontología por su objeto y fenomenología por su método, la intención es presentar algunas directrices para la hermenéutica de la poesía mística; específicamente para el Cántico Espiritual. Para ello se realiza una descripción esencial de la poesía, destinada a esclarecer por qué ésta es lo hablado puro, seguida por la caracterización de la poesía mística. Posteriormente se muestra que la inefabilidad de la poesía mística es un rasgo que le pertenece por ser (...)
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  99. Marie-Noëlle Abi Yaghi & Élisabeth Longuenesse (2013). Temps de travail et temps sociaux à Beyrouth. Employés de banque et chauffeurs de taxi. Temporalités. Revue de Sciences Sociales Et Humaines (15).score: 21.0
    C’est à partir de deux exemples concrets, celui des employés de banque et des chauffeurs de taxi collectif à Beyrouth que nous nous proposons d’interroger l’« absence » de la question du temps de travail dans les revendications sociales au Liban. Une absence qui serait l’indice de la prégnance d’un autre rapport au temps : on serait en présence de régimes de temporalités hétérogènes les uns aux autres, à la mesure de la fragmentation de la société entre des mondes sociaux (...)
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  100. Carlos Alberto Albertuni (2012). Sindérese, o intellectus principiorum da razão prática em Tomás de Aquino. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2).score: 21.0
    Trata-se de uma investigação sobre a teoria dos primeiros princípios da razão prática na obra de Tomás de Aquino. No centro dessa teoria está o termo “sindérese”, cujo conteúdo foi elaborado nas discussões da filosofia e da teologia medievais, a partir de sua menção na Glosa de Jerônimo a Ezequiel. Tal termo designa um conceito que apresenta um caráter inovador dentro da teoria da ação moral em comparação com a ética aristotélica. Afinal, Tomás de Aquino o entende como o hábito (...)
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