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  1. Itamar Soares Veiga (2012). Sobre a distinção argumentativa entre a área da lógica e a ética. Conjectura 17.score: 150.0
    Esta investigação trata da diferença entre as áreas da filosofia, mas essa diferenciação necessita de uma forma plausível e não dogmática em seu proceder. Para encontrar uma forma de diferenciar cada área interna da filosofia, utilizou-se uma comparação inicial com as ciências e se buscou oprocesso argumentativo como um fator principal de diferenciação. Isso se expressa mais diretamente no problema de pesquisa, que visa a investigar se as diferentes áreas filosóficas também possuem diferentes processos deargumentação. A relevância desta investigação se (...)
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  2. Marcelo da Veiga (2002). Selbstdenken und Stil bei J.G. Fichte und Goethe. Fichte-Studien 19:95-108.score: 29.0
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  3. Carlos Alberto Medino da Rocha (2013). A construção da educação como cuidado de si em Kierkegaard. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):79-84.score: 21.0
    O presente trabalho procura refletir sobre o processo de construção da educação como uma “educação da interioridade” que parte de uma concepção do cuidado de si, a partir do viés do pensamento filosófico do dinamarquês Sören Kierkegaard. Num primeiro momento, aponto paro o seu conceito de existencialismo, que versa a construção de um indivíduo singular, voltado para sua existência individual; e, num segundo momento, apresento, ainda, que de forma breve, a relação entre o mestre e o discípulo marcada na obra (...)
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  4. Bernardo Gonçalves Alonso (2013). A tese da veracidade na teoria da informação fortemente semântica de Floridi e o paradoxo de Bar-Hillel-Carnap. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (2).score: 21.0
    Neste artigo defendo que a Teoria da Informação Fortemente Semântica de Floridi (2004) – TIFS – está correta ao assumir a Tese da Veracidade, que por sua vez orienta a definição de informação semântica como “p é informação se e somente se p é constituído por dados bem-formados, com significado e verdadeiros”. Argumento que a teoria não é arbitrária, pois dá conta do desembaraço de conundrums filosóficos importantes, principalmente por evitar o paradoxo de Bar-Hillel e Carnap (1953), que é gerado (...)
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  5. Henry Burnett (2013). A metafísica da música de Arthur Schopenhauer. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (2).score: 21.0
    O mundo como vontade e representação, de A. Schopenhauer, constitui uma das principais fontes da primeira fase produtiva da obra de F. Nietzsche. O artigo ressalta os principais pontos da metafisica da música desenvolvida no terceiro capitulo da obra de Schopenhauer e indica as suas influências determinantes sobre o jovem Nietzsche.
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  6. Konrad Christoph Utz (2010). A subjetividade na “Ciência da Lógica”. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 21.0
    O artigo tenciona explicar o conceito da subjetividade na Ciência da Lógica (CdL) a partir de sua forma inicial, diferentemente da maioria dos vários estudos sobre a temática, que discute as formas já mais desenvolvidas, que ocorrem dentro da Lógica do Conceito. Porém, como essa última, desde início, é “Lógica Subjetiva”, a subjetividade precisa ser constituída antes ou no ponto do começo dela. Essa subjetividade inicial e mínima explica-se por primeiro pela identificação de subjetividade e liberdade, por segundo, pela compreensão (...)
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  7. Gustavo Caponi (2010). Introdução à Teoria da Ciência, de Luiz Henrique de A. Dutra. Principia 2 (2):291-295.score: 18.0
    Review of "Introdução à Teoria da ciência", de Luiz Henrique de A. Dutra.
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  8. Ana Carolina da Costa E. Fonseca (2012). Os dois sentidos da crítica nietzscheana: Sócrates como um caso exemplar. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 18.0
    Toma-se a crítica de Nietzsche a Sócrates como um caso exemplar que mostra os dois sentidos fundamentais da crítica nietzscheana: (i) a crítica nietzscheana consiste em censura e em elogio de modo dual, ou seja, censura e elogio são aspectos da crítica; e (ii) ao criticar alguém, Nietzsche está, igualmente, se autocriticando.
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  9. Marcelo de Araújo (2009). Contratualismo e disposições morais: uma crítica à tese da inseparabilidade do direito e da moral e à tese sobre a existência de leis naturais. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (1).score: 18.0
    Discuto aqui duas diferentes interpretações acerca do que seria uma teoria do direito natural (ou jusnaturalismo). A primeira interpretação se caracteriza pela tese da “inseparabilidade” do direito e da moral, ao passo que a segunda se caracteriza pela tese segundo a qual existiriam “leis naturais”, i.e. leis cuja existência independeria da existência de instituições humanas. Tento mostrar que as duas teses são falsas. Procuro mostrar inicialmente que a confusão entre as duas teses se deve a uma má compreensão da distinção (...)
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  10. Silvio Seno Chibeni (2012). Hume e as bases científicas da tese de que não há acaso no mundo. Principia 16 (2):229-254.score: 18.0
    http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2012v16n2p229 Tanto no Tratado da Natureza Humana como na Investigação sobre o Entendimento Humano , Hume mostra-se convencido de que “não há acaso no mundo”, e que “aquilo que o vulgo chama de acaso não passa de uma causa secreta e escondida”. Essa tese desempenha papel crucial em sua análise do livre-arbítrio e, conseguintemente, da responsabilidade moral; é também um elemento importante em sua discussão sobre os milagres. No entanto, o próprio Hume ofereceu, no Tratado , um argumento convincente para (...)
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  11. Thomas Macaulay Ferguson (forthcoming). Extensions of Priest-da Costa Logic. Studia Logica:1-30.score: 18.0
    In this paper, we look at applying the techniques from analyzing superintuitionistic logics to extensions of the cointuitionistic Priest-da Costa logic daC (introduced by Graham Priest as “da Costa logic”). The relationship between the superintuitionistic axioms- definable in daC- and extensions of Priest-da Costa logic (sdc-logics) is analyzed and applied to exploring the gap between the maximal si-logic SmL and classical logic in the class of sdc-logics. A sequence of strengthenings of Priest-da Costa logic is examined and employed to pinpoint (...)
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  12. Ana Carolina da Costa E. Fonseca (2011). Dworkin e Posner acerca da existência de respostas certas para as questões jurídicas: a reconstrução de um debate. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 18.0
    Dworkin respondeu afirmativamente à pergunta título do seu texto “Não existe mesmo nenhuma resposta certa em casos controversos?”. Posner criticou Dworkin e respondeu a mesma pergunta negativamente. Discute-se neste artigo as diferentes maneiras como cada filósofo entendeu a pergunta que acarreta diferentes respostas a ela, isto é, de que modo diferenças na concepção do que é o Direito acarretam diferenças a respeito da existência de respostas certas para questões jurídicas.
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  13. Marcel Guillaume (2011). On the Philosophical Import of Some Accomplishments of Newton da Costa. Principia 15 (1):7-14.score: 18.0
    Das obras de Newton da Costa, muitas pessoas na França conhecem apenas o renascimento da paraconsistência. Apresentamos algumas razões em defesa de investigações nessa parte da lógica. Acima de tudo, porém, relembramos uma das maiores contribuições de Newton da Costa: sua demonstração, em 1991, em colaboração com Doria, da indecidibilidade gödeliana do movimento na física matemátcia, um resultado que foi de certa forma previsto, por outras razões, por Duhem em 1906. DOI: 10.5007/1808-1711.2011v15n1p7.
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  14. Marcio Renan Hamel & Gilvan Luiz Hansen (2011). Filosofia do direito e teoria jurídica em Habermas: implicações reconstrutivas para uma teoria da sociedade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 18.0
    This text examines the distinction and relation between legal philosophy and legal theory in the book Law and Democracy by Jürgen Habermas. To that end, I seek at first to reflect on the concepts of law sociology and philosophy of justice from the dialogue that opposes Habermas to Dworkin and Rawls, on the philosophical basis of equality and distribution. Subsequently, we analyse the arguments about the social integrative function of law that Habermas develops from the works of Parsons and Weber, (...)
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  15. José Nicolao Julião (2010). Ensaio de Introdução à Filosofia da História. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 18.0
    The objective of this assay is to make one analyzes on the Philosophy of History covering an including period of its historical development. However, the focus of our study is not to present a general and exhausting panorama of the Philosophy of History, without before pointing out a problem that it crosses, not even to develop innumerable existing teses concerning its problematic, therefore tasks of this transport would mostly extend for all chains or of them, what he would be superfluous. (...)
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  16. Décio Krause (2009). Newton da Costa e a Filosofia de Quase-verdade. Principia 13 (2):105-128.score: 18.0
    Este artigo pretende introduzir os três volumes de Principia que aparecerão em sequência homenageando os 80 anos do professor Newton da Costa. Ao invés de apresentar os artigos um a um, como se faz usualmente em uma introdução como esta, preferimos deixar os artigos falarem por si, e oforoecer aos leitores brasileiros, especialmente nossos estudantes, alguns aspectos da concepção de ciência e da atividade científica de Newton da Costa, fundamentadas no conceito de quase-verdade, que ele contribuiu para desenvolver de modo (...)
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  17. André Leclerc (2012). Operações sociais da mente. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (2).score: 18.0
    Thomas Reid introduced the notion of social operation of mind in the theory of mind and language. Hhis friend James Gregory developed this notion and gave it a meaningful role in classical Uuniversal Grammar, especially in the General Theory of the Mmoods of Vverbs. Bbefore Reid and Gregory, the classical Philosophical Grammar presupposes, inter alia, that the mind is self-contained; in other words, that mental contents and operations are all independent from the natural and social environment. Ssome of these operations (...)
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  18. Marcelo Pelizzoli (2007). A moral e sua sombra: o choque da alteridade real. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 18.0
    Trata-se aqui de refletir sobre a Sombra da moral, o seu outro lado, no sentido daquilo que se oculta por trás de motivações morais e ideais do sujeito, para então apontar elementos desafiadores da realidade da alteridade inspirada em Levinas. Busca-se um tipo de abordagem filosófica relativa ao amor e sofrimento na aceitação da própria “má consciência”, ou Sombra. Tecemos, por conseguinte, considerações sobre os limites do pensamento de Levinas para lidar com esse outro lado do humano, e apontamos brevemente (...)
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  19. Cassiano Terra Rodrigues (2007). Matemática como Ciência mais Geral: Forma da Experiência e Categorias. Cognitio-Estudos.score: 18.0
    Este artigo tem como objetivo geral apresentar alguns aspectos básicos da filosofia da matemática de Charles Sanders Peirce, com o intuito de suscitar discussão posterior. Especificamente, são ressaltados: o lugar da matemática na classificação das ciências do autor; a diferença entre matemática e filosofia como cenoscopia; a relação entre as categorias da fenomenologia e matemática; o conceito de experiência e sua formalização possível; a distinção geral entre lógica, como parte da investigação filosófica, e matemática.
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  20. Thadeu Weber & Martin P. Haeberlin (2013). Equidade na Doutrina do Direito de Kant: um direito que, não sendo um direito, enfraquece a “tese da independência”. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 18.0
    The present paper has the purpose of making a critical approach of the so called “independence thesis” (Unabhängigkeitsthese) between Law and Ethics based on the Kantian text about equity in his Doctrine of Law. To this critical approach, a weakening of the “independence thesis” is demonstrated according to some endogenous concepts of the Kant work, which we believe deals with an oblique opening of the Kantian’s law to ethics. To demonstrate this, we follow a methodological analytic way divided in three (...)
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  21. Maria Célia da Veiga França (2012). Montaigne e a natureza humana no feminino. Kriterion 53 (126):449-461.score: 17.0
    Partindo de algumas passagens dos Ensaios de Montaigne, e, especialmente, do capítulo "Sobre versos de Virgílio", consideramos o retrato da mulher elaborado pelo autor. Contrariamente à maioria dos autores de sua época - dentre os quais Bodin e Charron que, seguindo Aristóteles, consideram que a mulher possui uma natureza inferior à do homem, feita para obedecer, enquanto este último o foi para governar -, Montaigne nos apresenta outro quadro. Influenciado, acreditamos, pelo texto de Agrippa sobre as mulheres, ele propõe uma (...)
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  22. Roberto Saraiva Kahlmeyer-Mertens (2013). DILTHEY, Wilhelm. Introdução às ciências humanas – tentativa de uma fundamentação para o estudo da sociedade e da história. Trad. de Marco Antônio Casanova. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010. ISBN: 978-85-218-0470-3. [REVIEW] Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 17.0
    O texto é uma resenha de uma obra do filósofo e psicólogo alemão Wilhelm Dilthey. A resenha aborda uma publicação para o português da obra Introdução às ciências humanas (1883), na data em que se celebra o centenário de morte de Dilthey. A iniciativa dessa análise se justifica por ressaltar esta edição que: apresenta ao público brasileiro este autor relativamente pouco conhecido em nosso país; introduz os termos de sua filosofia. Dilthey é pensador crucial para o século XX por ter (...)
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  23. Luiz Antonio Calmon Nabuco Lastória, Bruno Perozzi da Silveira, Jéssica Raquel Rodeguero Stefanuto, Juliana Carla Fleiria Pimenta & Juliana Rossi Duci (2013). Teoria crítica da sociedade: um olhar sobre a educação em tempos de sociedade tecnológica // Critical theory of society: a look at education in times of technological society. Conjectura 18.score: 15.0
    O presente artigo pretende discutir e refletir sobre as contribuições da chamada Teoria Crítica da Sociedade para o campo da educação em tempos de crescente desenvolvimento tecnológico. Para tanto, voltamos o olhar para as obras de três autores expoentes da Teoria Crítica: Walter Benjamin, Theodor W. Adorno e Herbert Marcuse, destacando as reflexões e análises desses autores e utilizando-as como subsídio no campo educativo. A educação autorreflexiva e autocrítica é pensada em seu potencial para a superação das condições de dominação (...)
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  24. Fábio Portela Lopes Almeida & Paulo César Coelho Abrantes (2012). A teoria da dupla herança e a evolução da moralidade. Principia 16 (1):1-32.score: 15.0
    A darwinian evolutionary approach can contribute to reassess philosophical problems in different fields, including ethics and moral theory. Sociobiology and evolutionary psychology address these issues by presupposing mechanisms such as kin selection and reciprocal altruism. However, these mechanisms can’t account for cooperation in the human species. Dual inheritance theory addresses human cooperation differently, by taking into account the above-mentioned classical biological mechanisms without ignoring, however, relevant knowledge produced by social scientists. According to this approach, human social psychology comprises tribal social (...)
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  25. Marcelo Fabr (2010). A atualidade da ética husseliana. Princípios 12 (17-18):157-172.score: 15.0
    O artigo argumenta em favor da atualidade da ética husserliana a partir de três eixos temáticos, que se complementam: a relaçáo entre razáo teórica e razáo prática no interior da fenomenologia, o conceito de humanidade autêntica e, finalmente, a reflexáo fenomenológica sobre a esfera do estrangeiro. Parte-se do pressuposto segundo o qual o pensamento de Husserl abre caminho para uma superaçáo de duas atitudes éticas radicais: o ceticismo de caráter biológico e o universalismo abstrato.
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  26. Christian Hamm (2006). Sobre a sistematizabilidade da filosofia da história de Kant. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    São muitas e, até hoje, muito controvertidas as opiniões referentes à função e ao lugar sistemático da filosofia da história de Kant no todo do seu projeto crítico-transcendental; nem há consenso quanto à importância ou relevância filosófica dos diversos escritos em que Kant aborda e defende os seus teoremas histórico- políticos. – No presente trabalho, pretende-se interpretar a “doutrina” histórico-filosófica kantiana – não obstante o seu caráter fragmentário e até aparentemente nem sempre coerente – na perspectiva da sua possível homogeneidade (...)
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  27. Walter Jaeschke (2006). As Ciências Naturais e as Ciências do Espírito na era da globalização. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 15.0
    Neste artigo, o autor apresenta, primeiramente, reflexões de cunho histórico sobre a relação entre as Ciências Naturais e as Ciências do Espírito, seguidas de observações, de caráter mais sistemático, sobre o conceito das próprias Ciências do Espírito. Com fundamento nessas observações, tece algumas reflexões sobre até que ponto podemos esperar da globalização efeitos sobre as Ciências Naturais e as Ciências do Espírito. PALAVRAS-CHAVE – Ciências Naturais. Ciências do Espírito. Globalização. ABSTRACT In this article, the author presents, firstly, reflections of historical (...)
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  28. Fausto Dos Santos (2007). A caminho da estética. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 15.0
    O presente estudo tenta compreender, ainda que de maneira sumária, quais os caminhos que a Estética tomou; desde Hegel e a dedução filosófica dos conceitos, até a corrente, influenciada por Wittgenstein, da análise da linguagem comum, acabando por apontar, diante das dificuldades dos referidos caminhos, para a Estética da circularidade; tanto a de Heidegger quanto a de George Dickie. PALAVRAS-CHAVE – Estética. Filosofia da arte. Conceito. Linguagem comum. Circularidade.
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  29. Carlos Alberto Albertuni (2012). Sindérese, o intellectus principiorum da razão prática em Tomás de Aquino. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2).score: 15.0
    Trata-se de uma investigação sobre a teoria dos primeiros princípios da razão prática na obra de Tomás de Aquino. No centro dessa teoria está o termo “sindérese”, cujo conteúdo foi elaborado nas discussões da filosofia e da teologia medievais, a partir de sua menção na Glosa de Jerônimo a Ezequiel. Tal termo designa um conceito que apresenta um caráter inovador dentro da teoria da ação moral em comparação com a ética aristotélica. Afinal, Tomás de Aquino o entende como o hábito (...)
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  30. Marcelo Alves (2010). Da Virtude ao Terror: o itinerário de um pensador revolucionário. Princípios 15 (23):89-116.score: 15.0
    Há uma espécie de drama de consciência no interior do pensamento iluminista em relaçáo à Revoluçáo Francesa: de um lado, aceita, de bom grado, fazer da queda do Antigo Regime um de seus mais belos e significativos frutos; de outro, recusa, por vezes enojado, os meios violentos utilizados para tanto e náo aceita, ou custa a aceitar, filiaçáo ideológica com eles. Esta violência “excessiva” seria exclusivamente obra da massa, segundo o elitismo iluminista. O percurso realizado neste artigo procura explicitar, no (...)
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  31. Érico Andrade (2010). A função do método de análise na constituição do argumento do cogito nas Meditações : uma leitura do cogito através da reductio ad absurdum. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (2).score: 15.0
    Considerando que o cogito possa ser tomado, nas Meditações, como uma conclusão de uma demonstração, pode-se avançar a tese de que essa demonstração está consoante ao método analítico, que Descartes reconhece empreender nesse texto. Esse método teria entre as suas funções nas Meditações aquela de apresentar – sob a forma de uma rede de implicações ontológicas – o raciocínio que conduz à certeza da existência. Como cumpre no referido texto determinar a certeza da existência sem tomar como base nenhuma certeza (...)
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  32. Jair Barboza (2006). Os limites da expressão. Linguagem e realidade em Schopenhauer. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    Este texto procura mostrar como a concepção de linguagem de Schopenhauer implica uma delimitação para o poder da razão na teoria do conhecimento. Noutras palavras, a investigação da estrutura da linguagem jamais pode expressar o sentido do mundo. PALAVRAS-CHAVE – Schopenhauer. Schelling. Linguagem. Expressão. Verdade. Realidade. ABSTRACT This text aims to show how the language conception of Schopenhauer implies a delimitation for the power of reason in the theory of knowledge. In other words, the investigation of language’s structure never can (...)
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  33. Agemir Bavaresco, Danilo Vaz-Curado & Paulo Roberto Konzen (2010). As Leituras da Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel: Entre Hermenêutica e Recepção. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    O artigo procura apresenta os argumentos centrais das principais correntes interpretativas da Filosofia Política de Hegel na Alemanha, França e no Brasil de forma a avaliar e demonstrar o potencial de diagnose de tal esforço teórico; ao mesmo tempo, objetiva-se demonstrar desde estes autores como uma análise da obra de Filosofia Política de Hegel revela-se atual mediante a articulação de seu sistema como um todo.
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  34. André Santos Campos (2011). A autonomia do direito como imanência interdisciplinar: reflexões a partir da querela entre Gustav Hugo e Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 15.0
    Na querela entre os membros da Escola Histórica do Direito (Hugo e Savigny) e Hegel acerca de quem tem o título legítimo para pensar o direito, para os primeiros a Filosofia do Direito é uma inerência à própria ciência sistemática do direito, enquanto para o segundo o conceito de direito passa inevitavelmente por uma dialética transsistemática (o sistema jurídico opera como infrassistema de filosofia). Existiria assim como que uma distinção entre a “Filosofia do Direito dos juristas” e a “Filosofia do (...)
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  35. Luís Alexandre Dias Carmo (2011). A controvérsia entre Apel e Habermas acerca da fundamentação e relação entre moral e direito. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 15.0
    Neste trabalho, investiga-se a reconstrução apeliana da controvérsia, entre Habermas e o próprio Apel, acerca da fundamentação e relação entre a moral e o direito, enquanto concepção procedimental discursiva da filosofia prática. Assim, objetiva-se mostrar a relação – metodologicamente importante – do discurso filosófico no trato específico para a arquitetônica da ética do discurso. Defende-se a hipótese de que o debate e controvérsia entre ambos os programas da ética do discurso decorrem fundamentalmente do modo diferenciado de tematizar a relação metodológica (...)
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  36. Flávia Carvalho Chagas (2010). Beck, Guido de Almeida e Loparic: sobre o fato da razão. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    O presente artigo objetiva estudar o conceito de “fato da razão”, tendo como norte a intervenção de Beck no cenário da filosofia transcendental, mais especificamente sua abordagem de base kantiana, para em continuação explorarmos o potencial do conceito supramencionado desde as contribuições de Guido de Almeida e Loparic.
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  37. Marcos Roberto Nunes Costa (2006). A força coercitiva: Um instrumento a serviço da pax temporalis na civitas, segundo santo Agostinho. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 15.0
    Baseado no princípio ontológico da vera justitia, ou da “divina ordem”, segundo a qual é justo que se “subordinem as coisas somente às dignas, as corporais às espirituais, as inferiores às superiores, as temporais às sempiternas” (Ep., 140), o que resulta, na prática, na subordinação dos governados aos governantes, Agostinho introduz em sua doutrina ético-política o conceito de força coercitiva, como instrumento prático garantidor da ordinata concordia ou pax temporalis, na civitas, de forma que, punido pelo reto castigo, o pecador (...)
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  38. Danilo Vaz-Curado R. M. Costa (2011). Silva, Geraldo Euclides da. Consequências da liberdade. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2011. 115 p. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 15.0
    A obra Consequências da liberdade, publicada no ano de 2011 pela Editora Universitária da UFPE, é primeira obra do escritor e filósofo Geraldo Euclides da Silva, e que certamente se firmará no cenário de exegese das pesquisas sobre o pensamento existencialista de corte sartreano.
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  39. Leno Francisco Danner (2012). Habermas e a retomada da social-democracia. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 15.0
    Investiga-se, neste trabalho, a retomada, por Habermas, da posição teórico-política social-democrata, fundada na prossecução do Eestado de bem-estar social e na afirmação da centralidade da política democrática no que diz respeito à condução da evolução social, como reação ao neoliberalismo. Oo argumento central, aqui defendido, consistirá em que tal retomada da social-democracia define a posição teórico-política de Habermas em sua defesa de um projeto emancipatório de esquerda e como forma de interromper-se a desestruturação do Eestado de bem-estar social.
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  40. Renata Ramos da Silva (2013). Distinção E continuidade: Uma resposta ao problema leibniziano da consciência. Synesis 4 (2).score: 15.0
    O conceito de apercepção reflete o traço fundamental da teoria leibniziana da percepção, que desassocia o ato de perceber da consciência. Entretanto, a série de percepções das mônadas é, segundo o filósofo, regida pelo princípio do contínuo, o que gera uma dificuldade quando se tenta entender a apercepção como uma percepção de segunda ordem e descontínua em relação às percepções. Por este motivo, sustentaremos que a melhor interpretação do conceito leibniziano de apercepção é aquela segundo a qual a consciência é (...)
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  41. Luiz Sérgio Duarte da Silva (2007). Narrativa E Filosofia da História: O Debate Do Pós-Moderno II. In Elio Cantalício Serpa & Marcos Antonio de Menezes (eds.), Escritas da História: Narrativa, Arte E Nação. Edufu.score: 15.0
     
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  42. Elias Gomes da Silva (2012). O tema da liberdade em agostinho na obra O livre-arbítrio. Revista de Teologia (Reveleteo). Issn 2177-952x 6 (10):p. 25-32.score: 15.0
    O tema da liberdade é de capital importância não só para filosofia, mas, sobretudo, também para tradição cristã. Como doutrina bíblica o conceito de liberdade tem sido estudado e pesquisado por diversos pais da igreja ao longo dos séculos, dentre os quais se destaca os trabalhos realizados por Agostinho. Nesse sentido, o respectivo artigo procura analisar e compreender a maneira como esse autor descrever a temática, preferencialmente a partir de sua célebre obra o Livre-Arbítrio.
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  43. Martin N. Dreher (2006). Martinho Lutero (1483-1546) e Tomás Müntzer (1489-1525): A justificação teológica da autoridade secular e da revolução política. [REVIEW] Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 15.0
    A Reforma em território alemão possui duas figuras, por vezes próximas entre si, por vezes muito distantes: Lutero e Tomás Müntzer. À medida que foi se envolvendo na vida de seus fiéis, Müntzer foi tomando caminhos próprios, discordando de Lutero que este tomava a “Palavra, em sua realidade objetiva, como constitutiva da Igreja, e afirmando que os verdadeiros fiéis são os que possuem a experiência subjetiva do “Espírito”. Também contra Lutero, que defende a resistência à autoridade, mas em questões seculares (...)
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  44. Paulo Cesar Duque-Estrada (2006). A questão da alteridade na recepção levinasiana de Heidegger. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 15.0
    Pretende-se situar os momentos determinantes que dão sustentação à proposta de Levinas, elaborada ao longo de sua leitura de Heidegger, no sentido de romper com o pensamento do ser e propor um pensamento do Outro. A leitura de Levinas, como se pretende demonstrar, é atravessada, desde o seu início, pelo fio condutor de uma problematização da pretendida abertura para fora de si mesmo, na qual o Dasein heideggeriano quer se afirmar para além de toda autoconfirmação inerente às filosofias da consciência. (...)
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  45. Delamar José Volpato Dutra (2006). A teoria discursiva da aplicação do Direito: o modelo de Habermas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 15.0
    O texto apresenta a teoria discursiva da aplicação do direito, tal como concebida por Habermas. Essa teoria constituiu um cruzamento entre normas procedimentais coativas e argumentação, de maneira que o procedimento juridicizado não deve pré-julgar ou dirigir a lógica da argumentação. No entanto, tal argumentação não pode ser entendida do mesmo modo que a argumentação moral, justamente devido às honras que deve prestar à legitimidade do direito oriunda do processo democrático, cuja racionalidade, nos argumentos morais, é mais complexa do que (...)
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  46. Delamar José Volpato Dutra (2011). Direitos, deveres não: o teor cognitivo da moral moderna. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3).score: 15.0
    O conteúdo normativo da modernidade fundamenta a distinção entre moral e ética, bem como, no âmbito da teoria da justiça, a prioridade do justo sobre o bom. A normatividade assim concebida parte do pluralismo incomensurável de doutrinas e concepções de bem. O direito à liberdade que sustenta o edifício do consenso liberal não é uma base suficiente para dar conta de decisões aceitáveis por todos em questões de bioética. Por isso, duas alternativas são possíveis, aquela de um modus vivendi entre (...)
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  47. Delamar José Volpato Dutra (2007). Moralidade política e bioética: Os fundamentos liberais da legitimidade do controle de constitucionalidade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1).score: 15.0
    O maior problema do controle de constitucionalidade – um dos institutos básicos do Estado de direito –, com relação à sua justificação democrática, é a chamada dificuldade contra-majoritária [countermajoritarian difficulty], já apontada por Bickel. O texto apresenta o tratamento dessa questão em Habermas, Rawls e Dworkin, a partir da bioética, especialmente o caso do aborto, da eutanásia e da eugenia. Argumenta-se que a justificação moral de boa parte do controle de constitucionalidade encontra sua base em fundamentos morais impostos ao legislador, (...)
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  48. André Brayner de Farias (2008). A anarquia imemorial do mundo – Levinas e a ética da substituição. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 53 (2).score: 15.0
    O tema da substituição é o coração da filosofia levinasiana. O desejo do infinito, a questão que move o pensamento, expressa-se na fórmula: tero-outro-em-sua-pele. Segundo Levinas é isso o que explica o fato de sermos tão numerosos no mundo. A substituição é a sustentação do mundo. Mas não significa isso uma idéia de fundamento. A metafísica levinasiana aborda o ser como questão que excede o princípio de uma fundamentação filosófica ou condição de possibilidade. O ser em questão é anterior ao (...)
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  49. André Brayner de Farias (2006). Infinito e tempo. A Filosofia da idéia de infinito e suas conseqüências para a concepção de temporalidade em Levinas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 15.0
    O trabalho pretende mostrar como a filosofia da idéia de infinito em Levinas se articula com a concepção da temporalidade diacrônica. A referência filosófica mais explícita e recorrente da idéia de infinito em Levinas é o pensamento cartesiano da Terceira Meditação, porém outras influências muito relevantes para este tema provêm dos textos talmúdicos. Procuramos aproximar as duas fontes do pensamento levinasiano, filosofia e judaísmo, pela análise de dois conceitos fundamentais da obra de Levinas, infinito e temporalidade. PALAVRAS-CHAVE – Infinito. Temporalidade. (...)
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  50. Sônia T. Felipe (2007). Racionalidade e vulnerabilidade: elementos para a redefinição da sujeição moral. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1).score: 15.0
    A filosofia moral tradicional estabelece o critério da posse da razão como exigência para a definição da pertinência ou não de um sujeito à comunidade moral humana, e, pois, a ser considerado digno de respeito ético e justiça. Contrariando a tradição moral, Kenneth E. Goodpaster, Tom Regan e Paul W. Taylor redefinem a constituição da comunidade moral e o alcance da justiça, estabelecendo a perspectiva dos que são afetados pelas ações morais, não a dos sujeitos morais agentes, como a referência (...)
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  51. José Carlos Moreira da Silva Filho (2008). O anjo da história e a memória das vítimas: o caso da ditadura militar no Brasil. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 53 (2).score: 15.0
    This article uses Walter Benjamin’s philosophy of history in order to expose the barbarism that is located in the western society foundations, which promotes exclusion and victim’s forgetfulness. The paper indicates the political role of memory in building democracy and rescuing the human dignity, which is recognized from suffering’s alterity. The article will focus the experience of Latin American dictatorships and, more particularly, the military dictatorship in Brazil. KEY WORDS – Victim’s justice. Political Memory. History and narration. Human person dignity. (...)
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  52. Rodrigo Guerizoli (2006). Sobre a possibilitação noética da felicidade – Uma aproximação sistemática entre Duns Scotus e Mestre Eckhart. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (3).score: 15.0
    Este estudo compara elementos do pensamento ético de Duns Scotus e de Mestre Eckhart. Na base desta relação, está a ética de Tomás de Aquino e a sua doutrina da felicidade, cuja análise, aqui, se centra particularmente na noção de lumen gloriae. Interessa ao autor a forma como o tema tomasiano foi abordado sistematicamente por Duns Scotus e Eckhart, oportunizando uma aproximação teórica entre os dois filósofos. PALAVRAS-CHAVE – Duns Scotus. Mestre Eckhart. Felicidade humana. “Luz da glória”. ABSTRACT This study (...)
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  53. José Nicolau Heck (2006). Eugenia negativa/positiva: o suposto colapso da natureza em J. Habermas. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 15.0
    Há muito tempo o progresso científico provoca nossas convicções e ameaça deixar o discurso moral para trás. Mais recentemente, a polêmica em torno da permissão ou proibição da eugenia negativa e positiva questiona nossa autocompreensão de natureza, moralidade e liberdade. O presente texto tem por objeto uma série de artigos de J. Habermas, convertidos posteriormente em livro, onde são expostos argumentos fortemente plausíveis em favor da tese da indisponibilidade da natureza humana no âmbito da eugenia positiva. Após contextuar o problema (...)
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  54. Otfried Höffe (2006). Clonagem em seres humanos? Um balanço provisório do debate em torno da ética jurídica. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (1).score: 15.0
    No presente artigo, o autor apresenta um balanço do debate em torno da questão da clonagem de seres humanos, apontando os limites argumentativos na discussão sobre a clonagem reprodutiva e a clonagem terapêutica. PALAVRAS-CHAVE – Clonagem reprodutiva. Clonagem terapêutica. Ética. ABSTRACT In this study the author offers an evaluation of the debate concerning the topic of cloning of human beings, pointing out to the argumentative limits in the discussion about reproductive cloning and therapeutic cloning. KEY WORDS – Reproductive cloning. Therapeutic (...)
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  55. Wanderley Jose Ferreira Jr (2013). Indigência e penúria na era da técnica. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 15.0
    Toma-se como referências básicas algumas reflexões do filósofo Martin Heidegger sobre o domínio planetário da técnica para mostrar a penúria de uma época marcada pelo fim da filosofia mediante sua realização como metafísica nas ciências técnicas. Explicita-se ainda como esse fim da filosofia na era do domínio planetário da técnica pode se constituir o ponto de partida para um novo começo do pensar, que pensa para além dos limites impostos pelo pensamento calculador. Na parte conclusiva do artigo procura-se determinar o (...)
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  56. Hans Christian Klotz (2010). O fundamento lógico da passagem do arbítrio para a liberdade ética em Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    O presente trabalho visa elucidar o fundamento lógico da passagem do arbítrio para a vontade livre “em si e para si” na Introdução à Filosofia do Direito de Hegel. Defende-se as seguintes teses: 1. A idéia de tal passagem, concebida como reflexivização da vontade, já está presente na ética de Fichte. No entanto, diferentemente de Fichte Hegel concebe-a num fundamento lógico-conceitual. 2. O fundamento lógico da passagem em Hegel é a passagem da Lógica da Essência para a Lógica do Conceito. (...)
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  57. Cláudio R. C. Leivas (2012). A ciência da conservação do Estado: Hobbes e a questão da dissolução e manutenção do Estado político moderno. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (1).score: 15.0
    A questão da dissolução e manutenção do Estado é um aspecto da filosofia política de Hobbes que ainda não mereceu um exame na mesma extensão e importância geralmente atribuídas a outros temas pertencentes aos seus escritos políticos. Evidencio neste estudo a preocupação do filósofo inglês em mostrar que a ciência de conservar Estados possui o mesmo valor e calibre científico filosófico do que a ciência de construir Estados. A divisão tripartite deste estudo tem como propósito investigar, primeiro, as causas e (...)
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  58. Eduardo Luft (2010). Ontologia deflacionária e ética objetiva: Em busca dos pressupostos ontológicos da teoria do reconhecimento. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (1).score: 15.0
    O presente estudo tem por objetivo contribuir para o projeto de reatualização da Filosofia do Direito hegeliana inaugurado por Axel Honneth, mas de um modo indireto: meu interesse aqui não é investigar tópicos específicos da Filosofia do Direito, nem mesmo examinar a teoria do reconhecimento como proposta por Honneth, mas iniciar uma caminhada no sentido de tornar explícitos os pressupostos ontológicos carregados por tal projeto de reatualização.
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  59. Paulo Meneses, Agemir Bavaresco, Alfredo de Oliveira Moraes, Danilo Vaz-Curado R. M. Costa, Greice Ane Barbieri & Paulo Roberto Konzen (2010). Apresentação da Tradução Brasileira da Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    Dados da tradução brasileira de HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito ou Direito Natural e Ciência do Estado em Compêndio. Tradução, notas, glossário e bibliografia de Paulo Meneses et alli. Apresentações de Denis Lerrer Rosenfield e de Paulo Roberto Konzen. São Paulo: Loyola; São Leopoldo: UNISINOS, 2010.
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  60. Jörn Müller (2006). Fraqueza da vontade no voluntarismo? Investigações sobre João Duns Scotus. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (3).score: 15.0
    Neste estudo, investiga-se a possibilidade de uma análise, por parte de Duns Scotus, do clássico problema de filosofia moral localizado na fraqueza da vontade. Argumentando de modo crítico para a identificação do tema na ética scotista, o autor acaba por expor, com isso, as premissas centrais de toda a metafísica da vontade e a ética da liberdade de Duns Scotus. PALAVRAS-CHAVE – Fraqueza da vontade. Vontade. Liberdade. Voluntarismo. Teoria da ação scotista. ABSTRACT In this study the hypothesis of finding in (...)
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  61. Gregorio Piaia (2006). Il ruolo dell'imperatore Costantino in Marsilio da Padova. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 15.0
    A assim chamada “Doação de Constantino”, pela qual o papa ter-se-ia tornado senhor temporal, foi julgada, geralmente, de forma negativa pelos pensadores do século XIV (como João Quidort e Ockham), ou como uma ação de duplo efeito (Dante). Marsílio de Pádua a encara sob outro aspecto: a doação mostra que o imperador era superior ao papa e aos demais hierarcas da Igreja. Daí ele deduz que, dentro da sociedade, também da sociedade cristã, o imperador é a autoridade coativa suprema, da (...)
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  62. Roberto Hofmeister Pich (2006). Agostinho e a “descoberta” da vontade: primeiro estudo. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (3).score: 15.0
    Este é um estudo sobre o conceito de vontade na história da filosofia. O centro de interesse está na obra De libero arbitrio, de Agostinho. Tanto se procura descrever a suposta “descoberta” da vontade por Agostinho quanto analisar a coerência do conceito obtido. Trata-se do primeiro de dois estudos sobre a vontade e a liberdade em De libero arbitrio I. PALAVRAS-CHAVE – Vontade. Liberum arbitrium. Liberdade. Razão. Desejo. Ação. Psicologia da ação moral. Assentimento. Juízo. Erro. Teodicéia. ABSTRACT – This is (...)
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  63. César Augusto Ramos (2007). Hegel, Rawls e o tema da reconciliação. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (1).score: 15.0
    O propósito deste artigo é analisar as relações de Rawls com o pensamento político de Hegel – considerado pelo primeiro como um “liberalismo da liberdade” – no que diz respeito ao tema da reconciliação. Primeiramente, vamos analisar o conceito hegeliano de reconciliação. Em segundo lugar, procederemos a uma leitura de alguns aspectos da teoria rawlsiana a partir deste conceito para, finalmente, destacar a valorização do mesmo na obra de Rawls. Tratase, portanto, de verificar de que forma a recepção crítica do (...)
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  64. Cesar Augusto Ramos (2006). Rawls, Hegel e o liberalismo da liberdade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    Este artigo procura examinar a avaliação de Rawls acerca de alguns aspectos da filosofia política de Hegel. Rawls interpreta Hegel como um liberal de mente moderadamente reformista, e seu liberalismo é um importante exemplar na história do liberalismo da liberdade. Pretendemos, primeiramente, examinar o estatuto do liberalismo de Hegel, particularmente a questão da liberdade individual. Em segundo lugar, apresentamos alguns aspectos do entendimento de Rawls acerca deste liberalismo. A plausibilidade da filosofia política de Hegel é questionada, quando Rawls analisa a (...)
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  65. Raúl Enrique Rojo (2013). Ortega y Gasset nos revela o segredo: em torno da mudança em liberdade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 57 (3).score: 15.0
    Em 18 de setembro de 1789, referindo-se ao alcance do poder constituinte da Assembleia Nacional, Mirabeau afirmou que era preciso, nessas horas de mudança, “evitar a subitaneidade do trânsito”. Em um luminoso ensaio de 1927, consagrado ao “Orador do Povo”, José Ortega y Gasset ensina que, na ocasião, “a política de Mirabeau, como toda política autêntica, postula a unidade dos contrários. É pre-ciso, ao mesmo tempo, um impulso e um freio, uma força de acele-ração, de mudança social, e uma força (...)
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  66. John Sallis (2006). O fim da tradução. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1).score: 15.0
    O presente artigo trata da questão da tradução, discutindo, em autores como Hegel, Nietzsche, Heidegger e Gadamer, a possibilidade e o sentido da tradução. PALAVRAS-CHAVE – Tradução. Hegel. Nietzsche. Heidegger. Gadamer. ABSTRACT This paper focuses the question of translation, by discussing the possibility and the sense of translation in Hegel, Nietzsche, Heidegger e Gadamer. KEY WORDS – Translation. Hegel. Nietzsche. Heidegger. Gadamer.
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  67. João Luis da Silva Santos (2010). A abordagem da natureza da mente por Descartes e a crí­tica de Damásio. Princípios 15 (24):45-57.score: 15.0
    O estudo da natureza da mente ocupa um lugar de destaque na agenda das investigações da Filosofia da Mente, porque sua abordagem parece fornecer uma explicaçáo da forma pela qual os humanos têm acesso aos dados da realidade. Pretendemos problematizar a teoria cartesiana de natureza da mente a partir de sua concepçáo de idéias inatas produzida a partir de um instrumental matemático, que segundo Descartes, nasce com o sujeito. Para tanto, faremos uma breve explanaçáo do método cartesiano, assim como de (...)
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  68. Rogério Luis da Rocha Seixas (2012). A gestão da vida capital e a constituição do homo dispensatio. Revista Inquietude 3 (2):164-185.score: 15.0
    Our abstract begins with the question: what means the sentence - the life is a capital? Michel Foucault makes the question when he signalizes that the bio-power is connected to the capitalism. In this case, the question is to understand how the increase and the confiscate of wealth suppose the power’s development that captures the life strength to make them participe to the wealth creation process. What other fundamental question could be emphasized? The contemporaneous capitalism is strictly connected to method (...)
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  69. Denis Coitinho Silveira (2007). Complementaridade entre uma ética das virtudes e dos princípios na teoria da justiça de Aristóteles. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 15.0
    O objetivo deste artigo é analisar a teoria da justiça de Aristóteles elaborada na Ethica Nicomachea, Livro V, a partir de um certo deslocamento em relação à teoria das virtudes, que faz uso da escolha deliberada do agente, para utilizar-se de critérios mais objetivos baseados na igualdade, em que se encontram aspectos universalistas e procedimentais na constituição dos princípios de justiça na esfera pública, visando identificar uma complementaridade entre uma ética das virtudes e uma ética dos princípios na filosofia prática (...)
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  70. Íris Fátima da Silva (2010). Formação da obra de arte O formar como “fazer” que, enquanto faz, inventa o “modo de fazê-lo”: uma perspectiva estética em Luigi Pareyson. Princípios 16 (26):135-148.score: 15.0
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  71. Marcos Rodrigues da Silva (2010). Inferência da melhor explicação: Peter Lipton e o debate realismo/anti-realismo. Princípios 17 (27):303-312.score: 15.0
    Apresentaçáo da traduçáo do artigo der Peter Lipton: "Is the Best Good Enough?" (publicado em 1993 no Proceedings of the Aristotelian Society , vol. XCIII, parte 2, pp. 89-104).
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  72. Norbert Brieskorn Sj (2010). Pensar a substância em Francisco Suárez – a respeito da Disputatio Metaphysica XXXIII. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 54 (3).score: 15.0
    Francisco Suárez (1548-1617) publicou em 1597 sua obra-prima em metafísica, as Disputationes metaphysicae. Na trigésima terceira Disputa – o objeto deste artigo – Suárez defende primeiramente a substância sobtrês aspectos: como “ens per se” (uma entidade independente), como o que permanece no tempo, e como o suporte fundamental de acidentes. Secundariamente, ele utiliza três distinções com o objetivo de articular a noção de substância: substâncias completas e incompletas, substâncias perfeitas e imperfeitas, e a distinção entre substância primeira e substância segunda. (...)
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  73. José Antônio de C. R. De Souza (2006). Álvaro Pais, Marsílio de Pádua e o Artigo 68 do Livro Primeiro do Estado e Pranto da Igreja. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (3).score: 15.0
    Em boa parte do Artigo 68 do Livro Primeiro de seu Estado e Pranto da Igreja, Álvaro Pais, O. Min. (c. 1270-1349) refuta 5 proposições com implicações políticas atribuídas a Marsílio de Pádua (1280-1342). Neste artigo, analisamos a refutação dessas proposições feitas pelo Menorita galego, comparando-as, de um lado, com os textos, efetivamente escritos pelo Médico paduano, que se encontram em sua obra Defensor da Paz (1324) e, de outro, cotejando-o com uma Epistula ad quosdam cardinales, de autoria do mencionado (...)
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  74. Ricardo Timm de Souza (2006). Por uma estética antropológica desde a ética da Alteridade: do “estado de exceção” da violência sem memória ao “estado de exceção” da excepcionalidade do concreto. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 51 (2).score: 15.0
    O texto investiga a dimensão “labiríntica” sociedade contemporânea do ponto de vista de sua autocompreensão conceitual, e a dimensão do “esquecimento” do real concreto, que caracteriza esta sociedade do ponto de vista de suas relações humano-ecológicas; a “emergência” do eticamente “excepcional” no real “estado de exceção em que vivemos”, em um cruzamento de categorias levinasianas e benjaminianas, é apresentada como uma possibilidade de escapar a algumas das dificuldades categoriais da filosofia política contemporânea. PALAVRAS-CHAVE – Alteridade. “Estado de exceção”. Labirinto conceitual. (...)
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  75. Ricardo Timm de Souza (2007). Ética e animais – reflexões desde o imperativo da alteridade. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 52 (2).score: 15.0
    O artigo tem como objetivo propor a viabilidade de uma proposta de ética que contemple os animais não-humanos como “interlocutores” possíveis de um modelo ético mais geral a partir da inspiração da ética da Alteridade de E. Levinas. PALAVRAS-CHAVE – Ética. Animais. Racionalidade. Alteridade.
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  76. Marco Aurélio Werle (2010). A Elevação do Espírito Pensante a Deus' ou a Natureza Lógica do Conceito nas Preleções de Hegel Sobre as Provas da Existência de Deus. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3).score: 15.0
    O artigo investiga a relação existente na filosofia de Hegel entre as provas sobre a existência de Deus e a elevação do espírito humano a Deus. Dois pontos serão ressaltados: a apreensão de Deus como espírito e a natureza lógica do Conceito e isso a partir do modo como Hegel discute tanto a necessidade histórica da “prova” da existência de Deus, surgida com o Cristianismo, quanto o sentido lógico-especulativo das duas principais modalidades dessas provas: a prova ontológica e a prova (...)
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  77. Roberto Wu (2011). A ontologia da Phronesis: a leitura heideggeriana da ética de Aristóteles. Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (1).score: 15.0
    O artigo discute conceitos da filosofia prática de Aristóteles e sua apropriação por Heidegger no período dos anos 1920. Para isso, o autor explora a interpretação heideggeriana do conceito de totalidade e sua relação com o particular, a fim de caracterizar a situação concreta como o solo hermenêutico das relações de compreensão. Investiga-se a conexão interna dos conceitos que se referem à praxis em Aristóteles, destacando-se a importância da phronesis na sua retomada ontológica por Heidegger. O artigo encerra indicando as (...)
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  78. Denis Paulo Goldfarb, Domingos Gomes Rodrigues, Onofre Crossi Filho & Rita De Cássia Foelker (2012). A Filosofia da Ciência em Augusto Comte: desvencilhando o pensamento comteano de mal-entendidos históricos. Revista Inquietude 3 (2):32-55.score: 14.0
    A intenção do presente artigo é resgatar a importância do pensamento de Comte para a filosofia da ciência. Para tanto, procuramos desfazer certos preconceitos acerca do positivismo reavaliando certos conceitos comtianos, como a lei dos três estados , a classificação das ciências e o papel das hipóteses , a fim de se restaurar a sua relevância sobre o pano de fundo da história da filosofia.
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  79. Márcia Tait Lima, Ednalva Felix das Neves & Renato Dagnino (2010). Popularização da Cie̐ncia No Brasil : Entrada Na Agenda Política, de Que Forma? In Renato Dagnino & Rafael de Brito Dias (eds.), Estudos Sociais da Ciência E Tecnologia & Política de Ciência E Tecnologia: Alternativas Para Uma Nova América Latina. Gapi Unicamp.score: 13.0
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  80. Don Ihde (2009). From da Vinci to Cad and Beyond. Synthese 168 (3):453 - 467.score: 12.0
    Here what I would like to accomplish is to set something of the stage from which the growing recognition of what I shall now term technoscience’s visualism —a term which can accommodate both sciences and engineering, and both imaging and design practices—takes its recognition. I shall very briefly look at the ‘godfathers and peers’ who help set this stage, and then proceed to an examination of a few moments in the development of visualism from da Vinci to computer assisted design (...)
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  81. Luc Deitz (2007). Francesco Patrizi da Cherso's Criticism of Aristotle's Logic. Vivarium 45 (1):113-124.score: 12.0
    Francesco Patrizi da Cherso's Discussiones peripateticae (1581) are one of the most comprehensive analyses of the whole of Aristotelian philosophy to be published before Werner Jaeger's Aristoteles. The main thrust of the argument in the Discussiones is that whatever Aristotle had said that was true was not new, and that whatever he had said that was new was not true. The article shows how Patrizi proves this with respect to the Organon, and deals with the implications for the history af (...)
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  82. Alice Mara Serra (2009). Do Sentido da Lembrança Em Edmund Husserl. Kriterion 50 (119):197-213.score: 12.0
    Este artigo enfoca o modo como a teoria husserliana da lembrança se insere, por um lado, na estrutura significativa formulada primeiramente nas Investigações lógicas e, por outro, nos moldes da percepção como unidade temporal. Para tanto, apresenta-se, respectivamente na primeira e na segunda seções, o arcabouço das teorias husserlianas da significação e da percepção como retenção. Na terceira seção, é analisada a segunda forma de lembrança — a rememoração —, segundo o fio condutor em que Husserl a investiga nos contextos (...)
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  83. Bart Dessein (2009). Contaminants and the Path to Salvation: A Study of the Sarv Stiv da H Daya Treatises. Asian Philosophy 19 (1):63 – 84.score: 12.0
    The Sa gītipary ya is the earliest Sarv stiv da philosophical text that enumerates a series of contaminants (anuśaya) , i.e. innate proclivities, inherited from former births, to do something of usually evil nature. This early list comprises seven such contaminants. As it is the contaminants that lead a worldling (p thagjana) to doing volitional actions and thus to forming a karmic result (karmavip ka) , these contaminants naturally also bear on the path to salvation. The gradual development of the (...)
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  84. Ernan McMullin (2007). Discemindo Caminhos Em Filosofia da Ciência: O Contribute de Meio Século de Estudos (1950-2000). Revista Portuguesa de Filosofia 63 (1/3):67 - 91.score: 12.0
    O presente artigo começa por reconhecer que a crítica ao cerne dos pressupostos do Positivismo Lógico acerca da natureza da Ciência começou alguns anos antes do aparecimento da obra de Thomas Kuhn A Estrutura das Revoluções Científicas, obra esta que se haveria de constituir como charneira na Filosofia da Ciência mais recente. Em vez de olhar para a Ciência como uma estrutura proposicional intemporal, Kuhn defende que ela deve ser tratada como um empreendimento essencialmente histórico, no qual a subjectividade humana (...)
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  85. Ken Wilber, An Update on the Case of Adi Da.score: 12.0
    Over the years I have made numerous very strong and sometimes contradictory statements about Adi Da, mostly because he is a very strong and sometimes contradictory personality. In the Foreword I was asked to write to his book Scientific Proof of the Existence of God Will Soon Be Announced by the White House!, I stated my opinion that Da was one of the greatest spiritual Realizers of all time, unparalleled in his grasp of many profound spiritual issues. Yet in..
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  86. David Bastow (1995). The First Argument for Sarv Stiv Da. Asian Philosophy 5 (2):109 – 125.score: 12.0
    Abstract Philosophers belonging to the Buddhist school of Sarv?stiv?da believed in the real existence of past and future dharmas. This paper explores the implications, soteriological and philosophical, of an argument for this belief presented at the beginning of an early abhidharma text. The argument is two?fold: that past states of mind can be directly perceived; and that the temporal and causal context of these states of mind, including their karmic future and the possibility of an alternative saving future, can also (...)
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  87. Rui Nunes (2006). A Plataforma Ética da Saúde. Revista Portuguesa de Filosofia 62 (1):185 - 205.score: 12.0
    O direito à proteçāo da saúde tende hoje a ser considerado como uma conquista civilizacional, o que faz com que a salvaguarda deste direito seja sobretudo uma responsabilidade da sociedade e das suas instituições democráticas. Tal como noutros países ocidentais, a existência em Portugal de um sistema público de proteçāo da saúde enquadra-se nesta dinâmica, sendo esse um factor decisivo para a melhoria sustentada dos indicadores de saúde da população portuguesa. Nessa medida, defende o autor do artigo, a política de (...)
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  88. Patrick Hutchings (2009). Antonello da Messina: L' Opera Completa. Sophia 48 (1).score: 12.0
    Antonello da Messina’s Annunciation with the Blessèd Virgin sola breaks with iconic convention, so inviting new interpretations of the theme. The Rome exhibition of 2006 allowed one to compare Antonello with van Eyck: Antonello seemed pre-modern. This review discusses three important essays on the Annunciation (see the last three keywords). All three perceptive essays raise theological and phenomenological issues directly related to the almost unique iconic representation which Antonello gives us.
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  89. Maria Lúcia de Amorim Soares, Eliete Jussara Nogueira & Luiz Fernando Gomes (2013). No cenário da pós-modernidade: a reiterada exigência de qualidade e excelência na educação contemporânea // Post-modern setting: the repeated demand for quality in contemporary education. Conjectura 18.score: 12.0
    O texto discute a reiterada e repetida demanda pela qualidade e excelência exigida pela sociedade frente à educação contemporânea. Considerando alguns aspectos da modernidade/pós-modernidade em que vivem tanto os herdeiros de Prometeu, como os de Dionísio, caracterizados pelo hedonismo, e os de Hermes, que valorizam a comunicação, a criação e a mediação, postula-se que a educação vive sua crise de finalidade, não encontrando referências ou modelos para atualizar-se. Seu impulso legitimador foi diluído quando o cânone moderno de padrões objetivos de (...)
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  90. Karl-Otto Apel & Jorge Neves (1989). Constituição Do Sentido E Justificação da Validade. Heidegger E o Problema da Filosofia Transcendental. Revista Portuguesa de Filosofia 45 (3):413 - 461.score: 12.0
    O artigo interpreta o pensamento de Heidegger como transformação da filosofia transcendental que conduz à sua radicalização e, ultimamente, destruição. A este projecto contrapõe Apel a sua tentativa de estabelecer uma filosofia transcendental linguístico-pragmática que procura estabelecer um compromisso entre as temáticas da constituição antepredicativa do sentido e da exigência de validade intersubjectiva. /// L'article interprète la pensée de Heidegger comme transformation de la philosophie transcendantale qui conduit à sa radicalisation et, en dernier lieu, à sa destruction. A ce projet, (...)
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  91. Thaddeus Metz (2009). Poderá o Propósito de Deus Ser a Fonte Do Sentido da Vida? In Desidério Murcho (ed.), Viver para Que? Ensaios Sobre o Sentido da Vida. Dinalivro.score: 12.0
    See abstract for "Could God's Purpose Be the Source of Life's Meaning?" (2000).
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  92. Edson Querubini (2012). A propósito da "ordem" como atributo da "maneira" em Montaigne. Kriterion 53 (126):579-596.score: 12.0
    Montaigne, no "De l'art de conferer", discute critérios que permitem distinguir os homens segundo suas capacidades (suffisances). A "maneira" de discursar ocupa o centro desta questão e entre suas qualidades se destaca a "ordem", que nos é apresentada, sobretudo, a partir dos desvios da "tolice" (sottise) e "obstinação" (opiniastreté), símbolos do dogmatismo e de uma errônea lide com os saberes que se apoiam na memória. Procura-se mostrar que a ordem se funda na assimilação e penetração do julgamento nas matérias que (...)
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  93. Eva Maria Raepple, "Experience Does Not Err" (Leonardo Da Vinci) - Artwork as a Mirror of Nature.score: 12.0
    The relation between seeing, knowledge, and language has concerned philosophers and artists throughout history. The current article examines the relation between word, image, and knowledge in some prominent Renaissance artworks. It is argued that the shift from revelatory truth in the word to evidence in “seeing the real” as Leonardo da Vinci (1452 -1519) argues in his writings, marks a moment in history in which the human being takes center stage as the interpreter of knowledge. In the search for perfect (...)
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  94. Cristina de Souza Agostini (forthcoming). O discurso de Aristófanes no Symposium e a literalização da metáfora. Archai.score: 12.0
    Nesse artigo, pretendo demonstrar de que modo podemos presenciar no discurso do Aristófanes do Symposium platônico, algumas piadas estanques próprias à comédia aristofânica e, principalmente, de que maneira a literalização da metáfora, expediente dramático recorrentemente utilizado por Aristófanes, aparece luminosamente dentro do diálogo, cumprindo uma função cuja comicidade foi substituída pela trágica impotência humana frente à superioridade divina.
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  95. Luciana Maria Azevedo de Almeida (2012). Ceticismo e religião no início da modernidade. A ambivalência do ceticismo cristão. Kriterion 53 (126):601-608.score: 12.0
    Montaigne, no "De l'art de conferer", discute critérios que permitem distinguir os homens segundo suas capacidades (suffisances). A "maneira" de discursar ocupa o centro desta questão e entre suas qualidades se destaca a "ordem", que nos é apresentada, sobretudo, a partir dos desvios da "tolice" (sottise) e "obstinação" (opiniastreté), símbolos do dogmatismo e de uma errônea lide com os saberes que se apoiam na memória. Procura-se mostrar que a ordem se funda na assimilação e penetração do julgamento nas matérias que (...)
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  96. Antônio José Lopes Alves (2013). Modos E Formas: Dimensões Filosóficas da Crítica Marxiana da Economia Política. Kriterion 54 (127):125-140.score: 12.0
    O presente artigo se refere a uma parte integrante do projeto de pesquisa intitulado "A Cientificidade na Obra Marxiana de Maturidade" e pretende explicitar o estatuto categorial, determinativo, de dois dos principais conceitos que integram a crítica marxiana da economia política em sua versão madura: formas de ser e modos de produção. Tomados na linguagem corrente como praticamente sinônimos, as duas noções ganham no corpus científico-filosófico construído pela reflexão marxiana, cada qual, uma significação bastante precisa. Propomo-nos a esclarecer o conteúdo (...)
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  97. Julián Ferreyra (2013). Hegel Leitor de Deleuze: Uma Perspectiva Crítica da Ontologia Afirmativa a Partir Das Objeções a Spinoza Na Ciência da Lógica. Kriterion 54 (127):89-107.score: 12.0
    Este artículo se propone realizar un abordaje crítico de la ontología afirmativa de Gilles Deleuze a partir de las objeciones realizadas por Georg Hegel a Spinoza en su Ciencia de la lógica. La hipótesis de trabajo es que, dada la herencia spinozista del pensamiento de Deleuze, estas críticas pueden resultar pertinentes para reflexionar sobre algunos puntos fundamentales. De esta manera, se intenta contrariar la habitual tendencia de los estudios deleuzianos de trabajar en una clave anti-hegeliana, es decir, a partir de (...)
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  98. Anastácio Borges de Araújo Júnior (forthcoming). Os sentidos da Eleuthería na República de Platão. Archai.score: 12.0
    O sentido do termo eleuthería, similarmente a muitos outros conceitos na obra de Platão, não é unívoco. Mesmo se nos restringirmos ao diálogo República, encontraremos nele uma ampla gama de concepções que vão desde a acepção popular de ‘dizer e fazer o que se quer’, até a significação, mais propriamente filosófica do termo; vale dizer também daquela que envolve uma dimensão psicológica e moral, na qual o homem deve buscar agir de acordo consigo mesmo. Esta atividade ética, que Platão (2006) (...)
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  99. Andityas Soares de Moura Costa Matos (forthcoming). Do radicalismo igualitário grego ao universalismo conservador romano: a construção da ideia de república no estoicismo. Archai.score: 12.0
    p { margin-bottom: 0.21cm; } O objetivo do presente artigo é discutir a concepção de Direito, Justiça e Estado no pensamento estoico greco-romano, demonstrando a atualidade do tema e suas conexões com problemas contemporâneos tratados pela Filosofia do Direito, tais como os da legitimidade do poder e do universalismo da ordem jurídica. Em um primeiro momento são apresentados e problematizados elementos centrais da filosofia estoica, tais como as noções de lei natural, liberdade interior, igualdade formal e universalismo. Em seguida, mediante (...)
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  100. Eduino José Orione (2012). A simulação da morte: versão e aversão em Montaigne. Kriterion 53 (126):609-611.score: 12.0
    Montaigne, no "De l'art de conferer", discute critérios que permitem distinguir os homens segundo suas capacidades (suffisances). A "maneira" de discursar ocupa o centro desta questão e entre suas qualidades se destaca a "ordem", que nos é apresentada, sobretudo, a partir dos desvios da "tolice" (sottise) e "obstinação" (opiniastreté), símbolos do dogmatismo e de uma errônea lide com os saberes que se apoiam na memória. Procura-se mostrar que a ordem se funda na assimilação e penetração do julgamento nas matérias que (...)
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