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    Maria Isabel Limongi (2011). Hume jusnaturalista. Kriterion: Revista de Filosofia 52 (124):447-456.
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  2.  2
    Maria Isabel Limongi (2006). Pascal E a Ordem da Concupiscência. Kriterion: Revista de Filosofia 47 (114):321-334.
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  3.  10
    Maria Isabel Limongi (2006). Order of Concupiscence and Greatness of Man in Pascal. Trans/Form/Ação 29 (1):45-61.
    Pascal conceives the civil order as an order of conscupiscence, that is, an order produced and regulated by concupiscence. However, when exempting virtue from being the source of civil order, he does not advance the separation between politics and morals, but signals a new and problematic role to virtue in the interior of civil order - no more the role of producing it, but of judging it properly.Pascal concebe a ordem civil como uma ordem da concupiscência, isto é, uma ordem (...)
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  4.  9
    Maria Isabel Limongi (2011). A ordem da concupiscência e a grandeza do homem em Pascal. Trans/Form/Ação 29 (1):45-61.
    Pascal concebe a ordem civil como uma ordem da concupiscência, isto é, uma ordem produzida e regulada pela concupiscência. Ao dispensar a virtude de ser o fundamento da ordem civil, ele não promove, contudo, a separação entre a política e a moral, mas assinala um novo e problemático papel para a virtude no interior da ordem civil – não mais o de produzi-la, mas o de julgá-la de modo apropriado.
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  5.  5
    Maria Isabel Limongi (2011). O ponto de vista do espectador e a medida do juízo moral em Hume. Discurso 41 (41):113-140.
    O ponto de vista do espectador e a medida do juízo moral em Hume.
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  6.  9
    Maria Isabel Limongi (2000). Hobbes e o conatus: da física à teoria das paixões. Discurso 31:417-440.
    A noção de conatus desempenha na física hobbesiana um papel inequívoco: o de.explicar as determinações de um movimento sem recorrer à idéia de uma potencialidade ou inclinação para o movimento. Nossa questão consiste em saber se a noção de conatus cumpre a mesma função na teoria das paixões, e, a partir daí, na medida em que respondamos afirmativamente esta questão, trata-se de procurar compreender, minimamente que seja, ao que consiste para Hobbes uma paixão.
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  7.  9
    Maria Isabel Limongi (2013). Potentia E Potestas No Leviathan de Hobbes. Doispontos 10 (1).
    In the Leviathan, power can be understood in two different senses, which are carefully discriminated in its Latin version by the use of the terms potentia and potestas to translate, depending on the context and the type of power concerned, the English power. Potentia and potestas, although types of power of a different nature – one, the physical power that bodies have to take effect on each other; the other, the juridical power, out of which legal effects as justice itself (...)
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  8.  4
    Maria Isabel Limongi (2003). Sociabilidade e moralidade: Hume leitor de Mandeville. Kriterion: Revista de Filosofia 44 (108):224-243.
  9.  8
    Maria Isabel Limongi (2003). Sociabilidade e moralidade: Hume leitor de Mandeville. Kriterion: Journal of Philosophy 44 (108):224-243.
  10.  3
    Maria Isabel Limongi (2009). Direito e Poder: Hobbes e a dissolução do Estado. Doispontos 6 (3).
    Partindo da idéia de que, a partir da Maquiavel, a relação entre direito e poder tornou-se problemática, procura-se tratar aqui do modo como Hobbes lidou com esse problema. De um lado, ele separou essas duas instâncias, por ele entendidas enquanto duas modalidades diferentes de relações entre os homens. Por outro, ele apoiou tais relações umas sobre as outras, na constituição do Estado. Quer-se mostrar que, longe de incidir numa incoerência, a diferença e ao mesmo tempo o apoio recíproco entre relações (...)
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  11.  1
    Maria Isabel Papaterra Limongi (1994). A relação entre a razão e as paixões na Antropologia Hobbesiana. Discurso 24:147-158.
    Este texto pretende indicar que a teoria da soberania hobbesiana não tem por função resolver, a favor da razão, um conflito entre ela e as paixões anti-sociais, mas um desnível entre o cálculo prudencial e racional, entre os planos dos fatos e de sua expressão verbal, ou entre dois modos de o pensamento se colocar a serviço das paixões.
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  12.  1
    Maria Isabel Limongi (2006). Pascal e a ordem da concupiscência. Kriterion: Journal of Philosophy 47 (114):321-334.
  13. Maria Isabel Limongi (2011). Hume jusnaturalista. Kriterion: Journal of Philosophy 52 (124):447-456.
  14. Maria Isabel Limongi (2011). Jusnaturalistic Hume. Kriterion: Journal of Philosophy 52 (124):447-456.
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