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  1.  2
    Letícia Galery Medeiros, Christian Haag Kristensen & Rosa Maria Martins de Almeida (2009). Estresse pós-traumático em pacientes vítimas de queimaduras: uma revisão da literatura. Aletheia 29:177-189.
    Atualmente, há um crescente interesse no estudo das sequelas psicológicas em vítimas de queimaduras. Este artigo faz uma revisão da literatura com a finalidade de examinar quais são os danos psicológicos e psiquiátricos mais relevantes apresentados por indivíduos que sofrem acidentes com queimaduras..
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  2.  24
    Walter de Sousa Medeiros (1964). Recensão a: Sebastián Cirac Estopañán-Manual de gramática histórica griega. Humanitas 15.
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  3.  22
    Walter de Medeiros (1959). O Milhafre, a Garça Ea Báratro Nos Fragmentos de Hipónax. Humanitas 11.
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  4.  13
    Walter de Sousa Medeiros (1966). Associação Portuguesa de Estudos Clássicos–Relatório das actividades no ano lectivo de 1965-1966. Humanitas 17.
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  5.  2
    Letícia Galery Medeiros, Christian Haag Kristensen & Rosa Maria Martins de Almeida (2009). Estresse pós-traumático em pacientes vítimas de queimaduras: uma revisão da literatura. Aletheia 29:177-189.
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  6.  1
    Walter de Medeiros (1967). Hipponactea: subsídios para uma nova edição crítica do iambógrafo de Éfeso. Humanitas 19.
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  7. Maria da Paz Nunes de Medeiros (2001). Investigações acerca de uma Versão Modal para Lógica Intermediária dos Domí­nios Constantes. Princípios 8 (10):121-137.
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  8. Walter de Sousa Medeiros (1966). Recensão A: Ambrosii «De Tobia». Humanitas 17.
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  9. Guillelmus Michael, Simon de Alexander, Aristotle, Dorotheus & Colines (1542). Annotationes Alexandri Aprodisiensis Maximi Peripatetici, in Librum Elenchorum Id Est de Apparentibus Redarguendi Argume[N]Tis Aristotelis. Apud Simonem Colinæm.
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  10.  14
    Michael De & Hitoshi Omori, More on Empirical Negation. Advances in Modal Logic Volume 10.
    Intuitionism can be seen as a verificationism restricted to mathematical discourse. An attempt to generalize intuitionism to empirical discourse presents various challenges. One of those concerns the logical and semantical behavior of what has been called ' empirical negation'. An extension of intuitionistic logic with empirical negation was given by Michael De and a labelled tableaux system was there shown sound and complete. However, a Hilbert-style axiom system that is sound and complete was missing. In this paper we provide (...)
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  11.  8
    John Michael & Francesca Fardo (2014). What (If Anything) Is Shared in Pain Empathy? A Critical Discussion of De Vignemont and Jacob's Theory of the Neural Substrate of Pain Empathy. Philosophy of Science 81 (1):154-160.
    In a recent article in Philosophy of Science, De Vignemont and Jacob defend the view that empathy involves interpersonal similarity between an empathizer and a target person with respect to internal affective states. Focusing on empathy for pain, they propose a theory of the neural substrate of pain empathy. We point out several flaws in their interpretation of the data and argue that currently available data do not differentiate between De Vignemont and Jacob’s model and alternative models. Finally, we offer (...)
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  12.  6
    Colette V. Michael (1989). Lettre de l'Editeur. Bulletin de la Société Américaine de Philosophie de Langue Française 1 (1):3-3.
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  13.  3
    Colette V. Michael (1989). Considérations morales sur la destination des ouvrages de l'art. Bulletin de la Société Américaine de Philosophie de Langue Française 1 (3):27-30.
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  14.  4
    Lucas Eugênio Rocha Medeiros (2013). Maquiavel E o chamado de cícero. Cadernos Do Pet Filosofia 3 (6):60-69.
    Este artigo aborda a influência do republicanismo ciceroniano no pensamento de Nicolau Maquiavel e pretende demonstrar como este renova a tradição do pensamento político ocidental. Tendo como fio condutor a análise do regime misto e da virtude cívica como elemento comum aos dois autores, pretendemos estabelecer, ao final do texto, a inovação maquiaveliana do elogio dos conflitos frente à valorização da concórdia apregoada pelo republicanismo clássico.
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  15. Dulcileide E. Adriana Nascimento E. Medeiros (2010). Antinoo: Quando O Amor transborda sob a forma de arte.. Principia 2 (21):17-26.
    A cultura clássica em suas múltiplas representações, independente do viés temporal a que está vinculada, nos proporciona um rememorar e um aprendizado que é lapidado a cada novo olhar. Esse artigo tem como objetivo, a partir de uma reflexão sobre a personagem Antinoo, repensar a importância das artes, em especial a confecção de esculturas, como representação da realidade.
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  16. Ruy Medeiros (2010). O Programa de Pesquisas Sociais Estado da Bahia-Universidade de Colúmbia: O Seu Contexto. Quaestio: Revista de Estudos Em Educação 11 (1).
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  17.  55
    Michaelis Michael (2010). Belief de Re, Knowing Who, and Singular Thought. Journal of Philosophy 107 (6):293-310.
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  18.  8
    Adelardo A. D. Medeiros & Luiz M. G. Gonçcalves (2003). Tatiana A. Tavaresk, Guido L. de Souzak, Adelardo AD Medeiros2, Luiz MG Gonçcalves2 kUniversidade Federal do Rio Grande do Norte, Campus Universit éario Lagoa Nova, 59072-970 Natal, RN, Brasil {tati, guido}@ natalnet. br. [REVIEW] Scientia 12 (1):11-21.
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  19.  4
    Frederick S. Michael (1994). Abrégé de la Philosophie de Gassendi. Journal of the History of Philosophy 32 (3):495-496.
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  20. Lucillo Alexander, Konrad Michael, Aristotle, Filalteo & Gesner (1573). Alexandri Aphrodisiensis ... In Aristotelis Opusculum de Sensibus Atque de His Quae Cadunt in Sensum, Vel de Sensuum Instrumentis, Commentarium de Graeco Accuratissimè Conuersum. Apud Haeredem Hieronymi Scoti.
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  21. Paul J. Medeiros (2014). Michael Granger, Françios Specq, and Laura Dassow Walls, Eds. Thoreauvian Modernities: Transatlantic Conversations on an American Icon . Reviewed By. Philosophy in Review 34 (1-2):30-33.
  22. Biziou Michaël (2004). De la société civile à la société civile mondiale. Cités. Philosophie Politique Histoire 17:13-23.
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  23. Colette Michael (1989). Lettre de L'Éditeur. Journal of French and Francophone Philosophy 1 (1).
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  24. F. Michael (1992). La place de Gassendi dans l'histoire de la logique. Corpus 20:9-36.
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  25.  14
    Michael De & Hitoshi Omori (2015). Classical Negation and Expansions of Belnap–Dunn Logic. Studia Logica 103 (4):825-851.
    We investigate the notion of classical negation from a non-classical perspective. In particular, one aim is to determine what classical negation amounts to in a paracomplete and paraconsistent four-valued setting. We first give a general semantic characterization of classical negation and then consider an axiomatic expansion BD+ of four-valued Belnap–Dunn logic by classical negation. We show the expansion complete and maximal. Finally, we compare BD+ to some related systems found in the literature, specifically a four-valued modal logic of Béziau and (...)
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  26.  17
    Constantino Luz de Medeiros (2014). A Forma Do Paradoxo: Friedrich Schlegel E a Ironia Romântica. Trans/Form/Ação 37 (1):51-70.
    Definida como beleza lógica e forma do paradoxo, a ironia romântica de Friedrich Schlegel (1772-1829) assimila a antiga ironia socrática e a reinterpreta, inserindo-a como elemento central de sua teorização crítico-literária. O presente artigo analisa a ironia romântica, buscando situar sua alteração e abrangência no final do século XVIII, quando o conceito passa a significar metacrítica, reflexão filosófica, ruptura ficcional, distância estética e forma de exposição da arte literária. Defined as logical beauty and form of paradox, Friedrich Schlegel's (1772-1829) romantic (...)
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  27.  4
    Maria da Paz Nunes de Medeiros (1995). A Prova por Redução ao Absurdo na Lógica Clássica. Princípios 2 (2):120-125.
    Embora a logica seja, de urn modo geraJ, concebida como um ramo da filosofia, suas aplic~oes via muito alem dos limites de qualquer disciplina isoladamente considerada (SALMON, 1993). Seu papel principal e fomecer meios para determinar a rel~o de consequencia que vige entre as premissas e a conclusao de urn dado argumento. Dentre as tecnicas utilizadas que possibihtarn garantir esta rel~o destaca-se a tecnica por redu ¢oao absurdo por ser amplamente aplicada nas cienciasdesde a antiguidade. Suaideiabasics residenofatodequeumapropo si~ nio pode (...)
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  28.  5
    William J. Courtenay (2005). Michael de Montecalerio : Buridan's Opponent in His Quaestio de Puncto. Archives d'Histoire Doctrinale et Littéraire du Moyen Âge 72:323-331.
    Le débat sur l’existence réelle du point a occupé une place importante dans les débats philosophiques parisiens du deuxième quart du xive siècle. La contribution de Jean Buridan à ce débat est bien connue mais à ce jour, l’identité d’un certain « magister M. de Montescalerio », adversaire réaliste de Buridan et auteur d’une Determinatio de puncto, est restée inconnue. Cet article établit l’identité de cet important maître actif vers 1340 à la faculté des arts de Paris et en retrace (...)
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  29.  1
    Viturino Ribeiro da Silva (2015). A crítica de Michael Sandel à concepção de pessoa em John Rawls. Cadernos Do Pet Filosofia 6 (11):21-33.
    Neste artigo pretendo apresentar a crítica de Michael Sandel à concepção de pessoa na filosofia política de John Rawls. Para tanto, é preciso descrever, em linhas gerais, a descrição rawlsiana das partes na posição original. Esta descrição, segundo Sandel, pressupõe uma concepção metafísica de pessoa na medida em que apresenta o “eu anterior a seus fins”, ou seja, um “eu distinto dos fins que possui”, mas que detém a posse de tais fins. Sandel argumenta que o “eu”, pensado desta (...)
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  30.  1
    Vicente Raga Roasaleny (2011). El debate entre los antiguos y los modernos. A propósito de las interpretaciones del escepticismo de Michael de Montaigne. Logos: Anales Del Seminario de Metafísica 44:263-286.
    now, there is a debate about the “nature” of the Renaissance French writer Michel de Montaigne’s skepticism that could be similar, in some way, to the Quarrel between the Ancient and the Modern. some authors believe that Montaigne was a completely innovative author, who would have broken completely with the ancient skeptical tradition. others, however, feel that he has made little changes in the skeptical arguments and that his role would be reduced to a mere transmitter of the ancient forgotten (...)
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  31. Blas Zubiría Mutis (2014). Renta Básica y Estado Plurinacional: opciones para la justicia global. Una reflexión desde las esferas de la justicia de Michael Walzer. Eidos: Revista de Filosofía de la Universidad Del Norte 21:64-84.
    Este artículo vincula preocupaciones sociológicas con la propuesta comunitarista de Michael Walzer y las esferas de la justicia. Partiendo de la premisa básica de que no puede existir un criterio distributivo único universal para todas las esferas y de que efectivamente las distintas esferas exigen distintos criterios, se intenta responder la siguiente pregunta: a partir del reconocimiento de ciertas realidades apremiantes del mundo actual, ¿qué ideas de justicia global pueden ser válidas, sobre qué criterios básicos y para qué esferas (...)
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  32. L. M. de Rijk (2000). Michael de Marbasio, Summa de Modis Significandi, Ed. LG Kelly.(Grammatica Speculativa: Sprachtheorie Und Logik des Mittelalters/Theory of Language and Logic in the Middle Ages, 5.) Stuttgart: Frommann-Holzboog, 1995. Pp. Lxi, 199; Diagrams and 1 Black-and-White Illustration. DM 198. [REVIEW] Speculum 75 (1):219-220.
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  33.  2
    Johann Michel (2015). Book Review: Michaël Foessel, Le temps de la consolation. [REVIEW] Journal of French and Francophone Philosophy 23 (2):131-136.
    A book review of Michaël Foessel, Le temps de la consolation.
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  34.  9
    Glenn W. Erickson (2010). Metafí­sica: história e problemas, de Bonaccini, J. A.; Medeiros, M. da Paz N.; Silva, M. F. e Bauchwitz, O. F. (Orgs.). [REVIEW] Princípios 13 (19-20):216-218.
    Resenha do livro de Juan Adolfo Bonaccini, Maria de Paz Nunes Medeiros, Markus Figueira de Silva e Oscar Frederico Bauchwitz (Org.). Metafísica: história e problemas: atas do I Colóquio Internacional da Metafísica . Natal: EDUFRN, 2006, 332 páginas. [Coleçáo Metafísica n. 5].
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  35.  1
    Petar Mihatov (2008). La Critique Par Michael Oakeshott du Rationalisme En Politique Comme Point de Départ Pour Sa Théorie de l'Association Civile. Synthesis Philosophica 23 (1):135-148.
    Michael Oakeshott critique le rationalisme en politique car celui-ci exclut tout ce qui n’est pas fondé sur ou justifié par la théorie. L e savoir théorique, d’après Oakeshott, ne peut absorber la diversité du monde étant donné qu’il fonctionne avec des catégories différentes de celles de la réalité qu’il cherche à saisir. Par conséquent, le rationalisme réduit la politique à la résolution de problèmes. Ce que recommande Oakeshott pour un retour à l’autonomie de la politique est l’émancipation dans l’association (...)
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  36.  2
    Estela Fernández Nadal (2009). Michael Heinrich, Crítica de la economía política. Una introducción a El Capital de Marx, Traducción y prólogo de César Ruiz Sanjuán, Escolar y Mayo Editores, Madrid, 2008, 240 p. [REVIEW] Polis 22.
    El libro de Michael Heinrich tiene el doble mérito de presentar una mediación de la obra cumbre de Karl Marx, redactada en un lenguaje claro y accesible, y de proponer, al mismo tiempo, una interpretación densa y erudita del famoso texto. El autor no sólo evita las simplificaciones y los esquematismos, sino que incluso se interna por las complejidades y paradojas del pensamiento marxiano, que han dado origen a discusiones y polémicas nunca saldadas, y nos ofrece siempre una posición (...)
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  37.  6
    Frederick Hale (2003). The Case of Michael de la Bédoyère. The Chesterton Review 29 (4):529-543.
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  38.  8
    Damasus Trapp (1965). Notes on Some Manuscripts of the Augustinian Michael de Massa († 1337). Augustinianum 5 (1):58-133.
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  39.  14
    L. G. Kelly (1996). A Fragment of Michael de Marbasio, Summa de Modis Significandi. Vivarium 34 (2):268-269.
  40.  4
    Chris Wells (2011). Levinasian Meditations: Ethics, Politics, and Religion Richard A. Cohen Pittsburgh: Duquesne University Press, 2010; 400 Pp.; $35.00 (Paperback)Conversations with Emmanuel Levinas, 1983-1994 Michael de Saint Cheron, TRANS. Gary D. Mole Pittsburgh: Duquesne University Press, 2010; 175 Pp.; $18.95 (Paperback). [REVIEW] Dialogue 50 (02):412-414.
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  41.  2
    Joshua Shaw (2011). Review of Michaël de Saint Cheron, Conversations with Emmanuel Levinas, 1983-1994. [REVIEW] Notre Dame Philosophical Reviews 2011 (1).
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  42. George T. Diller (2005). Marie-Thérèse de Medeiros, Hommes, terres et histoire des confins: Les marges méridionales et orientates de la chrétienté dans les “Chroniques” de Froissart. Paris: Honoré Champion, 2003. Pp. 376; genealogical tables and 1 map. €65. [REVIEW] Speculum 80 (2):636-638.
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  43. Zbigniew Kaźmierczak (2007). Michael de Montaigne i Jan od Krzyża - dwaj sceptycy początku ery nowożytnej. Idea 19 (19).
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  44. E. L. Mascall (1966). Henri de Lubac. The Faith of Teilhard de Chardin. Translated by René Hague. Pp. X + 206. 30s.The Future of Catholic Christianity. Edited by Michael de la Bedoyére. Pp. Xiv + 314. 21s.Conflicting Images of Man. Edited by William Nicholls. Pp. Viii + 230. $4.95. [REVIEW] Religious Studies 2 (1):137.
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  45. J. M. Lloyd Thomas (1951). MICHAEL DE LA BEDOYÈRE, The Life of Baron von Hügel. [REVIEW] Hibbert Journal 50:85.
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  46. Ewa Witkowska (2009). Michael de Saint-Cheron, Rozmowy z Emmanuelem Levinasem. Ruch Filozoficzny 2 (2).
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  47.  3
    Alain Patrick Olivier (2012). La logique de l'action de Michael Quante. Archives de Philosophie 75 (2):267-278.
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  48.  1
    Hugo Romero (2001). LÓPEZ , Pablo; MUÑOZ, Jacobo (eds.): La impaciencia de la libertad, Michael Foucault y lo político. Logos: Anales Del Seminario de Metafísica 34:356-361.
    The paper examines a recent proposal of substitution of classic (normative) philosophy of science by a post-positivist and pluralistic axiology governed by aesthetic or formal values. The author of the paper proposes a different set of values that can enconpass not only “internal” values, but is also open to the examination of the ethical limits of tecnoscience and the principles that can govern scientific development in oru “risk societies”, which depends heavily on the general evolution of science.
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  49.  6
    Oscar Cubo Ugarte (2010). Una nueva lectura de Marx: Michael Heinrich. Logos: Anales Del Seminario de Metafísica 42:335 - 341.
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  50. Jorge Jiménez (1996). De Platón a Michael Jackson. Revista de Filosofía de la Universidad de Costa Rica 83:227-236.
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