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  1.  7
    Michel Renaud (1969). La « Philosophie du corps » selon M. Claude Bruaire. Revue Philosophique De Louvain 67 (93):104-142.
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  2. Michel Renaud (1985). A <>, de Anntónio Paim, por Eduardo Abranches de Soveral. Revista Portuguesa de Filosofia 41 (4):465-471.
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  3.  13
    Michel Renaud (1985). Fenomenologia E Hermenêutica: O Projecto Filosófico de Paul Ricoeur. Revista Portuguesa de Filosofia 41 (4):405 - 442.
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  4. Michel Renaud (1995). O ensino da filosofia na Universidade Nova de Lisboa. Revista Portuguesa de Filosofia 51 (2):295-312.
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  5.  1
    Michel Renaud (1977). Le cercle herméneutique face à la rationalité du discours philosophique chez S. Thomas et Hegel. Revue Philosophique De Louvain 75 (26):276-292.
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  6. Michel Renaud (1990). As relaçoes entre o Deus da razao eo Deus da fé in Filosofia e Teologia. Revista Portuguesa de Filosofia 46 (3):309-329.
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  7. Michel Renaud (2000). 18. Ethical-Philosophical Implications of a Globalization Process. In Guillaume de Stexhe & Johan Verstraeten (eds.), Matter of Breath: Foundations for Professional Ethics. Peeters 3--291.
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  8. Michel Renaud (1985). Inteligencia y realidad, por M. Lucrecia Rovaletti Conicet. Revista Portuguesa de Filosofia 41 (4):449-458.
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  9. Michel Renaud (2013). La Confrontation des Trois Premières Catégories de la Logique de la Philosophie D´Eric Weil Avec la Dialectique hégélienneConfronto Entre as Três Primeiras Categorias da Logique de la Philosophie de Eric Weil E a Dialéctica Hegeliana. Cultura:63-69.
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  10. Michel Renaud (1985). Novos filósofos e nava filosofia, por Carlos B. Morais. Revista Portuguesa de Filosofia 41 (4):459-464.
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  11. Michel Renaud (1985). Publicaçoes sobre a fenomenologia de Hussel em Portugal, por Maria de Fátima Lambert Alves de Sá e outros mestrados. Revista Portuguesa de Filosofia 41 (4):443-448.
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  12.  5
    Michel Renaud (1990). As relações entre o Deus da razão e o Deus da fé. Revista Portuguesa de Filosofia 46 (3):309 - 329.
    No estudo dedicado às relações entre teologia e filosofia, très modelos de compreensão são submetidos a exame; estes modelos apoiam-se respecti-vamente sobre Hegel, Husserl e Heidegger. Mas ao mesmo tempo aparece a limitaçâo interna de cada um des tes modelos: a relaçâo representaçâo--pensamento, a análise transcendental da consciência religiosa e o estudo da diferença do ser e do ente nâo podem fornecer do problema de Deus uma apresentaçâo que satisfaça quer o filôsofo quer o crente. É por isso que a (...)
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  13.  7
    Michel Renaud (1993). A questão do mal no livro de Kant sobre a religião. Revista Portuguesa de Filosofia 49 (4):511 - 535.
    Vale a pena voltar a analisar a relação entre o mal e a religião em Kant. Mas este artigo aborda a problemática prévia a esta questão, isto é, a própria questão do mal tal como Kant a apresenta na primeira parte do livro de 1793, A religião nos limites da simples razão. Depois da introdução que elucida o espanto dos primeiros leitores deste livro, procura-se, na base da análise hermenêutica dos textos, verificar a articulação entre a disposição originária para o (...)
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  14.  5
    Michel Renaud (1995). O Caminho Para Deus No Diálogo Entre Filosofia E Religião. Revista Portuguesa de Filosofia 51 (1):3 - 24.
    O tema principal deste artigo incide na relação entre a metafísica de Deus e a abordagem de Deus na filosofia da religião. Três modelos são apresentados, respectivamente sob os títulos seguintes: 1) o caminho da filosofia para a fé; 2) a filosofia e a fé no mesmo caminho; 3) o caminho da fé para a filosofia. Os modelos apoiam-se sobre: 1) Tomás de Aquino, na primeira parte; 2) Hegel, na segunda e 3) a hermenêutica contemporânea, na terceira. Não se trata (...)
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  15.  1
    Michel Renaud (1988). Subjectividade e desejo na Crítica Kantiana da Razão Prática. Revista Portuguesa de Filosofia 44 (4):475 - 495.
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  16.  5
    Michel Renaud (1996). A Universidade na Sociedade actual. Revista Portuguesa de Filosofia 52 (1/4):737 - 762.
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  17.  4
    Michel Renaud (1988). O Ponto de Partida Das Meditações Cartesianas de Husserl. Revista Portuguesa de Filosofia 44 (3):405 - 426.
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  18.  4
    Michel Renaud (1990). O discurso filosófico e a unidade da verdade nas primeiras obras de P. Ricoeur. Revista Portuguesa de Filosofia 46 (1):19 - 48.
    Este estudo dedica-se à teoria da verdade tal como se apresenta nas obras de Ricoeur entre 1947 e 1960. Procura-se sublinhar o vaivém entre uma compreensão ontológica da verdade, marcada antes de mais pelo pensamento de Karl Jaspers (1947), e uma compreensão fenomenológica da verdade centrada na teoria do juízo (1960). Contudo a análise da tensão entre a unidade do verdadeiro e a multiplicidade das filosofias permite elaborar o conceito de verdade como comunicação e de verdade como objecto de esperança. (...)
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