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  1.  27
    Miguel Spinelli (2011). Sobre as diferenças entre éthos com epsílon e êthos com eta. Trans/Form/Ação 32 (2):9-44.
    O objetivo deste artigo consiste em detalhar como os termos éthos (grafado com epsílon) e êthos (com eta), ao mesmo tempo em que diferem, se completam entre si. Visto que os dois termos estão intimamente associados aos conceitos de phýsis (de natureza) e de moîra (de necessidade ou destino) este estudo quer também explicitar como se dá essa inter-relação.
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  2.  8
    Miguel Spinelli (2012). Considerations on the Prólêpsis of Epicurus. Trans/Form/Ação 35 (1):3-22.
    This article discusses the terms in which Cicero, Lucretius and Diogenes Laertius sought to make sense of the prólêpsis of Epicurus. To give voice to and to divulge among Latin speakers the doctrine of Epicureanism, Cicero furnished the terms antecipatio, praenotio, and informationem, and Lucretius provided notitia, exemplare, and vestiga. Diogenes Laertius presented the terms katalêpsis, dóxa, énnoia, and hypólêpsin, with which, he says, the Epicureans tried to explain the prólêpsis of Epicurus. The article also discusses the views of some (...)
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  3.  12
    Miguel Spinelli (2010). O projeto da 'Grande Instauração' de Francis Bacon e por que Kant lhe dedicou a 'Crítica'. Veritas: Revista de Filosofia da PUCRS 55 (2):88-107.
    The major aim of this article consists in ascertaining the reasons which drove Bacon to compose what he called Instauratio Magna: a great institution of the future science in terms of an broad restoration of the past of science. It brings an exposition of his project (of what he meant to do) in contradistinction to what he effectively accomplished. Cconsidering that Kant dedicated to Bacon his Critique of Pure Reason, it is also an imperative concern of this article to search (...)
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  4.  11
    Miguel Spinelli (2012). Considerações a Cerca da prólêpsis de Epicuro. Trans/Form/Ação 35 (1):3-22.
    Este artigo se ocupa em averiguar os termos com os quais Cícero, Lucrécio e Diógenes Laércio buscaram tornar compreensível a prólêpsis de Epicuro. Cícero forneceu os termos antecipatio, praenotio e informationem; Lucrécio, notitia, exemplare et vestigia, a fim de dar voz e expor entre os latinos a doutrina do epicurismo. Diógenes Laércio indicou os termos katalêpsis, dóxa, énnoia, hypólêpsin, com os quais, segundo ele, os próprios epicuristas tentaram explicitar a prólêpsis de Epicuro. Por fim, o artigo expõe a opinião de (...)
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  5.  2
    Miguel Spinelli (2009). Aísthêsis E Nóêsis: De Como Filosofia Grega Rompeu Com as Aparências. Kriterion: Revista de Filosofia 50 (119):137-158.
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  6.  2
    Miguel Spinelli (2012). O Conceito Epicurista de Kritêrion Vinculado Ao de Enargeías E de Kanôn. Kriterion: Revista de Filosofia 53 (125):59-80.
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  7. Miguel Spinelli (2014). A aretê filosófica de Platão sobreposta à do éthos tradicional da cultura grega. Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 12:165-178.
    Este artigo se resume em seis observações acerca do conceito de aretê, que, no transcurso da cultura grega, contém não apenas um, mas vários significados. Na medida em que percorre tais significados, o artigo também se ocupa em averiguar como se deu um estreitamento na significação da aretê de um ponto de vista cívico, voltado para à qualificação do ser cidadão, e também filosófico, referido à vida moral enquanto qualificação do ser homem. Tendo, pois, em vista estes dois aspectos – (...)
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  8.  7
    Miguel Spinelli (2011). Platão e alguns mitos que lhe atribuímos. Trans/Form/Ação 30 (1):191-204.
    Não é objetivo deste estudo investigar os mitos que Platão supostamente inventou, e, sim, os que (na tentativa de interpretar a sua obra) foram inventados sobre ele: convicções que lhe foram atribuídas e que não são dele, mas de outras crenças que buscaram nas dele justificativa e amparo. Dois desses mitos são neste estudo analisados com maior destaque: um, aquele que diz que “Platão fez do corpo um inimigo da alma”; outro, que “Platão refuta a percepção sensível”.
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  9.  6
    Miguel Spinelli (2009). O Cogito de Descartes Enquanto Retomada Extrema Do Conhece-Te a Ti Mesmo. Filosofia Unisinos 10 (1):37-56.
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  10.  12
    Miguel Spinelli (2009). Aísthêsis e nóêsis: de como filosofia grega rompeu com as aparências. Kriterion: Journal of Philosophy 50 (119):137-158.
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  11. Miguel Spinelli (2002). O Platonismo de Gregorio de Naziano. Revista Portuguesa de Filosofia 58 (1):43-63.
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  12.  3
    Miguel Spinelli (2011). Epicuro e o tema da amizade: a philía vinculada ao érôs da tradição e ao êthos cívico da pólis. Princípios 18 (29):05-35.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 Resumo : Central na chamada doutrina ética de Epicuro, o tema da amizade é neste artigo analisado sob três aspectos: a) vinculado aos princípios tradicionais (denominados de regra de ouro ) com os quais várias culturas buscaram reger as relações amistosas; b) de como Epicuro, num sentido diferente do da Academia de Platáo, levou para o Jardim a prática da philía como um teste de reconstituiçáo da pólis ; c) de como o conceito (...)
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  13.  3
    Miguel Spinelli (2012). O conceito epicurista de kritêrion vinculado ao de enargeías e de kanôn. Kriterion: Journal of Philosophy 53 (125):59-80.
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  14. Miguel Spinelli (2009). Aisthesis and Noesis: How Greek Philosophy Breaks Appearances. Kriterion: Journal of Philosophy 50 (119):137-158.
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  15. Miguel Spinelli (2016). O Conceito Grego da Egkýklios Paideía E Sua Difusão No Período Helenístico. Hybris. Revista de Filosofía 7 (1):31-58.
    Este artigo se ocupa com o conceito da egkýklios paideía com o qual os gregos definiam o período ou ciclo de escolaridade oferecida à criança tendo em vista a capacitação do uso do intelecto e a qualificação profissional, cívica e humana. O artigo busca explicitar o conceito a partir da opinião dos filósofos ancestrais e também da concepção que se difundiu no período helenístico. Relativo aos filósofos ancestrais, o artigo analisa uma mesma referência atribuída a Górgias, Aristipo e Bíon, com (...)
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  16. Miguel Spinelli (2012). The Epicurean Concept of Kriterion Linked to Enargias and Kanon. Kriterion: Journal of Philosophy 53 (125):59-80.
     
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  17.  17
    Miguel Spinelli (2008). O Itinerário Filosófico de Anselmo de Cantuária. Revista Portuguesa de Filosofia 64 (1):241 - 273.
    No presente artigo, o itinerário filosófico de Anselmo de Cantuária é descrito em quatro tópicos: o primeiro, sobre a sua vida de monge, suas obras e a sua habilidade dialéctica; o segundo, sobre a Ontologia e a teoria dos universais; o terceiro, sobre a teoria da verdade e da significação; o quarto, sobre a Ética ou a fundamentação do agir humano. Além desses quatro tópicos, o seu itinerário filosófico também é descrito levando-se em conta: a) os autores dos quais se (...)
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  18.  6
    Miguel Spinelli (1992). A Instauração da Filosofia e da Ciência por Tales de Mileto. Revista Portuguesa de Filosofia 48 (1):99 - 124.
    Antes da Filosofia, a Sabedoria era a que continha o "saber" humano haurido da experiéncia vivida. E, portanto, Sabedoria expressava mais ou menos o que hoje concebemos como Cultura. Ora, a Filosofia construiu-se mediante a operacionalização de uma passagem: do contexto da Cultura (a qual se expressava mediante um sistema simbolico próprio do mito, da religião e da literatura heróica) para o contexto da Ciencia (a qual se expressou, na dependència do antigo, através de um novo sistema simbólico conceitual, pelo (...)
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  19.  6
    Miguel Spinelli (1997). O Exame de Aristóteles da Proposição Ontológica de Parménides. Revista Portuguesa de Filosofia 53 (2):323 - 349.
    Embora Aristóteles considere a fórmula ontológica de Parménides ὠς (ȍπως) ἒστƖνcomo primitiva e incomplete faz dela, todavia, o fundamento de todo o discurso verdadeiro e sensato. Interessado, sobretudo, em rever a teoria das Ideias de Platão, é bem provável, inclusive, que ele tenha encontrado na fórmula de Parménides, além de motivacao para o seu próprio empenho, o fundamento sintático-semântico do discurso ontológico, mais precisamente, dos modos ou categorias pelos quais podemos expressar-nos gramatical e fllosoflcamente. /// Aristotles' Treatment of Parmenides 1 (...)
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  20.  3
    Miguel Spinelli (1987). Fundamentos Filosóficos "das Prosas" de Antero de Quental. Revista Portuguesa de Filosofia 43 (1/2):157 - 175.
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  21.  3
    Miguel Spinelli (1996). Sobre a Ciência e o Magistério Filosófico de Pitágoras. Revista Portuguesa de Filosofia 52 (1/4):889 - 917.
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  22.  5
    Miguel Spinelli (1985). A Teoria de José Marinho Sobre o Ser E a Verdade. Revista Portuguesa de Filosofia 41 (2/3):209 - 263.
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  23.  2
    Miguel Spinelli (1986). Conflitos Antropológicos. Revista Portuguesa de Filosofia 42 (3/4):386 - 392.
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