Search results for 'Norma E. Emerton' (try it on Scholar)

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    Norma E. Emerton (1984). The Scientific Reinterpretation of Form. Cornell University Press.
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  2.  11
    Elie Feverwerker (1986). Book Review:The Scientific Reinterpretation of Form Norma E. Emerton. [REVIEW] Philosophy of Science 53 (4):612-.
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  3. Francis Sparshott (1986). Norma E. Emerton, The Scientific Reinterpretation of Form Reviewed By. Philosophy in Review 6 (9):433-435.
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  4. Francis Sparshott (1986). Norma E. Emerton, The Scientific Reinterpretation of Form. [REVIEW] Philosophy in Review 6:433-435.
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  5.  5
    D. S. E. (1894). Parallel Verse Extracts Parallel Verse Extracts for Translation Into English and Latin, with Special Prefaces on Idioms and Metres, by J. E. Nixon, M.A., and E. H. C. Smith, M.A. (Macmillan & Co.) 5s. 6d. [REVIEW] The Classical Review 8 (03):122-.
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  6.  8
    H. E. (1910). The Apparatus Criticus of the Culex. By A. E. Housman. Transactions of the Cambridge Philological Society. Vol. VI. Part I. Pp. 23. Cambridge University Press, 1908. 1s. 6d. Net. [REVIEW] The Classical Review 24 (05):162-.
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  7.  9
    Douglas M. Macdowell (1981). Law in Homer Eva Cantarella: Norma e sanzione in Omero: contributo alla protostoria del diritto greco. (Università degli Studi di Milano, Pubblicazioni dell' Istituto di Diritto Romano, 13.) Pp. vi + 329. Milan: Dott. A. Guiffrè Editore, 1979. Paper, L. 10,000. [REVIEW] The Classical Review 31 (01):66-67.
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  8.  8
    Zbigniew Wolak (1999). Regiony błędu [recenzja] Między prawdą i normą a błędem, red. E. Żarnecka--Biały, 1997. Zagadnienia Filozoficzne W Nauce 25.
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  9.  9
    José Luís Tristancho Reyes, Oscar Fabián Higuera Cobos & Luís Carlos Flórez García (forthcoming). Diseño y construcción de una desbastadora metalográfica bajo norma ASTM E-3. Scientia.
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  10.  7
    A. S. Gratwick (1991). Meyer's Law Lucio Ceccarelli: La norma di Meyer nei versi giambici e trocaici di Plauto e Terenzio. (Quaderni di 'Cultura & Libri', Roma, Filologia.) Pp. 151. Rome: Ediun Coopergion, 1988. Paper, L. 30,000. [REVIEW] The Classical Review 41 (02):381-384.
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  11. Alessandro Castelani (2011). La "norma fondamentale" del pensiero di Hans Kelsen e il principio e il principio di effettività. Rivista Internazionale di Filosofia Del Diritto 88 (4):503-517.
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  12. Edoardo Buroni (2009). Politicamente corretto? Aspetti grammaticali nei quotidiani politici della “Seconda Repubblica” tra norma, uso medio e finalità pragmatiche. Studi di Grammatica Italiana 2007:107 - 163.
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  13.  1
    Luigi Alfieri & Antonio De Simone (eds.) (2009). Per Habermas: Seminario (2009): Interventi Su "Intersoggettività E Norma". Morlacchi.
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  14. Ugo Nicolini (1948). La solidarità umana come precetto morale e come norma giuridica. Humanitas 3:270-278.
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  15. Luca Parisoli & Vincenzo M. Corseri (eds.) (2010). Il Soggetto E la Sua Identità: Mente E Norma, Medioevo E Modernità. Officina di Studi Medievali.
  16. Claude Troisfontaines (2005). Incontri Blondeliani: Volontà, Norma, Azione in Maurice Blondel E in Pietro Piovani. Av.
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  17. Giovanni Vidari (1911). I concetti di fine e di norma in Etica. Rivista di Filosofia 3 (2):282.
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  18.  3
    Marcos Carneiro Silva (2015). Os processos de governamentalidade na escola e as lutas transversais // Governmentality process at school and the transversal struggles. Conjectura: Filosofia E Educação 20 (3):38-55.
    O texto apresenta um modesto diagnóstico do presente, em tempos de muitas manifestações e inquietudes, inclusive, no meio educacional. Aceita a provocação de pensar o presente e, como tal, alia-se aos pensamentos de Michel Foucault, tentando refletir, ética e politicamente, desconfiando de todos os projetos políticos voltados ao pretenso bem comum. Segundo o filósofo francês, vivemos agora, mais do que antes, no interior de uma combinação complexa de técnicas de individuação e processos totalizantes, que mascaram as relações de poder. O (...)
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  19.  1
    Priscila Rossinetti Rufinoni (2015). Rousseau e Voltaire: duas perspectivas para a história moderna. Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 2 (2):80-88.
    Este artigo procura pensar qual a importância da noção de “liberdade” para o conceito de história em Rousseau e Voltaire. Em ambas as perspectivas de abordagem, a história moderna segue uma norma teleológica ou há um espaço para a ação política?
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  20. Telma de Souza Birchal (2012). O amor e suas regras em "Sobre Versos de Virgílio". Kriterion: Journal of Philosophy 53 (126):435-447.
    O presente artigo consiste em uma leitura do capítulo "Sobre versos de Virgílio". A primeira parte compara o amor com a amizade, questionando a tese de que a superioridade da última em relação ao primeiro é afirmada sem reservas por Montaigne. A segunda parte desenvolve uma interpretação do capítulo guiada pelas noções de "regra", "lei", "norma" e seus correlatos e identifica, a partir das diferentes perspectivas com que Montaigne aborda o assunto, três tipos de "regra": as regras dos homens, (...)
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  21.  4
    Vladimir Safatle (2015). Uma certa latitude: Georges Canguilhem, biopolítica e vida como err'ncia. Scientiae Studia 13 (2):335-367.
    ResumoEste artigo procura discutir a possibilidade de uma biopolítica que não seja apenas a descrição dos mecanismos disciplinares de administração dos corpos e de gestão calculista da vida, mas possa fornecer um fundamento para a crítica social do capitalismo contemporâneo. Para tanto, trata-se de derivá-la do vita lismo de Georges Canguilhem e de suas discussões a respeito da normatividade vital, das relações entre o normal e o patológico e da errância própria à atividade vital. Ao fim desse processo, veremos como (...)
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  22.  8
    Ana Paula Pedro (2014). Ética, Moral, Axiologia E Valores: Confusões E Ambiguidades Em Torno de Um Conceito Comum. Kriterion: Revista de Filosofia 55 (130):483-498.
    Este artigo tem por objetivo essencial contribuir para o esclarecimento teórico-filosófico do uso de conceitos como ética, moral, axiologia e valores, habitualmente empregues para nos referirmos a uma mesma realidade. Para tal, começaremos por analisar as respetivas etimologias que os caracterizam, examinaremos os diversos matizes dos seus sentidos diferenciados, bem como a sua relação de complementaridade, e terminaremos referindo o que entendemos por valores e qual a sua natureza e importância, principais características, bem como o universo a que se reportam. (...)
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  23.  5
    Antônio Basí­lio N. T. De Menezes (1994). Habermas e a Fenomenologia do Fato Moral de Strawson. Princípios 1 (1):07-15.
    Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:EN-US;} A presente exposiçáo trata da apropriaçáo que Habermas faz na “Consciência Moral e Agir Comunicativo” a partir das quatro observações de Strawson em “Freedom and resentment”. Esta toma como objeto de análise os aspectos de validez dos fundamentos morais das normas (...)
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  24.  2
    O. Chateaubriand (2008). Proof and Practice: Response to Norma Goethe. Manuscrito 31 (1):387-392.
    Norma Goethe addresses my criticisms of the notion of formal proof as a representation of the practice of proving, and in the process revisits large portions of my discussion of proof. I agree with many of her comments, and direct my response to two specific issues. The first concerns the essential features of proof, and the second the distinction between actual proofs and idealized proofs.Norma Goethe tece seus comentários entorno de minhas críticas à noção de prova formal como (...)
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  25.  3
    Matheus Machado Vieira (2013). A Mulher e a Família nas práticas discursivas de Dom Antônio Mazzarotto: primeiro bispo diocesano de Ponta Grossa- PR (The woman and familiy in the discursive practices of Dom Antônio Mazzarotto: first diocesan bishop of Ponta Grossa - PR). Horizonte 11 (30):757-774.
    Este trabalho tem o objetivo de analisar a representação da mulher e da família no discurso de Dom Antônio Mazzarotto, primeiro bispo de Ponta Grossa-PR (1930-1965). Dom Antônio Mazzarotto representou o esforço normatizador da instituição católica na diocese que tomou posse em três de Maio de 1930. Nesta desenvolveu em trinta e cinco anos um intenso trabalho pastoral. Uma das estratégias de seu bispado foi à publicação de cartas pastorais para se comunicar com o clero e os fiéis. Durante sua (...)
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  26.  1
    Antônio Basí­lio N. T. De Menezes (2010). Habermas e a Fenomenologia do Fato Moral de Strawson. Princípios 1 (1):07-15.
    Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:EN-US;} A presente exposiçáo trata da apropriaçáo que Habermas faz na “Consciência Moral e Agir Comunicativo” a partir das quatro observações de Strawson em “Freedom and resentment”. Esta toma como objeto de análise os aspectos de validez dos fundamentos morais das normas (...)
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  27. Rita Oliveira (2012). A Hermenêutica Do Si: A Compreensão Do Si Como Sujeito Capaz Em Suas Determinações Ética E Política/the Hermeneutics Of Self: The Understanding Of Self As Capable Subject On Its Ethics And Politics Determinations. Pensando: Revista de Filosofia 3 (6):81-92.
    O si como reflexivo designa todos os pronomes pessoais e impessoais pelo seu caráter de omnipessoal, já evidenciado pela gramática das línguas naturais o que viabiliza uma proposta de Hermenêutica do Si, apresentada por Ricoeur em Soi-meme comme un autre, e articulada com princípios da Filosofia da Linguagem em seu aspecto semântico para a designação de uma coisa pela sua referência; e pragmático no que diz respeito às condições da interlocução que implicam a expressão: “falar é dirigir a”, evidenciado a (...)
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  28.  6
    Alessandro Pandolfi (2015). Il discorso del filantropo. Genealogia dell’egemonia borghese. Scienza and Politica. Per Una Storia Delle Dottrine 27 (52).
    The topic of this article is the «discourse of the philanthropist» in the thought of Michel Foucault. The discourse of the philanthropist has played a vital role in the formation of the psychiatric and psychological sciences; was crucial in the birth and development of modern penalty; has deeply influenced the history of the prison institution and was instrumental in the formation of the working class. Finally, the discourse of the philanthropist has animated the human and social sciences from the first (...)
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  29.  3
    Maribel Narváez Mora (2015). Izražanje norm. O ubeseditvah norm in drugih ontoloških danostih v teoriji prava. Revus 25:15-42.
    Razlika med normami in ubeseditvami norm zavezuje pravoslovce k obravnavanju pravnih norm kot danosti. Avtorica najprej osvetli pot, ki so jo tlakovali nekateri analitični filozofi jezika in ki vodi od pomena do danosti. Nato predstavi sklop problemov, ki nastanejo zaradi obravnavanja norm kot danosti. Ne glede na to, s katero vrsto danosti imamo opraviti, moramo razlikovati med merili prepoznave in primeri poposameznjenja tovrstnih danosti. V predstavljenem primeru abstraktnih danosti pa to razlikovanje pade. S tem, da avtorica zamenja pojma pomenske vsebine (...)
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  30.  4
    Maribel Narváez Mora (2015). Expresiones de Normas. Sobre Formulaciones Normativas y Otras Entidades En la Teoría Del Derecho. Revus 25:71-100.
    La distinción entre normas y formulaciones normativas lleva a los teóricos del derecho a tratar las normas jurídicas como entidades. En este artículo la autora explora el recorrido transitado por algunos filósofos analíticos del lenguaje, que va desde una noción de significado hasta la necesidad de entidades. Después, presenta un conjunto de problemas producidos al considerar las normas entidades. Sea cual sea el tipo de entidad que consideremos tiene que ofrecerse una distinción clara entre criterios de identificación y de individualización. (...)
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  31.  9
    Carla Crazut Jiménez (2012). Interpretación constitucional e interpretación de la Constitución. Apuntes Filosóficos 19 (37).
    Una de las características de la función jurisdiccional, como potestad-poder del Estado, es la interpretación del ordenamiento jurídico y aplicarlo a la resolución de un caso concreto; es decir, el juez, al momento de impartir justicia, deberá realizar un análisis de la norma jurídica que pretende aplicar para dotarla de un sentido concreto y práctico. Es por ello que se puede afirmar que la interpretación judicial cumple una función innovadora del derecho, ya que el juez con éstas al dictar (...)
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  32.  5
    E. R. Wharton (1892). Latin Nōrma Again. The Classical Review 6 (06):258-259.
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  33.  5
    Carla Crazut Jiménez (2012). Interpretación constitucional e interpretación de la Constitución. Apuntes Filosóficos 19 (37):27-64.
    Una de las características de la función jurisdiccional, como potestad-poder del Estado, es la interpretación del ordenamiento jurídico y aplicarlo a la resolución de un caso concreto; es decir, el juez, al momento de impartir justicia, deberá realizar un análisis de la norma jurídica que pretende aplicar para dotarla de un sentido concreto y práctico. Es por ello que se puede afirmar que la interpretación judicial cumple una función innovadora del derecho, ya que el juez con éstas al dictar (...)
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  34.  5
    E. R. Wharton (1892). The Derivation of Latin Nōrma. The Classical Review 6 (1-2):11-12.
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  35.  1
    Norma R. Chatalian (1948). Review: Silvio Minetti, Il Principio Del Terzo Escluso E la Logica Empirista di Brouwer. [REVIEW] Journal of Symbolic Logic 13 (1):56-57.
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  36. Salvador Ferrón Sánchez (2006). Mujer y poder político. La desigualdad como norma. Aposta: Revista de Ciencias Sociales 25:1.
    Este estudio pretende poner de manifiesto la situación de desigualdad de la mujer frente al hombre, a la luz de la teoría del patriarcado que explica la constricción estructural sobre la mujer en la organización familiar, y social, y la manera en que se entienden e interpretan las relaciones sociales a la luz de la teoría de las representaciones de género. Acotamos al contexto español de las últimas décadas, aun cuando se haga alguna incursión en datos a otros niveles que (...)
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  37. Durán Amavizca, Norma Delia, Jiménez Silva & María del Pilar (eds.) (2009). Cuerpo, Sujeto E Identidad. Plaza y Valdés.
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  38. Roxana Boixadós & Norma Ratto (2015). Presentación del debate: Producción de conocimientos e interdisciplina. Arqueología, antropología e historia. Corpus.
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  39. A. -E. Buchrucker (1968). Die Regula Atque Norma in der Theologie Luthers. Neue Zeitschrift für Systematicsche Theologie Und Religionsphilosophie 10 (2):131-169.
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  40.  4
    R. Harry Bradshaw & Norma E. Bubier (1994). The Value of the Consumer Demand Model to the Science of Animal Welfare. Behavioral and Brain Sciences 17 (4):747.
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  41. Mona Ahmed, Amy Baernstein, Rick Boyte, Mark G. Brennan, Alison S. Clay, David J. Doukas, Denise Gibson, Andrew P. Jacques, Christian J. Krautkramer, Justin M. List, Sandra McNeal, Gwen L. Nichols, Bonnie Salomon, Thomas Schindler, Kathy Stepien & Norma E. Wagoner (2006). Living Professionalism: Reflections on the Practice of Medicine. Rowman & Littlefield Publishers.
    A collection of personal narratives and essays, Living Professionalism is designed to help medical students and residents understand and internalize various aspects of professionalism. These essays are meant for personal reflection and above all, for thoughtful discussion with mentors, with peers, with others throughout the health care provider community who care about acting professionally.
     
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  42.  8
    George Barmpalias & Andrew E. M. Lewis (2006). A C.E. Real That Cannot Be SW-Computed by Any Ω Number. Notre Dame Journal of Formal Logic 47 (2):197-209.
    The strong weak truth table (sw) reducibility was suggested by Downey, Hirschfeldt, and LaForte as a measure of relative randomness, alternative to the Solovay reducibility. It also occurs naturally in proofs in classical computability theory as well as in the recent work of Soare, Nabutovsky, and Weinberger on applications of computability to differential geometry. We study the sw-degrees of c.e. reals and construct a c.e. real which has no random c.e. real (i.e., Ω number) sw-above it.
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  43.  2
    José Fernando da Silva (2015). Wittgenstein e a imanência da Arte na Ética. Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 3 (1):49-67.
    Esse artigo mostra o significado da unicidade da ética e da estética no Tractatus Logico-Philosophicus. Primeiro, ele apresenta os principais aspectos ética tractatiana: que ela não hierarquiza fatos, que ela é eudemonista, e que ela não propõe qualquer finalidade externa às ações do sujeito ético. Segundo, ele mostra que a obra de arte é a expressão da vida de um ponto de vista ético, ou seja, ela é a expressão do significado da vida de um ponto de vista da eternidade. (...)
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  44.  6
    R. E. Tully (1976). Moore's Defence of Common Sense: A Reappraisal After Fifty Years: R. E. Tully. Philosophy 51 (197):289-306.
    G. E. Moore's ‘A Defence of Common Sense’ has generated the kind of interest and contrariety which often accompany what is new, provocative, and even important in philosophy. Moore himself reportedly agreed with Wittgenstein's estimate that this was his best article, while C. D. Broad has lamented its very great but largely unfortunate influence. Although the essay inspired Wittgenstein to explore the basis of Moore's claim to know many propositions of common sense to be true, A. J. Ayer judges its (...)
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  45.  44
    Mariarosaria Taddeo (2010). Modelling Trust in Artificial Agents, A First Step Toward the Analysis of E-Trust. Minds and Machines 20 (2):243-257.
    This paper provides a new analysis of e - trust , trust occurring in digital contexts, among the artificial agents of a distributed artificial system. The analysis endorses a non-psychological approach and rests on a Kantian regulative ideal of a rational agent, able to choose the best option for itself, given a specific scenario and a goal to achieve. The paper first introduces e-trust describing its relevance for the contemporary society and then presents a new theoretical analysis of this phenomenon. (...)
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    My bibliography   17 citations  
  46.  19
    Anthony Skelton (forthcoming). E. F. Carritt (1876-1964). In Hugh LaFollette (ed.), The International Encyclopedia of Ethics. Wiley-Blackwell
    E. F. Carritt (1876-1964) was educated at and taught in Oxford University. He made substantial contributions both to aesthetics and to moral philosophy. The focus of this entry is his work in moral philosophy. His most notable works in this field are The Theory of Morals (1928) and Ethical and Political Thinking (1947). Carritt developed views in metaethics and in normative ethics. In meta-ethics he defends a cognitivist, non-naturalist moral realism and was among the first to respond to A. J. (...)
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  47.  42
    Erik D. Reichle, Keith Rayner & Alexander Pollatsek (2003). The E-Z Reader Model of Eye-Movement Control in Reading: Comparisons to Other Models. Behavioral and Brain Sciences 26 (4):445-476.
    The E-Z Reader model (Reichle et al. 1998; 1999) provides a theoretical framework for understanding how word identification, visual processing, attention, and oculomotor control jointly determine when and where the eyes move during reading. In this article, we first review what is known about eye movements during reading. Then we provide an updated version of the model (E-Z Reader 7) and describe how it accounts for basic findings about eye movement control in reading. We then review several alternative models of (...)
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  48.  11
    Douglas W. Oard, Jason R. Baron, Bruce Hedin, David D. Lewis & Stephen Tomlinson (2010). Evaluation of Information Retrieval for E-Discovery. Artificial Intelligence and Law 18 (4):347-386.
    The effectiveness of information retrieval technology in electronic discovery (E-discovery) has become the subject of judicial rulings and practitioner controversy. The scale and nature of E-discovery tasks, however, has pushed traditional information retrieval evaluation approaches to their limits. This paper reviews the legal and operational context of E-discovery and the approaches to evaluating search technology that have evolved in the research community. It then describes a multi-year effort carried out as part of the Text Retrieval Conference to (...)
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  49.  2
    Mark Coeckelbergh (2013). E-Care as Craftsmanship: Virtuous Work, Skilled Engagement, and Information Technology in Health Care. [REVIEW] Medicine, Health Care and Philosophy 16 (4):807-816.
    Contemporary health care relies on electronic devices. These technologies are not ethically neutral but change the practice of care. In light of Sennett’s work and that of other thinkers (Dewey, Dreyfus, Borgmann) one worry is that “e-care”—care by means of new information and communication technologies—does not promote skilful and careful engagement with patients and hence is neither conducive to the quality of care nor to the virtues of the care worker. Attending to the kinds (...)
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  50. Charles Pigden (2007). Desiring to Desire: Russell, Lewis and G.E.Moore. In Susana Nuccetelli & Gary Seay (eds.), Themes from G.E.Moore. Oxford University Press 244-260.
    I have two aims in this paper. In §§2-4 I contend that Moore has two arguments (not one) for the view that that ‘good’ denotes a non-natural property not to be identified with the naturalistic properties of science and common sense (or, for that matter, the more exotic properties posited by metaphysicians and theologians). The first argument, the Barren Tautology Argument (or the BTA), is derived, via Sidgwick, from a long tradition of anti-naturalist polemic. But the second argument, the Open (...)
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