Search results for 'Tarik Kochi' (try it on Scholar)

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  1. Tarik Kochi (2009). The Other's War: Recognition and the Violence of Ethics. Birkbeck Law Press.
  2. Mark Neocleous (2009). Tarik Kochi, The Other's War: Recognition and the Violence of Ethics. Radical Philosophy 158:53.
     
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  3. Yan Li (2006). Tō Kōchi No Geijutsu Kyōikuron: Seikatsu Kyōiku to Geijutsu to No Ketsugō = Tao Xingzhi and His Philosophy of Artistic Education. Tōshindō.
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  4. Abdul Malik Mujahid (2006). Sunahre Aurāq: Tārīk̲h̲-I Islām Se Camakte Damakte Vaqiʻāt. Dārussalām.
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  5.  12
    Tárik de Athayde Prata & Maxwell Morais de Lima Filho (2013). Oscilações entre o reducionismo e o fisicalismo não-redutivo no naturalismo biológico de John Searle. Trans/Form/Ação 36 (2):195-218.
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  6.  17
    Tárik De Athayde Prata (2012). On the Relationship Between Subjective and Objective Properties in John Searle’s Biological Naturalism. Filosofia Unisinos 13 (3).
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  7.  7
    Tárik de Athayde Prata (2012). The Ontological Layered Model in John Searle's Biological Naturalism: A Controversy with Jaegwon Kim. Discusiones Filosóficas 13 (21):119 - 137.
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  8.  6
    Tárik de Athayde Prata (2010). Dificuldades da concepção de John Searle sobre a redução da consciência: o problema das capacidades causais. Princípios 15 (24):05-29.
    O artigo investiga a concepçáo de reduçáo de Searle no que se refere à compatibilidade entre redutibilidade causal e simultânea irredutibilidade ontológica da consciência à atividade cerebral. A reduçáo causal da consciência – a explanabilidade causal de suas características por processos cerebrais e a identidade de suas capacidades causais (seçáo 2) – é incompatível com a irredutibilidade ontológica (seçáo 3), porque a diferença ontológica entre características subjetivas e objetivas torna a identidade das capacidades causais incompreensível (seçáo 4). O principal problema (...)
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  9.  5
    Tárik de Athayde Prata & Maxwell Morais de Lima Filho (2013). Oscilações entre o reducionismo e o fisicalismo não-redutivo no naturalismo biológico de John Searle. Trans/Form/Ação 36 (2).
    O artigo examina a concepção de Searle sobre a redução da consciência (em especial a sua teoria acerca de seus poderes causais), que se mostra obscura e incoerente. Porém, essa incoerência não é inevitável, pois o naturalismo biológico possui elementos que permitiriam a articulação de uma teoria mais clara a respeito das capacidades causais. O exame da teoria de Pereboom e Kornblith possibilita entender por que a afirmação de identidade das capacidades causais leva a um reducionismo. Essa teoria aponta um (...)
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  10.  4
    Tárik de Athayde Prata (2010). Características E dificuldades do naturalismo biológico de John Searle. Philósophos - Revista de Filosofia 14 (1):141-173.
    The paper aims at giving a general exposition of John Searle’s solution of the mind-body problem – biological naturalism – and examines its fundamental theses, and some of its consequences. The exam of such theses – which delineates the characteristics of Searle's theory – shows that the theory has three main difficulties, since it holds some assertions which at first sight seem to be incompatible.
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  11.  3
    Tárik de Athayde Prata (2009). Subjetividade Ontológica Na Filosofia da Mente de John Searle. Philósophos-Revista de Filosofia 12 (2).
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  12.  4
    Tárik de Athayde Prata (2009). Subjetividade ontológica na filosofia da mente de John Searle. Philósophos - Revista de Filosofia 12 (2).
    This paper contains an analysis of a famous criticism from John Searle on materialist tradition. This tradition uses to ignore or even refuse the subjectivity of mental phenomena. This paper examines Searle’s strategy to defend this subjectivity, refusing the essential character of behavior to the mental aspect (section II), distinguishing subjective and objective in epistemic and ontological senses (section III) and showing his solution to the problem of other minds (section IV). However, his attempt to obtain an indirect access to (...)
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  13.  3
    Tárik de Athayde Prata (2012). O modelo ontológico estratificado no naturalismo biológico de John Searle: uma controvérsia com Jaegwon Kim. Discusiones Filosóficas 13 (21):119 - 137.
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  14.  1
    Tárik Prata (2011). É incoerente a concepÇÃo de searle sobre a consciÊncia? Manuscrito 34 (2):553-574.
    O artigo investiga a frequente alegação na literatura filosófica de que a concepção de Searle sobre a redução da consciência é incoerente. Após um exame das teses básicas de sua teoria da mente , é discutida sua posição a respeito da identidade entre a consciência e a atividade cerebral . Da adesão de Searle a uma tese da identidade de ocorrências deve-se concluir que não há contradição entre esta tese e a irredutibilidade ontológica que ele defende. Porém, é possível deduzir (...)
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  15.  1
    Tarik Haverić (2011). Treći ideal. Filozofska Istrazivanja 31 (2):417-426.
    Od tri velika ideala modernog demokratskog doba, bratstvo je vrlo brzo zasjenjeno drugim dvjema vrijednostima, slobodom i jednakošću. Suvremena politička teorija je skoro jednoglasno zamijenila i sam pojam bratstva pojmom solidarnosti ili društvene pravednosti: u svojoj Teoriji pravednosti, John Rawls izričito izjednačuje bratstvo s »načelom razlike« koje legitimira mehanizme distributivne pravednosti. Ipak, pogrešno prevodeći francusko fraternité kao community, neke angloamerički autori uvode treći republikanski ideal u okoštalu debatu liberala i komunitarijanaca: tamo gdje fraternité shvaćena kao solidarnost omogućuje suopstojnost slobode i (...)
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  16.  1
    Tarik Haverić (2011). Le troisième idéal. Filozofska Istrazivanja 31 (2):417-426.
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  17.  1
    Tárik de Athayde Prata (2012). É o naturalismo biológico uma concepção fisicalista? Principia 16 (2):255-276.
    http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2012v16n2p255 O artigo investiga se o naturalismo biológico (a solução de John Searle para o problema mente-corpo) pode ser considerado uma concepção fisicalista acerca da mente. Apesar de defender um fisicalismo a respeito dos particulares (seção 2), Searle adere ao argumento básico dos dualistas para a irredutibilidade das propriedades mentais (seção 3), e não consegue fundamentar sua alegação de que tal irredutibilidade é compatível com o fisicalismo (seção 4). Desse modo, sua teoria da mente se revela como um dualismo de (...)
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  18. Pierre Courtois, Rabia Nessah & Tarik Tazdaït (2015). How to Play Games? Nash Versus Berge Behaviour Rules. Economics and Philosophy 31 (1):123-139.
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  19. Tárik de Athayde Prata (2013). É o naturalismo biológico uma concepção fisicalista? Principia: An International Journal of Epistemology 16 (2):255-276.
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  20. Tarik Haveric (2011). The Third Ideal. Filozofska Istrazivanja 31 (2):417-426.
     
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