Search results for 'logica modernorum' (try it on Scholar)

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  1. Lloyd A. Newton (2006). Logica Modernorum in Prague About 1400. Review of Metaphysics 59 (3):632-634.score: 90.0
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  2. E. P. Bos (ed.) (2004). Logica Modernorum in Prague About 1400: The Sophistria Disputation 'Quoniam Quatuor' (Ms Cracow, Jagiellonian Library 686, Ff. 1ra-79rb), with a Partial Reconstruction of Thomas of Cleve's Logica. [REVIEW] Brill.score: 90.0
  3. Egbert P. Bos & Thomas (eds.) (2004). Logica Modernorum in Prague About 1400: The Sophistria Disputation 'Quoniam Quatuor' (Ms Cracow, Jagiellonian Library 686, Ff. [REVIEW] Brill.score: 90.0
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  4. Lambertus Marie de Rijk (1962). Logica Modernorum. Assen, Van Gorcum.score: 90.0
    v. 1. On the twelfth century theories of fallacy.--v. 2. The origin and early development of the theory of supposition.
     
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  5. Paloma Pérez-Ilzarbe (2011). Disputation and Logic in the Medieval Treatises De Modo Opponendi Et Respondendi. Vivarium 49 (1-3):127-149.score: 60.0
    In 1980 L. M. de Rijk edited some texts connected with medieval disputation ( Die mittelaterlichen Traktate De modo opponendi et respondendi ), towards which he showed a strikingly contemptuous attitude. The reason for his contempt was that the treatises did not fit the obligationes and sophismata tradition. In this article I focus on the original version, the Thesaurus Philosophorum , to highlight the distinction of this family of treatises with respect to the “modern“ tradition. First, I study the features (...)
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  6. Luisa Valente (2007). Names That Can Be Said of Everything: Porphyrian Tradition and 'Transcendental' Terms in Twelfth-Century Logic. Vivarium 45 (s 2-3):298-310.score: 30.0
    In an article published in 2003, Klaus Jacobi—using texts partially edited in De Rijk's Logica Modernorum—demonstrated that twelfth-century logic contains a tradition of reflecting about some of the transcendental names (nomina transcendentia). In addition to reinforcing Jacobi's thesis with other texts, this contribution aims to demonstrate two points: 1) That twelfth-century logical reflection about transcendental terms has its origin in the logica vetus, and especially in a passage from Porphyry Isagoge and in Boethius's commentary on it. In (...)
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  7. Josef Petrželka (2008). Definition and Concept. Aristotelian Definition Vindicated. Studia Neoaristotelica 5 (1):3-37.score: 24.0
    Definition and Concept (Aristotelian Definition Vindicated)The modern (Russellian) theory of definition conceives definitions as abbreviations, so that the question of adequateness (let alone of truth-value) of definitions becomes meaningless. In this paper we show that beside Russellian conception of definitions understood as abbreviations, there is an Aristotelian conception, which exploits the notion of essence and that this conception can be rehabilitated from the standpoint of the modern logic (in particular by means of Pavel Tichý’s Transparent Intensional Logic). Also Carnap’s ‘explication’ (...)
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  8. Óscar Trelles (2012). Filosofía, lógica y computación. Estudios de Filosofía 2:87.score: 18.0
    El seminario consiste en la lectura comentada y el análisis del libro Computability, Computable Functions, Logic, and the Foundations of Mathematics , de Richard L. Epstein y Walter A. Carnielli. Este texto trata problemas de lógica y matemáticas vinculados con sus fundamentos filosóficos y sus alcances en el campo de la informática.
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  9. Luciano Codato (2013). Extensão e forma lógica na Crítica da razão pura. Discurso 34:145-202.score: 18.0
    COnsiderando-se que a forma lógica do juízo é interpretada por Kant como uma subordinação de extensões, como compreender sua referência a uma incógnita = x? Contra as interpretações tradicionais, elaboradas a partir da filosofia analítica ou da Lógica de Port-Royal, pretende-se reconstituir o sentido da noção kantiana de extensão, a fim de compreender a relação judicativa entre singular e universal. Para tanto, distinguem-se duas relações efetuadas no juízo: a relação predicativa entre o conceito superior P e seu inferior S, e (...)
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  10. Alessandro Carvalho Sales (2011). Deleuze e A lógica do sentido: o problema da estrutura. Trans/Form/Ação 29 (2):219-239.score: 18.0
    Este texto pretende acompanhar os principais movimentos apresentados pelo filósofo Gilles Deleuze para propor uma estrutura do sentido, de acordo com a Lógica do sentido (1969). Para tanto, tentando nos alçar ao estruturalismo muito particular de Deleuze, seguiremos especialmente alguns argumentos estabelecidos entre a quarta (Das dualidades) e a oitava (Da estrutura) séries desse livro, bem como pontos do artigo Em que se pode reconhecer o estruturalismo? (1972).
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  11. Max Fernández de Castro (2008). La lógica if Y Los fundamentos de las matemáticas. Signos Filosóficos 10 (19):145-171.score: 18.0
    El objetivo del presente artículo es someter a escrutinio la afirmación de Hintikka según la cual la verdadera lógica elemental no es la clásica sino la lógica IF y, en consecuencia, el marco en que ordinariamente son pensadas las relaciones entre lógica y matemáticas es por completo inadecuado. Pa..
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  12. Marco Aurélio Werle (2010). A Elevação do Espírito Pensante a Deus' ou a Natureza Lógica do Conceito nas Preleções de Hegel Sobre as Provas da Existência de Deus. Veritas 55 (3).score: 18.0
    O artigo investiga a relação existente na filosofia de Hegel entre as provas sobre a existência de Deus e a elevação do espírito humano a Deus. Dois pontos serão ressaltados: a apreensão de Deus como espírito e a natureza lógica do Conceito e isso a partir do modo como Hegel discute tanto a necessidade histórica da “prova” da existência de Deus, surgida com o Cristianismo, quanto o sentido lógico-especulativo das duas principais modalidades dessas provas: a prova ontológica e a prova (...)
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  13. Camila Rodrigues Jourdan (2012). Mística, necessidade e lógica (Mystic, necessity and logic)-DOI: 10.5752/P. 2175-5841.2012 v10n28p1380. Horizonte 10 (28):1380-1394.score: 18.0
    O artigo clarifica em que medida a Lógica, no sentido mais comum e até ingênuo do termo, enquanto composta pelas leis necessárias do pensamento correto, pode ser entendida como Mística. Isto parece estranho, pois a Mística é normalmente entendida como uma vivência de superação das dualidades, onde o pensamento racional colapsa e encontra seu limite. Já a Lógica é entendida como paradigma de pensamento racional. Argumenta-se que as leis mais gerais da razão e do discurso se relacionam com a Mística (...)
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  14. Andrés Felipe López López (2014). Lógica formal, lógica trascendental y objetividades matemáticas en la fenomenología de Edmund Husserl: Un análisis de la experiencia. Escritos 22 (48):87-122.score: 18.0
    El tema de la presente reflexión es, por una parte, la Fenomenología genética de Edmund Husserl, desarrollada en gran medida en Lógica formal y lógica trascendental de 1929; por otra, la llamada Fenomenología trascendental frente a la Filosofía kantiana en la Crítica de la razón pura (1973). Aborda el problema del origen del conocimiento junto a su legitimación y el problema de la validez. El propósito aquí es explicar el origen del conocimiento desde el análisis de la experiencia y/o la (...)
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  15. Víctor Samuel Rivera (2010). Tras las Manos Del Führer . Heidegger Y la “lógica” de 1934. Escritos 15 (35):298-317.score: 18.0
    El texto combina una mirada sobre algunos elementos filosóficos y aspectos anecdóticos que ligan a Heidegger, el ser, el pensar y la pregunta por la metafísica con un eventual curso de “Lógica” dictado en 1934 y cuyo contenido es la relación ética entre el hombre y el Estado. Al final aparece la figura del Führer, sus manos y el destino de la humanidad.
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  16. Konrad Christoph Utz (2010). A subjetividade na “Ciência da Lógica”. Veritas 55 (3):116-129.score: 18.0
    O artigo tenciona explicar o conceito da subjetividade na Ciência da Lógica (CdL) a partir de sua forma inicial, diferentemente da maioria dos vários estudos sobre a temática, que discute as formas já mais desenvolvidas, que ocorrem dentro da Lógica do Conceito. Porém, como essa última, desde início, é “Lógica Subjetiva”, a subjetividade precisa ser constituída antes ou no ponto do começo dela. Essa subjetividade inicial e mínima explica-se por primeiro pela identificação de subjetividade e liberdade, por segundo, pela compreensão (...)
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  17. Loraine Oliveira (2011). Notas sobre lógica e dialética na Enéada de Plotino. Trans/Form/Ação 30 (2):167-178.score: 18.0
    Este trabalho objetiva caracterizar a lógica e a dialética, conforme a Enéada I, 3 [20] 4-5. Para Plotino, a lógica consiste em um conjunto de procedimentos que trata de proposições e silogismos. A dialética é um método que faz uso dos procedimentos lógicos. Mas é também uma disposição que permite compreender a estrutura do inteligível. Por conseguinte, é um caminho de ascensão rumo ao Uno. Neste sentido, tem um aspecto ético.
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  18. Alfredo Storck (2013). Ens rationis e a natureza da lógica segundo Avicena. Discurso 38:7-30.score: 18.0
    O presente artigo divide-se em duas partes. Na primeira, analisa-se a noção de um ser mental como sujeito da lógica. O principal objetivo dessa parte é fornecer algumas notas históricas sobre a origem e a importância de uma noção bastante difundida nos séculos XIII e XIV. A segunda parte concentra-se na filosofia de Avicena e procura mostrar como esse autor opõe-se à existência de um ser mental como sujeito da lógica.
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  19. Javier Vilanova Arias (2004). Necesidad lógica y necesidad analítica. ¿Sobre qué versa el lenguaje? Revista de Filosofía (Madrid) 29 (1):123-142.score: 16.0
    El propósito de este artículo es mostrar las diferencia entre las verdades lógicas y el resto de verdades analíticas, y en especial mostrar los distintos tratamientos formales.
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  20. Antonio Pérez Quintana (1981). Posibilidad según condiciones y necesidad en la lógica de Hegel. Logos: Anales Del Seminario de Metafísica 16 (1):119-136.score: 16.0
    El propósito de este artículo es mostrar las diferencia entre las verdades lógicas y el resto de verdades analíticas, y en especial mostrar los distintos tratamientos formales.
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  21. Miguel Giusti (2013). ¿Se puede prescindir de la Ciencia de la Lógica en la Filosofía del Derecho de Hegel? Areté. Revista de Filosofía 25 (1):45-60.score: 15.0
    “Can Hegel's Philosophy of Right do without the Science of Logic ?”. The question posed by this paper’s title refers to the attempts of some contemporary authors, amongst them Axel Honneth, to update the central theses of Hegel’s Philosophy of Right , though precisely (and deliberately) doing so without its alleged dependence on the Science of Logic . On account of several methodological and hermeneutical reasons, it is not easy to answer this question. It is well known that Hegel emphatically (...)
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  22. Nazareno Almeida (2009). Outra batalha naval: elementos para uma nova interpreteção da fundamentação lógica e ontológica da liberdade em Aristóteles. Veritas 54 (1).score: 15.0
    This article presents the general outlines of a new reading of the concept of contingent possibilities discussed in chapter 9 of the treatise On interpretation. In this article, I try to show how that text represents the moment of logical and ontological grounding of the ethic concept of freedom within Aristotle’s work.
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  23. Decio Krause (2013). A inseparabilidade entre lógica E a ética. Philósophos - Revista de Filosofia 18 (1):245-259.score: 15.0
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  24. Enrique Muñoz Pérez (2013). Metafísica, lógica y mundo. Revista de Filosofía 69:215-225.score: 15.0
    This article offers an interpretation of certain passages of the lectures on The Fundamental Concepts of Metaphysics: World, Finitude, Solitude which Martin Heidegger dictated at the University of Freiburg (Germany), in the winter semester of 1929/30. My research hypothesis is that Heidegger provides a metaphysical reading of logic that have anthropological consequences in the sense that they allow the distinction between animals and humans. In other words, I think the detailed analysis on the “as” (als) is, in part, the Heideggerian (...)
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  25. Jorge Gibert Galassi (1999). Lógica y Epistemología de la Ciencia Social. Cinta de Moebio 5.score: 15.0
    El propósito de este ensayo consiste en aproximarse a una re–evaluación del enfoque negativo de la filosofía hegeliana en el marco de la discusión epistemológica de la ciencia contemporánea. La afirmación de Karel Kosik que sostiene que "En virtud de que la esencia –a diferencia de los fenómenos..
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  26. Alejandro Groppo (2012). La Lógica Sublime del Populismo: un enfoque Post-estructuralista. Utopía y Praxis Latinoamericana 17 (58):27-38.score: 15.0
    La noción de populismo no es unívoca e incluso se superpone con la de política, así como para Schmitt se superponían las ideas de democracia y política.A su vez, el populismo "contra la detracción que de él suele practicarse" se ubica en el espacio de lo sublime; como lo que supera al sujeto desde f..
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  27. Hermógenes Hebert Pereira Oliveira (2012). Sobre Tarski Acerca da Conseqüência Lógica. Revista Inquietude 3 (2):76-93.score: 15.0
    The aim of this paper is to discuss the philosophical task of clarifying the concept of logical consequence. First, two criteria of adequacy for an elucidation of this concept will be elected : (1) truth preservation in the instances, or material adequacy and (2) guarantee of the truth of the conclusion in valid inferences, or epistemic adequacy. Then, Tarski's proposal (1956) and the corresponding criticism of Etchemendy (2008) will be presented. The paper is concluded with some commentaries regarding the nature (...)
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  28. Néstor Cohen & Gabriela Gómez Rojas (2003). La Lógica Del Experimento Como Instancia Pedagógica. Cinta de Moebio 18.score: 15.0
    The present article tries to emphasize the roll of the experimental logic in the process of education-learning of the methodology of the investigation. Its treatment usually appears as material for the later boarding of the explanation or the calls explanatory designs or explanatory reconnaissanc..
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  29. Storia E. Filosofia Della Logica (2001). Logica matematica, storia E filosofia Della logica. In V. Fano, M. Stanzione & G. Tarozzi (eds.), Prospettive Della Logica E Della Filosofia Della Scienza. Rubettino.score: 15.0
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  30. Enric Casabán Moya (2003). Sobre la naturalización de la lógica. Revista de Filosofía (Madrid) 28 (1):59-75.score: 15.0
    This article is devoted to give reasons against the naturalization of logic, in a sense which entails a revision of this science. The paper criticizes each historical important attempt to revise logical laws – intuitionism, quantum logic, alternative logics – and also it tries to argue that the explanation problem of quantum mechanics has nothing to do with a naturalization of logic.
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  31. Camilo Fajardo, Manuela Fernández & David Rey (2009). Manuales de traducción, reinterpretación e indeterminación de la forma lógica. Revista de Filosofía (Madrid) 33 (2):87-110.score: 15.0
    In this paper we compare the thesis of underdetermination of theories with the thesis of indeterminacy of translation. Drawing upon this comparison, we argue that, in the context of Quine’s philosophy, the thesis of indeterminacy of translation can only be maintained if it is taken as establishing an indeterminacy in the logical form of sentences. Consequently, we contend that Quine lacks a solid argument for indeterminacy of translation.
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  32. José Manuel Sánchez Fernández (2011). Lógica, dialéctica y reflexión en el pensamiento hegeliano del periodo de Jena. Logos. Anales Del Seminario de Metafísica 43:287-307.score: 15.0
    The present work consists on figuring out the problematic relationships between the Logic of the Period of Jena and the internal emergence of a Dialectical one to the own system. Dialectical is more than a simple general methodology of the knowledge.
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  33. Atocha Aliseda Llera (2004). Sobre la Lógica Del Descubrimiento Científico de Popper. Signos Filosóficos 6 (11s):115-130.score: 15.0
    The aim of this paper is to elucidate some aspects of Karl Popper’s logic of research and place it in the philosophical discussion of scientific discovery. A closer look into his proposal reveals that his work, in the light of recent literature, does point into the direction of some fundamental m..
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  34. Bento Prado Neto (2013). Nota sobre infinito atual e forma lógica no Tractatus. Discurso 38:197-214.score: 15.0
    Parece haver quase um consenso, entre os comentadores, em torno da tese segundo a qual o “primeiro Wittgenstein” nada veria de problemático na ideia de um infinito atual, ao contrário do que claramente ocorre com o “segundo Wittgenstein”. O que eu gostaria de fazer aqui não é tentar reverter esse veredicto, mas sugerir que o exame das provas que o sustentam merece ser refeito. Para tanto, começarei por tentar mostrar como a letra dos aforismos 5.526 e 5.5262 parece levantar uma (...)
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  35. Luis Vega Reñón (2003). La suerte de la lógica en la “Escuela de Madrid”: notas sobre una desgracia. Revista de Filosofía (Madrid) 28 (1):33-58.score: 15.0
    The decisive role played by Ortega and his “School of Madrid” in modernizing the 20th century Spanish thinking is widely accepted, but their contribution to bring our logic up to day was rather unfortunate: far from backing the introduction or reception of modern logic, the “School of Madrid” attempted an alternative logic, the so-called ‘logic of vital reason’, non-viable. As it is a symptomatic failure, I’ll give a broader account of it starting from, and going through, a confrontation in this (...)
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  36. Frank Thomas Sautter (2009). Silogistas Paraclássicas: Um Estudo de Caso Sabre a Relação ente e Lógica Clássica e Lógicas Não-clássicas. Principia 13 (2):185-194.score: 14.0
    A maioria, talvez todas, as lógicas não-clássicas são um amálgama da lógica clássica com elementos extralógicos. Possivelmente esta tese nao possui uma prova geral, mas somente um argumento caso a caso possa ser fomecido. Discuto um caso de paraconsistência que resulta da aplicação de urn "filtro" a duas silogísticas. Essas silogísticas incorporam duas idéias de Nikolai Vasiliev: a idéia de um sistema completo de juízos contrários, e a idéia de juízos duplos. Tarnbém mostro como esses resultados podem ser estendidos à (...)
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  37. Cesare Cozzo (1997). Identità: logica e ontologia. Almanacchi Nuovi 96 (2):33-79.score: 12.0
    “Identità” qui si intende nel senso già precisato da Aristotele di “identità numerica”, che si ha “quando i nomi sono parecchi, ma la cosa è una sola” e, non nel senso di “identità specifica”, che si ha invece “quando gli oggetti, pur essendo parecchi, non rivelano differenze quanto alla specie”.1 In questo articolo intendo fornire al lettore indicazioni introduttive (non certo esaustive) sul posto che la nozione di identità numerica occupa nella logica contemporanea e nell’area di riflessione filosofica del (...)
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  38. Achille Varzi, Logica.score: 12.0
    La filosofia non è una scienza empirica e si regge in buona misura sull’argomenta- zione (→), cioè sulla capacità di giustificare certe affermazioni, o tesi, sulla base di altre ritenute vere. Sin dall’antichità la teoria dell’argomentazione ha pertanto occupato una posizione di rilievo nella ricerca filosofica, e già a partire da Aristotele ha contribuito a definire quel settore disciplinare che oggi chiamiamo logica (dalla parola greca logos, che significa tra l’altro ‘discorso’, ‘ragionamento’). Aristotele stesso codificò la materia in maniera (...)
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  39. Achille Varzi, Sulla Relatività Logica.score: 12.0
    C’è una logica sola? Io dico di no. O meglio, dico che c’è una logica sola per ogni modo di specificare in maniera esaustiva la classe delle situazioni logicamente possibili, cioè la classe dei modelli del linguaggio; ma poiché non c’è un unico modo di specificare questa classe, dico che non c’è un’unica logica se non in un senso relativo. Naturalmente, dato un linguaggio L e due diverse teorie logiche T1 e T2 per L, si può sempre (...)
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  40. Luis Estrada González (2011). Nota crítica sobre Orayen: de la forma lógica al significado. Diánoia 56 (66):179-193.score: 12.0
    En esta nota crítica (i) se hace una breve descripción de cada uno de los artículos que componen Orayen: de la forma lógica al significado, (ii) se señalan algunas cuestiones que no están claras en ellos o en las réplicas de Orayen y, (iii) en la medida de lo posible, se indica si los autores desarrollan ulteriormente los problemas abordados en sus artículos. The aim of this critical note is threefold: (i) it briefly describes and comments on each of the (...)
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  41. Carlo Penco (2001). Origini Del Paradigma Classico in Logica. In Laboratorio di scienze cognitive.score: 12.0
    In quanto segue si d× in poche pagine un'idea del paradigma classico della logica assiomatica; Ë un richiamo alla terminologia e ai simboli che si useranno in seguito. I due successivi capitoli presentano i problemi ce hanno segnato la nascita del paradigma classico e un confronto con il paradigma tradizionale della logica aristotelica.
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  42. Heinrich Wansing & Yaroslav Shramko (2008). Erratum to Suszko's Thesis, Inferential Many-Valuedness, and the Notion of a Logical System Studia Logica , 88:405–429, 2008. [REVIEW] Studia Logica 89 (1):147-147.score: 12.0
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  43. Carlos E. Alchourron & Antonio A. Martino (1987). Lógica Sin Verdad. Theoria 3 (1):7-43.score: 12.0
    1. EI dilema de Jørgensen. 2. La salución propuesta. 3. Breve historia de un prejudicio filosófico. 4. Normas sin lógica (o los precios ontológicos). 4.1. Imperativos sin lógica. 4.2. Normas y proposicienesnormativas. 4.3. Proposiciones normativas y normas verdaderas. 4.4. Mundos posibles. 4.5. Validez e invalidez. 4.6. La racionalidad del legislador. 5. La noción abstracta, sintáctica y semántica de consecuencia. 5.1. La noción abstracta de consecuencia. 5.2. La noción sintáctica de consecuencia. 5.3. La noción semántica de consecuencia. 5.4. EI sentido dado (...)
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  44. Dov M. Gabbay & Leendert van der Torre (2009). Preface for Studia Logica Special Issue (2). Studia Logica 93 (2-3):105-108.score: 12.0
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  45. Paolo Valore (2007). Lógica E Ontologia: O Confronto Entre Bertrand Russell E Hugh MacColl Acerca Dos Objectos Inexistentes. Revista Portuguesa de Filosofia 63 (1/3):391 - 405.score: 12.0
    Ponto de partida do presente artigo é uma interrogação acerca do significado existencial das proposições. Em primeiro lugar, é considerada a ideia de existência simbólica na lógica de MacColl, ao mesmo tempo que se assinalam os problemas que, na perspectiva de Bertrand Russell, estão associados com a auta-referência e o significado da classe-nula. Por outro lado, o artigo demonstra também até que ponto a própria perspectiva de Russell não está livre de problemas, de ambiguidades e de mudanças de opinião. O (...)
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  46. José Ferreirós (2010). La lógica matemática: una disciplina en busca de encuadre (Mathematical Logic). Theoria 25 (3):279-299.score: 12.0
    RESUMEN: Se ofrece un análisis de las transformaciones disciplinares que ha experimentado la lógica matemática o simbólica desde su surgimiento a fines del siglo XIX. Examinaremos sus orígenes como un híbrido de filosofía y matemáticas, su madurez e institucionalización bajo la rúbrica de “lógica y fundamentos”, una segunda ola de institucionalización durante la Posguerra, y los desarrollos institucionales desde 1975 en conexión con las ciencias de la computación y con el estudio de lenguaje e informática. Aunque se comenta algo de (...)
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  47. Lorenzo Peña, Raul Orayen's Views on Philosophy of Logic: Critical Notice of R. Orayen's Logica, Significado y Ontologia.score: 12.0
    Raul Orayen's book _Lógica, significado y ontología_ is a deep study into a range of issues in the philosophy of logic, taking Quine as the main interlocutor. It goes into subjects such as Truth-bearerss, Logical Truth, Validity, Propositions, Quine's Extensionalism, Relevant Logic and disjunctive syllogism, and Castañeda's ontology of Guises.
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  48. Luis Guzmán (2012). Totalidad y negatividad en la Ciencia de la lógica de Hegel. Signos Filosóficos 14 (27):71-88.score: 12.0
    Uno de los fundamentos más reconocidos para una lectura metafísica de Hegel es el carácter totalitario de un sistema que intenta abarcar todo lo que es, determinando el lugar y papel de cada parte en el todo. Si la verdad es el todo, sólo tendremos acceso a ella al acceder a éste. Este artículo pretende mostrar que el todo en Hegel nunca es accesible por completo al pensamiento; que su característica principal es estar determinado de manera negativa, es decir, por (...)
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  49. Julián Ferreyra (2013). Hegel Leitor de Deleuze: Uma Perspectiva Crítica da Ontologia Afirmativa a Partir Das Objeções a Spinoza Na Ciência da Lógica. Kriterion: Revista de Filosofia 54 (127):89-107.score: 12.0
    Este artículo se propone realizar un abordaje crítico de la ontología afirmativa de Gilles Deleuze a partir de las objeciones realizadas por Georg Hegel a Spinoza en su Ciencia de la lógica. La hipótesis de trabajo es que, dada la herencia spinozista del pensamiento de Deleuze, estas críticas pueden resultar pertinentes para reflexionar sobre algunos puntos fundamentales. De esta manera, se intenta contrariar la habitual tendencia de los estudios deleuzianos de trabajar en una clave anti-hegeliana, es decir, a partir de (...)
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  50. Melvin Fitting (2007). Correction to FOIL Axiomatized Studia Logica , 84:1–22, 2006. Studia Logica 85 (2):275 -.score: 12.0
    There is an error in the completeness proof for the {λ, =} part of FOIL-K. The error occurs in Section 4, in the text following the proof of Corollary 4.7, and concerns the definition of the interpretation I on relation symbols. Before this point in the paper, for each object variable v an equivalence class v has been defined, and for each intension variable f a function f has been defined. Then the following definition is given for a relation symbol (...)
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