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  1. E. P. Bos (ed.) (2004). Logica Modernorum in Prague About 1400: The Sophistria Disputation 'Quoniam Quatuor' (Ms Cracow, Jagiellonian Library 686, Ff. 1ra-79rb), with a Partial Reconstruction of Thomas of Cleve's Logica. [REVIEW] Brill.
    This anonymous source publication of a university discussion held in Prague about 1400 provides us with new information about medieval semantics after Peter of Spain and Richard Billingham. The edition is the basis of a partial reconstruction of Thomas of Cleves’ _Logica_.
     
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  2. L. M. de Rijk (1962). Logica Modernorum a Contribution to the History of Early Terminist Logic. Van Gorcum H. J. & H. M. G. Prakke.
     
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  3. L. M. De Rijk (1962). Logica Modernorum. Assen, Van Gorcum.
    v. 1. On the twelfth century theories of fallacy.--v. 2. The origin and early development of the theory of supposition.
     
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  4.  8
    Lloyd A. Newton (2006). Logica Modernorum in Prague About 1400. Review of Metaphysics 59 (3):632-634.
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  5. E. P. Bos (ed.) (2004). Logica Modernorum in Prague About 1400: The Sophistria Disputation 'Quoniam Quatuor' (Ms Cracow, Jagiellonian Library 686, Ff). [REVIEW] Brill.
  6. L. M. De Rijk (1970). Logica Modernorum: A Contribution to the History of Early Terminist Logic. Volume I: On the Twelfth Century Theories of Fallacy. Volume II: The Origin and Early Development of the Theory of Supposition. Philosophical Review 79 (2):262-268.
  7. L. M. de Rijk (1969). Logica modernorum. A Contribution to the History of Early Terminist Logic -Vol. 1, Vol. II. Tijdschrift Voor Filosofie 31 (1):154-154.
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  8. Norman Kretzmann & Lambertus Marie De Rijk (1970). Logica Modernorum: A Contribution to the History of Early Terminist Logic. Volume I: On the Twelfth Century Theories of Fallacy. Volume II: The Origin and Early Development of the Theory of Supposition. [REVIEW] Philosophical Review 79 (2):262.
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  9. Wilhelm Risse (1965). L. M. de Rijk, Logica Modernorum. Philosophische Rundschau 13:111.
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  10. Wilhelm Risse (1970). L. M. De Rijk, Logica Modernorum Vol. II. Philosophische Rundschau 17:139.
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  11.  43
    Paloma Pérez-Ilzarbe (2011). Disputation and Logic in the Medieval Treatises De Modo Opponendi Et Respondendi. Vivarium 49 (1-3):127-149.
    In 1980 L. M. de Rijk edited some texts connected with medieval disputation ( Die mittelaterlichen Traktate De modo opponendi et respondendi ), towards which he showed a strikingly contemptuous attitude. The reason for his contempt was that the treatises did not fit the obligationes and sophismata tradition. In this article I focus on the original version, the Thesaurus Philosophorum , to highlight the distinction of this family of treatises with respect to the “modern“ tradition. First, I study the features (...)
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  12.  13
    Angel D’Ors (2015). Tu Scis an de Mentiente Sit Falsum Sortem Esse Illum: On the Syncategorem 'An'. Vivarium 53 (2-4):269-293.
    _ Source: _Volume 53, Issue 2-4, pp 269 - 293 This article presents some results of the study of seventeen medieval treatises containing a logical analysis of the syncategorem ‘_an_’. On the one hand, a new classification is proposed of the literary genres of the _Logica Modernorum_, based on the four elements involved in the logical analysis of syncategorematic terms: the meaning of the syncategorem, logical rules, related sophisms, and proposed solutions. On the other, three texts are studied in detail, (...)
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  13.  52
    Luisa Valente (2007). Names That Can Be Said of Everything: Porphyrian Tradition and 'Transcendental' Terms in Twelfth-Century Logic. Vivarium 45 (s 2-3):298-310.
    In an article published in 2003, Klaus Jacobi—using texts partially edited in De Rijk's Logica Modernorum —demonstrated that twelfth-century logic contains a tradition of reflecting about some of the transcendental names . In addition to reinforcing Jacobi's thesis with other texts, this contribution aims to demonstrate two points: 1) That twelfth-century logical reflection about transcendental terms has its origin in the logica vetus , and especially in a passage from Porphyry Isagoge and in Boethius's commentary on it. (...)
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  14.  4
    Riccardo Strobino (2008). Pono tibi istam:“Tu curris”. Uno sguardo alla teoria medievale delle obbligazioni. Doctor Virtualis 8:139-161.
    La teoria delle obbligazioni rappresenta un significativo esempio di come un insieme di tecniche logiche possa essere applicato, in maniera feconda, a contesti disputazionali in cui la dimensione dialogica e l’interazione tra soggetti coinvolti in un confronto dialettico hanno un ruolo di primo piano.L’attenzione che numerosi studiosi hanno manifestato nei confronti di questa parte della logica modernorum negli ultimi quarat’anni testimonia la profondità e la difficoltà dei problemi teorici che stanno alla base della teoria.Molte interpretazioni sono state avanzate (...)
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  15.  4
    Luiz Carlos Mariano da Rosa (2016). Do projeto crítico kantiano: Os direitos da razão entre a lógica da verdade E a lógica da aparência. Cadernos Do Pet Filosofia 6 (12):76-91.
    Sobrepondo uma concepção crítica envolvendo os fundamentos do saber às ontologias dogmáticas que se impõem ao trabalho que implica a apreensão das questões filosóficas, o projeto kantiano propõe o fim da filosofia como construção metafísica e a necessidade de se lhe atribuir uma tarefa teórica de caráter essencialmente genealógico e crítico, no sentido que encerra a legitimação do conhecimento racional através da análise das faculdades que se lhe estão atreladas, conforme assinala o artigo, que se detém nos direitos da razão (...)
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  16.  21
    Loraine Oliveira (2011). Notas sobre lógica e dialética na Enéada de Plotino. Trans/Form/Ação 30 (2):167-178.
    Este trabalho objetiva caracterizar a lógica e a dialética, conforme a Enéada I, 3 [20] 4-5. Para Plotino, a lógica consiste em um conjunto de procedimentos que trata de proposições e silogismos. A dialética é um método que faz uso dos procedimentos lógicos. Mas é também uma disposição que permite compreender a estrutura do inteligível. Por conseguinte, é um caminho de ascensão rumo ao Uno. Neste sentido, tem um aspecto ético.
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  17.  22
    Alessandro Carvalho Sales (2011). Deleuze e A lógica do sentido: o problema da estrutura. Trans/Form/Ação 29 (2):219-239.
    Este texto pretende acompanhar os principais movimentos apresentados pelo filósofo Gilles Deleuze para propor uma estrutura do sentido, de acordo com a Lógica do sentido (1969). Para tanto, tentando nos alçar ao estruturalismo muito particular de Deleuze, seguiremos especialmente alguns argumentos estabelecidos entre a quarta (Das dualidades) e a oitava (Da estrutura) séries desse livro, bem como pontos do artigo Em que se pode reconhecer o estruturalismo? (1972).
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  18.  10
    Alfredo Storck (2013). Ens rationis e a natureza da lógica segundo Avicena. Discurso 38:7-30.
    O presente artigo divide-se em duas partes. Na primeira, analisa-se a noção de um ser mental como sujeito da lógica. O principal objetivo dessa parte é fornecer algumas notas históricas sobre a origem e a importância de uma noção bastante difundida nos séculos XIII e XIV. A segunda parte concentra-se na filosofia de Avicena e procura mostrar como esse autor opõe-se à existência de um ser mental como sujeito da lógica.
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  19.  18
    Konrad Christoph Utz (2010). A subjetividade na “Ciência da Lógica”. Veritas: Revista de Filosofia da PUCRS 55 (3):116-129.
    O artigo tenciona explicar o conceito da subjetividade na Ciência da Lógica (CdL) a partir de sua forma inicial, diferentemente da maioria dos vários estudos sobre a temática, que discute as formas já mais desenvolvidas, que ocorrem dentro da Lógica do Conceito. Porém, como essa última, desde início, é “Lógica Subjetiva”, a subjetividade precisa ser constituída antes ou no ponto do começo dela. Essa subjetividade inicial e mínima explica-se por primeiro pela identificação de subjetividade e liberdade, por segundo, pela compreensão (...)
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  20.  16
    Marco Aurélio Werle (2010). A Elevação do Espírito Pensante a Deus' ou a Natureza Lógica do Conceito nas Preleções de Hegel Sobre as Provas da Existência de Deus. Veritas: Revista de Filosofia da PUCRS 55 (3):178-185.
    O artigo investiga a relação existente na filosofia de Hegel entre as provas sobre a existência de Deus e a elevação do espírito humano a Deus. Dois pontos serão ressaltados: a apreensão de Deus como espírito e a natureza lógica do Conceito e isso a partir do modo como Hegel discute tanto a necessidade histórica da “prova” da existência de Deus, surgida com o Cristianismo, quanto o sentido lógico-especulativo das duas principais modalidades dessas provas: a prova ontológica e a prova (...)
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  21.  12
    Andrés Felipe López López (2014). Lógica formal, lógica trascendental y objetividades matemáticas en la fenomenología de Edmund Husserl: Un análisis de la experiencia. Escritos 22 (48):87-122.
    El tema de la presente reflexión es, por una parte, la Fenomenología genética de Edmund Husserl, desarrollada en gran medida en Lógica formal y lógica trascendental de 1929; por otra, la llamada Fenomenología trascendental frente a la Filosofía kantiana en la Crítica de la razón pura (1973). Aborda el problema del origen del conocimiento junto a su legitimación y el problema de la validez. El propósito aquí es explicar el origen del conocimiento desde el análisis de la experiencia y/o la (...)
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  22.  20
    Josef Petrželka (2008). Definition and Concept. Aristotelian Definition Vindicated. Studia Neoaristotelica 5 (1):3-37.
    Definition and Concept (Aristotelian Definition Vindicated)The modern (Russellian) theory of definition conceives definitions as abbreviations, so that the question of adequateness (let alone of truth-value) of definitions becomes meaningless. In this paper we show that beside Russellian conception of definitions understood as abbreviations, there is an Aristotelian conception, which exploits the notion of essence and that this conception can be rehabilitated from the standpoint of the modern logic (in particular by means of Pavel Tichý’s Transparent Intensional Logic). Also Carnap’s ‘explication’ (...)
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  23.  12
    Max Fernández de Castro (2008). La lógica if Y Los fundamentos de las matemáticas. Signos Filosóficos 10 (19):145-171.
    El objetivo del presente artículo es someter a escrutinio la afirmación de Hintikka según la cual la verdadera lógica elemental no es la clásica sino la lógica IF y, en consecuencia, el marco en que ordinariamente son pensadas las relaciones entre lógica y matemáticas es por completo inadecuado. Pa..
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  24.  12
    Óscar Trelles (2012). Filosofía, lógica y computación. Estudios de Filosofía 2:87.
    El seminario consiste en la lectura comentada y el análisis del libro Computability, Computable Functions, Logic, and the Foundations of Mathematics , de Richard L. Epstein y Walter A. Carnielli. Este texto trata problemas de lógica y matemáticas vinculados con sus fundamentos filosóficos y sus alcances en el campo de la informática.
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  25. Víctor Samuel Rivera (2010). Tras las Manos Del Führer . Heidegger Y la “lógica” de 1934. Escritos 15 (35):298-317.
    El texto combina una mirada sobre algunos elementos filosóficos y aspectos anecdóticos que ligan a Heidegger, el ser, el pensar y la pregunta por la metafísica con un eventual curso de “Lógica” dictado en 1934 y cuyo contenido es la relación ética entre el hombre y el Estado. Al final aparece la figura del Führer, sus manos y el destino de la humanidad.
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  26.  5
    Enrique Muñoz Pérez (2013). Metafísica, lógica y mundo. Revista de filosofía (Chile) 69:215-225.
    Este artículo pretende ser una interpretación de algunos pasajes de la lección Los conceptos fundamentales de la metafísica. Mundo, finitud, soledad que Martin Heidegger dictara en la Universidad de Friburgo , el semestre de invierno de 1929/30. Mi hipótesis investigativa es que Heidegger lleva a cabo una lectura metafísica de la lógica, cuyas consecuencias son antropológicas, en el sentido que permiten establecer la distinción entre el animal y el ser humano. En otras palabras, me parece que el detenido análisis sobre (...)
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  27.  2
    Camila Rodrigues Jourdan (2012). Mística, necessidade e lógica (Mystic, necessity and logic)-DOI: 10.5752/P. 2175-5841.2012 v10n28p1380. Horizonte 10 (28):1380-1394.
    O artigo clarifica em que medida a Lógica, no sentido mais comum e até ingênuo do termo, enquanto composta pelas leis necessárias do pensamento correto, pode ser entendida como Mística. Isto parece estranho, pois a Mística é normalmente entendida como uma vivência de superação das dualidades, onde o pensamento racional colapsa e encontra seu limite. Já a Lógica é entendida como paradigma de pensamento racional. Argumenta-se que as leis mais gerais da razão e do discurso se relacionam com a Mística (...)
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  28. Andrés Páez (2007). Introducción a la lógica moderna. Ediciones Uniandes.
    Introducción a la lógica moderna es un libro de texto dedicado al estudio de la lógica simbólica elemental. No presupone familiaridad alguna con la lógica, las matemáticas o la filosofía, y se ha hecho un esfuerzo deliberado por adaptarlo a los intereses de estudiantes provenientes de las más diversas disciplinas. Al mismo tiempo, los conceptos centrales son expuestos de una manera precisa y rigurosa, sin ocultar los detalles y problemas técnicos y filosóficos que hacen de la lógica un área de (...)
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  29. Decio Krause (2013). A inseparabilidade entre lógica E a ética. Philósophos - Revista de Filosofia 18 (1):245-259.
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  30.  26
    Nazareno Almeida (2009). Outra batalha naval: elementos para uma nova interpreteção da fundamentação lógica e ontológica da liberdade em Aristóteles. Veritas: Revista de Filosofia da PUCRS 54 (1):185-216.
    This article presents the general outlines of a new reading of the concept of contingent possibilities discussed in chapter 9 of the treatise On interpretation. In this article, I try to show how that text represents the moment of logical and ontological grounding of the ethic concept of freedom within Aristotle’s work.
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  31.  19
    Javier Vilanova Arias (2004). Necesidad lógica y necesidad analítica. ¿Sobre qué versa el lenguaje? Revista de Filosofía (Madrid) 29 (1):123-142.
    El propósito de este artículo es mostrar las diferencia entre las verdades lógicas y el resto de verdades analíticas, y en especial mostrar los distintos tratamientos formales.
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  32.  10
    Gabriel Ferreira da Silva (2013). "Pós-Escrito" como "Problemas Lógicos": Kierkegaard e a Questão Lógica no século XIX. Filosofia Alemã - de Marx a Nietzsche.
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  33.  11
    Camilo Fajardo, Manuela Fernández & David Rey (2009). Manuales de traducción, reinterpretación e indeterminación de la forma lógica. Revista de Filosofía (Madrid) 33 (2):87-110.
    In this paper we compare the thesis of underdetermination of theories with the thesis of indeterminacy of translation. Drawing upon this comparison, we argue that, in the context of Quine’s philosophy, the thesis of indeterminacy of translation can only be maintained if it is taken as establishing an indeterminacy in the logical form of sentences. Consequently, we contend that Quine lacks a solid argument for indeterminacy of translation.
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  34.  19
    Miguel Giusti (2013). ¿Se puede prescindir de la Ciencia de la Lógica en la Filosofía del Derecho de Hegel? Areté. Revista de Filosofía 25 (1):45-60.
    “Can Hegel's Philosophy of Right do without the Science of Logic ?”. The question posed by this paper’s title refers to the attempts of some contemporary authors, amongst them Axel Honneth, to update the central theses of Hegel’s Philosophy of Right , though precisely (and deliberately) doing so without its alleged dependence on the Science of Logic . On account of several methodological and hermeneutical reasons, it is not easy to answer this question. It is well known that Hegel emphatically (...)
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  35.  5
    Xavier De Donato Rodríguez (2015). Sobre Las Nociones de Lógica y Argumento de John Stuart Mill. Télos 20 (1):51-68.
    My aim in this paper is to discuss Mill’s notions of logic and argument and to highlight the epistemic dimension that for Mill has every argument and that, it is in the light of this epistemic dimension, that an argument should be assessed. By taking into account these considerations, I focus on his criticism against deductive arguments to the effect that they commit the fallacy of begging the question. I try to show that this idea relies on his radical empiricism (...)
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  36.  12
    Alejandro Groppo (2012). La Lógica Sublime del Populismo: un enfoque Post-estructuralista. Utopía y Praxis Latinoamericana 17 (58):27-38.
    La noción de populismo no es unívoca e incluso se superpone con la de política, así como para Schmitt se superponían las ideas de democracia y política.A su vez, el populismo "contra la detracción que de él suele practicarse" se ubica en el espacio de lo sublime; como lo que supera al sujeto desde f..
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  37.  8
    Bento Prado Neto (2013). Nota sobre infinito atual e forma lógica no Tractatus. Discurso 38:197-214.
    Parece haver quase um consenso, entre os comentadores, em torno da tese segundo a qual o “primeiro Wittgenstein” nada veria de problemático na ideia de um infinito atual, ao contrário do que claramente ocorre com o “segundo Wittgenstein”. O que eu gostaria de fazer aqui não é tentar reverter esse veredicto, mas sugerir que o exame das provas que o sustentam merece ser refeito. Para tanto, começarei por tentar mostrar como a letra dos aforismos 5.526 e 5.5262 parece levantar uma (...)
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  38.  8
    Alejandro Ramírez (2015). Lógica fuzzy, verdad y cognición. Revista de filosofía (Chile) 70:133-147.
    S.Haack has defended the idea that in fuzzy logic it cannot be affirmed that the true values of a statement are themselves blurry. This article analyzes Haack position in the light of some current approaches of classic philosophy of logic, and from the cognitive point of view of philosophy of logic, especially from the theory of concepts. Under the said approaches, the thesis on non-gradation of truth appears significantly weakened.
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  39.  10
    Jorge Gibert Galassi (1999). Lógica y Epistemología de la Ciencia Social. Cinta de Moebio 5.
    El propósito de este ensayo consiste en aproximarse a una re–evaluación del enfoque negativo de la filosofía hegeliana en el marco de la discusión epistemológica de la ciencia contemporánea. La afirmación de Karel Kosik que sostiene que "En virtud de que la esencia –a diferencia de los fenómenos..
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  40.  4
    Atocha Aliseda Llera (2004). Sobre la Lógica Del Descubrimiento Científico de Popper. Signos Filosóficos 6 (11s):115-130.
    The aim of this paper is to elucidate some aspects of Karl Popper’s logic of research and place it in the philosophical discussion of scientific discovery. A closer look into his proposal reveals that his work, in the light of recent literature, does point into the direction of some fundamental m..
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  41.  7
    Enric Casabán Moya (2003). Sobre la naturalización de la lógica. Revista de Filosofía (Madrid) 28 (1):59-75.
    This article is devoted to give reasons against the naturalization of logic, in a sense which entails a revision of this science. The paper criticizes each historical important attempt to revise logical laws – intuitionism, quantum logic, alternative logics – and also it tries to argue that the explanation problem of quantum mechanics has nothing to do with a naturalization of logic.
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  42.  1
    Miguel Manzanera Salavert (1994). Lógica formal y método dialéctico: la investigación de sus respectivos objetos teóricos en la Deutsche Zeitschrifr für Philosaphie. Endoxa 1 (3):225.
    In the 1950s, some philosophers of GDR attempted to incorporate advances in logical formalization to scientific study in the countries of the former socialist bloc. In the present article are collected their reflections.
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  43.  3
    José Manuel Sánchez Fernández (2011). Lógica, dialéctica y reflexión en el pensamiento hegeliano del periodo de Jena. Logos: Anales Del Seminario de Metafísica 43:287-307.
    The present work consists on figuring out the problematic relationships between the Logic of the Period of Jena and the internal emergence of a Dialectical one to the own system. Dialectical is more than a simple general methodology of the knowledge.
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  44.  4
    Néstor Cohen & Gabriela Gómez Rojas (2003). La Lógica Del Experimento Como Instancia Pedagógica. Cinta de Moebio 18.
    The present article tries to emphasize the roll of the experimental logic in the process of education-learning of the methodology of the investigation. Its treatment usually appears as material for the later boarding of the explanation or the calls explanatory designs or explanatory reconnaissanc..
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  45.  2
    Antonio Pérez Quintana (1981). Posibilidad según condiciones y necesidad en la lógica de Hegel. Logos 16 (1):119-136.
    El propósito de este artículo es mostrar las diferencia entre las verdades lógicas y el resto de verdades analíticas, y en especial mostrar los distintos tratamientos formales.
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  46.  3
    Luis Vega Reñón (2003). La suerte de la lógica en la “Escuela de Madrid”: notas sobre una desgracia. Revista de Filosofía (Madrid) 28 (1):33-58.
    The decisive role played by Ortega and his “School of Madrid” in modernizing the 20th century Spanish thinking is widely accepted, but their contribution to bring our logic up to day was rather unfortunate: far from backing the introduction or reception of modern logic, the “School of Madrid” attempted an alternative logic, the so-called ‘logic of vital reason’, non-viable. As it is a symptomatic failure, I’ll give a broader account of it starting from, and going through, a confrontation in this (...)
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  47.  3
    Storia E. Filosofia Della Logica (2001). Logica matematica, storia E filosofia Della logica. In V. Fano, M. Stanzione & G. Tarozzi (eds.), Prospettive Della Logica E Della Filosofia Della Scienza. Rubettino
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  48. Ludovico Geymonat (1936). Logica e filosofia della scienza. Rivista di Filosofia 37 (3):250-265.
  49. Ludovico Geymonat (1957). Prefazione a Alberto Pasquinelli, Introduzione alla logica simbolica. Einaudi.
  50. Ludovico Geymonat (1959). Peano e le sorti della logica in Italia. Bollettino UMI 1959.
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