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    Imagens da Política E Política Das Imagens: Duas Tópicas Sobre Hobbes E a Imaginação.Fran de Oliveira Alavina - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:169-192.
    A primeira parte do trabalho faz uma breve passagem por Maquiavel para mostrar que a defesa de certo “realismo” na constituição da filosofia política não exclui a imaginação. A defesa da _verdade efetiva das coisas_ contra as _repúblicas imaginadas_ tem como efeito a afirmação de que na política não se pode operar sem imagens: quer o político, quer o pensador da política não devem desconsiderar a imaginação. Daí um olhar atento sobre aquilo que é próprio da imaginação: a capacidade de (...)
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    Filosofia E Imaginação No Sonho, de Kepler, E Nos Diálogos Sobre a Pluralidade Dos Mundos, de Fontenelle.Rodrigo Brandão - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:99-123.
    O presente artigo pretende analisar os usos da imaginação em duas narrativas astronômicas do século xvii: o Sonho, de Kepler, e os Diálogos sobre a pluralidade dos mundos, de Fontenelle. Com isso, pretende-se mostrar, por um lado, como ambos concebem a imaginação positivamente e dentro de um quadro de crítica à superstição, guardadas as diferenças de cosmologia; de outro, procura-se apresentar o uso singular que cada um faz da imaginação: Kepler e sua exigência de uma nova concepção da observação científica, (...)
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    O Papel da Imaginação Na Filosofia Política de Hobbes.Clóvis Brondani - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:193-213.
    Este trabalho tem como objetivo tratar do papel da imaginação na filosofia política de Hobbes. Argumentamos que a reflexão de Hobbes sobre a imaginação conduz à distinção fundamental para sua filosofia política entre prudência e razão. A instituição da soberania consiste justamente na superação da dimensão da prudência através da razão. Assim, a filosofia política de Hobbes envolve a substituição de uma esfera de relações de poder, o plano da imaginação, por uma esfera de relações de direito no estado civil, (...)
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    Imaginar Ou Conceber O Universo Infinito.Marcos Ferreira de Paula - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:151-167.
    O Renascimento é, dentre muitas outras coisas, a redescoberta do Infinito. Nela, o filósofo e mago Giordano Bruno ocupa, no século XVI, o centro do debate. Mas já no século seguinte, o astrônomo Johannes Kepler irá refutar a noção renascentista de infinito, com base nos pressupostos da ciência empírica nascente. Este artigo busca estabelecer uma aproximação do primeiro e um distanciamento do segundo em relação à ideia de Infinito em ato de Espinosa. Aproximação e distância que marcam, aqui, a diferença (...)
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    Imagem E Imaginação Na Ética: Por Uma Teoria Dinâmica da Imaginação Em Espinosa.Giorgio Gonçalves Ferreira - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:125-149.
    O artigo discute as noções de imagem e imaginação na Ética de Espinosa. A análise iniciará elencando passagens nas quais Espinosa se refere às imagens como afecções do corpo e às imaginações como afecções da mente. Em um segundo momento, o texto se encaminhará para EII P17 cor., a partir do qual será analisada a geração das imagens. Nesse momento, será posto em evidência o fato de que é o movimento — e não o vestígio — aquilo que constitui a (...)
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    Espinosa E a Carta da Probabilidade.Samuel Thimounier Ferreira & Carlos Henrique Melo de Souza - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:317-340.
    Este estudo visa a apresentar e analisar a _Carta_ XXXVIII, de 1º de outubro de 1666, escrita por Espinosa. De conteúdo exclusivamente matemático, seu texto responde a uma questão de probabilidade aplicada a jogos de apostas em que é preciso preservar, para todos os jogadores, a mesma chance de ganhar. Para isso, apresentaremos o contexto histórico e exporemos detalhadamente o uso e o sentido da terminologia empregada por Espinosa ao longo de suas explicações. Subsidiariamente, em apêndice, fornecemos, de maneira espelhada, (...)
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  7.  1
    O Estatuto da Álgebra E da Geometria Nos Textos Metodológicos de Descartes.Monique Vivian Guedes - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:273-295.
    O caráter protocolar desempenhado pelas matemáticas na formulação do conceito cartesiano de ciência é amplamente difundido e frequentemente reinvocado na literatura especializada quando se trata de abordar a exigência apodítica inerente a este conceito. No entanto, pouco se explora o que a diversidade das disciplinas matemáticas bem como a relação entretida por elas permite trazer de elucidação à noção cartesiana de ciência. Nosso propósito consiste, aqui, em tomar posição quanto a um debate acerca do estatuto da álgebra e da geometria (...)
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    A Imaginação No Diálogo Entre Leibniz E Sophie Charlotte.Tessa Moura Lacerda - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:77-97.
    A imaginação é um sentido interno que reúne as impressões dos sentidos externos, afirma Leibniz em uma carta à rainha Sophie Charlotte. Esta é uma das únicas definições da imaginação formulada explicitamente por Leibniz. Não temos as cartas escritas por SophieCharlotte, o que é uma marca do silenciamento imposto às mulheres ao longo de séculos, por isso propomos um exercício de imaginação para reconstituir a importância desse diálogo. Outras raras ocorrências do termo “imaginação” em textos de Leibniz mostram a importância (...)
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    Riqueza, Imagem E Expectativa Na Filosofia de Thomas Hobbes.Álvaro Lazzarotto - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:297-315.
    Para elaborar sua filosofia civil, Thomas Hobbes preliminarmente se dedicou ao exame daquilo que constitui a república: o homem. Em sua análise da dinâmica afetivo-cognitiva humana, tecida a partir dos conceitos de sensação, imagem, linguagem e paixão, o conceito de imaginação é apresentado como um resíduo da experiência sensível no corpo. Como tal, uma imagem estará sujeita a se eclipsar sob a luz de imagens mais fortes ou mais recentes, que podem apagá-la da mente tomando o seu lugar. O ato (...)
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  10. Amor Próprio E Imaginação Em Pascal.Luís César Oliva - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:59-75.
    O objetivo deste artigo é examinar a concepção pascaliana de imaginação, na sua articulação necessária com a noção de amor próprio. Derivada da teologia agostiana, a noção de amor próprio se identifca com a noção de orgulho e é uma das três concupiscências fundamentais que regem o homem decaído quando este não tem o auxílio da graça. Pascal vai mais longe que Agostinho e faz desta paixão o traço defnidor do homem decaído, conduzindo-o na sua relação tirânica com os outros (...)
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  11. É Isto Um Homem? – Um Encontro Entre Primo Levi E Spinoza.Maurício Rocha - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:15-58.
    A fortuna crítica spinozana registra que a partir da proposição 27 da Parte iii da Ética1 surge algo completamente original no exame da vida afetiva: a imitação dos afetos. A novidade spinozana em comparação com os seus contemporâneos é descrever a produção dos afetos não mais a partir de um objeto externo, mas da conduta de “alguma coisa”, ou “alguém”, a respeito de um objeto – considerando que essa produção se enraíza no fato de imaginarmos que esse “alguém” ou essa (...)
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  12. A Produção da Ordem Comum da Natureza Através da Imaginação.Juarez Lopes Rodrigues - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:237-252.
    Espinosa distingue duas ordens de conhecimento: uma ordem concebida pelo intelecto, isto é, a __ordem necessária da natureza__ e uma outra ordem, concebida pela imaginação, isto é, a __ordem comum da natureza__, na qual habitam o contingente e o possível. Entretanto, a __ordem comum__ não é apenas uma privação de conhecimento, mas também realidade para o modo finito. Pelo fato de não podermos excluir a existência da __ordem comum__, este trabalho tenta compreender como podemos conciliá-la com a __ordem necessária__. A (...)
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  13. A Potência da Imaginação.Ravena Olinda Teixeira - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:215-236.
    Quando lemos as Meditações Metafísicas de Descartes percebemos que o filósofo parece não confiar na imaginação, porque ela obtém suas informações pelos sentidos do corpo e os sentidos por vezes são enganadores, produzindo percepções obscuras e confusas. Esse posicionamento de Descartes sobre a imaginação é compartilhado por vários filósofos modernos. A influência cartesiana na formação do pensamento espinosano é incontestável, por isso somos quase de imediato induzidos a procurar semelhanças e pontos em comum entre ambos. Todavia, é preciso ter cautela (...)
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  14. A Revalorização da Faculdade Imaginativa Na Ciência Nova de Giambattista Vico.Priscila Aragão Zaninetti - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:253-271.
    Criado por homens de natureza poética e, portanto, obra por excelência da imaginação, o mundo civil dos primeiros tempos poderia ser conhecido, segundo Giambattista Vico, mediante a elaboração e a adoção de um aparato metodológico-científico que estabelece os princípios dos desenvolvimentos humanos. Tal aparato consistiria na própria _Ciência Nova, _obra viquiana que pretende conferir legitimidade ao conhecimento histórico, tão desprestigiado pela tradição cartesiana, mesmo de tempos remotos nos quais a faculdade imaginativa excedera à razão. Trata-se, então, neste artigo, de compreender (...)
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