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    A Interpretação Lógica Do “Parmênides” de Platão No Médio Platonismo.Chiara Bonuglia - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):111.
    Neste artigo, mostrarei alguns argumentos que reforçam a ideia de que o Parmênides foi considerado um diálogo lógico durante o médio platonismo. Vou considerar o que alguns autores dizem, embora em diferentes épocas, sobre como o Parmênides de Platão foi lido. Meu objetivo é também mostrar que eles estiveram em um acordo geral: na verdade, dadas essas concordâncias, a probabilidade de que esta obra tenha sido classificada entre os diálogos lógicos se torna muito mais plausível. A principal fonte para estabelecer (...)
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  2.  1
    Uma Reflexão Sobre a Temporalidade No "Parmênides" de Platão.Gérson Pereira Filho - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):86.
    A passagem 140e-141d do diálogo Parmênides nos remete a uma das conseqüências lógicas em relação ao “um”, isto é, estar fora do tempo, como parte da demonstração argumentativa do filósofo eleata ao admitir a primeira hipótese de que “o um é” e as conseqüências disso para si mesmo. Aceitar a existência do “um” implica, segundo o método de análise utilizado por Parmênides, verificar cada uma das hipóteses possíveis nesses casos, em relação às suas predicações, para si e para outras coisas. (...)
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  3.  1
    Sobre El Conocimiento de la Cosa En Sí Según Schopenhauer.Roger Antonio Pérez García - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):173.
    This paper proposes to analyze Schopenhauer’s methodological and hermeneutical considerations regarding the knowledge of the thing-in-itself. For this purpose, I explain the nature of the philosophical abstraction in light of the primacy of the metaphysics of the Will. I argue that the possibility of the philosophical research is rooted on the interpretation of self-knowledge as an instance of the Will’s objectivation. In this regard, I will plead that the definition and criteria developed by Schopenhauer for his philosophy are established at (...)
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  4.  1
    A "Fenomenologia da Vida Ética" de Arthur Schopenhauer.Guilherme Marconi Germer - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):193.
    Nós nos propomos analisar e interpretar em que sentido a descrição de Philonenko de que Schopenhauer desenvolveu uma “fenomenologia da vida ética” pode ser lida sem grandes problemas, se nos detivermos à sua fundamentação empírica da moral, exposta em Sobre o Fundamento da Moral. Caso a estendamos à metafísica dos costumes do filósofo, como fez Philonenko, essa expressão já será inadequada pelo fato da última não ter por objeto nenhum fenômeno, mas o que se “esconde por trás deles, a coisa (...)
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  5.  2
    On the Needs of Theoretical and Practical Reason.Christian Hamm - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):164.
    Pensar além dos limites do possível conhecimento empírico requer uma razão subjetiva para legitimar seus juízos. De acordo com Kant, esta reside no sentimento de uma "necessidade da razão", que, por sua vez, deve ser justificado como tal. Para isto, é reclamado um especial "direito da necessidade" da razão, como “fundamento subjetivo para supor e admitir algo [...] que ela com fundamento objetivo não pode presumir saber" [08:137]. Ao contrário da necessidade da razão teórica e da sua satisfação por meras (...)
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  6.  1
    Múltiplas Coisas Ou Coisas Múltiplas? - Dois Sentidos Para o Paradoxo de Zenão No "Parmênides" de Platão.Renato Matoso - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):52.
    Neste artigo, examino a duplicidade de sentidos que a tese pluralista “os seres são múltiplos” ou “se há múltiplos seres” comporta: pode significar uma multiplicade numérica, isto é: a tese de que há mais de uma coisa no mundo, assim como pode significar que uma mesma coisa possui mais de um atributo. Incialmente, argumento que Sócrates estava consciente desta ambiguidade, pois as duas compreensões de pluralismo representam perspectivas complementares de uma mesma posição filosófica. Segundo minha interpretação, o reconhecimento dessa ambiguidade (...)
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  7.  1
    Marques Ilustrando as Imagens Do "Sofista" de Platão.Diogo Noberto Mesti - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):134.
    O objetivo deste artigo é retomar a leitura de Marcelo Marques do conceito de imagem do Sofista de Platão, tendo como recorte o capítulo sobre a “Aporía” do livro Platão, pensador da diferença. Além de retomar essa leitura, pretende-se reconstruir as pontes sugeridas pelas epígrafes que o comentador retirou de Faulkner e de Guimarães Rosa para ilustrar o estatuto paradoxal das imagens, que são definidas no diálogo platônico como um tipo de ser que é, mas que não é aquilo que (...)
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  8.  1
    "A Alegria, a Graça E a Felicidade Segundo Clément Rosset", de José Thomaz Brum.Dax Moraes - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):227.
    Este artigo tem por objetivo apresentar as concepções de alegria, graça e felicidade nas obras de Clément Rosset.
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  9.  1
    Plotino E o Argumento Do Terceiro Homem.Luca Pitteloud - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):118.
    This paper proposes to pose the question of a possible position of Plotinus with regard to the Argument of the Third Man : first, we will examine if it is possible to attribute to Plotinus a position as regards TMA such as it appears in the Parmenides, in particular with regard to the premise which affirms the self-predication of the Forms. Next, we will briefly consider how the question of the soul-body relationship can, to some extent, provide a better understanding (...)
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  10.  1
    O "Parmênides" de Platão Revisitado.Samuel Rickless - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):8.
    O Parmênides de Platão é um diálogo notoriamente desafiador. Para apresentar uma interpretação completamente satisfatória dele, cada argumento precisa ser reconstruído em seus próprios termos e se todas as reconstruções forem acuradas, as interconexões lógicas entre os argumentos de ambas as partes do diálogo devem revelar a mensagem geral do Parmênides. Aqui gostaria de resumir minha interpretação e considerar algumas importantes objeções e alternativas a ela, particularmente como estas aparecem nos trabalhos de Constance Meinwald e Mary Louise Gill. Quero explicar (...)
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  11.  1
    O "Parménides" Como Diálogo Aporético.José Gabriel Trindade Santos - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):22.
    O objetivo deste texto é evidenciar o papel desempenhado pela noção de “aporia” no Parménides de Platão. Depois de ter descrito alguns dos usos da noção nos diálogos platónicos, o texto concentra-se no Parménides, analisando: 1. O debate de Sócrates com Zenão; 2. O conjunto de objeções apresentadas por Parménides ao uso por Sócrates das noções de “separação” e “participação”, focadas em particular no “Argumento do Terceiro Homem”; 3. Algumas conclusões paradoxais resultantes das oito “Hipóteses sobre o Um”, na segunda (...)
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  12.  1
    Apresentação - Dossiê O "Parmênides" de Platão.José Lourenço Pereira da Silva - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):3.
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  13.  1
    Platão Contra Um Certo Platonismo: A Crítica da Hipótese Das Ideias No "Parmênides".Marcio Soares - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):70.
    Apresento nesse texto uma leitura da primeira parte do diálogo Parmênides. Meu objetivo é demonstrar a possibilidade de que as críticas objetadas pelo velho Parmênides à hipótese platônica das Ideias, exposta e defendida pelo jovem Sócrates, não são letais à mesma hipótese, uma vez que estão assentadas em dois pressupostos que a ela são alheios e desnecessários. Primeiro, a pressuposição de Parmênides de que a “distinção” entre Ideias e coisas delas participantes seja equivalente a total “separação” entre ambas. Segundo, o (...)
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  14.  1
    Comentários Ao Diálogo "Parmênides" de Platão.Miguel Spinelli - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):34.
    Este estudo se ocupa com algumas questões do prólogo do Parmênides, que, em geral, passam desapercebidas, mas são importantes para a compreensão da arquitetônica do diálogo. Haverá de ter, por exemplo, algum significado o fato de Platão trazer para dentro do Diálogo, Céfalo de Clazômenas, que veio para Atenas encontrar Antífon e ouvir dele um relato de Pitodoros sobre o que Parmênides e Zenão, vindos de Eleia, confabularam com Sócrates em Atenas. Clazômenas é a terra de Anaxágoras, daquele que, a (...)
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  15.  2
    O "Parmênides" E as Doutrinas Não-Escritas de Platão: O Uno E o Outro.Dennys Garcia Xavier - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):100.
    Diz Cornford que o diálogo Parmênides inicia “a série das obras nas quais Platão pela primeira vez confronta a sua própria doutrina com os principais sistemas dos predecessores e a submete a um exame crítico”. Sim, mas é ainda mais: a reconstrução do diálogo à luz do método hermenêutico de Tübingen-Milão nos leva a colher a estrutura na qual se entrecruzam as visões ontológicas em três níveis, do mundo físico às Ideias e das Ideias aos Princípios primeiros. O elemento-chave do (...)
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  16.  1
    Lo Schopenhauer “Romantico” Nella Novella "Eva" Del Giovane Horkheimer.Daniele Zanghi - 2020 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11 (1):150.
    The purpose of the present paper is to clarify the different ways in which the young Max Horkheimer received Schopenhauer’s philosophy in his early writings Aus der Pubertät. The text analysis reveals that the young Horkheimer adopted during the 1914-1916 period a romantic perspective and a more illuministic one in the 1917-1918 period. This paper specifically focuses on a novel from the first period, Eva, from which it appears that Horkheimer subscribed to Schopenhauer’s doctrine of the aesthetical genius in an (...)
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