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  1.  23
    Referência e termos singulares.C. E. Caorsi - 2011 - Princípios 30 (30):375-388-.
    Traduçáo: Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 Retirado de Carlos E. Caorsi (Ed.). Ensayos sobre Strawson . Universidad de la República/Faculdad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Montevidéo,1992, p. 55-71.
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  2.  39
    Interpretação e compreensão: da hermenêutica metodológica à experiência hermenêutica como crítica e fundamento do saber filosófico.Marcos Alexandre Alves - 2011 - Princípios 18 (30):181-198.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O presente artigo analisa a passagem da hermenêutica metodológica à experiência hermenêutica como crítica e fundamento do saber filosófico. Inicialmente, apresenta a crítica da hermenêutica à absolutizaçáo da lógica matemática como estrutura da pesquisa e produçáo de sentido na filosofia. A lógica matemática sedimenta a dinâmica da vida do homem por náo estar aberta às contingências da existência, porém a vida do homem náo se compreende sob a forma da lógica matemática. Posteriormente, demonstra (...)
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  3. Una interpretación de la historia universal: en torno a Toynbee, de José Ortega y Gasset.José Mauricio de Carvalho - 2011 - Princípios 18 (30):395-399.
    Resenha de: Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} ORTEGA Y GASSET, José. Una interpretación de la historia universal: en torno a Toynbee . Obras Completas . v. IX. Madrid: Alianza, 1997.
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  4. Una interpretación de la historia universal: en torno a Toynbee, de José Ortega y Gasset. [REVIEW]José Mauricio de Carvalho - 2011 - Princípios 18 (30):395-399.
    Resenha de: Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} ORTEGA Y GASSET, José. Una interpretación de la historia universal: en torno a Toynbee . Obras Completas . v. IX. Madrid: Alianza, 1997.
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  5. Introdução ao conceito de vontade geral.Moisés Rodrigues da Silva - 2011 - Princípios 18 (30):211-231.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} Vontade Geral é um conceito fundamental da teoria política de Jean-Jacques Rousseau. A intençáo deste artigo é mostrar alguns atributos dessa vontade; apontar sua importância nas idéias rousseaunianas de Soberania e Lei; apresentar como ela é identificada e promovida e como ela se impõe na sociedade pós-pacto garantindo a (...)
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  6. Racionalidade retórica e argumentativa.Narbal de Marsillac - 2011 - Princípios 18 (30):271-291.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O fracasso de uma concepçáo de racionalidade do tipo demonstrativa em lidar com problemas mais concretos e cotidianos, questões éticas e políticas, desconsiderando características de um auditório específico a quem sáo dirigidos os discursos, suscitou, recentemente, o reaparecimento de um tipo de concepçáo de racionalidade que traduz bem aquele (...)
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  7. La transformación del obrar humano en la época de la civilización tecnológica y la exigencia de una nueva ética.José Luis Sepúlveda Férriz & Tomás Domingo Moratalla - 2011 - Princípios 18 (30):05-26.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} Este artigo se centra na noçáo de responsabilidade, onde pretendemos oferecer uma visáo estruturada da obra jonasiana, que permita dar conta de sua análise de por que a transformaçáo realizada na açáo tecnológica termina por náo reconhecer mais valores e metas além daquelas que ela mesma produz. Assim, a (...)
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  8. El totalitarismo de Hannah Arendt en la perspectiva del fenomeno saturado.Héctor Godino - 2011 - Princípios 18 (30):341-374.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} En este trabajo se analiza la concepción del totalitarismo de Hannah Arendt a partir de la novedosa perspectiva aportada por Jean-Luc Marion con su teoría del fenómeno saturado. Para esto se comienza profundizando en las características específicas de este tipo de fenómenos y las consecuencias que acarrea, buscando reconocer (...)
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  9. Racionalidade retórica e argumentativa.Narbal de Marsillac - 2011 - Princípios 18 (30):271-291.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O fracasso de uma concepçáo de racionalidade do tipo demonstrativa em lidar com problemas mais concretos e cotidianos, questões éticas e políticas, desconsiderando características de um auditório específico a quem sáo dirigidos os discursos, suscitou, recentemente, o reaparecimento de um tipo de concepçáo de racionalidade que traduz bem aquele (...)
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  10. O vocabulário filosófico-teológico de Nicolau de Cusa: indicações para se pensar a relação entre o uno e o múltiplo.José Teixeira Neto - 2011 - Princípios 18 (30):53-83.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} Neste trabalho interessa-nos pensar a relaçáo entre unidade e multiplicidade, um problema fundamental tanto filosófico quanto teológico como lembra Beierwaltes (1989, p. 179), a partir do vocabulário filosófico-teológico cusano. Na primeira parte do texto fazemos uma leitura às avessas da obra cusana. Partimos da suposiçáo de que no De (...)
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  11. Conflitos morais insolúveis e teorias normativas: uma abordagem preliminar sobre consistência moral.Lauren de Lacerda Nunes & Gabriel Garmendia da Trindade - 2011 - Princípios 18 (30):85-100.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O presente artigo aborda dois tópicos específicos em ética: o problema dos conflitos morais em filosofia e a questáo da consistência em teorias morais. A relaçáo entre conflitos morais e consistência moral estabelecida neste trabalho foi realizada graças à natureza de alguns tipos de conflitos morais, a saber: os (...)
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  12. Conflitos morais insolúveis e teorias normativas: uma abordagem preliminar sobre consistência moral.Lauren de Lacerda Nunes & Gabriel Garmendia da Trindade - 2011 - Princípios 18 (30):85-100.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O presente artigo aborda dois tópicos específicos em ética: o problema dos conflitos morais em filosofia e a questáo da consistência em teorias morais. A relaçáo entre conflitos morais e consistência moral estabelecida neste trabalho foi realizada graças à natureza de alguns tipos de conflitos morais, a saber: os (...)
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  13. Para além do princípio de fidelidade: uma aproximação à historiografia filosófica deleuziana.Eduardo Pellejero - 2011 - Princípios 18 (30):101-141.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} Temos a imagem de um Deleuze voluntariosamente hostil à história da filosofia, na medida em que esta encarnaria uma espécie de agente de repressáo do pensamento, impedindo que as pessoas pensem por si próprias. Como conciliar esse Deleuze panfletário e revoltoso com o professor de filosofia e historiador especializado (...)
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  14. ¿Es posible matizar el individualismo de John Locke?Diego A. Fernández Peychaux - 2011 - Princípios 18 (30):307-339.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 El interrogante del que este artículo pretende dar cuenta es si el individualismo de John Locke responde a la radicalidad con la que la corriente de interpretación más difundida intenta caracterizarlo. La conclusión que se alcanza luego de una amplia presentación de pruebas textuales, es que la necesaria matización del individualismo se deriva de la insistencia del autor en justificar el origen divino de los derechos y deberes. De este modo, en la medida (...)
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  15. La concepción intelectual de lo divino como coincidentia oppositorum a la luz de lo maximum et minimum absolutum en el pensamiento de Nicolás de Cusa.José González Rios - 2011 - Princípios 18 (30):27-52.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 On February 12, 1440 Nicholas of Cusa (1401-1464) concludes in his birthplace of Kues drafting the first major systematic formulation of his thinking: De docta ignorantia . The main category of his metaphysics in this context, i.e. the maximum , is analyzed and interpreted by him on three considerations: the maximum in an absolute sense, as contracted and finally as absolute and contracted, at the same time. In the context of the First Book, (...)
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  16. Heidegger face à metafísica como ontoteologia: origens de um diagnóstico crítico (1927-1930).Fernando Rodrigues - 2011 - Princípios 18 (30):233-252.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} Neste artigo sáo apresentadas as origens do diagnóstico crítico de Heidegger sobre a constituiçáo ontoteológica da metafísica. Argumenta-se que o diagnóstico realiza-se já no período imediatamente posterior à publicaçáo de Ser e tempo (1927), especialmente por meio de uma reinterpretaçáo da filosofia primeira de Aristóteles delineada na preleçáo do (...)
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  17. Anarquia e subjetividade no pensamento de Emmanuel Levinas.Ubiratane de Morais Rodrigues - 2011 - Princípios 18 (30):163-179.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O objetivo deste artigo é apresentar a crítica levinasiana à identificaçáo da subjetividade com a consciência, assim como sua concepçáo de subjetividade de origem anárquica. Para tanto, iniciaremos com a crítica de Levinas ao conceito de Eu, pensado em grande parte da filosofia ocidental e as noções de Ideia (...)
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  18. Reflexões sobre a relação entre Wittgenstein e as preocupações contemporâneas da filosofia.Ivanaldo Santos - 2011 - Princípios 18 (30):293-305.
    O objetivo desse artigo é apresentar duas reflexões sobre a relaçáo entre Wittgenstein e as preocupações contemporâneas da filosofia. Essas reflexões sáo fundamentadas principalmente nas Investigações filosóficas . Para se alcançar esse objetivo, inicialmente, é apresentada a crítica que Wittgenstein realiza, nas Investigações filosóficas , a tradiçáo filosófico-linguística do Ocidente. Após essa apresentaçáo, sáo feitas as considerações sobre a relaçáo entre Wittgenstein e as preocupações contemporâneas da filosofia.
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  19. Levinas E o Argumento Do Infinito: Um Diálogo Com Descartes.Sandro Cozza Sayão - 2011 - Princípios 18 (30):143-162.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 Apresento aqui algumas das teses que Levinas ergue a partir da ideia do infinito em Descartes. Como tônica o texto apresenta uma breve consideraçáo a respeito da alteridade, do desejo e da ética como conceitos, a ponto de desembocar no sentido maior do humano como hospitalidade.
     
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  20. A coemergência do “eu”, do cosmos e do conhecimento.Remi Schorn - 2011 - Princípios 18 (30):253-270.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O presente escrito aborda a relaçáo entre subjetividade e objetividade, mais precisamente trata da constituiçáo e configuraçáo da subjetividade na concepçáo do racionalismo crítico de Karl Popper. Considerando que para os fins deste texto os termos “eu” e “sujeito” sáo usados como sinônimos, o título do presente artigo poderia (...)
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  21. Introdução ao conceito de vontade geral.Moisés Rodrigues da Silva - 2011 - Princípios 18 (30):211-231.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} Vontade Geral é um conceito fundamental da teoria política de Jean-Jacques Rousseau. A intençáo deste artigo é mostrar alguns atributos dessa vontade; apontar sua importância nas idéias rousseaunianas de Soberania e Lei; apresentar como ela é identificada e promovida e como ela se impõe na sociedade pós-pacto garantindo a (...)
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  22.  31
    Réplica a Carlos E. Caorsi.P. F. Strawson - 2011 - Princípios 18 (30):389-393.
    Traduçáo. texto Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} retirado de Carlos E. Caorsi (Ed.). Ensayos sobre Strawson . Universidad de la República/Faculdad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Montevidéo,1992, p. 55-71.
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  23. A ampliação da auto-reflexão da consciência: Kant e sua influência sobre a fenomenologia transcendental de Edmund Husserl.Carlos Diógenes Côrtes Tourinho - 2011 - Princípios 18 (30):199-210.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} ampliaçáo da idéia de “auto-reflexáo da consciência” assume um importante papel na fenomenologia transcendental. O exercício do método adotado pela fenomenologia desloca a atençáo para a auto-reflexáo transcendental dentro da qual e a partir da qual os objetos seriam apreendidos e constituídos intuitivamente. Deparamo-nos, entáo, com uma reflexividade empírica (...)
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  24. Considerações historiográficas acerca da lógica dos estoicos.Cleverson Leite Bastos & Paulo Eduardo de Oliveira - 2011 - Princípios 18 (29):37-47.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O presente estudo pretende analisar algumas questões relacionadas à forma como a historiografia avaliou a contribuiçáo lógica oferecida pelos filósofos estoicos. Trata-se, sobretudo, de dois posicionamentos em aberta oposiçáo: uma primeira análise é essencialmente negativa e depreciativa, negando qualquer valor às elaborações estoicas no campo da lógica; de outra parte, existe uma revalorizaçáo da importância da lógica dos estoicos na história da Filosofia, de modo geral, e na história da Lógica, especificamente. A principal (...)
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  25. ¿Descripciones definidas referenciales?Pierre Baumann - 2011 - Princípios 18 (29):285-298.
    This paper questions the claim that definite descriptions have a referential semantics. Two possible definitions of “referential meaning” are discussed, and it is argued that definite descriptions are not referential according to either one. Devitt’s (2004, 2007) recent account of descriptions’ referential meaning is also briefly examined, and some problems with it are pointed out. It is suggested (though not shown) that the troubles with specifying exactly in what sense definite descriptions are referential point to the incoherence of the very (...)
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  26. Similitudes entre as filosofias de Rousseau e Platão.Evaldo Becker - 2011 - Princípios 18 (29):49-62.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 No presente artigo, trataremos acerca de algumas similitudes que podem ser percebidas entre as obras de Jean-Jacques Rousseau e Platáo. Pretendemos examinar principalmente as proximidades existentes acerca da eloqüência ou do poder do discurso tendo como fim ações políticas. Visa-se demonstrar que ambos autores possuem tanto uma valoraçáo positiva, quanto uma valoraçáo negativa do discurso e da eloqüência. Para tanto, utilizaremos principalmente as obras: Ensaio sobre a origem das línguas e o Discurso sobre (...)
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  27.  15
    Da Dissertação sobre as paixões, de David Hume.Jaimir Conte - 2011 - Princípios 18 (29):367-370.
    Nota sobre a tarduçáo da "Dissertaçáo sobre as paixões", de David Hume.
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  28.  12
    Reconsiderando o verificacionismo.Claudio F. Costa - 2011 - Princípios 18 (29):299-320.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O objetivo desse artigo é mostrar que o princípio da verificaçáo náo está táo morto quanto geralmente se acredita. Retornando à metodologia e assunções de Wittgenstein, que afinal foi quem primeiro sugeriu o princípio, respostas às principais objeções sáo sugeridas.
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  29. Descartes, entre o mundo e o homem.Claudinei Aparecido de Freitas da Silva - 2011 - Princípios 18 (29):401-405.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} DESCARTES, R. O mundo ou O tratado da luz e O homem . Trad. César A. Battisti e Marisa C. O. F. Donatelli. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2009 (Col. Multilíngues de Filosofia, Série A, Cartesiana II.
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  30. Princípios de economia política em Rawls: uma crítica ao neoliberalismo.Leno Francisco Danner - 2011 - Princípios 18 (29):117-147.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O trabalho pretende refletir sobre a concepçáo de justiça política de John Rawls, especificamente no que diz respeito à sua formulaçáo de princípios de economia política que se contraporiam de maneira direta ao liberalismo político e econômico clássicos (John Locke e Adam Smith, respectivamente), mas que também se contraporiam, e essa será a tese perseguida aqui, à posiçáo neoliberal de Hayek.
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  31. Hume e as teorias morais vulgares.Marco Antonio Oliveira de Azevedo - 2011 - Princípios 18 (29):321-338.
    Quais sáo as teorias vulgares da moralidade criticadas por Hume na famosa passagem is-ought ? Quais eram seus defensores? Neste ensaio, trato de algumas diferenças entre Hume e Hutcheson que podem iluminar algumas respostas. Hume, ao contrário de Hutcheson, combateu toda forma de separaçáo da natureza humana em componentes naturais e divinos. O conceito de simpatia cumpre uma funçáo essencial nesse aspecto. Há bons indícios de que o jovem Hume adotou no Tratado uma estratégia abertamente crítica a todas as teorias (...)
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  32.  17
    As respostas de Habermas e Rawls às objeções de tipo hegeliano à ética de Kant.Charles Feldhaus - 2011 - Princípios 18 (29):179-202.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O presente estudo pretende examinar em que medida as reformulações da ética kantiana, empreendidas por Habermas e Rawls, poderiam responder às objeções de tipo hegeliano desfechadas contra a ética de Kant. A concepçáo de justiça desenvolvida por Rawls em seu livro A Theory of Justice e reformulada em Political Liberalism tem sido alvo de críticas de pensadores das mais diversas vertentes, inclusive comunitaristas, entre as principais objeções encontram-se a de que está comprometido com (...)
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  33. A intuição na teoria do conhecimento de William Whewell.Rita Foelker & Sonia Maria Dion - 2011 - Princípios 18 (29):245-258.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 Para o filósofo inglês William Whewell, a multiplicidade de observações e o refinamento dos resultados alcançados no decorrer dos séculos, através de uma forma elaborada de indutivismo, nos permitem compreender a ciência progredindo rumo às verdades necessárias e universais, além dos limites do psicologismo e do ponto de vista particular. A intuiçáo ocupa nesse processo um papel crucial, o qual vem recebendo dos comentadores diferentes interpretações. O estatuto epistemológico da intuiçáo e em que (...)
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  34. “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”: ou sobre a (des)obediência e a razão em Hobbes.Rita Helena Sousa Ferreira Gomes - 2011 - Princípios 18 (29):99-116.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 Partindo do dito popular “manda quem pode, obedece quem tem juízo” o presente artigo tem como objetivo defender a tese de que o Estado hobbesiano sustenta-se tanto pela força quanto pela razáo. Dentro desta perspectiva, será analisada a noçáo de desobediência e, ao final, mostrar-se-á que o adágio referido só pode ser tido como verdadeiro de acordo com a filosofia política de Thomas Hobbes após feitas certas ressalvas.
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  35. Entre o dizer e o mostrar: o lugar da secção do solipsismo na estrutura argumentativa do Tractatus.Gerson Júnior - 2011 - Princípios 18 (29):259-283.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 A distinçáo entre o dizer e o mostrar ocupa um lugar central no desenvolvimento da crítica da linguagem empreendida pelo primeiro Wittgenstein. Partindo do pressuposto que o sistema de numeraçáo do Tractatus assinala (apesar de todas as controvérsias existentes) certa estrutura argumentativa do livro, o presente texto possui dois objetivos: (1) situar o grupo de proposições que versam sobre o tema do solipsismo (5.6 à 5.641) dentro dessa estrutura; e (2) mostrar que o (...)
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  36.  16
    Do bem supremo à ética do desejo: contribuições da psicanálise à discussão ética.Luiz Paulo Leitão Martins & Vinicius Anciães Darriba - 2011 - Princípios 18 (29):203-229.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 No seminário de 1959-60, o psicanalista Jacques Lacan anuncia sua decisáo de abordar ali o tema da ética da psicanálise. Para uma clara compreensáo da contribuiçáo freudiana, ele resgata, como contraponto, a referência aristotélica da Ethica Nicomachea . Nessa obra, Aristóteles está em busca de um bem mais excelente, e este corresponde à felicidade. Ele pode ser alcançado pelo uso da atividade racional aliado à prática da virtude. Se, para Lacan, a investigaçáo aristotélica (...)
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  37. Representação e autoridade política em Hobbes: justificação e sentido do poder soberano.Delmo Mattos - 2011 - Princípios 18 (29):63-98.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O objetivo desse artigo consiste em analisar as noções de representaçáo e autoridade presente no argumento contratualista de Hobbes. Essas noções sáo fundamentais para o entendimento do modo como o poder soberano age em relaçáo aos membros que o constitui. Assim, desmitifica-se a interpretaçáo no qual evidencia o Estado político proposto pelo filósofo em questáo contrário aos direitos individuais.
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  38. Direitos humanos e dignidade política da cidadania em Hannah Arendt.Iara Lucia Mellegari & Cesar Augusto Ramos - 2011 - Princípios 18 (29):149-178.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O presente artigo tem por objetivo abordar o tema dos direitos humanos e cidadania sob a perspectiva da filosofia política de Hannah Arendt. O artigo retrata, em sua primeira parte, a ilusáo fundacionista dos direitos humanos ante a situaçáo dos apátridas e refugiados, situaçáo que leva a autora a formular o conceito de cidadania como o direito a ter direitos . Na sequência, analisa os elementos que configuram sua teoria política, tais como: liberdade, (...)
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  39. Analogia humeana entre a ação moral e o movimento mecânico: uma interpretação para a relação entre as paixões e a razão.Andreh Sabino Ribeiro - 2011 - Princípios 18 (29):339-365.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O objetivo deste artigo consiste em apresentar a analogia que David Hume (1711 – 1776) estabelece entre a açáo moral e o movimento mecânico como indicativo claro de sua compreensáo acerca da relaçáo entre a razáo (direçáo) e as paixões (força) na conduta humana. Estendendo-se desde a epistemologia moral (...)
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  40. Henri Bergson e a crítica à psicologia científica.Paulo César Rodrigues - 2011 - Princípios 18 (29):231-244.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 O que se pretende examinar com este estudo é a relaçáo visivelmente polêmica que Bergson estabelece, desde seus primeiros trabalhos, com a psicologia de seu tempo. Trata-se, mais exatamente, de investigar a denúncia bergsoniana dos problemas metodológicos presentes na pesquisa científica em psicologia, em particular na psicofísica do século XIX. Ao acompanhar a argumentaçáo crítica do autor, espera-se determinar as intenções filosóficas que animaram semelhante polêmica, bem como compreender o valor teórico das formulações (...)
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  41. Descartes, entre o mundo e o homem.Claudinei Aparecido de Freitas da Silva - 2011 - Princípios 18 (29):401-405.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} DESCARTES, R. O mundo ou O tratado da luz e O homem . Trad. César A. Battisti e Marisa C. O. F. Donatelli. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2009 (Col. Multilíngues de Filosofia, Série A, Cartesiana II.
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  42. Epicuro e o tema da amizade: a philía vinculada ao érôs da tradição e ao êthos cívico da pólis.Miguel Spinelli - 2011 - Princípios 18 (29):05-35.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 Resumo : Central na chamada doutrina ética de Epicuro, o tema da amizade é neste artigo analisado sob três aspectos: a) vinculado aos princípios tradicionais (denominados de regra de ouro ) com os quais várias culturas buscaram reger as relações amistosas; b) de como Epicuro, num sentido diferente do da Academia de Platáo, levou para o Jardim a prática da philía como um teste de reconstituiçáo da pólis ; c) de como o conceito (...)
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  43. Plano de ensino 1. identificação.Márcia Valéria de Melo, Silva Rolo & I. I. Administrativo - 2011 - Princípios 2:08.
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