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  1.  1
    Retórica E crítica da linguagem em Nietzsche.Rodrigo Francisco Barbosa - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):253-278.
    O objetivo deste artigo é demonstrar como o reconhecimento de uma “virada retórica” em Nietzsche resulta em uma demarcada “tensão” que caracteriza certa ambiguidade acerca da linguagem em seu pensamento. Deste modo, no âmbito de apresentar essa mobilização em Nietzsche no interior da discussão sobre a linguagem, examinamos três aspectos fundamentais desse direcionamento àquilo que constitui uma _impossibilidade semântica_: primeiro, identificamos a chamada “virada retórica”; em segundo lugar, aprofundamos o tema a partir da análise da adesão de Nietzsche à tese (...)
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  2.  1
    Kafka, Nietzsche E duas parábolas.Henry Burnett - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):69-82.
    O artigo desenvolve uma leitura em paralelo de dois textos: um trecho de _Der tolle Mensch_ e a parábola _Ein commentar_. Não procurando realizar uma análise comparada, procura-se apontar algumas aproximações e alguns distanciamentos. Como mediadores desta tentativa de leitura, utilizamos uma carta de Walter Benjamin e os comentários de Modesto Carone sobre a parábola de Kafka.
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  3.  4
    Nietzsche, Foucault E a teoria crítica: Elementos preliminares para um debate.Ernani Chaves - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):49-68.
    Na chamada primeira geração da Teoria Crítica, a de Adorno e Horkheimer, Nietzsche, ao lado de Marx e Freud foi um interlocutor privilegiado. A crítica de Habermas, nome central da segunda geração, separou Nietzsche da Teoria Crítica, ou melhor, atribuiu a Nietzsche parte dos problemas da crítica que a primeira geração dirigiu à razão. Já a terceira geração, da qual Axel Honneth é o nome mais conhecido, volta a problematizar a relação entre Teoria Crítica e Nietzsche, por meio do pensamento (...)
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  4.  2
    Filosofia como “visão de mundo”: Sobre a crítica à metafísica no jovem Nietzsche, à Luz de sua relação com a filosofia schopenhaueriana.Wander de Paula - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):315-359.
    O presente artigo tem por pretensão central discutir alguns aspectos fundamentais da crítica de Nietzsche à metafísica, já nas suas primeiras reflexões filosóficas. Para tanto, serão mobilizados alguns de seus principais argumentos contra o estabelecimento da vontade como coisa em si no pensamento de Arthur Schopenhauer, e, por conseguinte, contra o próprio estatuto da metafísica nesta filosofia, de tal modo que se possa demonstrar as soluções encontradas pelo próprio autor a favor da possibilidade da metafísica. O artigo conta ainda, desse (...)
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  5.  1
    Nietzsche E as terapias helenistas: Estóicos E epicuristas como precursores do cristianismo.Marta Faustino - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):161-196.
    O presente artigo tem como foco a relação ambivalente de Nietzsche com os filósofos do período helenista, em particular os estóicos e os epicuristas. Mais concretamente, procuraremos determinar por que razão, apesar da extraordinária influência que estas escolas exerceram no seu pensamento, Nietzsche se lhes viria a opor tão violentamente na fase mais tardia da sua obra. Seguindo o trilho da avaliação que Nietzsche faz destes filósofos terapeutas enquanto, ele próprio, "médico da cultura", verificaremos que as principais críticas de Nietzsche (...)
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  6.  1
    Jesus como simbolista E antirrealista: Sobre a interpretação semiótica de Nietzsche n’o anticristo.André Luis Muniz Garcia - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):13-47.
    Esse artigo pretende discutir, em um primeiro momento, o sentido, para a psicologia de Nietzsche, da figura de Jesus n’_O Anticristo_. Mais precisamente, esse artigo parte de uma problematização dessa tipologia de Jesus, para, em seguida, fazer convergir essa estratégia psicológica com uma semiótica, isto é, uma análise do uso dos signos pelo tipo Jesus. Depois de contextualizar a discussão sobre o tipo Jesus como “simbolista” e “antirrealista”, mostramos como Nietzsche, estrategicamente, elabora em suas últimas obras uma efetiva confrontação simbólica (...)
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  7. Arte E filosofia: Para Uma crítica dos ideais ascéticos.Oswaldo Giacoia Jr - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):197-218.
    O objetivo deste artigo é articular o conceito de seriedade à crítica aos ideais ascéticos na filosofia madura de Nietzsche.
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  8. Nietzsche: Além-do-homem E idealidade estética.Bruno Martins Machado - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):351-359.
    Resenha do livro _Nietzsche: além-do-homem e idealidade estética_. Escrito por Roberto de Almeida Pereira de Barros..
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  9. Transvaloração E redenção na filosofia de Nietzsche.Ildenilson Meireles - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):85-106.
    Desde _O nascimento da tragédia_ Nietzsche esboça o tema da redenção numa perspectiva afirmativa, de modo especial pelo viés da arte. Dionísio aparece como a primeira figura capaz de redimir o homem do sofrimento, pois liberaria a vontade para novas configurações no interior do Devir. Mas é nos últimos escritos que uma filosofia da redenção ganha mais consistência em Nietzsche, na medida em que se articula com o tema da Transvaloração dos valores. Nosso propósito nesse artigo é destacar essa articulação (...)
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  10. O vocabulário com O qual Nietzsche debate a possibilidade da educação.Vagner Silva - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):279-314.
    Nosso objetivo aqui é apresentar o vocabulário com o qual Nietzsche debate a possibilidade da educação, analisar os vocábulos alemães utilizados pelo filósofo, e também o contexto de sua utilização, e assim detectar até que ponto o filósofo acreditava na possibilidade da educação e o que é necessário para que esta ocorra. Para tal será necessário analisar ainda, toda uma rede conceitual na qual o debate sobre a educação se enquadra no pensamento de Nietzsche, dando ênfase a duas chaves conceituais (...)
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  11. Shooting at virtue.Jaanus Sooväli - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):107-126.
    Nietzsche is known as a great and poignant critic of the Judeo-Christian virtue and morality, but the motivation and aim of his criticisms might sometimes remain unclear. For instance, in _Twilight of the Idols_, he writes: “Are we harming virtue, we immoralists? – Just as little as anarchists _harm_ princes. Princes sit securely on their thrones only after they've been shot at. Moral: _morality must be shot at_.” This saying seems to suggest that Nietzsche criticized and attacked traditional virtue and (...)
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  12. Nietzsche E o proto-perspectivismo de zur teleologie.Ricardo Bazilio Dalla Vecchia - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):219-251.
    Mediante a análise da coletânea de notas “Zur Teleologie” este artigo sugere a existência de um “proto-perspectivismo” na concepção ficcionalista de organismo formulada por Nietzsche no final da década de 1860. Nossa investigação se inicia com uma exposição da oposição entre mecanicismo e teleologia na modernidade, analisa brevemente as posições de Kant e Schopenhauer sobre ela e então as contrasta com a posição de Nietzsche.
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  13. Autogenealogia E reivindicação de objetividade moral em Nietzsche.Jorge Luiz Viesenteiner - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (2):127-159.
    O objetivo do artigo é articular os conceitos de autogenealogia e de reivindicação de objetividade moral, na medida em que exploro a fecundidade da noção de autorreferencialidade do argumento autogenealógico, e de uma concepção deflacionada de objetividade, onde o mais importante é o controle sobre o conteúdo dos juízos morais, e menos a verdade correspondencial desses juízos. Para isso, lanço mão de algumas categorias do debate contemporâneo em metaética, de modo sustentar que Nietzsche ocupa uma posição não-cognitivista, mas com algum (...)
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  14.  4
    É O idealismo de Husserl compatível com um realismo metafísico?Pedro Santos Alves - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):139-169.
    In this paper, I argue that the transcendental idealism of Husserl’s phenomenology is compatible with a metaphysical realism. I not only develop an argument regarding the consistency between both philosophical stances, but I argue that this was Husserl’s own thesis. As a consequence, I support my interpretation on a hermeneutic of some of the most important texts by Husserl himself, where he deals directly with the issue.
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  15.  1
    Giotto et Les humanistes: La découverte de la composition en peinture, 1350-1450.Leandro Neves Cardim - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):235-249.
    Review of the book Giotto Et Les Humanistes: La Découverte De La Composition En Peinture, 1350-1450 de Michael Baxandall. Tradução Maurice Brock. Paris: Seuil, 2013, pp.277.
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  16.  3
    O motivo ético do recurso à subjetividade transcendental.Marcelo Fabri - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):59-81.
    The paper aims to investigate the ethical motive which led Husserl to defend the transcendental subjectivity. The central thesis is that phenomenological attitude is more than a pure methodical and theoretical approach on human subjectivity. Husserlian’s use of the transcendental ego has a practical purpose. Considering that phenomenology always begins by the suspension of the natural attitude, the possibility of this suspension implicates a paradox: the ego must preserve his belief in reason and science in order to carry out the (...)
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  17.  4
    Heidegger E a concepção de “significação” na sua tese de habilitação: Entre Husserl E duns scotus E a grammatica speculativa.Marcos Aurélio Fernandes - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):83-109.
    This article aims to expose and comment on the theory of meaning presented by Heidegger in his "habilitation dissertation” on the Grammatica Speculativa in that time attributed to Duns Scotus. Heidegger, in his interpretation, interweaves elements of the theory of meaning present in Husserl and Duns Scotus. The doctrine of modes of meaning, of understanding and of being, of the Grammatica Speculativa, is read since an intentional phenomenological analysis. This article tries to expose this interlacement, point out the correspondences between (...)
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  18.  1
    Giorgio Agamben E a emancipação da mulher.Yara Adario Frateschi - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):213-234.
    This paper investigates whether and to what extent Giorgio Agamben's political theory offers theoretical resources to reflect on the issue of the emancipation of women in contemporary capitalist democracies. My goal is to investigate whether the Estate of Exception theory helps us to think about gender subjugation, which causes the constraint of women's participation in public life, their economic marginalization and cultural domination. I intend to suggest that this theory is internally blocked to deal with the gender issue, which is (...)
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  19.  1
    Aspectos metafísicos do idealismo em Husserl.Martina Korelc - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):111-137.
    In a present paper I argue that there is metaphysical dimension of the husserlian Idealism, for it implicates a reflection upon a Being. It is presented the relation between the thinking and the Being in Husserl’s Philosophy and the meaning of the Being that results from it; the two regions of Being are the Consciousness, held for the original dimension of Being, from which the worldly or real Being derives as the meaning constituted by the Consciousness. The transcendental Idealism is (...)
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  20. O sentido do idealismo de Husserl.Carlos Morujão - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):13-36.
    This paper addresses the meaning of Husserl’s idealism between the Ideas of 1913 and the Cartesian Meditations of 1931. In the work of 1913, the idealism stems from a distinction between consciousness and world based in a difference in the corresponding modes of giveness: consciousness gives itself absolutely and without profiles, and the world is given as an identity pole of a multiplicity of profiles. The fact that Husserl offered a second definition of his idealism in the same work proves (...)
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  21.  3
    Pré-aparência E enigma na obra de arte: Utopia E estética em Ernst Bloch E Theodor W. Adorno.Ubiratane Morais Rodrigues - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):189-212.
    This article aims to present the utopia in the aesthetic horizon of Ernst Bloch and T. W Adorno, from the dialectical approach of Principle Hope and Aesthetic Theory. We started from the origin and deployments of the concepts of Pre-appearance and Enigma and their connections to utopia. The pre-appearance notion is closely linked to daydreams which are art modelers. As art modelers, daydreams anticipate a better world which art anticipates by the Pre-appearance of the visible. In Adorno, we start from (...)
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  22. Ideal ético de humanidade: Husserl e suas lições sobre Fichte.Thiago Suman Santoro - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):171-188.
    This paper aims to provide a brief presentation of Husserl’s lectures dedicated to the philosophy of Fichte, specifically the discussion of the relationship between ethics and religion that the fichtian texts develop in its intermediate phase. The course taught by Husserl, divided into three lessons and presented in the chair of Freiburg between the years 1917 and 1918, seems to clearly show the intimate connection between Husserl proposals on an absolute foundation of ethics and the theory advocated by Fichte about (...)
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  23.  1
    A dupla implicação da epoché e sua relação com o mundo na fenomenologia de Husserl.Carlos Cortes Tourinho - 2016 - Philósophos - Revista de Filosofia 21 (1):37-58.
    This paper aims to investigate the relationship between the phenomenological epoché and the phenomenological problem of the relationship between the consciousness and the world. Initially, the article examines the first implication of the exercise of epoché : the idea of "loss of the world." Then examines the second implication of this exercise: the idea of "recovery of the world" in the transcendental consciousness. Finally, the article elucidates the specificity of phenomenological idealism of Husserl. The widespread exercise of the epoché does (...)
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