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    O querer realiza uma separação.Marcelo Fabri - 2022 - Philósophos - Revista de Filosofia 26 (2).
    Na fenomenologia de Levinas, o querer é um verdadeiro acontecimento. Ele concretiza uma separação, um existir fora da Totalidade. Sua condição básica é a vida afirmando-se como valor, e não como perseverança na tarefa de ser. Em nossa perspectiva, Levinas realiza uma interpretação ética da redução fenomenológica: a “suspensão de teses”, que para Husserl é um ato metodológico necessário e fundacional da fenomenologia, assume, em Levinas, um sentido eminentemente ético. A vontade é o acontecimento do humano como evasão em relação (...)
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  2. natureza como ser e verdade do ser na meditação de Heidegger a respeito da “phýsis” grega.Marcos Aurélio Fernandes - 2022 - Philósophos - Revista de Filosofia 26 (2).
    Resumo: este artigo pretende expor e comentar a interpretação de Heidegger a respeito da concepção grega de natureza. Procura seguir o fio condutor desta interpretação, dado a partir da remissão da “phýsis” à “alétheia”. Ele procura interpretar o dito e o pensado dos pensadores originários dos gregos, bem como de Platão e Aristóteles, desde o não pensado e o não dito da “Lichtung”, a clareira ou a aberta do Ser. Uma maior ênfase é dada à exposição a respeito da essência (...)
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  3. “O Brilhar da Natureza É Uma Parusia Superior”.Daniel Rodrigues Ramos - 2022 - Philósophos - Revista de Filosofia 26 (2).
    O artigo é uma discussão fenomenológica acerca da natureza. Fundamentada no pensamento tardio de Heidegger, ela se desenvolve em torno da superação da determinação metafísica da realidade natural enquanto presença constante. Para tanto, toma-se como guia da reflexão um verso das poesias tardias de Hölderlin, cujo aclaramento conduz ao questionamento do sentido da noção de presença e da sua referência com a ausência e, em seguida, da relação essencial entre ser e aparência. Nesta direção, mostra-se que a sublime aparição da (...)
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  4. A Din'mica de Instituição de Dimensões de Experiência Perceptiva Em Merleau-Ponty.Danilo Saretta Verissimo - 2022 - Philósophos - Revista de Filosofia 26 (2).
    Elaboramos, a partir da obra de Merleau-Ponty, uma discussão que, baseada na expressividade do esquema corporal e em seu poder de constituir hábitos sensório-motores, problematiza a potência de transformação da percepção. Orientamo-nos pelo propósito de investigar o delineamento de um ethos dos sentidos fundado na transformação dos esquemas perceptivos. Ao longo do texto, analisamos as dimensões práxicas e intencionais atreladas ao esquema corporal; abordamos o desenvolvimento constante do esquema corporal mediante a aquisição de hábitos sensório-motores; sugerimos o conceito de nível, (...)
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  5. Natureza Como "Espírito Nascente".Claudinei Aparecido de Freitas da Silva - 2022 - Philósophos - Revista de Filosofia 26 (2).
    Tendo, pois, como pano de fundo o horizonte de uma fenomenologia da natureza, o texto, a seguir, explora uma proposição emblemática enunciada por Gabriel Marcel: a ideia da “natureza como espírito nascente”. Para tanto, a fim de melhor compreender o sentido e alcance dessa tese, a exposição se divide em duas partes correlatas: a primeira, retrospectivamente negativa, reconstitui a crítica marceliana ao naturalismo e ao idealismo vistos como dois gestos concêntricos à medida que não atribuem qualquer estatuto ou significação à (...)
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  6. A Matematização da Física E Demais Ciências da Natureza.Maria Aparecida Viggiani Bicudo - 2022 - Philósophos - Revista de Filosofia 26 (2).
    Neste artigo, foca-se o específico na obra de Euclides e mostra-se como essa característica imprime um método de trabalho que se torna invariante na lógica da ciência do mundo ocidental mediante a intermediação de Galileu. Para tanto, são apresentadas: as características do pensar pré-categorial e a mudança de visão das figuras empíricas quase exatas para as figuras-limite idealizadas; a matematização da natureza; a perda de sentido do mundo implícita à lógica do formular; a aritmitização da Geometria e a respectiva perda (...)
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