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  1. Platón: Del Modelo Del Cosmos Al Modelo de la Pólis.Francisco Bravo - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:40-58.
    Este texto analisa o conceito de modelo sob aspectos diversos: epistemológicos, ontológicos, éticos e cosmológicos. Em particular, estudam-se as relações entre os diálogos República, Timeu e Filebo e os paradigmas utilizados para chegar-se a às consequências pretendidas na reflexão de Platão e sua teoria das formas.
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  2. La «matière» et la «nécessité» dans le Timée de Platon.Luc Brisson - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:1-17.
    C’est dans le Timée de Platon que trouve son origine ce que nous appelons «matière», terme qui traduit ce qu’Aristote a nommé húle, et dont il convient de préciser qu’il s’agit de la «matière première». Comme l’hypothèse de la «matière première» est destinée à résoudre un problème métaphysique, celui du substrat du changement physique, on comprend bien pourquoi la science moderne s’est désintéressée de la question, considérant que, si l’on accepte le principe suivant lequel «rien ne naît ni ne périt, (...)
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  3. A “Matéria” E A “Necessidade” No Timeu De Platão.Luc Brisson - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:18-30.
    É no Timeu de Platão encontra sua origem o que nomeamos «matéria», termo que traduz o que Aristóteles nomeou húle, e é conveniente precisar que se trata da «matéria primeira». Como a hipótese da «matéria primeira» é destinada a resolver um problema metafísico, o do substrato da mudança física, compreende-se bem por que a ciência moderna se desinteresou da questão, considerando que, se aceitamos o princípio segundo o qual «nada nasce nem perece, pois tudo se transforma», é suficiente descrever e (...)
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  4. Protágoras E Heráclito No Crátilo Platônico.Luisa Buarque - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:157-164.
    Os comentários a respeito do Crátilo platônico costumam concordar que, em tal diálogo, Platão possui adversários implícitos, cujos pensamentos pretende refutar quando põe em cena Sócrates a dialogar com os jovens Crátilo e Hermógenes. Este artigo pretende dar uma pequena contribuição para tal debate, mostrando em que medida e por que razões Protágoras e Heráclito podem ser vistos como candidatos ao posto de adversários platônicos no referido contexto.
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  5. Alma, Formas E Senso-Percepção, No Fédon, de Platão.Hugo de Araújo - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:170-182.
    O presente texto é uma análise do argumento da anamnese no Fédon de Platão. Parte-se do princípio de que o argumento tem sua sustentação pela prova da existência das Formas e da alma antes do nascimento, como também da participação da senso-percepção nesse processo. Havendo as Formas inteligíveis, a alma é instância reguladora das experiências cognitivas que garantem a recordação, com base 1) no contato da alma com as Formas antes do nascimento; 2) no contato com a realidade sensível, a (...)
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  6. La ciudad realizable de Platón: el uso racional de las creencias y de la imaginación en la política.Étienne Helmer - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:139-156.
    Las ciudades perfectas de Platón en la República y las Leyes han sido a menudo criticadas como utopías, es decir, como ciudades inalcanzables. Mi argumento es que dicha “lectura utópica” está equivocada. Las mejores ciudades de Platón no pueden comprenderse como utopías, ni en el sentido literario de la palabra ni como proyectos teóricos de reformación política; deben verse como paradigmas de ciudades realizables. En términos generales, la conclusión de mi argumento es que según Platón, la imaginación y las creencias (...)
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  7. Nietzsche, intérprete de Dionisos.Ricardo Lolas - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:90-109.
    El presente artículo indaga en la concepción de la Naturaleza de la filosofía de Friedrich Nietzsche a la luz del horizonte griego; horizonte que se sintetiza a la luz del dios griego Dionisos y del dios Apolo. Para esto nos encontramos con una renovada visión de la Naturaleza a la luz de Estado griego, que Platón desarrolla en su obra; tal concepción se sintetiza con la idea de cuerpo.
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  8. Los Avatares de la Σωφροσύνη y Su Superación En la Escatología Del Fedro.Luiz López - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:59-89.
    A noção de sophrosyne, que em termos gerais sempre remete à de moderação encontra em Platão aspectos ligados à vida moral, às aretai. O amplo significado do termo que em Homero designa desde modo de vida a práticas comportamentais, passando pela obediência, práticas sociais, observância da lei, noções psíquicas de tranquilidade e quietude encontra nos diálogos platônicos uma coerência intelectiva relacionada ao conhecimento, à virtude, à ordem político-social. O que é possível ver nos diálogos platônicos, e especialmente no Fedro, é (...)
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  9. Dos concepciones de justicia política: Platon y Rawls.Enrique Mickle - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:125-138.
    En este trabajo se examinan las concepciones de justicia elaboradas por Platón y Rawls, entendidas por ambos autores como una condición esencial de una sociedad bien ordenada y estable en el tiempo. El análisis está centrado en las ideas de sociedad, de ciudadano y, por último, de la concepción de justicia propuesta como fundamento de la estabilidad política.
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  10. Acerca da relação do discurso de Alcibíades com os outros discursos do Banquete platônico.Friedrich Nietzsche & Ernani Chaves - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:183-186.
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  11. En torno al establecimiento de la pólis: de la justicia a la amistad.Mauricio Rosas - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:110-124.
    Platón y Aristóteles filosofan cuando la vida griega llega a su fin y por esa razón Hannah Arendt le da el nombre de “una sociedad políticamente decadente”, atravesada por un espíritu agonal. Queremos hacernos cargo de la manera de entender cómo se lleva a cabo el surgimiento de la pólis a partir de esta doble lectura que realizan estos filósofos griegos que viven la decadencia de la pólis, que tuvieron una larga convivencia y de la cual el discípulo tuvo que (...)
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  12. Distinguindo Persuasão E Retórica No Górgias de Platão.Claudiano dos Santos - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:165-169.
    A filosofia se desenvolveu durante uma época na qual a habilidade de persuadir era considerada fundamental para quem quisesse ter sucesso na pólis - daí o prestígio da Retórica entre os atenienses. Platão, porém, no diálogo Górgias critica essa atividade. Mas ao criticá-la não condena a persuasão, elemento fundamental para o ensino.
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  13. Interpretación de la idea aristotélica de ciencia y de su relación con la dialéctica platónica según Gadamer.Mirko Škarica - 2012 - Hypnos. Revista Do Centro de Estudos da Antiguidade 28:31-39.
    Mi exposición sobre la interpretación de la idea aristotélica de ciencia y de su relación con la dialéctica platónica según Gadamer se sustenta en la obra de éste titulada Platos dialektische Ethik. Según Gadamer la filosofía platónica, aparte de ser una sabiduría ética, es la dialéctica misma, por la concepción misma que de ella tiene, como un esfuerzo constante para alcanzar la sabiduría, más que una posesión acabada de ésta, y por el modo con que pretende alcanzarla. El diálogo de (...)
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