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    Memory from a pragmatic point of view: intersections of Merleau-Ponty and Francisco Varela.Arthur Araujo - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):203-230.
    Tendo como fundo uma concepção pragmática de memória como fazer sem representar, o artigo explora a interseção entre Merleau-Ponty e Varela na qual a noção de condição corporal assume uma função distintiva. A ideia é que a memória depende da condição corporal como um todo e, por consequência, nada tem a ver com representação. O objetivo do artigo pode ser resumido nos seguintes termos: para um organismo, pragmaticamente, é vital saber como fazer coisas com suas memórias mais do que torná-las (...)
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  2. A Condição Polissêmica da Cognição Judicial.Júlio César D’Oliveira - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):260-272.
    O ‘rito de ofício’ a ser aplicado pelos julgadores possui propriedades eficazes para prevenir soluções alheias à realidade dos casos apresentados nos tribunais, afastando eventuais derrames imaginativos aos quais todos estamos sujeitos. Some-se a isso que a virtude da temperança é vertiginosamente deixada de lado e sem ela a Justiça não se realizará jamais. Estes alertas apontam para o cuidado que se deve ter durante a análise dos casos, banindo as vertentes de significações alienadas que corrompem a convicção do interpretante. (...)
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  3. Metaphysical Grounds of Universal Semiosis.Nicholas L. Guardiano - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):231-245.
    Na história da filosofia americana, há um filão de pensamento sobre os signos na natureza. Animais, insetos, árvores, flores, o clima, paisagens e a noite estrelada são todos encontrados expressivos de diversos significados. Além disso, esses fenômenos naturais são considerados por pensadores, como Ralph Waldo Emerson e Charles S. Peirce, como dotados de um caráter representativo no seu núcleo ontológico. A minha apresentação baseia-se nesta tradição, explorando a semiose da natureza em toda a sua extensão e no que diz respeito (...)
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  4. Habitus E Seu Aspecto Semiótico.Raquel Ponte - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):273-284.
    Pierre Bourdieu, inspirado pelos estudos de Panofsky, delineou o conceito de habitus para tratar da relação entre indivíduo e sociedade. Para ele, habitus tem um papel mediador: é criado a partir da internalização das estruturas sociais em que um sujeito se encontra e prepara a ação futura desse indivíduo na sociedade. O objetivo deste artigo é apresentar habitus como um signo, sob a ótica da filosofia de Charles Sanders Peirce, e a relação entre indivíduo e sociedade como um processo semiótico (...)
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    As Diferenças Entre Os Pensamentos de Peirce E Russell Sobre Filosofia, Matemática E Lógica.Lucas Antonio Saran - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):285-299.
    O objetivo deste trabalho consistirá em, sob um determinado recorte, expor e comparar os pensamentos de Charles Sanders Peirce e Bertrand Russell. Far-se-á uma comparação entre as concepções de Peirce e Russell sobre filosofia, matemática e lógica. Essa exposição comparativa terá o objetivo de mostrar e ressaltar as diferenças dos dois autores estudados. Tendo-se em vista esse objetivo, o presente trabalho será dividido em duas seções: na primeira seção, tratar-se-á exclusivamente de Peirce, e será feita uma breve exposição de suas (...)
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  6. Sub Specie Aeternitatis.Frank Thomas Sautter - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):300-306.
    A formalização de noções pré-teóricas não é uma ciência, mas uma arte. Isso se evidencia quando temos de decidir o que é indispensável e o que é prescindível na passagem do intuitivo para o formal. Exemplifico esse tipo de dificuldade com a formalização de uma noção intuitiva de coleção finita de objetos. A observância de maior fidelidade à noção pré-teórica, mesmo que desnecessária da perspectiva formal, resultou em duas novas definições de conjunto finito.
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  7. Naturalismo Ou Viver Com Os Próprios Recursos.Guilherme Gräf Schüler & Rogério Passos Severo - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):350-361.
    O naturalismo sustenta que não há acesso mais elevado à verdade do que por meio de hipóteses empiricamente testáveis. No entanto, não repudia hipóteses intestáveis. Elas preenchem os interstícios de teorias e conduzem a novas hipóteses que são testáveis.Uma hipótese é testada deduzindo-se, dela e da base [background] de uma teoria aceita, algum categórico observacional que não se segue da base apenas. Esse categórico, um enunciado condicional generalizado composto de duas frases observacionais, admite, por sua vez, um teste experimental primitivo.As (...)
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  8.  2
    What Epistemologists Talk About When They Talk About Reflection.Waldomiro J. Silva Filho & Giovanni Rolla - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):307-320.
    Na filosofia analítica contemporânea, enquanto alguns epistemólogos afirmam que a reflexão – entendida como autoexame crítico das crenças – é uma condição necessária para a atribuição de estados epistêmicos valiosos, outros rejeitam essa afirmação e sustentam que os filósofos tendem a superestimar o valor da reflexão em seus relatos de fenômenos epistemológicos. Neste ensaio, apresentamos um breve panorama desse debate e indicamos os elementos que constituem o desacordo entre epistemólogos. Nosso diagnóstico é que, a despeito do radical desacordo, essas posições (...)
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  9.  1
    A distinção entre abdução e inferência da melhor explicação: a abordagem de Daniel Campos.Marcos Rodrigues da Silva & Gabriel Chiarotti Sardi - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):321-334.
    Este artigo pretende oferecer uma apresentação e análise do artigo “On the distinction between Peirce’s abduction and Lipton’s Inference to the best explanation”, de Daniel Campos. Apresentamos uma reconstrução da argumentação de Campos a favor da distinção entre abdução e inferência da melhor explicação, enfatizando a interpretação de Campos sobre inferência da melhor explicação na perspectiva de Peter Lipton. Em contraposição a Campos, que defende uma distinção parcial entre abdução e a inferência da melhor explicação, neste artigo sugerimos uma distinção (...)
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  10. The Highly Semic Processes of Asemic Writing.Steven Skaggs - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):335-349.
    Utilizando a chamada “escrita assêmica” como ponto de partida, este artigo examina três questões relativas à ação semiótica encontrada na caligrafia e tipografia gráficas. Primeiro, examina a fenomenologia experimentada no momento em que um texto ilegível de repente é reconhecido e lido em palavras. Em seguida, voltando-se à noção de Peirce de uma distinção tipo/token, o artigo argumenta que a escrita não-verbal ou quase-verbal mostra que os dois tipos de relações tipo/token acontecem simultaneamente quando lemos um texto, apesar de Peirce (...)
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  11. Completude de Uma Lógica Antiga.Tomás Troster, Pedro Alonso Amaral Falcão & Constança Barahona - 2021 - Cognitio: Revista de Filosofia 21 (2):362-370.
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