Abstract
O objeto dessa investigação é o status sistemático da ideia transcendental como “focus imaginarius” na Crítica da razão pura de Kant. Tentar-se-á mostrar que a teoria da auto-referência do eu fracassa, se for pensada na forma de uma objetivação do eu como objeto. Nesse sentido, a ideia regulativa marca o ponto central de um equívoco tanto da razão especulativa como da prática, como também das consequências resultantes dessa objetivação nos níveis epistemológico, psicológico e da teoria da ação.
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DOI 10.15448/1984-6746.2004.2.34566
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