Fragmentos — os ventos, os amigos, a estrada

Childhood and Philosophy 8 (15):221-232 (2012)

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Abstract
A estrada promove, por toda parte, encontros: superficiais, firmes, dançarinos, crianceiros, potentes, belos, tristes. A amizade é o afecto, o laço, o mecanismo que captura as relações de forças e exige que o pensamento se faça exercer, ao mesmo tempo que distende o corpo amigo. É em meio às diversas partilhas, desconfianças e enfrentamentos que uma amizade incita os amigos a experimentarem modos de pensamento e maneiras de viver que lhes aumentem a potência de agir, de ser, de viver e de pensar. A amizade desafia o pensamento a pensar o impensado. A amizade é um traço vivo do pensamento, não uma invenção dos pretendentes da sabedoria — antes, condição para pensar
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