Abstract
O artigo apresenta uma análise do significado da definição de eternidade proposta por Espinosa na primeira parte da Ética , com o intuito de defender a legitimidade da aplicação unívoca dessa noção a Deus e aos modos. Para tal, o artigo procura mostrar como a formulação dessa definição autoriza uma distinção entre o que é eterno em virtude de sua própria essência e o que é eterno em virtude de sua causa eterna, e que essa distinção, por sua vez, não remete a dois tipos distintos de eternidade, mas antes a duas causas ou razões distintas para a atribuição de um só e mesmo tipo de eternidade a coisas distintas. Para esclarecer esse ponto crucial, o artigo se baseia no exame da articulação existente entre o conceito de eternidade e o de existência necessária, procurando evidenciar como a teoria da eternidade ganha inteligibilidade à luz de sua articulação com o necessitarismo defendido por Espinosa
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