Kriterion: Journal of Philosophy 61 (145):173-194 (2020)

Abstract
RESUMO Duas versões contemporâneas do contextualismo radical em filosofia da linguagem, uma defendida por François Recanati e outra por Charles Travis, centram sua crítica à distinção tradicional entre semântica e pragmática na categoria de dito, tal como descrita por Paul Grice. Ambas as versões se contrapõem à ideia de que o que é dito é determinado plenamente pelo significado convencional da sentença proferida acrescido da fixação do valor de elementos indexicais. Ambas sustentam, a partir desta crítica, que uma enunciação não necessariamente expressa um conteúdo proposicional associado ao significado literal da sentença. Neste artigo, busco mostrar que a partilha desta tese negativa geral esconde divergências importantes. Centrando minha análise na reformulação feita por Recanati da categoria de what is said, busco mostrar como ela se organiza a partir da preservação e radicalização de princípios essenciais da pragmática griceana, bem como da ideia de que elementos subsentencias possuem um conteúdo proposicional mínimo atrelado à sua significação. Em seguida, busco apontar como a negação total da pragmática griceana e deste mínimo proposicional por Travis não apenas revela uma divergência profunda em relação a Recanati, mas gera problemas para a tentativa de reestruturação da noção de what is said. ABSTRACT François Recanati and Charles Travis have questioned the traditional distinction between semantics and pragmatics by criticizing Grice’s notion of what is said. They are both opposed to the idea that what is said can be read in terms of the conventional meaning of the uttered sentence. Both authors share the thesis according to which what is said does not necessarily put forward a propositional content equivalent to the literal meaning of the uttered sentence. My objective in this paper is to point out important differences between these two positions that are sometimes referred to indistinctively as Radical Contextualism. The paper is centered on the analysis of Recanati’s amendment of the notion of what is said. I first show how his reconstruction of this notion is motivated by the preservation of Grice’s attempt to explain communication in terms of the intention of the speaker. I then proceed to point out how his contextualism admits the idea of a minimal propositional content attached to the meaning of subsentential components. I conclude by arguing that Travis’ rejection of Grice’s whole framework goes against Recanati’s attempt to amend Grice’s notion of what is said.
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