La Estética como Filosofía Especulativa: Mimesis, Estructura y Forma del Arte Moderno en la "Teoría Estética" de Adorno

Revista Portuguesa de Filosofia 67 (3):593 - 617 (2011)

Abstract
O artigo tenta sistematizar a Teoria Estética de Theodor Adorno, através do conceito de mimesis. A partir deste conceito central, Adorno vai reformular radicalmente a compreensão da estrutura e forma da arte moderna, abordando posteriormente conceitos mais de abstraçāo social, construçāo, tecnologia e relações de produçāo, como imanentes à arte moderna em si e, ao mesmo tempo, como as obras de arte negam esses conceitos que sāo produtos da modernizacāo capitalista. Assim, a arte para Adorno é por excelència uma entidade especulativa no sentido de Hegel, isto é, ela afirma uma identidade e uma falta de identidade entre si e a sociedade. Primeiro, o artigo irá abordar o conceito de mimesis e suas implicaçôes estéticas e teológicas, bem como o conceito de sublime como um princípio estruturante modernista. Segundo, a peça debruçar-se-á sobre a série de oposições dialéticas da Teoria Estética entre a experiência estética e linguagem, expressão e construçāo, comunicação e expressão. Finalmente, o artigo termina com o conceito de mimesis como um conceito radicalizado da razāo que se aproxima do que Hegel teorizou como a especulação e o especulativo, isto é, como uma unidade de opostos e como uma simultânea identidade e falta de identidade, afirmaçāo e negaçāo. Apesar da resistência de Adorno e da sua ambiguidade em relaçāo a Hegel, a Teoria Estética é uma filosofia especulativa da arte. The article attempts to systematize Theodor Adornos Aesthetic Theory through the concept of mimesis. From this core concept, Adorno will radically reformulate the understanding of modern art's structure and form by addressing further concepts of social abstraction, construction, technology, and relations of production as immanent to modern art itself and at the same time how artworks deny and negate these concepts that are products of capitalist modernization. Hence, art for Adorno is a speculative entity par excellence in the sense of Hegel, that is, it affirms an identity and a lack of identity between itself and society. First, the article will address the concept of mimesis and its aesthetic and theological implications, as well as the concept of the sublime as a modernist structuring principle. Second, the piece will turn to the series of dialectical oppositions of Aesthetic Theory between aesthetic experience and language, expression and construction, communication and expression. Finally, the article ends with the concept of mimesis as a radicalized concept of reason that is close to what Hegel theorized as speculation and the speculative, that is, as a unity of opposites and as a simultaneous identity and lack of identity, affirmation and negation. Despite Adornos resistance and ambiguity towards Hegel, the Aesthetic Theory is a speculative philosophy of art
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