Results for 'Solidão.'

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  1. A solidão do legislador.Newton Bignotto - forthcoming - Kriterion: Journal of Philosophy.
  2.  20
    Heidegger e a solidão da filosofia.Paulo Alexandre Lima - 2013 - Revista Filosófica de Coimbra 22 (44):433-472.
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  3.  4
    O Delírio da Solidão Sobre O Assassínio E o Fracasso Original.Ricardo Timm De Souza - 1999 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 44 (2):375.
    Neste artigo, o autor intenta caracterizarde que fonna o fato de um assassinato real seconstitui em um fracasso definitivo em doisdiferentes sentidos: no que tange à impossibilidadedo assassino de romper a autocompreensãode sua solidão no sentido de uma relação éticacom outrem, e noque diz respeito ao fato de que o assassino nãoconsegue anular aquilo que se propõe: a alteridadedo outro propriamente dita.
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  4.  4
    Cézanne:a solidão da arte.Gonzalo Armijos Palacios - 1999 - Philósophos - Revista de Filosofia 4 (1):25-38.
    Este artigo tem reflexões que tratam da criatividade na arte e na filosofia.A questão de fundo é a dos valores que as tradições artística e filosófica querem impor às novas gerações de artistas e filósofos.
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  5. Entre o espetáculo e a solidão: as transformações da intimidade.Ilana Feldman - 2010 - Logos: Comuniação e Univerisdade 16 (1):122-124.
    Resenha do livro: O show do eu – a intimidade como espetáculo, de Paula Sibilia. (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008).
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  6.  27
    Pressupostos éticos da educação da solidão.Samuel Mendonça - 2011 - Filosofia E Educação 3 (1):p - 159.
    Este artigo discute os pressupostos éticos da educação da solidão, compreendida como educação aristocrática ou educação do solitário. Abordase alguns pressupostos da ética aristocrática em Heráclito, a partir de diversos comentadores, com o intento de evidenciar que a noção de ética aristocrática encontra amparo na vivência do filósofo obscuro, além de tratar da questão do ó, no sentido de explicitar que a vida aristocrática não diz respeito a qualquer vida, mas à vida desperta. Em seguida, aborda-se a educação aristocrática como (...)
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  7.  31
    Nietzsche e o Heráclito que Ri: Solidão, Alegria Trágica e Devir Inocente.Jelson Roberto de Oliveira - 2010 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3):217-235.
    We are discussing the interpretation of Nietzsche about Heraclitus as the most Greek and anti-Platonic of the pre-Platonic philosophers, from the statement of opposites in the agonic game of becoming. Representative of an attitude originally Hellenistic, Heraclitus is interpreted as a true philosopher, as he intuitively captured the flow of becoming as a process of internalization of knowledge, translated by an investigation of himself. Accordingly, the Nietzschean interpretation goes against the tradition that had described Heraclitus as tearful and dark and (...)
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  8. A política em Cem anos de solidão: Um ensaio sobre a democracia da américa latina no século XX.Morton Luiz Faria de Medeiros - 2014 - Revista Fides 5 (2).
    A POLÍTICA EM CEM ANOS DE SOLIDÃO: UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRACIA DA AMÉRICA LATINA NO SÉCULO XX.
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  9.  13
    Nietzsche eo heráclito que ri: Solidão, alegria trágica E devir inocente.Jelson Roberto de Oliveira - 2010 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3):217-235.
    Analisa-se a interpretação de Nietzsche a respeito de Heráclito como o mais grego e antiplatônico dos filósofos pré-platônicos, a partir da afirmação dos opostos no jogo agônico do devir. Representante de uma atitude originariamente helênica, Heráclito é interpretado como um filósofo verídico, na medida em que captou intuitivamente o fluxo do devir a partir de um processo de interiorização do conhecimento, traduzido por uma investigação de si mesmo. Nessa perspectiva, a interpretação nietzschiana se contrapõe à tradição que descreveu Heráclito como (...)
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  10. A concepção de subjtividade em Lèvinas: da solidão da hipóstase ao encontro com a alteridade.Jacqueline de Oliveira Moreira & S. J. Moro - 2010 - Educação E Filosofia 24 (47):55-72.
    Introdução a Levinas a partir da discussão sobre a problemática da subjetividade.
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  11.  16
    Aspectos de uma interpretação não redutiva da vida em Heidegger: a hermenêutica da natureza e o fenômeno da vida/ Aspects of a non-reductive interpretation of life in Heidegger: the hermeneutic of nature and the phenomenon of life.André Luiz Ramalho Silveira - 2014 - Natureza Humana 16 (2).
    Resumo: Este artigo mostra a abordagem hermenêutica realizada por Martin Heidegger dos conceitos de natureza e vida a partir da ontologia fundamental. Em Ser e Tempo, Heidegger elabora as condições hermenêuticas para que se possa apreender ontologicamente a vida através do que ele chama de interpretação privativa da vida. O desenvolvimento sistemático do sentido de ser da vida é apresentado por Heidegger na preleção Os conceitos fundamentais da metafísica : mundo, finitude, solidão, de 1929/1930. Nela, para apresentar o fenômeno da (...)
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  12.  5
    A Pedagogia Crítica segundo Nietzsche.Anderson Luiz Tedesco & Jordan Vilar - 2020 - Conjectura: Filosofia E Educação 25:187-206.
    A reflexão tem como objetivo identificar aspectos de um pensamento educacional no conjunto das obras, em Nietzsche, como uma perspectiva de autotransformação. Defende a tese de que a perspectiva educacional do filósofo é crítica e se apresenta como uma antieducação, na medida em que se contrapõe ao modelo educativo tradicional. Tendo como procedimento metodológico a pesquisa bibliográfica, recorreu-se à seleção de textos e obras que abordaram a temática da Educação nas três fases do pensamento de Nietzsche. Na primeira fase, consideram-se (...)
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  13.  10
    A soberania da reta razão.João Batista Valverde - 2002 - Philósophos - Revista de Filosofia 7 (1).
    Este artigo tenta mostrar que as paixões naturais não dão conta, por si sós, da passagem da natureza ao Estado, por mais que o medo seja importante no começo da sociedade. A soberania da reta-razão em Hobbes parece ser necessária à criação do Estado civil. A razão natural, mediante as leis de natureza, apenas proíbe a um homem destruir sua vida ou privar-se dos meios necessários para preservá-la. Só uma razão geométrica, reta, que calcula segundo regras razoáveis, pode operar a (...)
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  14.  10
    Can There Be a Psychoanalytical Science Without a Metaphysical Meta-Psychology?Leopoldo Fulgencio - 2013 - Scientiae Studia 11 (3):491-510.
    Neste artigo pretendo explicitar dois sentidos básicos dados ao termo "metapsicologia" na história da psicanálise: como teoria sobre o desenvolvimento psicoafetivo do ser humano, que considera as determinações inconscientes, e como um conjunto de conceitos auxiliares, que servem como uma superestrutura especulativa teórica da psicanálise. Depois, procurarei mostrar porque é possível afirmar que Winnicott tanto rejeitou como refundou a teoria metapsicológica psicanalítica. Com tal tipo de análise, pode-se esclarecer em que sentido Winnicott usa conceitos abstratos (tais como "necessidade de ser", (...)
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  15.  32
    Um caminho através do sofrimento. O livro de jó. Ludger Schwienhorst-schönberger. São Paulo: Paulinas, 2011. Isbn: 9788535629170. [REVIEW]Me Sergio Alejandro Ribaric - 2012 - Revista de Teologia 6 (10):p. 95-96.
    O comentário de Ludger apresenta uma originalidade: descortina o caminho de Jó, versículo a versículo, como o caminho da contemplação. Nas aflições a que é sujeito, Jó somente lentamente vai se conscientizando da extensão de sua miséria - e cai em profunda solidão e abandono da parte de Deus. No entanto, todos esses contratempos, no início, vão conduzindo Jó por um caminho inesperado.
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  16. Má-Fé: Uma Alternativa Diante Do Niilismo.Joedson de Santana Oliveira - 2014 - Griot : Revista de Filosofia 9 (1):46-54.
    Esse trabalho, seguindo o itinerário da obra central de Sartre mostrará que sendo o para-si, ou a consciência, sempre intencional, ou posicional, resulta-se que ela é reflexo do mundo sem ser nada do mundo, ou seja, a consciência é vazia de conteúdo, portanto é nada. É no ato interrogativo que a consciência dirige sobre si mesma que ela revela-se como sendo nada ou “cheia” de nada, estamos situados pelo niilismo, contudo, trata-se não de um niilismo externo como colocara Nietzsche, mas (...)
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  17. O Eu E a Existência Em Pascal.Ivonil Parraz - 2007 - Princípios 14 (22):167-178.
    O "eu penso" solitário de Descartes é fonte inspiradora para Pascal. Mantendo-o em sua solidáo, o autor ressalta a dificuldade de, pela razáo, estabelecer algum vínculo entre Deus e o homem. As cesuras entre o eu e Deus, resulta, em Pascal, na impossibilidade de estabelecer objetivamente a existência do eu no tempo. Nosso objetivo neste artigo é sublinhar tais questões.
     
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