Results for 'A. O. Rorty'

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  1.  26
    Review Article I: AristotleEthos: Aristotele E Il determinismoThe Fabric of Character: Aristotle's Theory of VirtueThe Chain of Change: A Study of Aristotle's Physics viiTragic Pleasures: Aristotle on Plot and EmotionEssays on Aristotle's Poetics. [REVIEW]Christopher Rowe, P. L. Donini, N. Sherman, R. Wardy, E. S. Belfiore, A. O. Rorty & Aristotle - 1994 - Journal of Hellenic Studies 114:170-174.
  2.  23
    O princípio responsabilidade, a esperança em Ernest Bloch E o orgulho nacional: Uma simétrica oposição entre a heurística do medo em Hans Jonas E a esperança social em Richard Rorty.Lenise Moura Fé Almeida - 2014 - Cadernos Do Pet Filosofia 5 (10):12-19.
    O presente trabalho tem como objetivo desenvolver uma comparação direta entre a ética da futurologia jonasiana e o neopragmatismo rortyano no que diz respeito ao tema da esperança na prática política. Este tema foi amplamente discutido por Ernest Bloch que propõe um princípio esperança capaz de ser o impulso basilar para que o homem transcenda o presente em direção ao futuro. Por sua vez, Richard Rorty aborda este tema enquanto esperança social, que diz respeito à manutenção do orgulho nacional (...)
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  3.  12
    O historicismo de Rorty: um perigo para a civilização oriental?Jézio Hernani Bomfim Gutierre - 2000 - Cognitio: Revista de Filosofia 1:19-29.
    Resumo: Rorty tem sido por vezes caracterizado como o mais carbonário e destrutivo dos pensadores americanos. Este retrato parece ser confirmado por sua adoção de um historicismo radical que poderia ser entendido como equivalente ao abandono de toda forma de racionalismo. Nestes termos, não surpreendentemente, passa a ser um perfeito exemplar daquilo que expoentes da velha guarda epistemológica qualificam escandalizadamente como "perigos para a Civilização Ocidental".Neste contexto, a tarefa premente que se coloca é a de se aniquilar a verdadeira (...)
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  4.  10
    O Foucault de Richard Rorty.Thiago Costa Santos Carrilho Siqueira - 2013 - Cadernos Do Pet Filosofia 4 (8):84-89.
    Este trabalho procura apresentar uma visão geral da perspectiva do Filósofo Richard Rorty acerca do Pensamento Foucaultiano, principalmente seu posicionamento em relação à autonomia privada e a posição dos seres humanos em relação às determinações imperativas da sociedades nas quais se incluem.: This paper tries to present a general view of the perspective of the philosopher Richard Rorty towards Michel Foucault’s thoughts, most of all his positioning about the private autonomy and the human position in front of the (...)
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  5.  28
    O que há de real e de irreal com o realismo: Searle versus Rorty.Paulo Ghiraldelli Júnior - 1999 - Trans/Form/Ação 21 (1):119-129.
    O texto fala a respeito do debate entre Searle e Rorty sobre “irracionalismo” de Rorty. Ele tenta mostrar que a posição de Rorty está fora do campo “realismo versus anti-realismo” e o “irracionalismo” não é um bom adjetivo. Searle estaria sobre uma linha incorreta em sua abordagem do tema da verdade em Rorty.
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  6.  10
    ¿Realismo o Pragmatismo? El debate Rorty vs Taylor sobre las implicaciones de la superación de la Epistemología.Daniel Kalpokas - 2001 - Tópicos: Revista de Filosofía 20:59-106.
    Este artículo analiza la discusión entre Taylor y Rorty sobre los resultados de la superación de la epistemología. Primeramente, este artículo resume la crítica de Taylor a Rorty. En segundo lugar, considera la respuesta rortyana a Taylor y sus propios argumentos contra el realismo de Taylor. Los desacuerdos principales entre Rorty y Taylor son los siguientes: 1) Rorty dice que el pragmatismo supera la epistemología, mientras que Taylor dice que el realismo no-comprometido es el que supera (...)
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  7. Contingenza o validità universale? Rorty e Apel sul progresso morale.Boris Rähme & Valentina Chizzola - 2011 - Annali di Studi Religiosi 12:171-183.
    This paper examines two contemporary answers to the question of whether moral values and norms are apt for rational criticism and justification: Richard Rorty’s radically contextualist approach—which is centered around the notion of contingency and is characterized by a dismissal of all claims to philosophical justification—and Karl-Otto Apel’s transcendental-pragmatic version of discourse ethics—which encompasses highly ambitious claims to justification and universal validity. Contrasting the key theses of Rorty’s contextualism with those of Apel’s universalist discourse ethics and reconstructing their (...)
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  8. Rorty: el giro narrativo de la ética o la filosofía como género literario.Adolfo Vásquez Rocca - 2005 - A Parte Rei 42:12.
    Se revisará e intentará fundamentar la tesis de Rorty según la cual no hay ni jerarquía ni diferencia radical entre las disciplinas o géneros discursivos, tanto en las así llamadas humanidades como en las ciencias positivas. Unas y otras componen un todo de continuidad. Todo ello es 'juego de lenguaje' o prácticas sociales variadas y diversamente relacionadas. Asimismo, se analizará el giro narrativo de la ética descrito por Rorty, entendido éste como la descripción ya no de formulaciones abstractas, (...)
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  9.  7
    O antirrepresentacionismo em Richard Rorty um debate filosofico.Jaciara Ribeiro da Silva Cardoso - 2019 - Cadernos Do Pet Filosofia 9 (18):45-63.
    Este presente trabalho tem como objetivo principal analisar a crítica de Richard Rorty à filosofia representacionista, buscando apresentar uma resposta de Rorty ao representacionismo. Rorty se opõe as ideias tradicionais em filosofia, oriundas de uma tradição mentalista, descritas por meio dos conceitos de “essência”, “natureza” e “fundamento”. Ao contrário deste vocabulário, ele apresenta a ideia de antirrepresentacionismo, etnocentrismo e liberalismo. Nesse sentido, o projeto tomará por base a obra clássica de Rorty: A filosofia e o espelho (...)
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  10. Entre liberalismo y filosofía. Entrevista a Richard Rorty.Joaquín Fortantet - 2005 - Astrolabio: Revista Internacional de Filosofía:1.
    Richard Rorty es una de las grandes figuras del pensamiento que todavía permanece en activo. Su intento de conjugar autores como Derrida, Foucault, Wittgenstein o Heidegger con la democracia liberal, su particular propuesta ética y su definición de intelectual ironista se han convertido en algunas de las propuestas más sugerentes que ha producido la actualidad filosófica. Su obra ha dado pie a numerosos debates e investigaciones en el seno de nuestro Seminario de Filosofía Política. Por ello aprovechamos la ocasión (...)
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  11. Nietzsche, Sócrates e o pragmatismo.Richard Rorty - 1998 - Cadernos Nietzsche 4:07-16.
    Nietzsche’s views of truth and knowledge are often trought to be incompatible with political liberalism. But these views are pretty much the same as those of William James and John Dewey, who were right to see no such incompatibility. The pragmatists, like Nietzsche, wanted to drop the congnitivism which has dominated western intellectual life since Plato, but, unlike Nietzsche, they wished to do so in the interests of an egalitarian society rather than in the interests of a defiant and lonely (...)
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  12.  13
    Pragmatism According to Rorty: A Disaster Area.John O. Nelson - 1995 - Journal of Philosophical Research 20:349-366.
    The limited objectives of this paper are to show that A), what seem to be merely superficial incoherencies in Rorty’s preferred pragmatism [according to which, “the only constraints on inquiry are conversational ones”] really are not but B), along with every assertion of Rorty’s defining his system and its consequences, belie an intrinsic incoherency resulting from that system’s intended conflation of “correspondence truth” and “pragmatic truth.” Then C), I shall argue that should we ask of a philosophy that (...)
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  13.  11
    Konstruktywistyczny szacunek do nauki. O podejściu Richarda Rorty’ego i Bruno Latoura.Tomasz Szymon Markiewka - 2020 - Diametros 17 (63):56-68.
    Celem artykułu jest odpowiedź na pytanie: jak można być konstruktywistą, a jednocześnie traktować naukę jako jedno z najważniejszych osiągnięć współczesnych społeczeństw? Jako że konstruktywizm jest bogatym nurtem, mającym wiele odmian, autor skupia się tylko na jego dwóch przedstawicielach – Richardzie Rortym i Bruno Latourze. Stara się dowieść, że z połączenia wybranych aspektów ich stanowisk można zbudować spójną odpowiedź na zadane pytanie. Choć Rorty i Latour odrzucają realistyczną wizję nauki, to jednocześnie przekonują, że nauka jest skutecznym sposobem na radzenie sobie (...)
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  14.  7
    A crítica de Rorty à teoria do conhecimento como essência especular.Jaciara Ribeiro da Silva Cardoso & Edna Maria Magalhães do Nascimento - 2019 - Cadernos Do Pet Filosofia 9 (18):12-44.
    O presente trabalho investiga a crítica de Rorty à teoria do conhecimento como essência especular. Considerando a ideia presente na tradição filosófica de que o conhecimento verdadeiro é aquele que representa fidedignamente a realidade, Rorty se insurge contra esta posição, argumentado que, o pensamento representacionista se ergueu a partir da crença de que é possível construir descrições do mundo que espelhem sua própria natureza, ou seja, descrições que representem de maneira fidedigna realidade, que é objeto do conhecimento e (...)
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  15.  16
    El Kant de Rorty, o la mayoría de edad de la epistemología.José María Filgueiras - 2008 - Ideas Y Valores 57 (138):93-117.
    Este artículo muestra las líneas generales de la lectura rortiana de Kant, centrada en su papel como máximo representante de la conversión de la filosofía en epistemología, así como algunas críticas a dicha lectura.
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  16.  17
    Pragmatism According to Rorty.John O. Nelson - 1995 - Journal of Philosophical Research 20:349-366.
    The limited objectives of this paper are to show that A), what seem to be merely superficial incoherencies in Rorty’s preferred pragmatism [according to which, “the only constraints on inquiry are conversational ones”] really are not but B), along with every assertion of Rorty’s defining his system and its consequences, belie an intrinsic incoherency resulting from that system’s intended conflation of “correspondence truth” and “pragmatic truth.” Then C), I shall argue that should we ask of a philosophy that (...)
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  17.  80
    Elogio a la herejía: el ateísmo radical de Rorty.Eduardo Mendieta - 2008 - Ideas Y Valores 57 (138):17-28.
    Rorty se debe estudiar, no especialmente por la fidelidad de sus narraciones de la historiografía filosófica, o por la corrección de sus lecturas, sino principalmente porque, como los grandes pensadores de la filosofía occidental, él nos ha ofrecido una gran meta-narrativa. Rorty fue un meta-filósof..
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  18.  24
    ¿Superación de la epistemología o final de la filosofía?: La crisis de la filosofía en Richard Rorty.Daniel Kalpokas - 1999 - Revista de Filosofía (Madrid) 22 (2):255-286.
    order to defend Putnam’s conceptual pluralism. Finally, the paper defends the compatibility between conceptual pluralism and the idea of convergence in a final opinion. Consequently, I conclude that objectivity depends on the particular vocabularies employed. This paper examines the concept of objectivity as a point of view without perspective. This sense of objectivity is present (among others) in Williams’ works (particularly in its notion of absolute conception of reality). The structure of the paper is the following: first, Williams’ physicalist program (...)
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  19.  25
    Rumo a uma Filosofia da Religião em tom Pós-metafísico. Diálogos com Habermas e Rorty (Towards a philosophy of religion in a post-metaphysical tone. Dialogue with Habermas and Rorty) - DOI: DOI – 10.5752/P.2175-5841.2010v8n16p12. [REVIEW]Julio Paulo Tavares Zabatiero - 2010 - Horizonte 8 (16):12-32.
    Este artigo consiste em um diálogo com textos de Jürgen Habermas e Richard Rorty referentes ao tema da religião e seu lugar na sociedade contemporânea. Em vista do tom dialogal, as citações desses autores são relativamente numerosas, a fim de que as suas vozes sobressaiam no texto. O objetivo do diálogo é extrair pistas para a construção de uma filosofia da religião em tom pós-metafísico, ou não fundacional. Não é um texto exaustivo, mas sugestivo. Não se propõe a tecer (...)
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  20.  76
    Wilfrid Sellars: Naturalism with a Normative Turn.James O'Shea - 2007 - Polity.
    The work of the American philosopher Wilfrid Sellars continues to have a significant impact on the contemporary philosophical scene. His writings have influenced major thinkers such as Rorty, McDowell, Brandom, and Dennett, and many of Sellars basic conceptions, such as the logical space of reasons, the myth of the given, and the manifest and scientific images, have become standard philosophical terms. Often, however, recent uses of these terms do not reflect the richness or the true sense of Sellars original (...)
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  21. Uma Avaliação Preliminar Do Diálogo Entre O Pragmatismo de Richard Rorty Eo Feminismo de Nancy Fraser/a Previous Assessment of Dialogue Between Richard Rorty's Pragmatism and Nancy Fraser's Feminism.Nayara Barros - 2012 - Cadernos Do Pet Filosofia 3 (5):64-72.
    O presente trabalho pretende resgatar o debate entre Richard Rorty e Nancy Fraser, ocorrido no início da década de 1990, especificamente a partir do texto Feminismo e Pragmatismo apresentado na Tanner Lectures on Human Value. Nesta conferência o filósofo discorreu sobre a possibilidade de conciliação entre o seu pragmatismo e o feminismo. Rorty aborda o feminismo enquanto autocriação da mulher através da “redescrição” mediante a manifestação poética, onde o filósofo encara as feministas como criadoras do novo. Em seguida, (...)
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  22. Pragmatism as Transition: Historicity and Hope in James, Dewey, and Rorty.David O'Hara - 2011 - The Pluralist 6 (2):70-74.
    This book is an extended and provocative exercise in describing pragmatism’s past and in attempting to chart a course for its future. This description is not merely a history of philosophy or paean to American thought. It is rather a re-description that draws attention to a neglected and potentially fruitful theme in pragmatism, one that Koopman has termed “transitionalism” for its focus on historicity and temporality. One of the enduring features of pragmatism is its commitment to the revisability of truth (...)
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  23.  4
    Czy kultura literacka zastąpiła kulturę filozoficzną? O poglądach Richarda Rorty’ego.Tomasz Markiewka - 2014 - Studia Z Historii Filozofii 4 (4):157-175.
    Celem artykułu jest omówienie roli filozofii we współczesnych społeczeństwach zachodnich. Autor nie zgadza się z tezą Richarda Rorty’ego, według której filozofia jest bezużyteczna, jeśli chodzi o współczesne problemy społeczno-polityczne. Amerykański filozof twierdzi, że jeśli ktoś jest antyesencjalistą, to nie powinien oczekiwać od filozofii żadnego porządku w sprawach publicznych. Autor artykułu stara się dowieść, że można zaakceptować antyesencjalizm i antyfundacjonalizm Rorty’ego, a jednocześnie odrzucić jego poglądy na rolę filozofii.
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  24.  11
    El giro pragmático de Rorty.Jürgen Habermas - 1997 - Isegoría 17:5-36.
    El artículo examina la concepción neopragmatista desde la cual Rorty defiende una concepción antirrcalista del conocimiento. A fin de evaluar si es correcta la radicalización del «signo lingüístico) emprendida por el autor estadounidense, se compara la problemática contextualista con la duda epistemológica del escéptico moderno y se analiza el problema -tradicionalrnente ligado a las concepciones de la verdad como coherencia que subyacen a los planteamientos contextualistas-> de cómo distinguir la verdad de la aceptabilidad racional. Ante esta cuestión las opiniones (...)
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  25.  1
    Rorty y los problemas de una ética pragmática.Rafael Gómez Pardo - 2016 - Cuadernos de Filosofía Latinoamericana 26 (93):52-70.
    Este ensayo expone las ideas fundamentales de la ética pragmática de Rorty, partiendode su crítica de la verdad como representación y la propuesta de la solidaridad en unsentido moral. El autor intenta sentar las bases de una crítica a la ética pragmática yestablece la necesidad de volver a plantear el tema de la persona -desde un cristianismomás “actualizado”- y se formula el problema de la esencia de lo pragmático al interiorde una metafísica que, fundándose un referente simbólico o analógico, (...)
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  26.  4
    La filosofía de Rorty y el «espejo» de la retórica.José A. Marín-Casanova - 2014 - Pensamiento 70 (262):149-176.
    La atención en la obra rortiana a la retórica como tal es mínima, por no decir nula. No hay en Rorty una Filosofía de la Retórica en el sentido objetivo del genitivo. Sin embargo, al romper explícitamente «el espejo de la naturaleza», Rorty está rompiendo implícitamente aquello que posibilitaba el divorcio entre la filosofía y la retórica. De hecho, el propósito de este ensayo es explicitar ese implícito presentando la filosofía rortiana como una Filosofía de la Retórica en (...)
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  27.  16
    Rorty Vs. Popper, or “Conversation” Vs. “Argumentation”.Henrique Jales Ribeiro - 2018 - Revista Filosófica de Coimbra 27 (54):257-276.
    Neste artigo, as filosofias de Rorty e de Popper são comparadas na perspetiva das suas implicações sociais, culturais e políticas. O autor foca‑se em dois conceitos nucleares: conversação e argumentação. Ele argumenta que o contexto histórico e filosófico dessas filosofias é basicamente o mesmo: a problemática das consequências do holismo, no que diz respeito à teoria da significação, para o estatuto da própria filosofia – uma problemática como aquela que Quine, Kuhn, e Popper estabeleceram desde os anos sessenta do (...)
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  28.  10
    Rorty: pragmatismo, ironismo liberal y solidaridad.Adolfo Vásquez Rocca - 2005 - Polis 11.
    El presente ensayo se ocupa de una de las obras capitales de Rorty –Contingencia, ironía y solidaridad– en la que es posible encontrar las claves de su pensamiento ético y político. El sujeto de Rorty es “el ironista”, los ciudadanos de su sociedad liberal son quienes perciben la contingencia de su lenguaje de deliberación moral, aquella serie de palabras que le permiten justificar sus acciones, creencias y vida. Estas son las palabras con las que narramos prospectiva o retrospectivamente (...)
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  29.  33
    (Re)descrevendo Foucault: Com Rorty, contra Rorty.Felipe Quintão de Almeida & Alexandre Fernandez Vaz - 2011 - Trans/Form/Ação 34 (2):193-214.
    O artigo propõe uma interlocução entre o filósofo francês Michel Foucault e o filósofo norte-americano Richard Rorty. Apresenta a descrição que Rorty realizou do colega francês. Analisa essa leitura e oferece, a partir do próprio Foucault, uma interpretação alternativa, que aponta para algumas imprecisões cometidas por Rorty, em sua interpretação. Conclui com um comentário sobre a conversação proposta.
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  30.  9
    Considerações sobre a crítica de Rorty a Foucault.Thiago Rêgo Alves - 2014 - Cadernos Do Pet Filosofia 5 (10):62-71.
    O presente trabalho discute a crítica realizada pelo filósofo Richard Rorty ao também filósofo Michel Foucault, e tem como objetivo elucidar em quais aspectos a crítica de Rorty seria ou não adequada a este último. Richard Rorty ficou conhecido pelas árduas análises que fez à filosofia tradicional, preocupada em representar o mundo e sua complexidade e desinteressada em resolver os problemas humanos, e a determinados filósofos do século XX, notavelmente Heidegger e Foucault, interessados menos em apresentar soluções (...)
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  31. Analitična filozofija in filozofija preobrazbe Analytical Philosophy and Transformative Philosophy.Richard Rorty - unknown - Phainomena 53.
    Pogosto se govori o »krizi« na humanističnih oddelkih ameriških univerz. Vendar imajo ljudje, ki to govorijo, v mislih prekomerno politično korektnost, ki jo še lahko zasledimo na ameriških oddelkih za književnost. Oddelki za filozofijo v Združenih državah so imeli svojo zadnjo krizo v štiridesetih in petdesetih – v obdobju, ko je analitična filozofija dovršila svoj prevzem. Od takrat se ni zgodil noben dramatičen generacijski preobrat, razen nenadnega vznika feministične filozofije kot novega področja specilizacije v sedemdesetih letih. Posledice radikalizma so sicer (...)
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  32.  30
    Niklas Luhmann E Richard Rorty: Contingências E Inconsistências.Edilene Maria Carvalho Leal - 2015 - Trans/Form/Ação 38 (1):103-132.
    Rorty enfrentou as contingências do mundo contemporâneo apostando no partilhamento da “retórica das democracias liberais”, como a mais aceita e mais adequada em uma sociedade caracterizada pelo fim das metanarrativas e das condutas de moral absoluta. Mas essa aposta resvala claramente num pragmatismo moral mal disfarçado. Luhmann, ao contrário, levou até o fim a preocupação, abandonada por Rorty, de elaborar uma teoria antimetafísica e despida de um projeto normativo para a sociedade contemporânea. Sua teoria dos sistemas enfrenta as (...)
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  33.  9
    Interpretação Radical: Davidson E Rorty.Manuel Sumares - 1992 - Revista Portuguesa de Filosofia 48 (3):371 - 378.
    O que acontece quando uma teoria da interpretação se inspira em Wittgenstein em vez do pensamento kantiano nas raízes da neo-hermenêutica e exemplificado por Ricoeur? Davidson retrabalha a noção de "tradução radical" de Quine ao transformá-la em "interpretação radical" e Rorty estende a ideia à actividade interpretativa em geral. A postura filosófica que permite estas passagens é fundamentalmente a de Wittgenstein na segunda fase do seu pensamento. /// Qu'est-ce qui se passe quand une théorie de I'interprétation a, en tant (...)
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  34. Una tercera vía: el antirrelativismo de Vattimo, Feyerabend y Rorty.Miguel Angel Quintana Paz - 1999 - Laguna:193-204.
    En los debates actuales sobre ética y filosofía política, a menudo se acusa a autores de tradiciones tan distintas como Gianni Vattimo, Paul K. Feyerabend y Richard Rorty de pecar de un mismo vicio: el relativismo en su idea de lo que es la racionalidad (tanto epistémica como moral). Nuestra tesis en este escrito es doble: en primer lugar, defendemos que ninguno de ellos es (ni se considera) relativista; sino que, bien al contrario, su pensamiento podría considerarse como un (...)
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  35.  22
    ‘Conceptual Thinking and Nonconceptual Content: A Sellarsian Divide’.James R. O'Shea - 2010 - In James R. O'Shea & Eric Rubenstein (eds.), Self, Language, and World: Problems from Kant, Sellars, and Rosenberg. Ridgeview Publishing Company.
    Central to Sellars’ account of human cognition was a clear distinction, expressed in varying terminology in his different works, “between conceptual and nonconceptual representations.” Those who have come to be known as ‘left-wing Sellarsians’, such as Richard Rorty, Robert Brandom, and John McDowell, have tended to reject Sellars’ appeals to nonconceptual sensory representations. So-called ‘right-wing Sellarsians’ such as Ruth Millikan and Jay Rosenberg, on the other hand, have embraced and developed aspects of Sellars’ account, in particular the central underlying (...)
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  36.  37
    Philosophy, Social Hope and Democratic Criticism: Critical Theory for a Global Age.Shane O' Neill - 2008 - Critical Horizons 9 (1):60-76.
    The attempt to connect philosophy and social hope has been one of the key distinguishing features of critical theory as a tradition of enquiry. This connection has been questioned forcefully from the perspective of a post-philosophical pragmatism, as articulated by Rorty. In this article I consider two strategies that have been adopted by critical theorists in seeking to reject Affection Rorty's suggestion that we should abandon the attempt to ground social hope in philosophical reason. We consider argumentative strategies (...)
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  37.  2
    Philosophy, Social Hope and Democratic Criticism: Critical Theory for a Global Age.Shane O' Neill - 2008 - Critical Horizons 9 (1):60.
    The attempt to connect philosophy and social hope has been one of the key distinguishing features of critical theory as a tradition of enquiry. This connection has been questioned forcefully from the perspective of a post-philosophical pragmatism, as articulated by Rorty. In this article I consider two strategies that have been adopted by critical theorists in seeking to reject Rorty's suggestion that we should abandon the attempt to ground social hope in philosophical reason. We consider argumentative strategies of (...)
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  38.  2
    Utopia E Anti-Utopia Liberal: Aspectos Do Projecto Ético-Político de Richard Rorty.Artur E. Galvão - 2003 - Revista Portuguesa de Filosofia 59 (1):185 - 200.
    O presente artigo examina o projecto ético-politico de Richard Rorty nas suas vertentes teórica (enquanto projecto ideal de sociedade - a democracia liberal) e prática (enquanto tentativa de efectivação dessa Utopia). Porém, uma análise atenta permite concluir que ele redunda no seguinte paradoxo: por um lado, Rorty argumenta que a democracia liberal é o 'melhor regime político', mas, por outro, admite que ele não é realizável na prática. O autor do artigo vai mais longe: se fosse realizável, tornar-se-ia (...)
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  39.  26
    Mystics and Pragmatics in the Non-Philosophy of François Laruelle: Lessons for Rorty's Metaphilosophizing.Manuel Sumares - 1997 - Revista Portuguesa de Filosofia 53 (1):27 - 38.
    Richard Rorty's recreation of pragmatism is a piece with his long and persistent practice of metaphilosophizing The author of this essay proposes that something can be learned about the limits of Rorty's enterprise by comparing it with François Laruelle's transcendental approach to metaphilosophy, which coincides to a considerable degree with what Laruelle calls "non-philosophy". Particular use of Laruelle's notions of "mystics" and "pragmatics" is made to bring out not only the lessons they might provide to Rorty's metaphilosophizing, (...)
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  40.  10
    What There is of Real and Unreal in Realism: Searle Versus Rorty.Paulo Ghiraldelli Júnior - 1999 - Trans/Form/Ação 21 (1):119-129.
    The article talks about debate between Searle and Rorty on a "irrationalism" of Rorty. The text tries to show that the Rorty's position is out of the field "Realism versus Anti Realism" and the "irracionalism" is not a good adjective. Searle would be on a incorrect line in his account of the Rorty's theme of truth.O texto fala a respeito do debate entre Searle e Rorty sobre "irracionalismo" de Rorty. Ele tenta mostrar que a (...)
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  41.  36
    O Direito como uma prática artística, literária e conversacional.Pedro Proscurcin Junior - 2014 - Redescrições 5 (3):07-48.
    The article investigates the use of the term “Law” in Richard Rorty and suggests an alternative use of the word. Although Rorty’s anti-foundationalism and antirepresentationalism are well known specially in relation to the metaphysical grounds of the human sciences, I argue that he would employ the term “law” in important rhetorical contexts. The text proposes to identify some aspects of the Rortyan Approach to “law” and, at the same time, focuses on the environment and the professional activity of (...)
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  42.  69
    ‘Psychological Nominalism’ and the Given, From Abstract Entities to Animal Minds.James O'Shea - 2017 - In In: Patrick J. Reider, ed., Wilfrid Sellars, Idealism and Realism: Understanding Psychological Nominalism (London and New York: Bloomsbury), 2017: pp. 19–39. London: pp. 19-39.
    ABSTRACT: Sellars formulated his thesis of 'psychological nominalism' in two very different ways: (1) most famously as the thesis that 'all awareness of sorts…is a linguistic affair', but also (2) as a certain thesis about the 'psychology of the higher processes'. The latter thesis denies the standard view that relations to abstract entities are required in order to explain human thought and intentionality, and asserts to the contrary that all such mental phenomena can in principle ‘be accounted for causally' without (...)
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  43.  39
    Constructivism All the Way Down – Can O’Neill Succeed Where Rawls Failed?Kerstin Budde - 2009 - Contemporary Political Theory 8 (2):199-223.
    While universalist theories have come under increasing attack from relativist and post-modern critics, such as Walzer, MacIntyre and Rorty, Kantian constructivism can be seen as a saviour of universalist ethics. Kantian constructivists accept the criticism that past universalist theories were foundational and philosophically comprehensive and thus contestable, but dispute that universalist principles are unattainable. The question then arises if Kantian constructivism can deliver a non-foundational justification of universal principles. Rawls, the first Kantian constructivist, has seemingly retreated from the universalist (...)
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  44.  11
    O semantyce Donalda Davidsona. Uwagi interpretacyjne i krytyczne.Roman P. Godlewski - 2005 - Roczniki Filozoficzne 53 (2):2-44.
    The article is concerned with D. Davidson\'s semantic views. The aim of the article is to explain some misunderstandings that have arisen in the course of reception of these views. The author tries to prove that according to Davidson semantic properties and relations do not come under classical definitions, but under contextual ones, like in L. Wittgenstein\'s semantics. Hence the interpretation presented by J. Kmita is incorrect, whereas that by R. Rorty is right. Causal explanation of semantics is out (...)
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  45.  21
    The Limits of Liberalism: Pragmatism, Democracy and Capitalism.Mike O’Connor - 2008 - Contemporary Pragmatism 5 (2):81-108.
    Liberalism sanctions both democracy and capitalism, but incorporating the two into a coherent intellectual system presents difficulties. The anti-foundational pragmatism of Richard Rorty offers a way to describe and defend a meaningful democratic capitalism while avoiding the problems that come from the more traditional liberal justification. Additionally, Rorty's rejection of the search for extra-human grounding of social and political arrangements suggests that democracy is entitled to a philosophical support that capitalism is not. A viable democratic capitalism therefore justifies (...)
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  46.  23
    Etički ideal demokracije. O filozofiji demokratskoga odgoja Johna Deweya.Pavo Barišić - 2010 - Synthesis Philosophica 25 (1):37-56.
    U članku je riječ o bitnim obilježjima i modelu demokratskoga odgoja u Deweyevu djelu. Polazno je pitanje: što za suvremenu deliberativnu demokraciju znači Deweyev koncept odgoja i obrazovanja. Može li se njegov etički ideal čovječnosti primijeniti kao filozofski temelj za vrednovanje i opravdanje demokratske prakse? Je li Dewey potkopao i razorio temelje liberalizma, kako je tvrdio Richard Rorty? Ili njegova obnova filozofije zapravo tek vraća u život liberalizam i otvara nove putove demokraciji? Najnoviji val recepcije Deweyeve filozofije sve dubljim (...)
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  47.  29
    Constructivism All the Way Down – Can O’Neill Succeed Where Rawls Failed?Kerstin Budde - 2009 - Contemporary Political Theory 8 (2):199.
    While universalist theories have come under increasing attack from relativist and post-modern critics, such as Walzer, MacIntyre and Rorty, Kantian constructivism can be seen as a saviour of universalist ethics. Kantian constructivists accept the criticism that past universalist theories were foundational and philosophically comprehensive and thus contestable, but dispute that universalist principles are unattainable. The question then arises if Kantian constructivism can deliver a non-foundational justification of universal principles. Rawls, the first Kantian constructivist, has seemingly retreated from the universalist (...)
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  48. Justice as a Larger Loyalty + Discussion Following Rorty's Lecture.Richard Rorty - 1997 - Ethical Perspectives 4 (3):139-151.
    Let me begin by asking you to consider some thought experiments. Suppose that you are being pursued by the police and you go to your family home and ask them to hide you. You would expect that they would do so. It would be abnormal if they did not. Consider again the reverse situation. You know that one of your parents or one of your children is guilty of a sordid crime and nonetheless he or she asks for your protection, (...)
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  49.  7
    Lovejoy, A. O. Schopenhauer as an Evolutionist.A. O. Lovejoy - 1911 - Kant-Studien 16 (1-3).
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  50.  14
    Books Briefly Noted.Teresa Iglesias, Maire O'Neill, Victor E. Taylor, Thomas Docherty, Pauline Hyde, Joseph S. O'Leary, Vasilis Politis & Mark Dooley - 1995 - International Journal of Philosophical Studies 3 (2):383 – 392.
    Bioethics in a Liberal Societ By Max Charlesworth, Cambridge University Press, 1993. Pp. 172. ISBN 0?521?44952?9. £9.95 pbk. The Logical Universe: The Real Universe By Noel Curran Avebury, 1994. Pp. 158. ISBN 1?85628?863?3. £32.50. Beyond Postmodern Politics: Lyotard, Rorty, Foucault By Honi Fern Haber Routledge, 1994. Pp.viii + 160. ISBN 0?415?90823?X. $15.95. Baudrillard's Bestiary: Baudrillard and Culture By Mike Gane Routledge, 1991, Pp. 184. ISBN 0?415?06307?8. £10.99 pbk. Truth, Fiction and Literature: A Philosophical Perspective By Peter Lamarque and Stein (...)
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