Results for 'Imaginação'

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  1. Imaginação.Fiora Salis - 2014 - Compêndio Em Linha de Problemas de Filosofia Analítica.
    Nesta entrada irei apresentar uma nova taxonomia sistemática das nossas capacidades imaginativas, coerente com os tratamentos convencionais em ciência cognitiva, filosofia da mente e estética. Em particular, irei distinguir entre a imaginação não-proposicional e a imaginação proposicional, o que inclui ainda outras subvariedades, como a imaginação objectual, a imagética, a imaginação experiencial, a suposição, o faz-de-conta e outras.
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  2.  4
    Imagem E Imaginação Na Ética: Por Uma Teoria Dinâmica da Imaginação Em Espinosa.Giorgio Gonçalves Ferreira - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:125-149.
    O artigo discute as noções de imagem e imaginação na Ética de Espinosa. A análise iniciará elencando passagens nas quais Espinosa se refere às imagens como afecções do corpo e às imaginações como afecções da mente. Em um segundo momento, o texto se encaminhará para EII P17 cor., a partir do qual será analisada a geração das imagens. Nesse momento, será posto em evidência o fato de que é o movimento — e não o vestígio — aquilo que constitui (...)
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  3.  2
    Imagens da Política E Política Das Imagens: Duas Tópicas Sobre Hobbes E a Imaginação.Fran de Oliveira Alavina - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:169-192.
    A primeira parte do trabalho faz uma breve passagem por Maquiavel para mostrar que a defesa de certo “realismo” na constituição da filosofia política não exclui a imaginação. A defesa da _verdade efetiva das coisas_ contra as _repúblicas imaginadas_ tem como efeito a afirmação de que na política não se pode operar sem imagens: quer o político, quer o pensador da política não devem desconsiderar a imaginação. Daí um olhar atento sobre aquilo que é próprio da imaginação: (...)
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  4.  2
    A Imaginação No Diálogo Entre Leibniz E Sophie Charlotte.Tessa Moura Lacerda - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:77-97.
    A imaginação é um sentido interno que reúne as impressões dos sentidos externos, afirma Leibniz em uma carta à rainha Sophie Charlotte. Esta é uma das únicas definições da imaginação formulada explicitamente por Leibniz. Não temos as cartas escritas por SophieCharlotte, o que é uma marca do silenciamento imposto às mulheres ao longo de séculos, por isso propomos um exercício de imaginação para reconstituir a importância desse diálogo. Outras raras ocorrências do termo “imaginação” em textos de (...)
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  5.  12
    Anti-Intuicionismo E Antifundacionismo: O Papel da Imaginação Na Epistemologia de Pascal.Dalila Pinheiro da Silva - 2019 - Cadernos Espinosanos 40:135-163.
    Em Pascal, por meio da crítica à razão discursiva que estava à sua época em vias de consagração, está em curso a defesa de uma concepção alargada da racionalidade, que procura estendê-la a partir de uma perspectiva anti-intuicionista e antifundacionista radical para dimensões da realidade que o arranjo epistemológico gestado pela filosofia cartesiana quer deixar de fora. A hipótese que gostaríamos de discutir é a de que essa subversão se dá pela desestabilização desse arranjo por meio da descrição que Pascal (...)
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  6.  1
    Filosofia E Imaginação No Sonho, de Kepler, E Nos Diálogos Sobre a Pluralidade Dos Mundos, de Fontenelle.Rodrigo Brandão - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:99-123.
    O presente artigo pretende analisar os usos da imaginação em duas narrativas astronômicas do século xvii: o Sonho, de Kepler, e os Diálogos sobre a pluralidade dos mundos, de Fontenelle. Com isso, pretende-se mostrar, por um lado, como ambos concebem a imaginação positivamente e dentro de um quadro de crítica à superstição, guardadas as diferenças de cosmologia; de outro, procura-se apresentar o uso singular que cada um faz da imaginação: Kepler e sua exigência de uma nova concepção (...)
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  7.  1
    O Papel da Imaginação Na Filosofia Política de Hobbes.Clóvis Brondani - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:193-213.
    Este trabalho tem como objetivo tratar do papel da imaginação na filosofia política de Hobbes. Argumentamos que a reflexão de Hobbes sobre a imaginação conduz à distinção fundamental para sua filosofia política entre prudência e razão. A instituição da soberania consiste justamente na superação da dimensão da prudência através da razão. Assim, a filosofia política de Hobbes envolve a substituição de uma esfera de relações de poder, o plano da imaginação, por uma esfera de relações de direito (...)
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  8.  18
    As lendas e a imaginação simbólica: uma metodologia para a sala de aula (The legends and symbolic imagination: a methodology for the classroom). DOI: 10.5752/P.2175-5841.2012v10n26p538. [REVIEW]Eunice Simões Lins Gomes, Pierre Normando Gomes-da-Silva & Claudiana Soares da Costa - 2012 - Horizonte 10 (26):538-551.
    Entendemos que nenhuma sociedade constrói o presente e alicerça o futuro sem compreender sua cultura e sem conhecer o significado de sua história. O objetivo deste artigo consiste em apresentar uma metodologia aplicada na sala de aula das primeiras séries do ensino fundamental, cujo propósito foi despertar a imaginação simbólica dos alunos através do uso das lendas presentes nos livros didáticos do ensino religioso ministradas pelos docentes. Os temas estudados têm como base teórica a fenomenologia da religião, a antropologia (...)
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  9.  15
    "Homo pictor: imaginação, ritual e aprendizado mimético no mundo globalizado", de Christoph Wulf - uma leitura a partir das Ciências da Religião.Helmut Renders - 2014 - Horizonte 12 (34):613-619.
    Resenha do livro WULF, Christoph. Homo pictor : imaginação, ritual e aprendizado mimético no mundo globalizado: São Paulo: Hedra, 2013. ISBN: 978-85-7715-304-6. A resenha explora a contribuição dessa obra da área dos estudos antropológicos para o estudo das linguagens da religião, pela sua exploração das relações entre o ver e a imaginação, a imaginação e a memesis , e a imaginação os ritos e os gestos. Conclui-se que as perspectivas propostas pode ser aplicadas nos estudos da (...)
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  10.  15
    Imaginação Poética, Imaginação Científica.Giles-Gaston Granger - 1998 - Discurso 29:7-14.
    Entendendo por "imaginação" a criação de objetos no interior de um sistema simbólico, este artigo pretende sublinhar a identidade profunda entre criação poética e criação científica, mostrando ao mesmo tempo em que consistem as diferenças determinantes entre ambas.
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  11.  5
    O jogo livre da imaginação é compatível com a dedução kantiana das categorias?Hélio Lopes da Silva - 2015 - Studia Kantiana 18:182-205.
    Pretendemos neste artigo examinar a aparente incompatibilidade entre a concepção, exposta na terceira Crítica kantiana, do jogo livre ou harmonia entre as faculdades da Imaginação e do Entendimento e a Dedução Transcendental das Categorias da primeira das Críticas kantianas, na medida em que a primeira parece afirmar que a Imaginação pode apreender “sem conceitos” um objeto intuído, ao passo que a última parece submeter todas estas apreensões à posse a priori de um conceito. De modo a realizar este (...)
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  12. Sobre a imaginação: de Sartre a Merleau-Ponty.Silvana de Souza Ramos - 2013 - Revista de Filosofia Moderna E Contemporânea 1 (2):28-49.
    O artigo investiga o modo pelo qual Merleau-Ponty compreende a experiência do imaginário ao longo de sua obra. Buscamos analisar dois momentos decisivos. No primeiro, enfatizamos a proximidade com a filosofia de Sartre – a despeito das diferenças que os separam, por conta da centralidade do corpo próprio na Fenomenologia da Percepção –, a qual nos convida a pensar a imaginação enquanto exercício da liberdade da consciência. Num segundo momento, Merleau-Ponty se dá conta do idealismo inerente à proposta sartreana (...)
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  13. Amor Próprio E Imaginação Em Pascal.Luís César Oliva - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:59-75.
    O objetivo deste artigo é examinar a concepção pascaliana de imaginação, na sua articulação necessária com a noção de amor próprio. Derivada da teologia agostiana, a noção de amor próprio se identifca com a noção de orgulho e é uma das três concupiscências fundamentais que regem o homem decaído quando este não tem o auxílio da graça. Pascal vai mais longe que Agostinho e faz desta paixão o traço defnidor do homem decaído, conduzindo-o na sua relação tirânica com os (...)
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  14. A Produção da Ordem Comum da Natureza Através da Imaginação.Juarez Lopes Rodrigues - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:237-252.
    Espinosa distingue duas ordens de conhecimento: uma ordem concebida pelo intelecto, isto é, a __ordem necessária da natureza__ e uma outra ordem, concebida pela imaginação, isto é, a __ordem comum da natureza__, na qual habitam o contingente e o possível. Entretanto, a __ordem comum__ não é apenas uma privação de conhecimento, mas também realidade para o modo finito. Pelo fato de não podermos excluir a existência da __ordem comum__, este trabalho tenta compreender como podemos conciliá-la com a __ordem necessária__. (...)
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  15. A Potência da Imaginação.Ravena Olinda Teixeira - 2020 - Cadernos Espinosanos 42:215-236.
    Quando lemos as Meditações Metafísicas de Descartes percebemos que o filósofo parece não confiar na imaginação, porque ela obtém suas informações pelos sentidos do corpo e os sentidos por vezes são enganadores, produzindo percepções obscuras e confusas. Esse posicionamento de Descartes sobre a imaginação é compartilhado por vários filósofos modernos. A influência cartesiana na formação do pensamento espinosano é incontestável, por isso somos quase de imediato induzidos a procurar semelhanças e pontos em comum entre ambos. Todavia, é preciso (...)
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  16. Veritas in fabula ou imaginação e poesia do mundo em Descartes.Paulo Alexandre E. Castro - 2013 - In Centro de Filosofia Universidade de Lisboa (ed.), Poética da Razão. Centro de Filosifia da Univ.Lisboa. pp. 503-516.
    The role of imagination in Descartes. The critic of Sartre to the concept of image in Descartes.
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  17.  22
    Imaginação E loucura: Os diálogos de Rousseau.Jacira Freitas - 2012 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 21:193-206.
    O texto aqui apresentado se constrói na intersecção de duas vertentes de interpretação da filosofia de Rousseau: por um lado, aquelas que privilegiam o aspecto moral do pensamento do genebrino; e, por outro lado, as leituras concentradas nos aspectos autobiográficos de sua obra.
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  18.  16
    Imaginação e Feitiço: Metamorfoses da Ilusão.Olgária Chaim Feres Matos - 1998 - Discurso 29:239-251.
    Este artigo procura mostrar a maneira pela qual a retórica das imagens intervém no campo da produção das "ideologias", ampliando o conceito de "fetichismo da mercadoria" com a análise espinosana da superstição no plano da Ciência, da História, da Ética e da Políticam a partir de alguns ensaios de Marilena Chauí.
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  19. A teoria hegeliana da imaginação.Hector Ferreiro - 2016 - Ágora Filosófica 16 (1):139-154.
    No processo do conhecimento a imaginação desempenha para Hegel o estágio no qual a mente humana dissocia o objeto em dois diferentes conteúdos, o conteúdo-coisa do mundo externo e o conteúdo interno da própria mente, de tal modo que ambas as versões do mesmo devem corroborar-se mutuamemente ao modo de uma síntese simples de elementos heterogéneos que apenas em seu cotejamento reconhecem sua identidade. Na atividade de compreensão, ao contrário, este dualismo é suprassumido e, com ele, o empirismo e (...)
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  20.  7
    A Imaginação Em Descartes E Kant.Luiz Hebeche - 2005 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (2):98.
    Esse artigo procura mostrar a diferença entre duas concepções mentalistas do conceito de imaginação. Tanto para Descartes como para Kant a imaginação é concebida desde o monocentrismo do sujeito, mas para cada um desses filósofos a sua função está radicalmente distinta; para Descartes a imaginação é aquilo de que o pensamento tem de afastar-se, para Kant ao contrário seu papel é decisivo para a execução da reflexão transcendental.
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  21.  10
    Juízo, imaginação e mentalidade alargada: a interpretação arendtiana do juízo estético kantiano.Adriano Correia - 2012 - Revista de Filosofia Aurora 24 (34):157.
    Pretendo apresentar, neste artigo, alguns dos conceitos kantianos na Crítica da faculdade do juízo apropriados na análise política arendtiana do juízo estético kantiano:juízo, imaginação, mentalidade alargada, senso comum. A despeito das dificuldades resultantes do caráter inacabado da abordagem arendtiana da vida do espírito, buscamos explicitar que ela encontra, na obra kantiana, os elementos básicos de sua análise da atividade mental do juízo. Ela sustenta não apenas que o juízo reflexionante estético pode ser apropriado politicamente, mas que na Crítica da (...)
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  22.  3
    O EXEMPLO DA CERA: Imaginação E Entendimento Em Descartes.Loraine Oliveira - 1998 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 43 (2):341.
    SÍNTESE - A partir do exemplo da cera, na Segunda Meditação, Descartes demonstra a diferença entre os conceitos de imaginação e entendimento, para responder à questão sobre o que se conhece da cera com tanta distinção, a qual em última análise é: o que conheço de mim com tanta distinção? Para saber o que conhece, é preciso saber através de qual faculdade conhece, se pela imaginação, ou pelo entendimento. Com o objetivo de chegar a tais conceitos, serão vistos (...)
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  23.  11
    Juízo, Imaginação E Mentalidade Alargada: A Interpretação Arendtiana Do Juízo Estético Kantiano.Adriano Correia - 2012 - Revista de Filosofia Aurora 24 (35):157.
    Pretendo apresentar, neste artigo, alguns dos conceitos kantianos na Crítica da faculdade do juízo apropriados na análise política arendtiana do juízo estético kantiano:juízo, imaginação, mentalidade alargada, senso comum. A despeito das dificuldades resultantes do caráter inacabado da abordagem arendtiana da vida do espírito, buscamos explicitar que ela encontra, na obra kantiana, os elementos básicos de sua análise da atividade mental do juízo. Ela sustenta não apenas que o juízo reflexionante estético pode ser apropriado politicamente, mas que na Crítica da (...)
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  24.  11
    O conceito de imaginação em Wittgenstein.Luiz Hebeche - 2003 - Natureza Humana 5 (2):393-421.
    O objetivo deste artigo é mostrar que o conceito de imaginação, tal como é concebido pelo mentalismo filosófico ou psicológico, é uma ilusão gramatical que pode ser desfeita pelo regresso ao "solo áspero" da linguagem ordinária.This paper proposes to demonstrate that the concept of imagination, as it is conceived by philosophical or psychological mentalist doctrines, is a grammatical illusion, which can be solved by means of a movement back to the "rough ground" of ordinary language.
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  25.  8
    Imaginação e Razão no Leviatã de Hobbes.Jordão Orta Nunes - 1996 - Philósophos - Revista de Filosofia 1 (2):35-42.
    O artigo enfoca a articulação conceitual entre a razão e a imaginação no Leviatã de Hobbes.
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  26.  7
    A herança Greco-árabe na filosofia de maimônides: Profecia E imaginação.Rosalie Helena de Souza Pereira - 2015 - Kriterion: Journal of Philosophy 56 (131):107-128.
    Para elaborar sua profetologia, Maimônides retoma conceitos relativos às teorias do intelecto de Al-Fārābī e de Avicena, que, por sua vez, se baseiam nas noções sobre a alma de Aristóteles. Dessa perspectiva, a Revelação divina deve ser considerada um fato natural inserido na totalidade da natureza criada por Deus. Compreender a Revelação significa, portanto, compreendê-la a partir do homem, uma vez que o profeta, apesar de se tratar de alguém que se destaca do conjunto da humanidade, é sempre um ser (...)
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  27. A imaginação no contexto da recepção.Gilka Girardello - 2003 - Animus: Revista Interamericana de Comunicação Midiática 2 (1):11-12.
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  28. Escrita da história e representação: sobre o papel da imaginação do sujeito na operação historiográfica1.Danrlei de Freitas Azevedo & Felipe Charbel Teixeira - 2008 - Topoi. Revista de História 9 (16):68-90.
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  29.  12
    Historicidade encarnada: um ensaio sobre arqueologia e imaginação.Fabrício Pontin & Tatiana Vargas Maia - 2019 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 10 (1):62.
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  30.  44
    A natureza gramatical das sensações: notas céticas sobre sentido e imaginação.José Benjamim Picado - 1997 - Trans/Form/Ação 20 (1):115-129.
    O texto procura recensear algumas das fontes de um discurso de espécie cética sobre o problema da atribuição de qualidades estéticas a objetos: o maior propósito deste conjunto deve entender-se como sendo um ataque à origem perceptiva dos fatos sensíveis. O autor recorre para tanto aos marcos do diálogo entre a fenomenologia e a filosofia analítica, sobretudo com G. Ryle, assim como às interrogações de L. Wittgenstein sobre o estatuto da investiga- ção estética: nestes âmbitos, identifica o problema da imagem (...)
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  31.  17
    Moraes, Eliane Robert. Lições de Sade: ensaios sobre a imaginação libertina. São Paulo, Iluminuras, 2006.Josiane Orvatich - 2006 - Revista de Filosofia Aurora 18 (23):149.
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  32.  11
    Contribuições da cultura, imaginação e arte para a formação docente.Célia Maria de Castro, Marcel Mano & Sueli Ferreira - 2011 - Educação E Filosofia 25 (50):539-556.
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  33.  15
    Mediação pedagógica e imaginação na Educação Infantil.Adriana Regina Isler Pereira Leite & Maria Silvia P. De M. Librandi da Rocha - 2018 - Childhood and Philosophy 14 (29).
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  34.  23
    TIHANOV, Galin. Narrativas do exílio: cosmopolitismo além da imaginação liberal. Série Diálogos dirigida por Maria Isabel de Moura. Trad. Camila Caracelli Scherma; Marina Haber de Figueiredo; Mateus Yuri Passos; Michele Viana Trevisan; Nanci Moreira Branco; Rômulo Augusto Orlandini; Tatiana Aparecida Moreira. São Carlos: Pedro e João Editores, 2013, 186 p. [REVIEW]Ekaterina Vólkova Américo - 2014 - Bakhtiniana 9 (2):217-222.
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  35.  8
    Política, Religião e Utopia: O Discurso e a Crença Religiosa Submersos na Imaginação e Pensamento Utópico.A. M. Coelho - 2013 - Páginas de Filosofía 5 (2):21-36.
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  36.  7
    Da irredutibilidade e inseparabilidade entre percepção e imaginação em Sartre.Thana Mara de Souza - 2018 - Educação E Filosofia 32 (64).
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  37.  8
    Imaginação Em Diderot E Em Rousseau.Jacira De Freitas - 2015 - Discurso 45 (1):169-186.
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  38.  7
    Imaginação e educação: repercussões das ideias de Espinosa no enfrentamento de questões contempor'neas.Raquel Minako Kusunoki & Ana Luiza Bustamante Smolka - 2013 - Filosofia E Educação 5 (1):198-209.
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  39.  6
    Ideias estéticas e imaginação poética em Hölderlin.Ulisses Razzante Vaccari - 2014 - Discurso 43:19-50.
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  40.  7
    Kant leitor de Hume, ou o "bastardo da imaginação".João Paulo Monteiro - 1983 - Discurso 14:145-158.
  41.  7
    El Jardín de Los Senderos Que Se Bifurcan: Ensaio Sobre Uma Geometria Não-Euclidiana a Partir da Imaginação de Spinoza.Raquel Azevedo - 2017 - Cadernos Espinosanos 37:193-211.
    As inúmeras tentativas de verificação do quinto postulado de Euclides geralmente culminavam com matemáticos receosos diante do mundo novo com que se deparavam em suas provas incompletas. Seria apenas com a concepção de que o postulado das paralelas é um caso extremo de deformação do espaço que o enigma encontraria uma solução. Assim como a geometria hiperbólica recorre a um espaço tridimensional para definir a geometria plana como um fenômeno característico da superfície de uma esfera com raio infinito, a hipótese (...)
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  42.  11
    Imaginação, Pensamento E Conhecimento de Si No Comentário Jesuíta Conimbricense À Psicologia de Aristóteles.Mário Santiago de Carvalho - 2010 - Revista Filosófica de Coimbra 19 (37):25-52.
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  43.  12
    Notas sobre o déficit teórico da imaginação sociológica na filosofia da história de Kant.Daniel Tourinho Peres - 2011 - Doispontos 8 (1).
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  44.  2
    Imaginação Do Significante E Forclusão da Culpabilidade.Luiz Carlos Santuário - 1998 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 43 (1):91.
    S1NTESE - O texto procura identificar, a partir da psicanálise de Lacan, de que forma, em função do indevido privilégio egóico dado pelo sujeito falante ao Registro do Imaginário, a percepção e compreensão da insistência do significante permanece restrita a este registro, impossibilitando- lhe uma compreensão mais ampla, correspondente à inscrição do significante no Registro do Simbólico, co-extensivo ao ethos do sujeito humano. Isto implicaria, em certo sentido, na forclusão da culpabilidade, ou, pelo menos, num certo conforto imaginário da ek-sistência (...)
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  45.  3
    Observação e imaginação na teoria de Rousseau.Rolf Kuntz - 1973 - Discurso 3 (3):67-78.
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  46.  3
    Imaginação e Paradoxo.Jean-François Lyotard - 1979 - Discurso 10:175-190.
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  47.  6
    Perceptum, fictum e imaginatum: a imaginação física em Husserl.Ivo Oliveira - 2009 - Revista Filosófica de Coimbra 18 (36):315-326.
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  48. Educação Ambiental, Infância e Imaginação-uma Contribuição Ecologista à Formação de Professores (as).Valdo Barcelos - 2004 - Quaestio: Revista de Estudos Em Educação 6 (1).
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  49. Relações Estéticas, Atividade Criadora E Imaginação: Sujeitos E (Em) Experiência.Silvia Zanatta Da Ros, Kátia Maheirie & Andréa Vieira Zanella (eds.) - 2006 - Universidade Federal de Santa Catarina, Núcleo de Publicações.
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  50. Imaginação e Paradoxo.Jean-françois Lyotard - 1979 - Discurso: Revista do Departamento de Filosofia da Universidade de Sao Paulo:175.
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