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  1. O experimentalismo contra os idealismos nos escritos intermediários de Nietzsche.Jelson Roberto de Oliveira - 2009 - Princípios 16 (26):149-166.
    Pretende-se nesse artigo demonstrar como o chamado experimentalismo se apresenta, nas obras do segundo período da produçáo nietzscheana (1878-1882), enquanto estratégia de combate aos "idealismos" (cujo resultado foi um distanciamento daquilo que Nietzsche compreende como vida) presentes na filosofia metafísica. Além disso, intenta-se esclarecer de que forma o uso desse estratagema contribui para a decifraçáo do fenômeno da vida a partir de uma abordagem histórico-fisio-psicológica que aproxima a ciência do fazer artístico. Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE (...)
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  2.  26
    “Nós” de Nietzsche: Um pronome plural para a amizade E Uma Nova expressão para filosofia.Jelson Roberto de Oliveira - 2012 - Cadernos de Ética E Filosofia Política 20:103-119.
    Pretendemos demonstrar com este trabalho como o pronome pessoal plural nós exerce um papel fundamental no pensamento de Nietzsche quanto à relação entre amizade e filosofia. O centro articulador dessa relação é a noção de que a amizade é um espaço de partilha de vivências (de com-vivência, portanto) pré-racional e, enquanto tal, um espaço de factibilidade da nova forma de filosofia proposta por Nietzsche, aquela que articula pensamento e vida. Para isso, pretende-se analisar o uso da suspeita como estratégia filosófica, (...)
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  3.  17
    Da compaixão à inocência: Nietzsche e Schopenhauer em torno da questão do egoísmo.Jelson Roberto de Oliveira - 2015 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 60 (1):167-190.
    We intend to demonstrate in this work as Nietzsche formulates, in the writings that form the second period of his philosophical production, a critique to the moral of compassion proposed by Schopenhauer. For this, we’ll make a review of the Schopenhauer’s theses under which selfishness is the reason antimoral par excellence and, in contrast, altruism is the legitimate basis of morality. We will analyze also the procedure used by Nietzsche to, on one hand, criticize this ideal, and the other, reaching (...)
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  4.  13
    Nietzsche eo heráclito que ri: Solidão, alegria trágica E devir inocente.Jelson Roberto de Oliveira - 2010 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3):217-235.
    Analisa-se a interpretação de Nietzsche a respeito de Heráclito como o mais grego e antiplatônico dos filósofos pré-platônicos, a partir da afirmação dos opostos no jogo agônico do devir. Representante de uma atitude originariamente helênica, Heráclito é interpretado como um filósofo verídico, na medida em que captou intuitivamente o fluxo do devir a partir de um processo de interiorização do conhecimento, traduzido por uma investigação de si mesmo. Nessa perspectiva, a interpretação nietzschiana se contrapõe à tradição que descreveu Heráclito como (...)
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  5.  13
    A amizade para Nietzsche: Uma arena de Mal entendidos.Jelson Roberto de Oliveira - 2011 - Philósophos - Revista de Filosofia 16 (2):10-5216.
    This article intended to show the importance of friendship in the context of reflection on the incomprehensibility of living wealth experienced as more intimate experience and how Nietzsche comes, with the relationship amicable, to formulating of a new dawn of thought, now situated in the field of experience which escapes of systems responsiveness. In this scenario, friendship appears as a ring for misunderstandings because it fosters the possibility of a relationship translated by the plural pronoun us - a sign of (...)
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  6.  6
    Nietzsche E Voltaire: A Propósito da Dedicatória de Humano, Demasiado Humano.Jelson Roberto De Oliveira - 2012 - Filosofia Unisinos 13 (1).
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