Results for 'Jo��o Marcos'

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  1. REBALDE, Jo'o: Liberdade Humana E Perfeiçaô Divina Na Concordia de Luis de Molina. Porto, Ediçôes Húmus (Col. «Textos - Estudos de Filosofia Medieval», Núm. 7), 2015. [REVIEW]Martín González Fernández - 2016 - Revista Española de Filosofía Medieval 23:403.
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  2. Jo Lewisooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo Commentary.D. O. Jo‘Veathera-Iiooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo, L. O. Ke18eyoooooooooooooooooooo Oooooooooooooooooo, R. O. HolderOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO, M. O. VeatchOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO, J. O. LevineOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO, Terrence F. Ackerman, Barbara Stanley, Michael Stanley, J. O. Lev-Ineooooooooooooooooooooooooooooo Oooooooooo & Oooo Cohenooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo - 1984 - Bioethics Reporter 1 (1).
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  3. Los marcos redaccionales de Jos 13 - 19.A. Ibáñez Arana - 1981 - Salmanticensis 28 (1):71-95.
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  4.  8
    O livro de Jó e o desafio da verdadeira religião.Tiago de Fraga Gomes - 2016 - Revista de Teologia 10 (18):220-232.
    The central problem of the book of Job is represented in the question on how to combine the evils of an innocent with the righteousness of God. For the current doctrine of earthly rewards, such a case would be paradoxical. If each one must be treated according to his works, as a righteous man can suffer? There is a link between suffering and personal sin. Against this strict correlation, Job stands up with all the strength of his innocence. He fights (...)
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  5.  11
    O Particularismo Moral E a Ética Aristotélica.Marco Zingano - 2012 - Dissertatio 36:221-252.
    Este artigo pretende examinar questões centrais no particularismo moral de Jonathan Dancy a partir de uma comparação de suas principais teses com a ética aristotélica. Embora Dancy não reivindique uma linhagem aristotélica, será argumentado que tal comparação pode ser esclarecedora para o particularismo moral, bem com o para a ética aristotélica, especialmente no que concerne às regras que parecem não admitir qualquer exceção, como a proibição moral de agir com crueldade, ou o assassinato.
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  6.  10
    O Tratado Do Impulso E da Faculdade Impulsiva de Alexandre de Afrodísia E Sua Versão Em Miguel de Éfeso.Marco Zingano - 2008 - Journal of Ancient Philosophy 2 (2).
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  7. Han'guk ch'ŏrhak kwa piŭp tigŭt ch'ŏrhak.Pak So-jŏng - 2021 - In Se-man Ch'oe & Sang-wŏn Kim (eds.), X ŭi chonjaeron ŭl toemutta. Sawŏl ŭi Ch'aek.
     
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  8. O Platão Tomista.Marcos Seneda - 1999 - Educação E Filosofia 13 (25):171-191.
  9.  9
    Building a Typology of Forms of Misrecognition: Beyond the Republican-Hegelian Paradigm.Jo|[Atilde]|O. Feres - 2006 - Contemporary Political Theory 5 (3):259.
  10. O Sentido do Agora (ou Foucault lendo Kant): crítica, ontologia de nós mesmos e ontologia do presente.Marcos Carvalho Lopes - 2011 - Revista Inquietude 2 (1):10-33.
    Este artigo investiga como o diálogo de Michel Foucault - em sua última fase - com Immanuel Kant, sobre a questão da Aufklärung, permite uma reavaliação da perspectiva do pensador francês sobre conceitos como poder, liberdade e autonomia. Propõe sumariamente que a divisão entre "ontologia do presente" e "ontologia de nós mesmos" seria similar à distinção realizada na Metafisica dos Costumes, entre Doutrina do Direito e Doutrina da Virtude.
     
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  11. O Ceticismo Inacabado de Descartes.Marcos Seneda - 2011 - Educação E Filosofia 25 (Especial):215-238.
    Este texto pretende mostrar que, do ponto de vista das ciências empíricas, o projeto de demolição do ceticismo, conduzido por Descartes, perdura até a VI Meditação e nela não pode ser concluído. Se isto assim ocorre, é porque há dois modelos de superação do ceticismo em Descartes. O primeiro modelo diz respeito à superação da dúvida metafísica. Esse modelo alcança algum êxito já na II Meditação, na qual, por analogia com o procedimento matemático, a descoberta de uma evidência irrecusável conduz (...)
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  12. O que é filosofia? [REVIEW]Marcos Seneda - 1997 - Educação E Filosofia 11:293-298.
    Resenha - DIAS, Maria Clara (org.). O que é filosofia? Ouro Preto: Instituto de Filosofia, Artes e Cultura / Universidade Federal de Ouro Preto, 1996. 154 p.
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  13.  7
    Porchat E o Caminho Aos Princípios.Marco Zingano - 2020 - Discurso 50 (2):25-48.
    O texto busca apresentar a discussão em torno de Ciência e Dialética em Aristóteles, de Porchat.
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  14.  11
    Foucault: o estatuto biopolítico da terapêutica/ Foucault: The biopolitical status of therapeutics.Marcos Nalli - 2014 - Natureza Humana 16 (1).
    Resumo: O artigo tem por objetivo apresentar como, a partir da analítica foucaultiana da biopolítica, podem-se interpretar as práticas terapêuticas. Para isso, faremos uma apresentação de como Foucault concebe a biopolítica como uma política que inverte o princípio de soberania, buscando garantir a vida da população e, a partir daí, enfocar como as práticas terapêuticas são criadas e agenciadas no intuito de caucioná-la com um sentido muito mais preciso de doença em seu fundo biossocial do que de um ponto de (...)
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  15. O Poeta Como Retratista Do Urbano: Paris Na Obra de Baudelaire E Contemporâneos.Marcos Antônio Menezes - 2007 - In Elio Cantalício Serpa & Marcos Antonio de Menezes (eds.), Escritas da História: Narrativa, Arte E Nação. Edufu.
     
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  16.  68
    O espetáculo (ὄψις) em Édipo Tirano: o corpo visível The spetacle (ὄψις) in Oedipus Tyrannus: the visible body.Marco Colonnelli - 2016 - Nuntius Antiquus 12 (02):179-199.
    The present article has as its purpose to analyze the “spectacle” (ὄψις), from the conceptions developed in the Poetics of Aristotle, as a fundamental part in the tragic conception of Sophocles, in the work Oedipus Tyrannus. The analysis focused on the exodus of the play to demonstrate how aspects of theatrical representation are present in the tragic text.
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  17.  2
    O Livro Do Amor de Marsilio Ficino.Marco Lucchesi - 1997 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 42 (3):703-710.
    Um dos autores mais importantes do Renascimento é o italiano Marsílio Ficino. Deixando de lado os estudos filosóficos baseados em Aristóteles e Lucrécio, voltou-se com afã a Platão. Em seu Comentário ao Banquete de Platão, ele retoma o filósofo grego e, deixando-se influenciar também pela Ética aristotélica, por Cícero, Agostinho e os poetas italianos, entre outros, produz uma obra ainda capaz de despertar admiração e surpresa no leitor contemporâneo.
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  18.  6
    Sofía o la nueva mujer. Cuestiones de dialéctica y de género en Krause. Los marcos ideológicos e institucionales de la constitución del sujeto femenino.Arturo Andrés Roig - 2005 - Polis 12.
    En el texto, el autor desarrolla dos elementos del pensamiento filosófico de Karl F. Krause (Alemania, 1781-1832). En primer lugar, se trata de su propuesta para una dialéctica abierta y dual, respetuosa del individuo y opuesta a la dialéctica hegeliana y su determinismo histórico. Esto tiene implicancias directas en la orientación que adoptan los movimientos revolucionarios, democrática o, por el contrario, autoritaria. En segundo lugar, el autor aborda el pensamiento de Krause respecto de la mujer y su papel en la (...)
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  19.  33
    O mar e a alma: metáforas marinhas em território alemão.Marco Aurélio Werle - 2007 - Trans/Form/Ação 30 (1):225-234.
    O artigo explora algumas metáforas marinhas que surgem no pensamento alemão de Leibniz a Goethe, com o intuito de indicar como se desenvolvem certos temas de estética, tais como a noção de alma, de linguagem, de criação artística e de relação dialética entre forma e conteúdo. Passando por autores como Leibniz, Winckelmann, Herder, Goethe e Kant, pretende-se mostrar como, por meio desse desenvolvimento, se constitui uma visão de homem mais ampliada, que não se define mais somente pelo entendimento, mas envolve (...)
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  20.  19
    O ego e o outro: sobre a crítica de Husserl ao cogito cartesiano.Marco Antonio Valentim - 2009 - Discurso 39 (39):223-260.
    O ego e o outro: sobre a crítica de Husserl ao cogito cartesiano.
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  21. Notas Sobre o Princípio de Não Contradição Em Aristóteles.Marco Zingano - 2003 - Cadernos de História E Filosofia da Ciência 13 (1).
    One crucial part of the Aristotle´s discussion of the principle of non-contradiction in Metaphysics IV 4 is his notion of semainein hen, which must be carefully distinguished from the closely connected notion of semainein kath´ henos. The Aristotelian proof is located at 1006b28-34 and it is argued that it does not suppose any bit of essentialism nor does it contain any petitio principii; some improvements are further proposed to the current translations.
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  22.  60
    O lugar de Kant na fundamentação da estética como disciplina filosófica.Marco Aurélio Werle - 2005 - Doispontos 2 (2).
    Embora a reflexão de Kant sobre a especificidade do juízo estético seja tomada pelos intérpretes de sua obra como não tendo o propósito de constituir uma nova possibilidade de pensar a arte e o fazer artístico, não se pode, todavia, negar sua contribuição, particularmente para o reconhecimento da estética como disciplina filosófica. Filósofos aparentemente tão diversos como Hegel, Schelling e Schopenhauer, bem como críticos de literatura e de arte, como os irmãos românticos August e Friedrich Schlegel são unânimes quando se (...)
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  23.  12
    Contra o Fanatismo: Algumas Idéias Do Padre Vieira.Marcos Antonio Lopes - 2007 - Dialogos 11 (3).
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  24.  38
    O teatro como um sistema de comunicação.Marcos Antônio Alves - 2001 - Trans/Form/Ação 24 (1):85-90.
    A comunicação parece ser um dos objetivos centrais do artista na apresentação de uma peça teatral. Quando acontece essa comunicação, ele e seu público constituem, juntamente com certas características, um sistema comunicativo. Neste trabalho, expomos a noção de um sistema de comunicação proposta por Shannon e Weaver. Procuramos relacionar essa noção com o sistema comunicativo estabelecido na apresentação teatral. Investigamos questões como: quais os componentes necessários para a existência e possibilidade de comunicação entre emissor e receptor?; quando atores têm em (...)
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  25.  1
    O Leitor Como Sujeito Meditante: A Maneira de Demonstrar E o Estilo de Escrita Das Meditações Metafísicas de René Descartes.Marcos Alexandre Borges - 2020 - Griot : Revista de Filosofia 20 (3):295-307.
    Nas páginas finais das Segundas Respostas, Descartes fala sobre a maneira pela qual as teses apresentadas nas Meditações Metafísicas são demonstradas e sobre o estilo de escrita por ele adotado para esta obra. A maneira de demonstrar é a análise; o estilo de escrita é a meditação. A leitura das Meditações depende, fundamentalmente, do entendimento sobre essas duas coisas, bem como sobre a relação existente entre elas. Com o presente artigo pretendemos, em primeiro lugar, analisar o modo como Descartes entende (...)
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  26. Topography of the (One) : Reflections on Musical Time in Composition and Performance.Stefan Östersjö, Christer Lindwall & Jörgen Dahlqvist - 2019 - In Paulo de Assis & Paolo Giudici (eds.), Aberrant nuptials: Deleuze and artistic research 2. Leuven University Press.
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  27.  5
    O Que Há de Realmente Atemorizador Nos Cenários Tipo-Gattaca?Marco Antonio Azevedo & Marcos Rolim - 2020 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 65 (2):e36605.
    No filme Gattaca, imagina-se um futuro já nada distante em que os casais poderão consultar um especialista em fertilização artificial e escolher as características de seu futuro filho. Eles podem selecionar embriões fertilizados em laboratório, podendo também alterar seus traços genéticos, eliminando genes capazes de expressar doenças ou mesmo características físicas indesejáveis. Técnicas recentes, como a edição genética por Prime Editing ou por meio da CRISPR-Cas9, logo permitirão terapias gênicas em embriões fertilizados in vitro antes de sua implantação uterina. Neste (...)
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  28.  4
    O Ponto Nodal “Rousseau” Na Visão Política de Johann Gottlieb Fichte.Marco Rampazzo Bazzan - 2019 - Doispontos 16 (1).
    Resumo: Este artigo pretende pontuar a relevância da presencia de Rousseau no pensamento de Fichte contra a imagem estereotipada da relação entre os dois pensadores. Trata-se, então, de desconstruir a crítica que Fichte dirige a Rousseau na última conferência do ciclo sobre a Vocação do sábio de 1794 a partir dos efeitos que Fichte pretende produzir na audiência. Pois, cabe ressaltar como o objeto dessa critica é um Rousseau caricatural, difundida na audiência alemã pelos trabalhos de Reimarius e Wieland sobre (...)
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  29.  2
    Notas sobre o conceito de prazer em Epicuro.Marcos Adriano Zmijewski - 2022 - Griot : Revista de Filosofia 22 (2):98-107.
    This article aims to examine the notion of pleasure as a telos of the happy life in Epicurus. Understood as the first good and inherent to the human being, pleasure is presented as the beginning and the ultimate end of a happy life. Indeed, it should be noted that it is not the pleasures of the common people that Epicurus considers as the telos of a happy life, but the pleasure that is the absence of suffering in body and soul, (...)
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  30. O Verdadeiro, O Bom E O Belo Em Frege.Marco Ruffino - 2006 - O Que Nos Faz Pensar:27-44.
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  31.  38
    Senses: Response to Marco Ruffino.O. Chateaubriand - 2008 - Manuscrito 31 (1):315-329.
    Marco Ruffino compares the notion of sense developed in my book with Frege’s notion of sense, and argues that whereas there are ontological similarities, my notion faces epistemological and semantic problems. In my response I discuss the various issues he raises, arguing that my notion of sense can confront them at least as well as Frege’s notion.Marco Ruffino compara a noção de sentido desenvolvida em meu livro com a noção de sentido de Frege, argumentando que mesmo havendo semelhanças ontológicas, minha (...)
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  32. O. BOULNOIS (Ed.), Genealogies du Sujet. De Saint Anselme a Malebranche.Marco Sgarbi - 2008 - Rivista di Filosofia Neo-Scolastica 100 (4):643.
     
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  33.  12
    O discurso da história na teoria literária brasileira.Marcos Siscar - 2006 - In Alcides Cardoso dos Santos, Fabio Durão, Maria das Graças G. Villa da Silva & Michael Naas (eds.), Desconstruções E Contextos Nacionais. 7 Letras. pp. 102.
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  34.  45
    Pode o Conhecimento Dar Alguma Alegria? Uma Interpretação da "Melancolia I ", de Albrecht Dürer, a Partir da "Ética" de Spinoza.Marcos Ferreira de Paula - 2014 - Kriterion: Journal of Philosophy 55 (130):597-618.
    Este artigo busca interpretar a gravura "Melancolia I", do renascentista alemão Albrecht Dürer, segundo o pano de fundo filosófico do pensamento de Spinoza. A ideia central é a de que, nessa gravura, haveria uma intuição artístico-filosófica pela qual Dürer foi levado a associar a tristeza melancólica à ideia de um conhecimento confuso e turvado pela imaginação. Tal intuição se completaria numa outra gravura, criada no mesmo ano, o "São Jerônimo em seu gabinete", na qual a melancolia do "homem de cultura" (...)
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  35.  13
    The Use of Realistic and Mechanical Hands in the Rubber Hand Illusion, and the Relationship to Hemispheric Differences.Marco Bertamini & Noreen O’Sullivan - 2014 - Consciousness and Cognition 27:89-99.
  36.  11
    Sobre o conceito de invenção em Gilbert Simondon.Marcos Camolezi - 2015 - Scientiae Studia 13 (2):439-448.
    ResumoNo início do século xviii, Isaac Newton publicou seu principal trabalho sobre óptica, o Opticks. Impregnado por uma perspectiva indutiva, o livro logo se tornou a principal referência para os estudos sobre a luz e as cores, sendo amplamente popularizado pelos seguidores de Newton. Neste artigo, analisamos como dois importantes livros contribuíram para essa popularização e também qual era a imagem de ciência que tencionavam propagar, o Élements de la philosophie de Newton de Voltaire e o Newtonianismo per le dame (...)
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  37.  14
    O. Demus, The Mosaics of San Marco in Venice.F. W. Deichmann - 1988 - Byzantinische Zeitschrift 81 (2).
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  38.  1
    O Sofrimento (Pathos) Enquanto Condição Para a Existência: Uma Leitura Em Kierkegaard.Marcos da Silva E. Silva - 2011 - Griot : Revista de Filosofia 3 (1):94-108.
    A dissertação tem por tema o conceito de Pathos na filosofia de Kierkegaard. Ressalta a importância da paixão pelo Absoluto relacionado ao sofrimento nos diferentes modos de existência: estético, ético e religioso. O sofrimento, vivido em profundidade, é entendido pelo dinamarquês como condição necessária para que o homem se torne um “indivíduo” e possa, assim, relacionar-se ao “Inteiramente Outro”.
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  39.  2
    O Banzo, Um Conceito Existencial: Um Afroperspectivismo Filosófico Do Existir-Negro.Marcos da Silva E. Silva - 2018 - Griot : Revista de Filosofia 17 (1):48-60.
    Sempre que falamos em Filosofia nos reportamos ao pensamento europeu como o centro das grandes reflexões filosóficas, o que em muita medida está correto. Porém, muito além do pensar a filosofia em um único centro é importante abrir possibilidades a partir dele, pois há novos diálogos e encruzilhadas epistêmicas a serem feitas na Filosofia. O texto que aqui apresentamos propõe pensar conceitos Afro como uma forma de fazer Filosofia. Neste caso, proponho analisar o conceito Banzo de maneira afroperspectivista. Para isso, (...)
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  40.  23
    Para se avaliar o que se espera: reflexões acerca da validade dos testes psicológicos.Marcos Alencar Abaide Balbinotti - 2005 - Aletheia: An International Journal of Philosophy 21:43-52.
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  41.  12
    O conceito de Lei, Lei legítima E desobediência civil na teoria da justiça como equidade de John Rawls.Marcos Rohling - 2014 - Synesis 6 (2):83-106.
    Rawls estabelece, ao longo de Uma Teoria da Justiça, uma série de considerações sobre a lei e a desobediência civil e, em O Liberalismo Político, realiza ponderações acerca da legitimidade. Tendo isso em mente, o que se objetiva é estabelecer algumas considerações acerca da temática, sem, contudo, afirmar que Rawls oportuniza uma teoria do direito em seu sentido stricto. Assim, pretende-se apenas ressaltar as importantes considerações que o autor desenvolveu, tendo em conta a importância de sua teoria da justiça.
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  42.  14
    O apolo desmesurado d’ O Nascimento da tragédia contra os intérpretes de Nietzsche.Marco Sabatini - 2015 - Philósophos - Revista de Filosofia 20 (1):217-246.
    Grande parte das análises sobre O nascimento da tragédia rodeiam os impulsos apolíneos e dionisíacos que, em comunhão, teriam originado a tragédia grega. Quando se referem ao apolíneo, a explicação tradicional se concentra em algumas características como a beleza, a aparência, a ética e o sonho. No entanto, o primeiro livro de Nietzsche apresenta uma série de períodos relacionados a Apolo que destoa de sua posterior tradição interpretativa. Um dos mais evidentes é o período dórico que utilizo aqui a fim (...)
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  43. Heráclito e Protágoras: o Logos do Jogo e o Jogo do Logos.Marcos Aurélio Monteiro da Fonseca - 1996 - Princípios 3 (4):144-155.
    Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:EN-US;} O objetivo do texto é pensar a noçáo de Lógos em Heráclito e Protágoras . Desde Platáo aponta-se para a influência que o primeiro teria exercido sobre o pensamento do Sofista. Assim, o que se pretende é verificar como Protágoras apropria-se (...)
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  44.  27
    O. Tsagarakis: Studies in Odyssey 11. . Pp. 114. Stuttgart: Franz Steiner Verlag, 2000. Paper, DM 64. ISBN: 3-515-07463-5. [REVIEW]Marco Fantuzzi - 2002 - The Classical Review 52 (1):162-163.
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  45.  89
    A angústia, o nada e a morte em Heidegger.Marco Aurélio Werle - 2003 - Trans/Form/Ação 26 (1):97-113.
    O artigo investiga a relação entre os conceitos de medo, angústia,nada e morte na filosofia da existência de Heidegger. Pretende-se apontar para o papel destes fenômenos existenciais na passagem do ser-aí desde a inautenticidade para a autenticidade de seu ser.
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  46. Tonghak kongdongch'e ŭi 'ch'ŏrhakchŏk kŭndae' : 'kaebyŏk' kaenyŏm ŭi sŏngnip kwa kyesŭng mit pyŏnyong.Pak So-jŏng - 2022 - In Kyŏng-sŏk Kang (ed.), Kaebyŏk Ŭi Sasangsa: Ch'oe Che-U Esŏ Kim Su-Yŏng Kkaji, Munmyŏng Chŏnhwan'gi Ŭi Han'guk Sasang. Ch'angbi.
     
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  47.  15
    O Humorista E o Barrigudo: Questões de Política E Estética Na Obra de Machado de Assis.Marco Cicero Cavallini - 2010 - Dialogos 14 (3).
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  48. Jonh Locke e o realismo cientí­fico.Marcos Rodrigues da Silva - 2007 - Princípios 14 (21):55-65.
    la82 12.00 Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 Este artigo tem por objetivo discutir a inserçáo de John Locke na filosofia do realismo científico no que diz respeito ao debate realismo/empirismo. Para atingir este objetivo apresentarei a hipótese de Maurice Mande lbaum de que, com relaçáo ao problema da explicaçáo científica, Locke parece estar alinhado com os realistas. Para discutir esta hipótese, procurarei oferecer uma caracterizaçáo de empirismo que seja apropriada para o debate realismo/empirismo – caracterizaçáo (...)
     
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  49.  1
    Comentário: O realismo epistêmico em Imre Lakatos.Marcos Rodrigues da Silva - 2020 - Trans/Form/Ação 43 (spe):73-76.
    Resumen Un diagnóstico más que difundido acerca de la obra de Lakatos señala que su proyecto soslayó por completo la cuestión de la verdad como parte central del análisis del conocimiento científico. En una línea semejante, Hacking afirma que Lakatos encontró en la metodología un sustituto para la verdad. Incluso quienes descreen de estas interpretaciones acuerdan respecto de que Lakatos falla en dar cuenta de la relación entre el desarrollo del conocimiento y el aumento de la verosimilitud. En el presente (...)
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  50. Ética e consumo: o consumo como estratégia ético-política // Ethics and consumption: the consumption as ethical-political strategy.Marco Antônio Gonçalves & Everaldo Cescon - 2013 - Conjectura: Filosofia E Educação 18 (3):155-165.
    No texto, realiza-se uma análise das características e dos padrões da sociedade hipermoderna que reforçam e incentivam manifestações hedonistas e individualistas transformando o ser humano em mero consumidor e mera mercadoria, a partir dos critérios éticos indicados por Adela Cortina. Defende-se a necessidade de educar o cidadão para um consumo consciente, indicativo transformador desta sociedade hipermoderna e elemento-chave na conscientização da população em relação à sua responsabilidade social. O consumo passa a ser visto como ação política.
     
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