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  1.  26
    Hobbes, pandemia e bolsonarismo: um convite à desobediência civil.Camila Moura De Carvalho & Mariana Dias Pinheiro Santos - 2020 - Investigação Filosófica 11 (2):13.
    Neste trabalho, explicamos de que maneira a teoria do filósofo inglês do século XVII, Thomas Hobbes, pode ser aproveitada e aplicada, com as devidas proporções e limitações, ao atual contexto de pandemia no que circunscreve o Brasil. Mais especificamente, analisaremos a situação atual a partir de casos concretos do fenômeno definido como bolsonarismo, termo utilizado para se referir às políticas e à ideologia do atual Presidente da República Federativa do Brasil e seus filhos. Os seguidores do bolsonarismo são conhecidos por (...)
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  2.  7
    O Legado de Um Pai Para Suas Filhas.Rodrigo Matos da Silva Gonçalves, Mariana Dias Pinheiro Santos & Marcos Balieiro - 2022 - Prometeus: Filosofia em Revista 40.
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  3.  13
    O ideal de ciência na modernidade: Bacon e Descartes.Mariana Dias Pinheiro Santos - 2019 - Investigação Filosófica 10 (1):63.
    Trata-se de analisar em que medida convergem os autores Bacon e Descartes no que diz respeito ao progresso das ciências, e como constituem um ideal de ciência na modernidade. O cenário que se constituía na Europa em meados do século XVII era de reconfiguração, de redescoberta e de inventos. Apesar de as artes mecânicas, as artes marítimas e as artes eruditas receberem, em alguma medida, um impulso para o novo, a ciência era ainda influenciada pela escolástica. A ela se oporiam, (...)
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  4. A linguagem em Hobbes: 1656, 1651 e 1650.Mariana Dias Pinheiro Santos - 2021 - Cadernos Espinosanos 45:221-256.
    O objetivo deste trabalho consiste em apresentar algumas mudanças promovidas por Hobbes entre Elementos da Lei e as edições inglesas de Leviatã e De Corpore no que diz respeito à sua teoria da linguagem. Sustenta-se que não é possível conceber uma unidade entre todas as obras supracitadas e que De Corpore contém a versão final da teoria da linguagem hobbesiana; e sugere-se que as alterações promovidas se devem, ao menos em parte, às críticas que Descartes promove nas respostas às Terceiras (...)
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