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  1.  14
    Apercepção subjetiva E conhecimento objetivo: Uma leitura sobre O Lugar do §18 na estratégia da dedução B da crítica da razão pura.Pedro Costa Rego - 2011 - Manuscrito 34 (2):523-555.
    Neste artigo, procuro avaliar o sentido para o projeto dedutivo da Crítica da Razão Pura da distinção, apresentada no §18 dessa obra, entre unidade objetiva e unidade subjetiva da apercepção. Primeiramente, apresento o objetivo geral e os passos fundamentais da dedução transcendental das categorias do entendimento. Em seguida, identifico o esboço de uma estratégia argumentativa, inaugurada no §18 da Dedução, fundada na compreensão da unidade subjetiva da apercepção como um juízo de percepção acerca de “objetos subjetivos”. Finalmente, defendo que uma (...)
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  2.  13
    Apercepção subjetiva e conhecimento objetivo: uma leitura sobre o lugar do 18 na estratégia da Dedução B da Crítica da Razão Pura. [REVIEW]Pedro Costa Rego - 2011 - Manuscrito 34 (2):521-552.
    Neste artigo, procuro avaliar o sentido para o projeto dedutivo da Crítica da Razão Pura da distinção, apresentada no §18 dessa obra, entre unidade objetiva e unidade subjetiva da apercepção. Primeiramente, apresento o objetivo geral e os passos fundamentais da dedução transcendental das categorias do entendimento. Em seguida, identifico o esboço de uma estratégia argumentativa, inaugurada no §18 da Dedução, fundada na compreensão da unidade subjetiva da apercepção como um juízo de percepção acerca de “objetos subjetivos”. Finalmente, defendo que uma (...)
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  3.  20
    A tarefa de uma dedução dos juízos estéticos puros na Terceira Crítica de Kant.Pedro Costa Rego - 2004 - Discurso 34:227-252.
    O presente trabalho é uma análise da dedução fornecida por Kant, na Crítica da Faculdade do Juízo Estética, dos juízos de gosto puros. Apresentamos, em primeiro lugar, a relação entre a "Estética" kantiana e o projeto de uma crítica do poder de julgar. Acompanhamos, em seguida, o percurso expositivo da Análitica do Belo em sua tarega de estabelecer as reivindicações fundamentais de nosso juízo de gosto. Discutimos finalmente as exigências e liberdades que o caráter estético desse juízo impõe a quem (...)
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  4. Idealism and the Refutation of Idealism in Kant's Critical Philosophy.Pedro Costa Rego - 2013 - Kriterion: Journal of Philosophy 54 (127):63-87.
  5.  36
    Idealismo E Refutação Do Idealismo Na Filosofia Crítica de Kant.Pedro Costa Rego - 2013 - Kriterion: Journal of Philosophy 54 (127):63-87.
    O presente trabalho versa sobre o tema, central no projeto filosófico de Kant, da refutação do idealismo, concentrando-se em dois momentos da Crítica da Razão Pura (CRP): a Dedução Transcendental e a Refutação do Idealismo. Adoto duas hipóteses interpretativas: a primeira, de que a seção da CRP intitulada "Refutação do Idealismo" não esgota o projeto kantiano de uma refutação do idealismo, mas lhe fornece o acabamento, apresentando-se como um desenvolvimento de argumentos aduzidos na Dedução Transcendental. A segunda, de que a (...)
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  6.  19
    Reflexão e fundamento: sobre a relação entre gosto e conhecimento na estética de Kant.Pedro Costa Rego - 2005 - Kriterion: Journal of Philosophy 46 (112):214-228.
  7.  18
    Reflexão E Fundamento: Sobre a Relação Entre Gosto E Conhecimento Na Estética de Kant.Pedro Costa Rego - 2005 - Kriterion: Journal of Philosophy 46 (112).
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  8. Subjective Apperception and Objective Knowledge: A Study on de Role of 18 in the Strategy of CPR's B Deduction.Pedro Costa Rego - 2011 - Manuscrito 34 (2):521-552.
  9.  32
    Universalidade estética E universalidade lógica: Notas sobre O §8 da crítica do juízo de Kant.Pedro Costa Rego - 2011 - Trans/Form/Ação 34 (s2):03-20.
    A tese fundamental da Estética kantiana contida na Crítica do Juízo é a de que os juízos de gosto, eminentemente subjetivos, proferidos com base num sentimento de prazer desinteressado da existência do objeto julgado e não fundados em conceitos do entendimento ou ideias da razão prática, apresentam validade universal. “Universalidade estética” é o conceito-chave com base no qual a terceira Crítica, que já havia afrontado as estéticas racionalistas com a tese da não-conceptualidade do juízo de gosto, rechaça, no outro fl (...)
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