Results for 'razão prática, finitude, reflexão, finalidade, transcendental'

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  1.  31
    Reflexão e finalidade: a finitude da razão na Crítica do Juízo.Pedro Paulo Pimenta - 2001 - Discurso 32:193-234.
    Desde Schopenhauer e Nietzsche até os nossos dias, através de interpretações de cunho ontoteológico, a análise transcendental do uso prático da razão é vista como momento em que a radicalidade da Crítica kantiana cederia espaço a uma introdução arbitrária da religião, revelando assim o motivo mais fundamental da filosofia de Kant. Uma análise apurada do “Apêndice à Crítica do Juízo teleológico” pode revelar, ao contrário, que o uso prático da razão não é entendido por Kant senão como (...)
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  2.  6
    Razão prática pura como uma faculdade natural.Frederick Rauscher - 2006 - Ethic@ - An International Journal for Moral Philosophy 5 (2):173-192.
    Kant considered pure reason to be transcendentally free in its legislative ability. I argue that this transcendental freedom is consistent with an naturalist ontologythat recognizes the existence only of objects in space and time. I show that Kant is committed to the natural faculty of empirical reasonwhich would function as part of the natural causal order. I then argue that pure reason is the structure, discovered by transcendental arguments, of that same faculty. The structure of pure reason is (...)
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  3.  8
    A antropologia pragmática como parte da razão prática em sentido kantiano.Daniel Perez - 2009 - Manuscrito 32 (2):357-397.
    O objetivo deste trabalho é demonstrar que os estudos de antropologia de Kant não constituem um agregado de elementos isolados senão que respondem a uma ordem sistemática de conhecimento estabelecido pelo plano da filosofia transcendental. Isso significa que a Antropologia está definida por um objeto sobre o qual se aplicam um conjunto de predicados segundo a ordem das capacidades, temperamentos e disposições. Porém, isto se faz a partir da possibilidade de uma proposição sintética a priori fundamental, a saber: “o (...)
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  4.  6
    Kant E a Liberdade Prática Na Crítica da Razão Pura.Alcino Eduardo Bonella - 2012 - Revista de Filosofia Aurora 24 (35):177.
    Kant estruturou sua filosofia de modo a manter a possibilidade de afirmarmos que somos seres pertencentes ao mundo sensível e, enquanto tais, termos todos os nossos comportamentos explicados de um modo natural; todavia, ele também sustentou que somos seres com uma capacidade racional de representação de um dever ser do mundo, capacidade que nos permite termos todas as nossas decisões avaliadas de uma maneira que independe de como o mundo realmente é. Neste trabalho, examinaremos a posição de Kant em alguns (...)
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  5.  4
    Kant e a liberdade prática na Crítica da Razão Pura.Alcino Eduardo Bonella - 2012 - Revista de Filosofia Aurora 24 (34):177.
    Kant estruturou sua filosofia de modo a manter a possibilidade de afirmarmos que somos seres pertencentes ao mundo sensível e, enquanto tais, termos todos os nossos comportamentos explicados de um modo natural; todavia, ele também sustentou que somos seres com uma capacidade racional de representação de um dever ser do mundo, capacidade que nos permite termos todas as nossas decisões avaliadas de uma maneira que independe de como o mundo realmente é. Neste trabalho, examinaremos a posição de Kant em alguns (...)
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  6.  6
    Sobre o significado e a legitimidade transcendental dos conceitos de precisão, interesse, esperança e crença na filosofia kantiana.Joel Thiago Klein - 2014 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 59 (1):143-173.
    Este trabalho apresenta uma interpretação abrangente e sistemática do significado e da legitimidade dos conceitos de precisão, interesse, esperança e crença no interior da filosofia kantiana. A análise desses conceitos está diretamente vinculada à discussão acerca da natureza da razão prática pura, da legitimidade do conceito de sumo bem e da unidade arquitetônica da razão. Defende-se que tanto os conceitos de precisão e interesse, assim como os conceitos de crença e esperança possuem legitimidade transcendental e concordam com (...)
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  7.  36
    A controvérsia entre Apel e Habermas acerca da fundamentação e relação entre moral e direito.Luís Alexandre Dias Carmo - 2011 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (3):38-62.
    Neste trabalho, investiga-se a reconstrução apeliana da controvérsia, entre Habermas e o próprio Apel, acerca da fundamentação e relação entre a moral e o direito, enquanto concepção procedimental discursiva da filosofia prática. Assim, objetiva-se mostrar a relação – metodologicamente importante – do discurso filosófico no trato específico para a arquitetônica da ética do discurso. Defende-se a hipótese de que o debate e controvérsia entre ambos os programas da ética do discurso decorrem fundamentalmente do modo diferenciado de tematizar a relação metodológica (...)
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  8.  1
    Disciplina E Teoria - Uma Reflexão Sobre a Formação Partindo da Filosofia Kantiana.Pedro Casalotti Farhat - 2020 - Páginas de Filosofía 8 (1-2):55.
    A intenção deste texto é articular dois temas pouco trabalhados juntos nas interpretações de Kant, embora sejam, segundo nosso entendimento, de fundamental importância para uma plena compreensão da filosofia kantiana e do conhecimento filosófico em geral: a disciplina da razão pura e a filosofia teórica. Pretendemos nos utilizar de algumas outras noções, no entanto, para responder a seguinte pergunta: é possível a formação sem a disciplina filosófica? Isto é, seria possível uma formação teórica sem uma disciplina ou uma “contribuição (...)
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  9. Foucault, Kant eo lugar simbólico da Crítica da Razão Pura em As Palavras e as Coisas.Cesar Candiotto - 2009 - Kant E-Prints 4 (1):185-200.
    This article deals with the importance that Foucault attributes to the Critic of Pure Reason, in his book, The Order of Things . According to Foucault, the Critic occupies a symbolic place because of the problematic of finitude that this work inaugurates in the history of philosophy. First of all, Kant thinks about finitude from itself, and this differentiates him from Descartes, to whom this concept is referred to the infinite. Then, the Kantian finite transcendental subject is not an (...)
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  10.  10
    Razão prática, moral E direito.José Nicolau Heck - 2008 - Philósophos - Revista de Filosofia 13 (1):67-107.
    O legado filosófico kantiano, traçado com os recursos da metafísica crítica, só manterá uma fisionomia distinta à luz dos pósteros, se as interfaces de sua arquitetônica forem semanticamente demarcadas, os objetos metodicamente referidos e os problemas corretamente solucionados. No âmbito da razão prática, o desempenho filosófico de Kant presta contas a um significado duplamente bifurcado de obrigatoriedade e legislação, vale dizer, considerar o homem como auctor obligationis e, simultaneamente, como subjectum obligationis , para então examinar, por um lado, sua (...)
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  11.  26
    Razão (prática) e natureza na Crítica da faculdade do juízo.Heiner F. Klemme - 2009 - Trans/Form/Ação 32 (1):55-72.
    Na Crítica da Razão Pura e em outros lugares, Kant apresenta uma aguda distinção entre natureza e razão prática. De acordo com Kant, não é possível deduzir ou derivar todos os sentidos dos imperativos morais dos conhecimentos empíricos sobre o mundo. Alguns intérpretes (como John MacDowell) argumentam que a concepção de razão prática em Kant pode ser ilusória se baseada em uma visão da natureza indefinida, decorrente de um ponto de vista newtoniano. Nesse texto discutirei a relação (...)
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  12.  1
    O enigma da representação na Crítica da razão pura entre epistemologia e idealismo absoluto.Paulo R. Licht dos Santos - 2015 - Revista de Filosofia Aurora 27 (42):733.
    A filosofia crítica apoia-se na noção de representação, de ponta a ponta, como fundamento de sua investigação. Essa noção, contudo, acaba por tornar-se um problema na Dedução Transcendental da Crítica da razão pura, ponto de partida de pelo menos duas tradições distintas de apropriação da filosofia kantiana: a epistemologia e o idealism absoluto. Para compreender os momentos estruturais do problema representação, tal como se apresenta na Dedução Transcendental, recuamos para duas etapas da trajetória kantiana, de algum modo (...)
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  13.  5
    A razão prática schopenhaueriana e a ação por máximas.Katia Santos - 2011 - Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 2 (2):160.
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  14.  30
    A Crítica da razão prática e o estoicismo.Valério Rohden - 2005 - Doispontos 2 (2).
    No presente trabalho será demonstrada a estreita, embora discreta, relação da filosofia moral de Kant com a ética antiga, especialmente com o estoicismo de Cícero. O tema será explicitado mediante uma aproximação entre as obras da Crítica da razão prática e Sobre os fins (De finibus), respectivamente de cada um desses autores. Será destacada a crítica de Kant à identificação entre virtude e felicidade e sua reformulação sintética no conceito de “sumo bem”. Na conclusão se torna claro que a (...)
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  15.  5
    A Crítica de Hegel Aos Postulados da Razão Prática Como Deslocamentos Dissimuladores.Marcos Lutz Müller - 1998 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 43 (4):927.
    Este artigo apresenta a crítica radical de Hegel na Fenomenologia do Espírito à teologia moral dos postulados da razão pràtica kantiana. Hegel os reconstrói como projeções resultantes da contradição da consciência moral, que, ao termo da experiência que ela perfaz de si mesma mediante a sua objetivação na "visão moral do mundo'', é compelida a confessar a sua hipocrisia. Depois de uma caracterização sucinta da antinomia e dos postulados da razão pràtica, bem como das principais teses da sua (...)
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  16. A Crítica Da Razão Prática E O Estoicismo.Valério Rohden - 2005 - Dois Pontos 2 (2).
    resumo No presente trabalho será demonstrada a estreita, embora discreta, relação da filosofia moral de Kant com a ética antiga, especialmente com o estoicismo de Cícero. O tema será explicitado mediante uma aproximação entre as obras da Crítica da razão prática e Sobre os fins, respectivamente de cada um desses autores. Será destacada a crítica de Kant à identificação entre virtude e felicidade e sua reformulação sintética no conceito de “sumo bem”. Na conclusão se torna claro que a realização (...)
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  17.  5
    Razão Teórica E Razão Prática Em Kant.Thadeu Weber - 1997 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 42 (4):913.
    O estabelecimento de um paralelismo entre razão teórica e razão prática permite explicitar o âmbito de cada uma delas. A restrição do uso da razão assegura, por um lado, o caminho seguro da ciência e mostra, por outro lado, que há um uso prático da razão - a moral, isto é, que ela pode determinar imediatamente à vontade.
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  18.  20
    A especificidade do estético e a razão prática em Schiller.Ricardo Barbosa - 2005 - Kriterion: Journal of Philosophy 46 (112):229-242.
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  19.  65
    Os problemas da razão pura e a semântica transcendental.Zeljko Loparic - 2005 - Doispontos 2 (2).
    O presente artigo tem como objetivo mostrar que a teoria kantiana da possibilidade de juízos a priori, o conteúdo essencial da sua crítica da razão pura, foi elaborada no intuito de garantir a solubilidade dos problemas necessários da razão pura e que essa teoria pode ser interpretada como uma semântica transcendental (a priori). The problems of pure reason and the transcendental semanticsThis article aims at showing that Kant´s theory of possibility of a priori judgments, which is (...)
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  20.  61
    Sindérese, o intellectus principiorum da razão prática em Tomás de Aquino.Carlos Alberto Albertuni - 2011 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2):141-164.
    Trata-se de uma investigação sobre a teoria dos primeiros princípios da razão prática na obra de Tomás de Aquino. No centro dessa teoria está o termo “sindérese”, cujo conteúdo foi elaborado nas discussões da filosofia e da teologia medievais, a partir de sua menção na Glosa de Jerônimo a Ezequiel. Tal termo designa um conceito que apresenta um caráter inovador dentro da teoria da ação moral em comparação com a ética aristotélica. Afinal, Tomás de Aquino o entende como o (...)
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  21.  62
    Sobre Uma faculdade superior de apetição compreendida como razão prática: Kant em diálogo com Wolff.Bruno Cunha - 2016 - Kriterion: Journal of Philosophy 57 (135):641-657.
    RESUMO Neste artigo, busco identificar, por meio de algumas passagens da "Fundamentação da Metafísica dos Costumes" e da "Crítica da Razão Prática", o debate de Kant com a Filosofia Prática Universal de Wolff. Em um primeiro momento, apresento, de forma sucinta, alguns aspectos gerais da metafísica e da ética wolffiana com o intuito de, em um segundo momento, explicitar como algumas considerações de Kant, em suas duas primeiras obras morais, incidem diretamente nas teses de seu predecessor. A crítica de (...)
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  22.  6
    A política como realização do projeto da razão prática.Federica Trentani - 2014 - Studia Kantiana 16:91-104.
    Este artigo concerne três questões: a concepção kantiana da política, a sua relação com a doutrina do direito e o papel da Urteilskraft na esfera da política. No § 1 sublinha-se que a perspectiva kantiana é caracterizada por uma flexibilidade contextual que permite de realizar o modelo normativo da Rechtslehre em diversas circunstâncias culturais: à política diz respeito, de fato, o como ‘traduzir’ as prescrições do direito em princípios contextuais que se adaptem corretamente a uma determinada comunidade humana. No § (...)
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  23.  8
    Afirmação originária e sabedoria prática na reflexão ética de Paul Ricœur.Maria Luísa Portocarrero - 2011 - Études Ricoeuriennes / Ricoeur Studies 2 (2):75-87.
    This paper´s aim is to outline the foundation of Paul Ricœur´s ethics, which we believe to be a hermeneutical experience of recognition of existence´s original claim, a thesis that he takes from his master Jean Nabert. Although the question of recognition appears only in the last work of Ricœur, we hold that it is already present since the earliest works, particularly in The Symbolism of Evil , insofar as, through symbolic language, the contrasting experience of evil leads to the whole (...)
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  24. Transcendental Idealism and Strong Correlationism: Meillassoux and the End of Heideggerian Finitude.Jussi Backman - 2014 - In Sara Heinämaa, Mirja Hartimo & Timo Miettinen (eds.), Phenomenology and the Transcendental. Routledge. pp. 276-294.
    The chapter discusses Quentin Meillassoux's recent interpretation and critique of Heidegger's philosophical position, which he describes as "strong correlationism." It emphasizes the fact that Meillassoux situates Heidegger in the post-Kantian tradition of transcendental idealism that he defines in terms of a focus on the correlation between being and thinking. It is argued that Meillassoux's "speculative" attempt to overcome the Kantian philosophical framework in the name of absolute contingency should be understood as a further development and dialectical overcoming of its (...)
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  25.  1
    Schopenhauer, Wittgenstein E a recusa da razão prática.Sílvia Faustino - 2007 - Revista de Filosofia Aurora 19 (25):255.
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  26.  52
    Movimento da razão especulativa à razão prática em Kant: contribuições de Wilhelm Windelband para interpretação do método crítico / Movements from speculative reason to practical reason in Kant’s system: Contributions from Wilhelm Windelband to the critical method.Luis Roselino - 2008 - Kant E-Prints 3:67-87.
    This article intend to elucidate how Wilhelm Windelband employed the Kantian critic method without devoid its typical features, going through this, what is fundamental for the approach from speculative reason to practical reason would be identified. We understand that practical reason, as a theoretical interest, is prefigured on the first critic, and that the Kantian system suffers mutations until his second critic formulation. Windelband’s critical view, can offer the tips of how to interpreter Kant’s passage from speculative to practical reason, (...)
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  27.  22
    A sensibilização das ideias estéticas: o belo como símbolo do bem moral.Gabriel Almeida Assumpção - 2014 - Studia Kantiana 17:144-160.
    Examinaremos como surge, na Kritik der Urteilskraft, a discussão acerca do belo como símbolo do bem moral, a saber: na Dialética da faculdade de julgar estética, na segunda divisão da Crítica da faculdade de julgar estética. Traçaremos paralelo entre a antinomia do gosto e sua resolução com a antinomia da razão prática, tal como apresentada na Kritik der praktischen Vernunft. Pretendemos mostrar como ambas fazem recurso à distinção entre fenômenos e coisas em si como fonte de sua resolução. Discutiremos, (...)
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  28.  15
    A atualidade da ética husseliana.Marcelo Fabr - 2005 - Princípios 12 (17):157-172.
    O artigo argumenta em favor da atualidade da ética husserliana a partir de três eixos temáticos, que se complementam: a relaçáo entre razáo teórica e razáo prática no interior da fenomenologia, o conceito de humanidade autêntica e, finalmente, a reflexáo fenomenológica sobre a esfera do estrangeiro. Parte-se do pressuposto segundo o qual o pensamento de Husserl abre caminho para uma superaçáo de duas atitudes éticas radicais: o ceticismo de caráter biológico e o universalismo abstrato.
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  29. Death and Finitude: Toward a Pragmatic Transcendental Anthropology of Human Limits and Mortality.Sami Pihlström - 2016 - Lexington Books.
    This book integrates pragmatism and transcendental philosophy in examining the most serious problem defining the human condition, death and mortality. Its analysis of human limits and finitude is intended to be relevant to the concerns of philosophers specializing in, for example, transcendental philosophy, philosophical anthropology, pragmatism, Wittgenstein, and the philosophy of religion. Mortality is studied as providing a necessary framework within which questions concerning the meaningfulness or meaninglessness of human life become possible.
     
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  30.  18
    A felicidade e a moralidade em Kant.Scherer Berta Rieg - 2017 - Conjectura: Filosofia E Educação 22 (Espec):23-35.
    A busca pela felicidade está naturalmente presente como um ideal a ser alcançado por cada indivíduo da espécie humana. Kant, em sua obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes, pretende buscar e estabelecer o princípio supremo da moralidade e esclarece que para esse fim o ideal da felicidade não apresenta condições de fundamentar as leis da moralidade. Na obra Crítica da Razão Prática, Kant sustenta essa mesma posição, mas introduz o objeto do soberano bem, referente ao qual, a felicidade é (...)
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  31.  5
    A reflexão sobre a natureza e o problema da aplicação: entre realismo racional e filosofia transcendental.Federico Ferraguto - 2015 - Doispontos 12 (2).
    O artigo trata da relação entre pensamento transcendental, aplicação e natureza nas reflexões de G. Bardili, K. L. Reinhold e J. G. Fichte, entre 1799 e 1801. Após uma primeira discussão das críticas à filosofia transcendental formuladas por Reinhold e Bardili, são analisados os pressupostos da filosofia da natureza apresentada no Grundriss bardiliano e avaliada a expansão que aí opera a fenomenologia concebida por Reinhold no IV tomo dos Beyträge zur leichtern Übersicht des Zustandes der Philosophie beym Anfänge (...)
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  32.  5
    “Reflexão Transcendental Sobre o Homem” E “Filosofia Crítica”.José Edmar Lima Filho - 2020 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 65 (1):36303.
    Neste artigo introdutório pretendo contribuir com o debate a respeito da importância das discussões sobre a “antropologia” em Kant, na medida em que compreendo que a relação dessa com outras regiões do pensamento kantiano pode produzir uma interpretação mais próxima entre a filosofia de Kant e a realidade concreta. Para cumprir esse intento, sugiro que existe a possibilidade de se pensar a Filosofia Crítica sustentada por uma “teoria da subjetividade” que se aproxima de uma “reflexão transcendental sobre o homem”, (...)
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  33.  15
    O transcendentalismo de Kant E a ética: Um cepticismo que busca a superação na contradição.Américo José Pinheira Pereira - 2015 - Synesis 7 (1):1-20.
    A experiência é apenas um estado instantâneo de impressão sensível nisso que tem a experiência. Esta expressão resume a substância epistemológica do que constitui a posição empiricista polarizada na forma de pensamento paradigmatizada por David Hume e acriticamente aceite por Immanuel Kant. Tal posição, ao invés da tese aristotélica, impede qualquer modo trans-sensível, logo, trans-material de pensamento. A metafísica torna-se impossível. Kant procura ultrapassar esta impossibilidade através da criação de uma construção lógico-epistemológica que designa como arquitectónica transcendental. O mundo (...)
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  34. Transcendental Guilt: Reflections on Ethical Finitude.Sami Pihlström - 2011 - Lexington Books.
    Transcendental Guilt challenges traditional ways of understanding moral philosophy by proposing, instead of mainstream ethical theorizing, a serious moral reflection on our ethical finitude, focusing on the concept of guilt. It argues that guilt plays a "transcendental" role in our ethical lives by being constitutive of the seriousness characteristic of the moral point of view.
     
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  35. A Discreta Antinomia Da Razão Pura Prática De Kant Na MetafísicaDos Costumes.Heiner Klemme - 2008 - Cadernos de Filosofia Alemã 11:11-32.
    NA PRIMEIRA PARTE DO PRESENTE ARTIGO, COMEÇO POR UM ESBOÇO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE LIBERDADE, MORAL E MUNDO EM KANT. NA SEGUNDA PARTE DISCUTO OS EXEMPLOS DE CHRISTIAN WOLFF E CHRISTIAN AUGUST CRUSIUS COMO DUAS VERSÕES MODERNAS DO INDIFFERENTISMUS MORAL. NA TERCEIRA PARTE, PROPONHO A IDÉIA DE QUE A CONCEPÇÃO DE DEVER MORAL, EXPLICITADA POR KANT NOS ANOS 1780 E 90, PRESSUPÕE A LIBERDADE HUMANA DE PODER ESCOLHER ENTRE UMA AÇÃO POR DEVER, UMA AÇÃO CONFORME AO DEVER E UMA CONTRÁRIA (...)
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  36. ‘god’ Without God: Kant’s Postulate: Série 2.Frederick Rauscher - 2007 - Kant E-Prints 2:27-62.
    O postulado prático da existência de Deus é problemático por várias razões: primeiro, Kant nega que ele proporciona qualquer cognição da natureza ou existência de Deus como um ser em si; segundo, ele salienta a natureza prática do postulado contribuindo para o desempenho de nossos deveres; e, terceiro, Kant parece mesmo algumas vezes indicar que nosso postulado de Deus não corresponde a nenhuma realidade, mas é um mero pensamento. No meu trabalho, eu sustento o argumento que o postulado de Kant (...)
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  37.  10
    "Quem Tem Razão, Kant Ou Stendhal?" Uma Reflexão Sobre a Crítica de Nietzsche À Estética de Kant.João Constâncio - 2013 - Kriterion: Journal of Philosophy 54 (128):475-495.
    O artigo é uma reflexão sobre o modo como, na "Genealogia da Moral", Nietzsche repensa "o problema estético" a partir da oposição entre a concepção kantiana do belo como predicado de um juízo "desinteressado" e a concepção stendhaliana do belo como efeito de uma "cristalização" e uma "promessa de felicidade". A chave do pensamento de Nietzsche neste contexto está no conceito de "embriaguez" , por um lado, como termo-chave para designar a "pré-condição fisiológica" da arte, mas, por outro, como um (...)
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  38.  29
    Review Transcendental Guilt: Reflections on Ethical Finitude Pihlström Sami Lexington Lanham.Kim Garchar - 2012 - The Pluralist 7 (2):122-126.
  39.  30
    Transcendental Guilt: Reflections on Ethical Finitude (Review).Kim Garchar - 2012 - The Pluralist 7 (2):122-126.
  40.  17
    A função transcendental do Gemüt na Crítica da razão pura.Valerio Rohden - 2009 - Kriterion: Journal of Philosophy 50 (119):7-22.
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  41.  5
    A função transcendental do Gemüt na Crítica da razão pura.Valerio Rohden - 2009 - Kriterion: Journal of Philosophy 50 (119):7-22.
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  42. A ampliação da auto-reflexão da consciência: Kant e sua influência sobre a fenomenologia transcendental de Edmund Husserl.Carlos Diógenes Côrtes Tourinho - 2011 - Princípios 18 (30):199-210.
    Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} ampliaçáo da idéia de “auto-reflexáo da consciência” assume um importante papel na fenomenologia transcendental. O exercício do método adotado pela fenomenologia desloca a atençáo para a auto-reflexáo transcendental dentro da qual e a partir da qual os objetos seriam apreendidos e constituídos intuitivamente. Deparamo-nos, entáo, com uma (...)
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  43.  99
    Immanuel Kant - Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião (estudo introdutório [extrato]) [Extrato].Bruno Cunha - 2019 - In Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião. Petrópolis - Cascatinha, Petrópolis - RJ, Brasil: pp. 7-53.
    O manuscrito estudantil das Lições sobre a Doutrina Filosófica da Religião, ministradas muito provavelmente no semestre de inverno de 1783/84, foi publicado pela primeira vez em 1817 por Karl Heinrich Ludwig Pölitz. Kant ministrou essas Lições tendo como base escritos metafísicos e teológicos que tinham sido publicados por influentes filósofos alemães de sua época (Alexander Gottlieb Baumgarten, Johann August Eberhard und Christoph Meiners). Mas, em suas Lições, Kant não apenas faz referência à posição desses filósofos. Ao contrário, ele também os (...)
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  44. Os problemas da razão pura e a sem'ntica transcendental.Zeljko Loparic - 2005 - Dois Pontos 2 (2).
    resumo O presente artigo tem como objetivo mostrar que a teoria kantiana da possibilidade de juízos a priori, o conteúdo essencial da sua crítica da razão pura, foi elaborada no intuito de garantir a solubilidade dos problemas necessários da razão pura e que essa teoria pode ser interpretada como uma semântica transcendental. palavras-chave possibilidade de juízo – crítica da razão pura – problemas necessários da razão pura – solubilidade – semântica transcendental.
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  45.  34
    Sami Pihlström, Transcendental Guilt: Reflections on Ethical Finitude: Lanham, MD, USA: Lexington Books, 2011. ISBN 978-0-7391-6436–5, $65.00, Hbk. [REVIEW]Nora Hämäläinen - 2011 - Journal of Value Inquiry 45 (3):373-378.
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  46. Da intersubjetividade transcendental à intersubjetividade prática: uma abordagem sócio-psicológica da estética musical kantiana.Tristan Torriani - 2010 - Trans/Form/Ação 33 (1).
    It is well known that Kant’s aesthetics is framed intersubjectively because he upholds the claim of taste to universality. However, the transcendental foundation of this shared universality is a supersensible ground which is taken for granted but which cannot be brought directly into communicative experience. Kant’s reliance on the synthetic a priori structure of aesthetic judgment also removes it from the sphere of observable personal interaction. This argumentative strategy exposes it to skeptical challenge and generates inaccessible references to inner (...)
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  47.  11
    Sami Pihlström , Transcendental Guilt: Reflections on Ethical Finitude . Reviewed By.Peter Swirski - 2011 - Philosophy in Review 31 (4):295-297.
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  48.  6
    Agindo Por Uma Razão.Christine Korsgaard - 2011 - Dissertatio 34:35-62.
    Neste ensaio a autora intenta discutir o que uma razão prática é, isto é, a que nos estamos referindo quando falamos sobre a razão para uma ação, bem como sobre o que ocorre quando alguém age por uma razão. Nesse sentido, ela evoca especialmente Aristóteles e Kant com o propósito de dar uma resposta a essa questão. Essa estratégia distinguirá sua resposta da resposta dada por filósofos contemporâneos. Assim, ela irá conectar sua descrição do que sejam razões (...)
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  49.  23
    Heidegger on Kant, Finitude, and the Correlativity of Thinking and Being.Güçsal Pusar - 2018 - Journal of Speculative Philosophy 32 (3):400-413.
    My basic claim in this article is that Heidegger’s lifelong engagement with Kant’s critical philosophy displays a unity that consists in the development of a problem that concerns transcendental-critical methodology at a fundamental level. My goal is therefore simultaneously interpretative and systematic: I will both trace out a trajectory for a unitary interpretation of Heidegger’s reading of Kant and show that the problem that animates this reading concerns at bottom the methodological resources and limitations of a transcendental grounding (...)
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  50.  10
    Reflexão e determinação práticas em Kant.Vinicius de Figueiredo - 2008 - Discurso 38:119-144.
    É comum resumir a experiência moral kantiana à adesão do agente à lei que sua própria razão lhe impõe. O valor incondicional da autonomia aparece, desse modo, como elemento suficiente para uma doutrina normativa do agir, mesmo sob o risco de tornar o agente que segue a razão alguém alheio à experiência em que se inscreve efetivamente. Contra essa leitura, procura-se mostrar aqui que, para Kant, (i) a determinação da vontade pela razão traz consigo uma reflexão sobre (...)
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