Natureza Humana 6 (1):53-77 (2004)

Abstract
O artigo examina a afirmação, feita por Heidegger em Ser e tempo, segundo a qual o nascimento de um existente humano é um outro fim para o Dasein. A afirmação é analisada a partir do conceito de possibilidade existencial. Assim como a morte é interpretada existencialmente, também o nascimento ganha uma análise em termos de possibilidade. Na medida em que a possibilidade existencial é definida pela instauração de ser, e a finitude do ser-para-a-morte qualifica a morte existencial como um fim , o mesmo pode ser dito do nascimento. Ou seja, o nascimento é um fim, no sentido de que determina a qualificação finita do estar em possibilidades. Natalidade e mortalidade não são apenas características de um ente vivo, mas qualificações superiores da possibilidade existencial.The paper examines Heidegger's statement in Being and Time, according to with the birth of a human existent is another end to Dasein. The statement should be analized through the concept of possibility. In the same way that death is existential interpretaded, so becomes birth an analysis by the notion of possibility. In the extent that existential possibility is definid by instauration of being, and the finitude of Sein-zum-Tode qualifies existential death as an end , the same can also be held of birth. That is, birth is an end in the sense of the finite qualifying of being thrown into possibilities. Natality and mortality are not only marks of a living being, but higher qualifications of existential possibility
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Heidegger's Temporal Idealism.William D. Blattner - 1999 - Cambridge University Press.
Heidegger on Being a Person.John Haugeland - 1982 - Noûs 16 (1):15-26.
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