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  1. O visível e o inteligível. Estudos sobre a percepção e o pensamento na Filosofia Grega Antiga.Miriam Campolina Diniz Peixoto, Marcelo Pimenta Marques, Fernando Rey Puente, M. C. D. Peixoto, M. P. Marques & F. R. Puente - 2012
    This book collects texts from three specialists in ancient philosophy which deal with the question of perceptive and intellective knowledge in antiquity. They try to present, in their different analyzes, the complex interrelationship among perception and thought in ancient authors, like Heraclitus, Parmenides, Democritus, Plato and Aristotle. The purpose of the texts is to expose the visible field - the perceptual knowledge domain - interacts with the invisible - the domain of reason and thought. In other words, that among them (...)
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  2.  7
    Kann man das eigene Ende wollen? Zum Problem des Freitods bei Plotin.Fernando Rey Puente - 2010 - In Wille Und Handlung in der Philosophie der Kaiserzeit Und Spätantike. De Gruyter. pp. 211-222.
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  3.  9
    O Platonismo de Simone Weil.Fernando Rey Puente - 2004 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 49 (4):735.
    O presente texto tem por finalidade mostrar a influência de Platão na obra da pensadora francesa Simone Weil. Procuramos esclarecer a exegese que ela faz de um passo do sexto livro da República, no qual ela identifica a contradição essencial que rege a existência humana, a saber, aquela que há entre o Bem, inacessível a nós mas a que todos aspiramos, e o necessário, que tiranicamente a todos acomete. Mostramos, por fim, de que modo é precisamenteessa dialética entre o Bem (...)
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  4.  5
    Por que o movimento é a essência da natureza?Fernando Rey Puente - 2010 - Kriterion: Journal of Philosophy 51 (122):505-519.
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  5.  10
    Por Que o Movimento É a Essência da Natureza?Fernando Rey Puente - 2010 - Kriterion: Journal of Philosophy 51 (122):505-519.
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  6.  5
    Services on Demand.Fernando Rey Puente - 2010 - Kriterion: Journal of Philosophy 51 (122).
  7.  17
    Simone Weil, Platon et le Bien.Fernando Rey Puente - 2017 - Chôra 15:629-651.
    The aim of this article is to provide an overview about Simone Weil’s interpretation of the Good in Plato. The article has two parts. In the first one, we focus on her exegesis of the ancient Greek civilization and of the Pythagorean tradition. We also signalize that her interpretation cannot be confused with the one done in Neoplatonism. After that, we investigate her interpretation of Plato’s philosophy with special emphasis on two dialogues : Republic and Timaeus. In the second part (...)
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  8. Télos como arché e o fundamento temporal da açao em Aristóteles.Fernando Rey Puente - 2003 - Philosophica 26:227-236.
    O texto visa apresentar e explicar o papel desempenhado pelas noções de telos e arché na compreensão tanto do movimento dos animais quanto da ação humana realizada no âmbito ético-político. Além disso, pretende evidenciar a importância de estabelecer a distinção modal do tempo em passado, presente e futuro elaborada na Ética a Nicômacos, em oposiçãoà abordagem quantitativa do mesmo empreendida na Física, a fim de poder explicar o silogismo prático.
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  9.  8
    Être et don: Simone Weil et la philosophie.Fernando Rey Puente - 2004 - Kriterion: Journal of Philosophy 45 (110):365-371.
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  10.  6
    Être et don: Simone Weil et la philosophie.Fernando Rey Puente - 2004 - Kriterion: Journal of Philosophy 45 (110):365-371.
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  11. Why is Movement the Essence of Nature?(Phys. III 1-3).Fernando Rey Puente - 2010 - Kriterion: Journal of Philosophy 51 (122):505-519.
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  12.  25
    WEIL, S. "Œuvres Complètes". Tome V, Vol. 2. Édition Publié Sous la Direction de Robert Chenavier. "Écrits de New York Et de Londres - L’Enracinement. Prélude À Une Déclaration des Devoirs Envers L’Être Humain". Les Textes de Ce Volume on Tété Établis, Présentés Et Annotés Par Robert Chenavier Et Patrice Rolland Avec la Collaboration de Maire-Noëlle Chenavier-Jullien. Paris: Gallimard, 2013. 462p. [REVIEW]Fernando Rey Puente - 2014 - Kriterion: Journal of Philosophy 55 (130):765-771.
    Tomando como ponto de partida o diálogo "Clara", escrito por Schelling, o autor faz da conexão da Natureza com o Espírito o fio condutor da trajetória do pensamento schellinguiano. É, antes de tudo, na disputa com as filosofias de Fichte e Hegel, que se revela a convergência entre a concepção transcendental do Espírito e a filosofia da Natureza, dando-se assim a entender a importância de um conceito especulativo da Natureza como acesso ao mundo real. Taking the dialogue "Clara", written by (...)
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